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“Si Jesús resucita”
Replying to @gonsanchezrey1
Si Jesús resucita a vos te rompe el alma a patadas por no seguir la Torá.
KAROL Iosephus Wojtyła nasceu em 1920 em Wadowice, na Polônia. Ordenado sacerdote, continuou os seus estudos teológicos em Roma, depois dos quais regressou ao seu país onde exerceu diversos cargos pastorais e universitários. Foi nomeado bispo auxiliar de Cracóvia, e em 1964 Arcebispo do mesmo lugar. Tomou parte no Concílio Ecumênico Vaticano II. Eleito Papa a 16 de Outubro de 1978, com o nome de João Paulo II, distinguiu-se pela extraordinária solicitude apostólica, em particular para com as famílias, os jovens e os doentes, o que o levou a realizar numerosas visitas pastorais a todo o mundo. Entre os muitos frutos mais significativos deixados em herança à Igreja, destaca-se o seu riquíssimo Magistério e a promulgação do Catecismo da Igreja Católica e do Código de Direito Canônico para a Igreja latina e oriental. Constituiu canonicamente a Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney, em Campos dos Goytacazes-RJ, Brasil, para regularizar e dar lugar aos Padres e fiéis que permaneceram ligados à Liturgia em vigor até 1962. Tal constituição foi levada a efeito no dia 18 de janeiro de 2018, como algo novo na estrutura jurídica e canônica das Igrejas Particulares. Morreu piedosamente, em Roma, a 2 de Abril de 2005, na Vigilia do II Domingo de Páscoa ou da Divina Misericórdia.
O Vaticano informou nesta quarta-feira (21) que os exames definitivos confirmaram que o câncer retirado do papa Leão XIV estava localizado. Após avaliação oncológica, os médicos concluíram que não será necessário tratamento adicional neste momento.
O pontífice passou por uma cirurgia em 13 de outubro para retirar o lobo inferior do pulmão direito. Ele recebeu alta hospitalar e retomou gradualmente suas atividades públicas.
Hoje tem a terceira formação sobre o Segredo Admirável do Santíssimo Rosário.
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Santo Hilarião nasceu em Tabatha, ao sul de Gaza, em uma família pagã. Ainda jovem, foi estudar em Alexandria, onde conheceu a fé cristã e recebeu o Batismo, por volta dos quinze anos. Desejando entregar sua vida inteiramente a Deus, procurou Santo Antão no deserto e permaneceu algum tempo aprendendo com seu exemplo de oração e renúncia.
Ao retornar à sua terra, encontrou seus pais já falecidos. Distribuiu seus bens entre os irmãos e os pobres e retirou-se para uma região deserta próxima de Majuma. Ali, abraçou uma vida de pobreza, trabalho e penitência, sustentando-se com a fabricação de cestos e o cultivo da terra. Sua maior riqueza era a intimidade com Deus, cultivada no silêncio e na oração.
Sua caminhada também foi marcada por profundas provações interiores. Em meio à aridez espiritual e à angústia, perseverava na confiança e se apegava ainda mais à oração. Seu testemunho atraiu discípulos e contribuiu para o florescimento da vida eremítica na Palestina. Embora desejasse a solidão, acolhia aqueles que o procuravam em busca de auxílio e orientação.
São Jerônimo relata numerosos milagres atribuídos à sua intercessão, além de conversões despertadas por sua caridade e suas palavras. Entretanto, Hilarião não buscava reconhecimento. Para preservar o recolhimento, passou pelo Egito, pela Sicília e pela Dalmácia, até encontrar em Chipre um lugar onde pôde viver seus últimos anos em paz.
Santo Hilarião faleceu aos oitenta anos, deixando um exemplo de desprendimento, humildade e perseverança. Sua vida nos recorda que a fidelidade a Deus também se manifesta quando a oração parece difícil e que, mesmo no silêncio, uma alma dedicada ao Senhor pode produzir abundantes frutos.
Santo Hilarião, rogai por nós!
João nasceu por volta de 1390 em Kenty, na diocese de Cracóvia. Desde a infância, demonstrou uma piedade angelical e uma inteligência tão notável que foi enviado para estudar na Universidade de Cracóvia. Depois de obter os diplomas mais lisonjeiros, tornou-se professor, mas desejava iluminar as almas tanto quanto as mentes e conduzi-las ao bem. Ex-sacerdote, serviu no ministério por algum tempo, mas retornou ao ensino. Seu desejo de ser mártir o levou a empreender uma viagem a Jerusalém; era profundamente devoto da oração; sua caridade para com os pobres o levou a dar tudo o que tinha; tal era sua mortificação que dormia no chão, usava cilício e comia apenas o suficiente para não morrer de fome. Ele morreu em 24 de dezembro de 1473. Sua dignidade diante de Deus foi evidenciada por numerosos milagres e, em 1767, Clemente XIII o canonizou, mas já em 1680 Inocêncio XI havia reconhecido sua santidade ao permitir que seu dia de festa fosse celebrado em todo o reino da Polônia.
