A brother from another mother...

Sao Paulo, Brazil
Joined September 2012
A playlist de hoje.
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Esse cara me mostrou as entranhas das campanhas políticas como ninguem. Foda demais!!
MEDO DO QUE AINDA NÃO ACONTECEU Como a ansiedade, a expectativa e o medo do futuro podem nos fazer perder batalhas que sequer começaram. Por Roberto Reis -- Separe uns 15 minutos de leitura -- Em 1692, na cidade de Salem, nos Estados Unidos, mais de 200 pessoas foram acusadas de bruxaria. Vinte morreram em consequência das condenações e perseguições. O que havia de concreto? Acusações, superstições, suspeitas e uma população convencida de que existia uma ameaça terrível entre seus próprios vizinhos. O medo foi tão poderoso que pessoas inocentes foram condenadas por crimes que jamais cometeram. Quase cem anos depois, em 1789, durante a Revolução Francesa, um fenômeno ganhou um nome que entraria para a história: O Grande Medo. Boatos sobre exércitos de bandidos, supostamente financiados pela aristocracia, espalharam o pânico pelas aldeias francesas. Camponeses pegaram em armas, organizaram milícias e atacaram propriedades para enfrentar uma ameaça que, em muitos lugares, simplesmente não existia. Em 1938, o jovem Orson Welles apresentou uma dramatização radiofônica de A Guerra dos Mundos, simulando uma invasão extraterrestre. Alguns ouvintes acreditaram estar diante de notícias verdadeiras. O episódio ganhou fama mundial, mostrando a dimensão de um pânico completamente exagerado. Essa última informação é particularmente interessante. O medo provocado pela história acabou se tornando uma história ainda maior que o próprio medo. Os três episódios atravessam revelam uma característica permanente do comportamento humano e muito presente em... CAMPANHAS ELEITORAIS, como essa. Não precisamos que uma tragédia aconteça para sofrer antecipadamente por ela. 2026: A CAMPANHA DOS FANTASMAS Estou completando quase três décadas trabalhando com campanhas eleitorais. Já vi eleições decididas por denúncias, crises econômicas, escândalos, facadas, aviões caindo, gente correndo com revolver atrás do outro, erros de comunicação, debates e acontecimentos inesperados. Mas a eleição presidencial de 2026 me chamou atenção por um fenômeno particular. Nunca vi tanta gente preocupada com acontecimentos que ainda não ocorreram, e provavelmente, nem vão. Foi uma campanha marcada não apenas pela disputa entre candidatos, mas pela expectativa permanente de que alguma coisa extraordinária estava prestes a acontecer no dia seguinte. A próxima bomba. O próximo vídeo. E, curiosamente, quando uma dessas expectativas se desfazia, outra imediatamente ocupa seu lugar. Ontem foi o vídeo do @Felcca . Hoje até meia noite, já teremos outro medo. Não importava quantas previsões fracassassem. Sempre há uma nova ameaça aguardando na próxima esquina, na cabeça de muita gente. A FESTA DAS ASTRONAUTAS Lá no início, o ex-governador Anthony Garotinho falou sobre a chamada Festa das Astronautas, relacionada ao banqueiro Daniel Vorcaro. O assunto ganhou proporções enormes. Muita gente passou a temer que Flávio Bolsonaro estivesse envolvido e que uma revelação comprometesse sua candidatura. O suspense cresceu. As interpretações se multiplicaram. Até que o próprio Garotinho esclareceu publicamente que, nos 12 minutos de gravação aos quais dizia ter acesso, não havia qualquer imagem de Flávio. A PRÓXIMA BOMBA DE JANONES Depois tivemos André Janones. Anúncios, ameaças políticas, promessas de ofensivas digitais, mobilizações e expectativas sobre o que ainda estaria por vir. É interessante observar que Janones publicou, em 2023, um livro chamado Janonismo Cultural: O uso das redes sociais e a batalha pela democracia no Brasil. É uma lógica comunicacional em que chamar atenção e manter o adversário reagindo são partes importantes da disputa. Aliás, o próprio Janones declarou, em entrevista recente, que não faltavam fatos contra Flávio, mas capacidade de explorá-los... ... e descartou uma grande novidade ainda por ser revelada. O VÍDEO DO FELCA O exemplo mais recente talvez seja o mais emblemático. Felca anunciou que publicaria um vídeo depois de um período afastado das redes. Imediatamente surgiram especulações eleitorais. Seria uma denúncia? Um escândalo? Vi muita gente preocupada. Um leitor chegou a