trying to escape the next cave. founder @ https://xitter.cf/t.co/Bin7D9C5mQ

São Paulo, Brasil
Joined December 2018
lembro que me arrepiei quando vi esse vídeo em 2016… e pensar que 06 anos depois, boa parte dos inimigos da sociedade aberta são exatamente aqueles que se diziam representantes do liberalismo. que retrocesso… que tristeza.
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Technical moats are mostly over at this point. If you’re building something that is meant to be durable, the only moats now are: • Proprietary data • Network effects • A physical component
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🗞️ if your team is too busy doing their 'normal job' to experiment with AI, you're preparing them to be replaced ghuntley.com/replaced/ In this post, I guess this's the last time I'll say it. AI use is no longer optional if you wish to be employed. What follows is advice for current employees and hiring managers on how to hire in 2026 to source AI-first candidates.
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Há um movimento fundamentalista que busca falsificar a história, insinuando que quem esteve na oposição ao PT nos últimos anos colaborou para a ascensão de Bolsonaro. Tal grupo sugere que o radicalismo no Brasil nasceu com a ascensão da nova direita. Nada poderia ser mais falso.
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Linear CEO @karrisaarinen: "I took a break this summer from paying attention to AI. I thought that when I came back, I'd feel left behind. But when I came back, I realized that nothing has really changed. There's new models, there's new techniques, there's new agents. But in the end, making great products, increasing revenue, and building the business—it's still hard. It's clear the tools are getting better, you can do more, you can do it faster. But I think the more important question is: are we actually making better things with these tools? Are our teams getting better with these tools? I don't think that answer is clearly yes. There's a lot of emphasis now on toolmaking and using tools and building systems. But I think in the end, as product people, our job is to make something great."
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Há quase 10 anos, a Fundação Perseu Abramo, do PT, foi a campo compreender “a visão de mundo e o imaginário social nas periferias da cidade de São Paulo”. Desta pesquisa saiu um relatório que explica o que o partido ainda não parece enxergar. Segue o fio.
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I'm not sending my deck anymore 😂
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Ninguém na história se esforçou mais para tornar os EUA um país de terceiro mundo do que Donald Trump.
If Republicans win the House of Representatives and the Senate in the 2026 Midterm Elections, I’m going to give all adult citizens in the United States of America, $5,000! Thank you for your attention to this matter, and I look forward to signing those checks!
Readers added context they thought people might want to know
This $5,000 “Trump Dividend” promise was first made in Sept. 2026. Similar prior DOGE and tariff check pledges have not been paid out. It would cost ~$1.2 trillion and require congressional approval. pbs.org/newshour/polit… washingtonpost.com/politics/2026/…
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Gilmar tem hoje jurisdição universal sobre as eleições brasileiras graças a uma reclamação que tratava de supostas fake news contra Deltan Dallagnol. Hoje, ele decide o que quer e como quer, e qualquer interessado pode escolhê-lo para analisar seu pedido. Não há filtro ou limitações. E Gilmar avisou que faria isso. Como o fez? Distorcendo a ponto de subverter a ideia de Reclamação Constitucional. A Reclamação serve para preservar a autoridade de precedentes e súmulas do Supremo. Ela é uma ação, livremente distribuída a qualquer Ministro, que possuem igual competência para fazer valer o precedente. Não existe “prevenção por tema” ou “extensão de efeitos” de Reclamação, sob pena de se permitir a escolha do julgador e, ao mesmo tempo, transformar a própria decisão da Reclamação no precedente que se vai tutelar. É impossível acreditar que Gilmar Mendes, um dos arquitetos do atual modelo de controle no Supremo, não saiba disso. Pelo que só se pode concluir que há uma deliberada e intencional deturpação do instituto para usurpar competência do TSE, sepultar o juiz natural e sinalizar a todos os atores, tanto Ministros quanto partes, que ele pode julgar tudo e julgar o que quer. Dos muitos absurdos que o Supremo tem assistido, coloco este no topo da categoria. É uma aberração jurídica feita para dar um bypass no TSE e no Presidente da Corte e colocar as eleições sob sua jurisdição pessoal. A situação fica mais grave por esse comportamento, que já não é inédito, ocorrer depois da Resolução de Fachin, presidente do Supremo, que pretendia impedir petições de terceiros estranhos aos processos dos acervos dos Ministros. Nem isso serviu de constrangimento a mais uma decisão absurda de extensão de efeitos de Reclamação com partes e objetos diversos. Hoje não existe Juiz natural no Brasil. A parte vai fazer o seguinte cálculo: “acho que o Min. Gilmar Mendes é favorável a minha tese”. Se for, ela pode chegar a ele e obter uma decisão partindo de qualquer ponto do sistema de Justiça. Ela pode levar uma decisão monocrática de um juiz membro de um Tribunal Regional, do TSE ou de onde for. Nada nessas eleições se compara com isso.
