Jornalista. Colunista do Estadão. Apresentador na BandNews FM. Torcedor do Flamengo e do Império Serrano.

Joined May 2014
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num país sério, culto, sentimentalmente maduro, a campanha presidencial pararia para o país chorar benito di paula e, por dias ininterruptos, as televisões massacrariam o telespectador com os mais inusitados detalhes acerca do homem que deu ao samba coisas que o samba não tinha antes dele. um dos artistas mais vendidos da história do brasil - o suficiente para deixar qualquer ícone da mpb a fazer contas -, o génio bolerizou o samba, com o seu piano percussivo, letras românticas extremamente poéticas e arranjos incomuns, como o famoso saxofone, antecipando o movimento que consagraria uns anos depois o sertanejo e preparando a explosão do pagode romântico dos anos 90, liderado por raça negra e só pra contrariar - que o reverenciou por várias vezes. de tal modo se impôs o colosso perante a nação que logo foi vilipendiado pela crítica de esquerda e pelos guardiões do samba na academia, que arrumariam sob o rótulo depreciativo de samba-joia esta vanguarda protagonizada por benito e outros artistas como o grande agepê. afinal, benito era um poeta e, como os maiores poetas, um lírico da sofrência, da rejeição, do chifre e do abandono, matérias que transcendem em muito na vida do homem o impacto da luta de classes ou do materialismo histórico, insignificâncias materiais quando colocadas ao lado do momento em que “você falou tão delicadamente que eu não devia gostar de você”. a mágoa tinha piano, balanço e roda. quem o ouvia encontrava maneira de cantar a própria desgraça na companhia do outro, ou duma gelada. deixou-nos um gigante. adorado e regravado, trazia no samba a melancolia e a depressão que tão bem nos contou: "ninguém sabe a mágoa que trago no peito quem me vê sorrir desse jeito nem sequer sabe a minha solidão é que meu samba me ajuda na vida minha dor vai passando esquecida vou vivendo essa vida do jeito que ela me levar"
Benito Di Paula morre em São Paulo, aos 84 anos, e deixa obra inovadora no segmento do samba glo.bo/0pct0up
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Lula x Flávio Bolsonaro: Debate rasteiro à altura da atividade política no Brasil | Estadão Analisa xitter.cf/i/broadcasts/1AxRnZvVW…
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OPINIÃO | CARLOS ANDREAZZA: "Este mês pujante sendo coincidente com o período de campanha eleitoral. Não será coincidência." ➡️ x.gd/2FkB4 "Mês cujo marco disparador do calendário talvez seja o reajuste do Bolsa Família a dezessete dias do primeiro turno. Reajuste ignorado entre janeiro de 2023 e setembro de 2026. Reajuste que Lula desconhecia não ter sido dado por seu terceiro governo. Ele não sabia. Ao saber, mandou dar tudo. Preferiu passar por desinformado sobre sua gestão a admitir o que está fazendo." - @andreazzaeditor
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Andreazza: Lula no Jornal Nacional e os 4 anos em 1 mês | Estadão Analisa xitter.cf/i/broadcasts/1pKdRDdQY…
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Andreazza: Vai ter debate. Calor de Lula tira Flávio Bolsonaro do ar-condicionado | Estadão Analisa xitter.cf/i/broadcasts/1rGmqpkNd…
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OPINIÃO | CARLOS ANDREAZZA: Campanha de ar-condicionado de Flávio Bolsonaro experimenta o calor com pressão de Lula. Não terá sido à toa que o candidato do PL decidiu ir ao debate Band/Estadão; leia a coluna -> x.gd/GgDV6 @andreazzaeditor
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Andreazza: Censura de Nunes Marques é homenagem a Alexandre de Moraes | Estadão Analisa xitter.cf/i/broadcasts/1XGygwDpQ…
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OPINIÃO | O presidente do TSE mandou derrubar o canal de WhatsApp “Exército do Lula”, administrado por André Janones. O deputado aplica contra o bolsonarismo aquilo que o bolsonarismo sempre aplicou contra os adversários: a difusão em massa de comandos para espalhamento de informações frequentemente mentirosas. Leia a coluna completa de @andreazzaeditor: x.gd/77n9J
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Campanha de candidato à reeleição espelha o que foi o governo. Campanha desorganizada como expressão de governo desorganizado. Antes fosse somente isso. Governo ruim. Sem marcas. Que só olhou para trás. Que não compreendeu as razões por que existia. estadao.com.br/politica/carl…
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‘Flávio Bolsonaro explora a perspectiva de poder. Lula vai para o tudo ou nada’ | Estadão Analisa xitter.cf/i/broadcasts/1nxnRBdpQ…
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PT lava roupa suja. Lula fará mais selfies. Flávio Bolsonaro joga parado | Estadão Analisa xitter.cf/i/broadcasts/1kJzDPmWp…
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Agenda clara: Flávio Bolsonaro vem para acertar as contas com o STF | Estadão Analisa xitter.cf/i/broadcasts/1rxmqpQyY…
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Andreazza: O peso da perspectiva de poder para Flávio. STF, tenso. Lula, perdido | Estadão Analisa xitter.cf/i/broadcasts/1rGmqpQWg…
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OPINIÃO ✍️ Carlos Andreazza: "Exaustão com o esquema de poder corrente se manifestou, enquanto presidente pede votos como se pedisse reconhecimento" ➡️ x.gd/6teuj Na coluna desta segunda-feira, Carlos Andreazza analisa o resultado do primeiro turno das eleições presidenciais e destaca os votos recebidos por Flávio Bolsonaro (PL) e a missão de Lula (PT) para o segundo turno.
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“O voto das gentes endividadas, sem grana para comprar carne – as que agora são chamadas de burras, “pobres de direita”, fascistas até. Essas gentes, culpadas!, que vivem no mundo real, aquele em que terra rara seria uma em que pudessem circular com segurança – essas gentes para as quais a projeção de ameaça à soberania nacional soa como delírio (…)”
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STF puxador de votos. Lula no passado. E o eleitor agora diante Flávio Bolsonaro | Estadão Analisa xitter.cf/i/broadcasts/1qxvvegyq…
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