manifestar enorme receio sobre o que poderia aparecer. Perguntei a ele: “Você já viu o vídeo?” “Não.” “Então como sabe que ele é tão grave?” E o vídeo finalmente saiu, nesta madrugada de 20 de outubro. Felca não apresentou uma bomba eleitoral. Fez um relato pessoal sobre bullying, traumas da infância e fobia social. Um depoimento sobre problemas reais, profundos e dolorosos. A ironia é impressionante. Enquanto milhares de pessoas alimentavam a ansiedade por uma ameaça política imaginada, Felca estava justamente preparando um vídeo sobre o sofrimento provocado pelo medo e pela ansiedade. E isso nos leva a uma reflexão muito maior que a disputa entre Lula e Flávio. ESTAMOS SOFRENDO POR ANTECIPAÇÃO Nas minhas palestras pelo Brasil inteiro, converso com empresários, investidores, profissionais liberais e pessoas das mais diferentes realidades. Percebo uma característica cada vez mais presente na sociedade. O medo do futuro está consumindo a energia necessária para enfrentar o presente. O empresário teme uma crise que ainda não chegou e paralisa investimentos. O profissional teme perder o emprego e começa a trabalhar dominado pela insegurança. O empreendedor imagina tantos cenários negativos que desiste de uma boa ideia antes de experimentá-la. O cidadão acompanha a política imaginando que uma tragédia institucional está sempre prestes a acontecer. E o eleitor passa a considerar cada notícia, cada postagem e cada declaração uma ameaça potencialmente definitiva. Será que vai aparecer um vídeo? Será que o STF tomará uma decisão inesperada? Será que uma pesquisa vai mudar tudo? Será? Será? Será? E existe uma consequência bastante concreta nesse comportamento. Quem vive tentando controlar o futuro perde o domínio sobre aquilo que realmente está ao seu alcance. O medo deixa de ser um mecanismo de proteção e passa a funcionar como um instrumento de imobilização. O ANTÍDOTO É A EXECUÇÃO Talvez por isso hoje eu admire tanto uma característica do deputado @nikolas_dm Nikolas age. Não fica esperando todas as condições serem perfeitas. Ele identifica uma oportunidade, organiza sua comunicação e executa. Acerta algumas vezes. Erra outras. Mas faz. Mas continua. O QUE JESUS NOS ENSINOU HÁ DOIS MIL ANOS Curiosamente, a resposta para esse problema não está em nenhum tratado moderno de estratégia política, psicologia ou administração. Está num ensinamento de Jesus Cristo, registrado no Evangelho de Mateus, capítulo 6, versículo 34: “Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal.” Por que carregar antecipadamente sofrimentos que talvez nunca existam? Não precisamos matar hoje os leões de amanhã, da próxima semana e do próximo ano. Muito menos inventar leões que sequer existem. FALTAM CINCO DIAS E quero compartilhar uma reflexão com quem acompanha minhas análises. Há muito tempo venho tentando antecipar movimentos políticos. Errei algumas vezes. É parte do meu trabalho. Imagina se eu tivesse medo de fazer projeções, avaliar estratégias, comparar eleições. São 20 anos no Twitter (atual X). São quase 20 mil posts. Vou errar sim. Naturalmente, preciso estudar riscos e possíveis acontecimentos. Não dá para fazer isso COM MEDO DE SER CANCELADO. O medo excessivo nos coloca na defensiva. Não significa acreditar ingenuamente que tudo dará certo. Já vi pessoas perderem oportunidades de investimento, oportunidades profissionais, relacionamentos e projetos de vida porque passaram tempo demais calculando todas as maneiras pelas quais o Brasil irá fracassar. Quando Tarcísio resolveu não disputar e dar lugar a Flávio, um sem número de empresários virou as costas para mim. Eu continuei. Quando Lula errou sua avaliação e resolveu entrar, sabendo dos riscos que teria, outros também viraram o nariz. Eu continuei. Mas algumas dezenas de outros contratantes seguiram em frente e fizeram eventos gigantescos, antecipando o cenário positivo. Em um deles recente, eu falei assim: Tá todo mundo preparado para o pior aqui. Não tem nenhum investidor preparado para o melhor que está por vir. UMA ÚLTIMA REFLEXÃO Talvez uma das maiores doenças do nosso tempo seja a incapacidade de viver o presente sem antecipar alguma desgraça. Eu não sei o que acontecerá no domingo. Mas sei perfeitamente o que precisamos fazer até lá. Aquilo que está ao nosso alcance. Sossega, meu filho. O amanhã pertence a Deus. O nosso trabalho é hoje.