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Fui ler o paper do NBER que tá sacudindo Singapura. Pesquisadores de Stanford e Columbia usaram IA pra varrer TODAS as transações imobiliárias do país entre 1995 e 2019 e cruzaram com o cadastro de 141 mil servidores públicos. Funcionários compravam imóveis perto de futuras estações de metrô 1-2 anos ANTES do anúncio oficial. 60% acima da taxa normal. Não pagavam mais caro na compra, mas revendiam com retorno de 12% ao ano. Os parentes faziam a mesma coisa. S$270 milhões no total. Pra descartar que fossem só mais espertos, compararam com corretores de imóveis e diretores de empresa. Nenhum dos dois mostrou o mesmo padrão. Rodaram 1.000 simulações aleatórias e o efeito real ficou totalmente fora da distribuição. Quem mais operava? Gerentes médios do planejamento de transporte. Cargo suficiente pra saber, baixo o bastante pra ninguém olhar. Em 2012, Singapura apertou a fiscalização com novas leis e punição de casos de alto escalão. O padrão sumiu, dos funcionários e dos parentes. Singapura é top 5 em transparência no mundo. Norma social sozinha não segurou. fonte: NBER WP 35756
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Repetitive negative thinking is linked to Alzheimer’s protein buildup in the brain.
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Qual é a melhor evidência empírica que temos sobre as Bets? Se você não tem opinião e quer se informar melhor, siga este fio. Eu resumo alguns papers científicos sobre o assunto. 🧵
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Se algum dia eu me pegar defendendo um ministro do STF que recebeu R$ 200 milhões de um banqueiro corrupto, que depois disso conversou sem parar com ele sobre obstruir a Justiça e escapar da lei, que em seguida usou seu poder de juiz para proteger o banco dele, depois apagou todas as mensagens enviadas a esse banqueiro corrupto, e tb mentiu repetidamente à opinião pública sobre o caso e, por fim, tentou criminalizar o magistrado que permitiu que o público visse tudo isso, espero que alguém que me ame ou um amigo próximo intervenha para me dizer que eu provavelmente nunca mais deveria abrir a boca, porque algo de muito errado aconteceu para alguém defender um comportamento desses.
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Moraes quer que os pares decidam entre ele e Mendonça. Um teria de morrer. Matar Mendonça é meio necessário a que mortas sejam as investigações sobre o caso Master (e sobre o roubo aos aposentados). Esse é o objetivo final – que as nulidades se imponham. estadao.com.br/politica/carl…
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O Brasil teve duas coisas boas nos últimos anos: a condenação dos golpistas e a aprovação da reforma tributária. Caiado quer revogar as duas.
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No início do partido NOVO, nosso maior desafio era ter espaço na mídia para divulgarmos nossas ideias. O NOVO, entretanto, mudou tanto e ficou tão ruim que hoje não aparecer é a melhor coisa que pode acontecer ao partido.
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Que o Sport não tem treinador, todo mundo sabe. Hoje vamos saber se tem presidente.
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Eu analiso o Sport aqui há uns 16 anos e mais 12 no @Podcast45. Nas últimas semanas, pela primeira vez em todo este período, fui acusado de torcer contra, de tumultuar, perseguir, etc. Algo que nunca fiz. E nem farei. Algumas pessoas vinham perguntando porque mudei. E a resposta era sempre a mesma: Não mudei nada. Quem mudou, talvez, tenha sido o público - que hoje tem enorme dificuldade de lidar com o contraditório, que polariza qualquer opinião. Até no futebol. E também por se acostumarem com o "fácil". Com aqueles perfis que se alimentam sempre do "confortável". Eu sei que é muito mais fácil assim. E, admito, nunca gostei do caminho mais fácil. Nem do mais curto. Nunca me preocupei em agradar. Continuo sempre batendo nas teclas de onde vejo erro. Sou repetitivo quanto os erros se repetem. Como sempre fui. E, quando vejo o jogo, torço e comemoro como todo torcedor. Nunca torci 1 segundo para que o Sport de Roger - que tanto criticava - desse errado. Nem contra o Sport de Yuri Romão torci contra. Um segundo sequer. Os altos e baixos de uma temporada longa servem para isso. Para equalizar as diferenças e deixar claro que o caminho segue o mesmo. No bom e no ruim. A derrota de hoje não muda. É só a primeira derrota em um campeonato de 38 rodadas. Virão outras. E o foco deve ser mantido sempre na evolução. E a pergunta retórica que deixo aqui é a seguinte: "Existiu alguma evolução diante dos problemas crônicos do time?"