São Pedro de Alcântara nasceu em 1499, na cidade de Alcântara, Espanha. Desde jovem, dedicou-se aos estudos e, movido pelo desejo de consagrar sua vida a Deus, ingressou na Ordem Franciscana em 1516. Ao iniciar sua caminhada religiosa, recebeu o nome de Pedro, abraçando uma vida de simplicidade, oração e entrega ao Senhor.
Ordenado sacerdote em 1524, exerceu diversas responsabilidades como superior e, mais tarde, como ministro provincial. Mesmo diante das exigências desses serviços, conservava um profundo amor pelo recolhimento e pela contemplação. Para ele, a vida de oração era o fundamento de toda missão e do cuidado com os irmãos.
Seu desejo de viver fielmente o Evangelho o levou a promover uma reforma na Ordem Franciscana, buscando renovar a observância da Regra de São Francisco de Assis. Pela pobreza, pela penitência e pela oração, convidava os religiosos a redescobrirem o fervor das origens franciscanas. Seu exemplo atraiu muitos irmãos e contribuiu para a expansão dessa reforma.
Foi também confessor e diretor espiritual de Santa Teresa de Ávila, a quem ofereceu apoio na reforma da Ordem Carmelita. A santa reconhecia nele um grande modelo de virtudes, admirando sua coragem, seu desprendimento e sua fidelidade a Deus. Sua austeridade era acompanhada por uma intensa dedicação à vida espiritual e ao serviço da Igreja.
São Pedro de Alcântara faleceu em 18 de outubro de 1562, aos 63 anos. Foi beatificado em 1622, canonizado em 1669 e declarado Padroeiro do Brasil em 1826. Seu testemunho nos convida a cultivar a oração, viver com simplicidade e colocar Deus no centro de nossas escolhas.
São Pedro de Alcântara, rogai por nós!
Nossa Senhora Aparecida, Santo Eduardo, Santa Teresa D'Ávila, Santa Margarida Maria Alacoque...
DAQUI A POUCO tem A Vida dos Santos inédito, com Júnio Cruz
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Santa Margarida Maria Alacoque nasceu em 1647, na Borgonha, França, em uma família de profundas raízes católicas. Desde a infância, manifestou o desejo de pertencer inteiramente a Deus. Apesar da resistência familiar, perseverou em sua vocação e, aos 24 anos, ingressou na Ordem da Visitação, fundada por São Francisco de Sales.
Na vida religiosa, enfrentou incompreensões e desconfianças a respeito de suas experiências místicas. Ainda assim, permaneceu fiel, cultivando a oração, a humildade e a penitência. A partir de 1673, recebeu aparições de Jesus, que lhe revelou o amor de seu Sagrado Coração e lhe confiou a missão de difundir essa devoção.
Seu diretor espiritual, São Cláudio de la Colombière, reconheceu a autenticidade de suas experiências e a ajudou a cumprir essa missão. Por obediência, Margarida Maria registrou suas vivências espirituais, deixando um precioso testemunho de sua intimidade com Cristo. Entre as práticas associadas às revelações está a Comunhão nas primeiras sextas-feiras de nove meses consecutivos, ligada à promessa da graça da perseverança final.
Sua vida foi marcada pelo desejo de corresponder ao amor de Jesus e de reparar as ofensas cometidas contra seu Coração. Em meio às provações, encontrou na confiança em Deus a força para perseverar e dedicar-se à missão recebida.
Santa Margarida Maria faleceu em 1690, foi beatificada em 1864 e canonizada em 1920. Seu exemplo nos convida a acolher o amor do Sagrado Coração de Jesus e a responder a ele com uma vida de fé, caridade e fidelidade.
Santa Margarida Maria Alacoque, rogai por nós!
Jesus disse-lhes: "Em verdade, em verdade, vos digo: Se não comerdes a carne do Filho do homem, e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós."
- São João 6, 53
E, quando comiam, Jesus tomou o pão, e abençoando-o, o partiu, e o deu aos discípulos, e disse: "Tomai, comei, isto é o meu corpo."
- São Mateus 26,26
Pelo visto você não conhece Sua Palavra.