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É isso. Sem clubismo.
SABATINA DA GLOBO: Uma sabatina como a da Globo tem quatro objetivos para um candidato, nesta ordem de importância: 1) SOBREVIVER. Sair sem cometer um erro grave, sem escorregar numa casca de banana que possa comprometer a campanha. 2) FAZER PROPAGANDA. Apresentar propostas, defender seu governo, esclarecer ataques e combater informações falsas. 3) ATACAR O ADVERSÁRIO. Explorar contradições, fazer comparações e mostrar por que o outro candidato seria pior. 4) RESPONDER À ENTREVISTADORA. Não que seja irrelevante. Mas responder perfeitamente a uma jornalista inteligente, preparada, que estudou seus pontos fracos e sabe exatamente onde apertar, é uma obra de arte. Coisa para gênios em seus melhores dias. O segredo é gastar menos tempo nas armadilhas e mais tempo apresentando suas propostas e atacando o adversário. COMO FOI LULA? NOTA 6. Lula cumpriu o objetivo principal: sobreviveu. Não cometeu nenhuma grande escorregada. Comunicou bem suas ideias, embora a voz bastante rouca tenha incomodado eleitores, como tenho observado em avaliações qualitativas. Mas atacou pouco Flávio e fez pouca propaganda de suas propostas. Esqueceu, inclusive, de destacar a passagem de ônibus. Lula tem um problema de comunicação: precisa contextualizar tudo. “Veja bem, Renata…” “Nunca na história deste país…” E lá se vai o tempo. Quando chega ao ponto principal, o relógio está acabando. Isso também dificulta a produção de cortes pela equipe. Praticamente não vimos grandes momentos da sabatina de Lula circulando nas redes. Até nas considerações finais, o tempo foi mal aproveitado. Lula sobreviveu, mas pontuou pouco. COMO FOI FLÁVIO? NOTA 8. Flávio tinha deveres de casa muito específicos. Precisava combater os boatos sobre programas sociais, atacar Lula e produzir frases rápidas, com potencial de repercussão. E conseguiu ✅ Foi enfático ao garantir a continuidade dos programas sociais, justamente um dos temas em que sua campanha enfrenta dificuldades entre os eleitores de menor renda. Atacou Lula, acusou a campanha adversária de espalhar informações falsas e conseguiu uma boa frase ao dizer que Lula se esqueceu do Bolsa Família durante quatro anos, enquanto ele se lembrará todos os dias. Também soube mudar o foco diante de perguntas que poderiam se transformar em armadilhas. Faltando pouco mais de uma semana para a eleição, tentar esclarecer todas as controvérsias do passado pode ser um erro estratégico. Não dá mais. O importante é transmitir a mensagem que precisa chegar ao eleitor em disputa nesse segundo turno. Mas houve problemas para um eleitor indeciso e desconfiado. Renata fez questão de cobrar respostas que não foram dadas. Em alguns momentos, foi mais incisiva com Flávio, deixando evidente para o público que determinadas perguntas ficaram sem esclarecimento. Isso pode ter provocado desgaste. Flávio também não foi brilhante. Não apresentou uma atuação extraordinária nem demonstrou ser um grande orador. Mas cumpriu mais objetivos do que Lula. Sobreviveu, atacou, defendeu os programas sociais e produziu frases com potencial de repercussão. Nota 8. MEU VEREDITO: FLÁVIO GANHOU. Numa sabatina, não basta contar quantas perguntas foram respondidas. É preciso avaliar o que cada candidato precisava fazer e o que efetivamente conseguiu entregar. E, na minha leitura, como Flávio chega à reta final liderando as pesquisas, um confronto sem grandes erros já seria um bom resultado. E, por fim, um detalhe importante: Lula cometeu um erro grave. Sua resposta sobre o Bolsa Família foi ruim e abriu espaço para o adversário explorar o tema. Flávio, por sua vez, não cometeu erros graves.
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Isso aqui resume bem.
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Esse é o buraco que nos enfiaram.