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Shopify CEO Tobi Lutke explains Goodhart’s law and why he doesn’t like KPIs or OKRs “Goodhart’s law is real. The moment a metric becomes a goal, it’s no longer a useful metric… No metric by itself is a complete heuristic for a complex business. There’s a million different tensions in a company, and you can’t keep all of them in harmony by optimizing for one thing.” For this reason, Shopify doesn’t use KPIs or OKRs. But as Tobi explains, this doesn’t mean they don’t value data and metrics. “We are extremely data informed. We have invested enormous amounts of money and time into systems that give us basically everything at our fingertips… But what Shopify attempts to do is just not over-fit for what’s quantifiable.” People love optimizing for highly-quantifiable things because there’s immediate gratification that comes from seeing a number go up. But Tobi thinks that the most important aspects of a product are rarely quantifiable: “The overlap of the most valuable things you can do with a product and the things that happen to be fully quantifiable are like maybe 20%. Which leaves 80% of a value space unaddressable by the people who only look at quantifiable things.” He continues: “Shopify is comfortable with unquantifiable things like taste, quality, passion, love, hate… The sort of deep satisfaction that a craftsperson feels when they’ve done a job well is actually a better proxy if you allow it to be.” They then have robust analytics systems that tell the company if something’s wrong or a new rollout breaks something. “We think about it as a cockpit for a pilot. The decisions are still made by pilots, and we think this leads to better results… I think there needs to be more acceptance in business of unquantifiable things… And then metrics take a support function.” Source: @lennysan (Feb 2025)
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Como se faz um grande país Por Fernando Schüler “Vai chegar o dia em que a mera defesa da liberdade de expressão será um crime no Brasil”. Me lembro de ouvir isso em um debate, anos atrás. À época, achei exagerado. Mas a verdade é que o dia chegou. Já tratei aqui do caso Monark. Ele fez exatamente isso, em um programa perdido no tempo, defendendo a liberdade de expressão até para um partido nazista. Semanas atrás, saudei o promotor Marcelo Ramos e o Ministério Público pela manifestação em favor da improcedência da ação”. O argumento de Ramos era cristalino, mostrando que o youtuber havia feito uma defesa — equivocada, na sua visão — da liberdade de expressão. E que isto não poderia ser um crime. “Ótimo”, pensei. Sinal de que estaríamos recuperando algum apreço a direitos individuais. Ou, quem sabe, apenas o bom senso. Triste engano. Dias depois, tudo retrocedeu. Não apenas o promotor Marcelo foi afastado do caso, como sua decisão foi “substituída” pela de um colega, sob a curiosa justificativa de que Ramos havia se “equivocado”. Para completar, o próprio promotor acabou sofrendo um processo disciplinar, sob a vaga acusação de colocar em risco o “prestígio” da Justiça e a “dignidade” do Ministério Público. Pelo que entendi, prestigiar a Justiça exigiria que o promotor tivesse confirmado a multa de R$ 4 milhões para o Monark. Mesmo se isso atentasse contra sua convicção sobre o caso. Como decidiu na direção inversa, pode agora ser sancionado, sabe-se lá de que jeito. O que temos agora é uma dupla censura: o MP querendo censurar o Monark. E querendo, de quebra, censurar o promotor que defendeu a liberdade de expressão de Monark. Difícil achar uma imagem mais adequada do país estranhíssimo em que nos transformamos. Muitas coisas impressionam neste caso. A primeira delas é a curiosa dificuldade com a objetividade da lei e do texto. É perfeitamente inequívoco que Monark não fez apologia nenhuma do nazismo. Sua defesa é de um princípio idêntico ao da Primeira Emenda americana. Pode estar errado nisso. Mas, se isto fosse um crime, há muito não seríamos mais uma democracia. Impressiona, neste caso, a inversão de valores. O promotor que repõe a realidade dos fatos passa a ser ele mesmo o “culpado”. Para quem gosta de história, foi exatamente o que ocorreu no caso Dreyfus. Quando Georges Picquart assumiu a inteligência francesa e percebeu que o capitão Dreyfus era inocente, foi removido de sua função e logo indiciado. O pecado, à época, não era ser um youtuber anarquista e politicamente incorreto. Era o antissemitismo. Cada época tem lá sua loucura. O caso entrou para a história como exemplo de intimidação e corporativismo judicial. O instante triste em que as razões de Estado, que por vezes não passam de mesquinharia, se sobrepõem ao dever de justiça. Coisas que nunca deveriam acontecer em uma democracia baseada em direitos. O curioso disso tudo é que Monark, com sua fala confusa, pode estar dando uma enorme contribuição à nossa democracia. Seu caso expõe uma fratura entre a objetividade da lei, de um lado, e a politização da Justiça, de outro. Meu argumento sobre isto é bastante simples: em um mundo fraturado, como o nosso, marcado por um radicalismo difuso que se produz no ambiente tóxico dos meios digitais, precisamos tomar cuidado. Que a sociedade esteja tomada pelas guerras culturais é apenas um fato. Sem lá muito remédio. O que é inadmissível é que isto ocorra com as instituições. Um grande país se faz com o que o Nobel Daron Acemoglu chamou de “instituições inclusivas”. Instituições que resistem à captura. Seja por parte de identitários ou conservadores. Um sistema de justiça feito de regras iguais para todos, e no qual cada cidadão pode confiar. E, a partir daí, acreditar que vale apostar. Vale dizer o que pensa, mesmo quando isto signifique criticar as leis, as autoridades e defender uma ideia muito ampla sobre a liberdade de expressão. E isto sem medo de acordar no dia seguinte arrebentado pelas idiossincrasias de algum agente do poder. Viver em um país com estas virtudes é um direito do qual, por nada, deveríamos abrir mão.” Ver menos
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What if Brazil built GitHub?
What if the EU built GitHub?
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