Santa de linhagem principesca (nascida por volta de 1074, tia de Santa Isabel da Turíngia), é modelo dos três estados femininos, da virgem, da mulher e da viúva; deu ao marido sete filhos, que criou na piedade; depois convenceu-o a fazer o voto de continência conjugal. Depois da morte do esposo, tomou o véu e levou uma vida de rigorosa mortificação. Ela mostrou sua grandeza de alma na ocasião da morte de seu filho, Henrique II, que morreu em uma luta contra os tártaros. Sua gratidão a Deus superou a tristeza que a perda de seu filho lhe causou. Ela disse: “É a vontade de Deus e devemos submeter-nos a ela.” Com a alma cheia de santa alegria, acrescentou: “Agradeço-Vos, Senhor, por terdes me dado tal filho, que sempre me amou durante a vida, me mostrou muito respeito e nunca me causou a menor dor e, embora desejasse de todo o coração vê-lo ainda vivo, sinto uma grande alegria em saber que ele derramou seu sangue por vós, meu Criador, e agora está unido a vós no céu”.
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Believe it or not. Like it or not.
Palestinian Christians exist. We have always existed. We are still here.
We are part of Palestine’s past, present, and future. No denial can erase us. No narrative can make us disappear. ☦️✝️🇵🇸🇵🇸
Falar disso tudo é falar de Cristo, porque nada disso existe sem Ele:
Eucaristia: O próprio Cristo.
Maria: Mãe de Cristo.
Papa: Vigário de Cristo.
Padres: Sacerdotes de Cristo.
Pais da Igreja: Sucessores dos Apóstolos de Cristo e guardiões da Fé ensinada por Ele.
Instituição: A Igreja de Cristo.
Tradição: O depósito da fé de Cristo.
Santa Teresa, chamada pela Igreja virgo seráphica, a virgem seráfica, a gloriosa reformadora da Ordem do Carmelo, ocupa, entre as santas mulheres que brilharam pelo seu conhecimento, o primeiro lugar, o que lhe deu o título de Doctrix mystica, Doutora Mística. Sobre ela, informaram ao Papa Paulo V: “Teresa foi dada por Deus à Igreja como doutora de vida espiritual. Ela expôs com uma clareza inigualável os segredos da vida interior e mística que os Padres apresentaram de forma dispersa. Suas obras são até hoje os textos clássicos da mística nos quais se inspiraram todos os mestres místicos que vieram depois dela (São Francisco de Sales, Santo Afonso de Ligório).” Santa Teresa nasceu em Ávila (Espanha) em 1515. Aos sete anos partiu para a África, querendo morrer por Cristo, mas foi trazida de volta pelo tio. Tendo perdido a mãe aos doze anos, ela pediu a Maria sua proteção materna. Entrou na Ordem do Carmelo em 1533, onde teve que suportar sofrimento físico e seca espiritual durante 18 anos. Por inspiração de Deus e com a aprovação de Pio IV, empreendeu a reforma da sua Ordem; em meio a grandes dificuldades, fundou 32 mosteiros reformados. As manifestações exteriores e interiores da sua relação altamente mística com Deus foram extraordinárias, especialmente durante os últimos dez anos da sua vida. O ponto culminante foi a transfixão do seu coração (transverberatio cordis), cujo aniversário é celebrado na ordem carmelita com uma grande festa (27 de agosto). Ela tinha uma grande devoção ao pai adotivo do Menino Jesus, São José, cujo culto ela contribuiu poderosamente para promover em toda a Igreja. Ao morrer, ela repetia muitas vezes estas palavras: “Senhor, sou filha da Igreja!” O seu santo corpo repousa no altar-mor da igreja carmelita de Alba (Espanha); o seu coração, trespassado pela ferida misteriosa, está encerrado num precioso frasco, colocado num nicho ao lado da Epístola.
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Viva Cristo Rei, Salve Maria!
São Calisto I é o sucessor do Papa Zeferino (26 de agosto); reinou de 217 a 222. Pertenceu a uma família de escravos por nascimento; teve uma juventude muito difícil e foi empregado em trabalhos forçados nas minas da Sardenha. Mais tarde, libertado, tornou-se braço direito do Papa Zeferino e ficou encarregado do grande cemitério que mais tarde recebeu o seu nome; finalmente foi elevado à sé episcopal de Roma. Como papa, teve que lutar contra muitos hereges, mas também contra adversários da comunidade romana. (Seu adversário e antipapa foi o filósofo e mártir Hipólito). A atitude gentil que adotou para com aqueles que haviam caído em pecados graves valeu-lhe inúmeras perseguições por parte do seu adversário. Ele instituiu o jejum das Têmporas; mandou construir a basílica de Santa Maria no Transtévère; ampliou o antigo cemitério da Via Ápia, onde estão sepultados muitos Santos Sacerdotes e Mártires; esta é a razão pela qual o seu nome foi dado a esta necrópole, após sua morte. Morreu mártir, tendo sido atirado num poço depois de ter sofrido a tortura da fome e numerosos açoites.



