O Brasil parou no tempo. Em termos reais estamos cada vez mais pobres. Nos anos 80, auge da industrialização brasileira o PIB do país representava 2,8% do PIB mundial. Hoje, +/- 2% Em 23 anos, 14 países nos passaram em PIB per capita. E olhe quais🤡 Lula assumiu em 2002🤡
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O Brasil parou no tempo. Em termos reais estamos cada vez mais pobres. Nos anos 80, auge da industrialização brasileira o PIB do país representava 2,8% do PIB mundial. Hoje, +/- 2% Em 23 anos, 14 países nos passaram em PIB per capita. E olhe quais🤡 Lula assumiu em 2002🤡
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Caralho, que esculacho.
Tarcísio de Freitas deu uma aula de economia para Fernando Haddad
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🚨GRAVE: São Paulo entrega mais de 90% do que arrecada ao Governo Federal e financia desenvolvimento de outros estados enquanto sofre com carências locais.
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Aulas
Daniella Marques DÁ AULA E CALA A BOCA de estudantes militantes de esquerda AO VIVO! A OPINIÃO É SUA
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Skynet?
I resigned from Anthropic today. I spent the last three years doing pretraining research at both OpenAI and Anthropic. Neither company is acting responsibly. They are racing straight to self-improving superintelligence and gambling with our lives. More thoughts below.
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Tem que desenhar.
O gráfico que deveria estar em toda sala de aula de economia deste país. Ele resume uma escolha. O eixo horizontal mede liberdade econômica. O eixo vertical mede PIB por pessoa. E o que se vê não é uma linha reta, é uma curva que dispara — quanto mais livre a economia, exponencialmente maior a renda do cidadão comum. O Brasil está ali, no meio do gráfico, na faixa de menor renda entre os países de liberdade econômica mediana, ao lado de China, Indonésia e Argentina. Nossa média de PIB por pessoa gira em torno de US$ 12 mil — a mesma faixa dos países no terceiro quartil de liberdade econômica, o segundo pior dos quatro grupos. Compare com quem está no quartil mais livre: renda média de US$ 66.434 por pessoa. Mais de cinco vezes o que produzimos por brasileiro. No conjunto, os 25% de países mais livres do planeta têm renda 6,2 vezes maior que os 25% menos livres. Não é coincidência, não é sorte de solo ou clima. É desenho institucional. Olhe para quem está no canto superior direito: Suíça, Singapura, Hong Kong, Estados Unidos. Não são países ricos que compraram liberdade econômica depois de enriquecer. É o oposto. Ficaram ricos porque escolheram, décadas atrás, reduzir a mão do Estado sobre o bolso e a iniciativa do cidadão. O Brasil segue empacado exatamente onde o gráfico prevê que ficaríamos: no meio de um pelotão de países que tributam demais, regulam demais e confiam de menos no próprio povo para inovar e produzir. O problema é que seguimos insistindo em mais impostos, mais burocracia, mais regulação e mais decisões concentradas no Estado. A curva não perdoa atalho ideológico. Ela é implacável com quem insiste em nadar contra ela. #LiberdadeEconômica #Economia #Brasil #Prosperidade #LivreMercado #Empreendedorismo #Agro
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Um lixo de parlamentar e pior ainda como pessoa.
Trabalhei com a Erika Hilton em 2024. Ela era a líder da bancada do PSOL na Câmara. Eu, assessor na área de economia. Em 2024, algumas das pautas mais importantes do país foram votadas, como a segunda fase da Reforma Tributária e o fim do abono salarial para quem ganha mais de 1,5 salário mínimo (gravíssimo, pois impacta diretamente justamente quem sofre na escala 6x1). Durante toda a Reforma Tributária, por exemplo, nunca troquei uma palavra com a LÍDER da bancada sobre esses temas. Eu era o responsável pela pauta. Ela nunca estudou uma nota técnica sobre esse tema, nem sequer queria saber do que se tratava, quais eram as polêmicas, quais eram as possibilidades. Nunca participou de absolutamente nada. Total descaso com suas responsabilidades como líder. Não fazia a mínima ideia do que estava acontecendo no Congresso sobre esse e tantos outros assuntos FUNDAMENTAIS PARA A CLASSE TRABALHADORA. Na votação do fim do abono salarial para quem ganha mais de 1,5 salário mínimo (uma espécie de 14º salário para o trabalhador formal que está, em muitos casos, na escala 6x1), ela não fez ABSOLUTAMENTE NADA para reverter isso. É só olhar as redes sociais dela na época. É factual. E ela não era uma parlamentar qualquer. Era a LÍDER. A representante do partido, da bancada e de toda a militância. Eram outros parlamentares da bancada que assumiam responsabilidades que deveriam ser da líder. A construção de emendas e destaques, as reuniões e toda a articulação em torno dessas pautas ficavam a cargo de outros parlamentares. Eu nem tentava mais falar com ela. Era inacessível, uma verdadeira diva pop. Duvidam do que eu falo? Peguem, então, a participação dela nas notas taquigráficas e nos vídeos dessas votações históricas e importantes. Está lá. É factual. Tudo registrado. Vamos ver se estou mentindo. Ela é uma influencer de redes sociais brilhante e da mais alta importância, fundamental na luta contra a escala 6x1, mas é péssima como parlamentar. E repito: ser parlamentar não é o mesmo que ser influencer. Ser uma boa parlamentar é duríssimo. Tem que se dedicar, trabalhar, estudar, se preparar. Fazer muita coisa nos bastidores que não dá like, não tem glamour, mas é fundamental para a luta institucional. Podem me cancelar, mas certas coisas precisam ser ditas e debatidas. Todo mundo sempre teve medo de debater isso publicamente. Medo do cancelamento. Eu me incluo. Mas já tô de saco cheio de ler tanta inverdade sobre a atuação parlamentar dela. Digo isso como eleitor. É uma declaração pessoal, de minha inteira e exclusiva responsabilidade. NÓS temos todo o direito de cobrar parlamentares e políticos.
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Johnny Pontas retweeted
Ora, ora, vejam só. Integrante do cassino onde o apostador/reclamante sempre ganha, o Tribunal Superior do Trabalho, constata que a “sociedade brasileira é litigiosa”. Cita a existência de 88 milhões de processos em andamento no Brasil em todos os ramos da justiça. Sua excelência não sabe que essa quantidade inaceitável de processos não decorre de “desrespeito a direitos” como querem os simpatizantes da seita lulo-psolista, mas da completa inexistência de riscos para reclamantes e advogados aventureiros? O que impede, digamos, um servente de pedreiro ou ajudante de limpeza ou operador de telemarketing que trabalhou alguns meses numa empresa ganhando o piso da categoria de pedir 100, 200, 500 mil reais? Nada. Não pagará custas, não pagará honorários para o advogado da outra parte ou honorários de perito (esses serão quitados pelo dinheiro do contribuinte). E isso porque ao longo dos anos a justiça do trabalho criou as regras para transformar ações em aventuras sem risco, inclusive institucionalizando o falso testemunho, a interpretação fantasiosa da prova testemunhal e a deturpação sistemática da lei, cuja única leitura possível é a literal. Suas excelências são os artífices e mentores do hospício judicial que é a justiça do trabalho e agora reclama do volume de ações.
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Inacreditável!! O judiciario mais caro do mundo toma as piores decisoes do mundo.
🚨GRAVE - TST mantém condenação de R$ 300 mil a empresa Ortobom por contratar apenas homens em 24 cargos de gerência Para a Corte, a empresa não apresentou justificativa objetiva para a ausência de mulheres nas funções de liderança.
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O Brasil é o Usain Bolt correndo em areia movediça. E essa areia movediça é o governo.
Simples assim... Quer um lenço? Eu preciso!
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Governo, quando nao caga na entrada, caga na saída.
Intromissão estatal quase sempre dá merda.
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Todos nós nascemos pobres.
Thomas Sowell: "The human race began in poverty, so there is no mysterious explanation as to why some people are poor. The question is, why have some people gotten prosperous, and in particular why have some gotten prosperous to a greater degree than others."
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Que país de várzea.
Schüler é craque! 👏👏
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Johnny Pontas retweeted
O Brasil continuará pobre enquanto ignorar as lições de Roberto Campos. Não existe mágica: o único sistema capaz de gerar prosperidade é o capitalismo de livre mercado!
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Ótima analise.
Brazil is pulling ahead of the emerging pack, and the numbers from early 2026 prove it: 🇧🇷 FDI: A massive $70B+ in annual Foreign Direct Investment shows long-term global trust. 📈 B3 Inflows: January 2026 saw a record R$ 26.3B entry—surpassing the entirety of 2025 in just 30 days. 💰 Currency: The Real has broken the psychological barrier, strengthening to 4.99 per USD and solidifying its position as one of the world's top-performing currencies. Investors aren't just watching Brazil; they are moving their capital here at record speeds. Still.... many global investors are still trying to answer one question: Why Brazil? There are many reasons that show why Brazil is so far ahead of other emerging countries. We will start with an unusual one. 🧵
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