Vai aproveitar o dinheiro que fez com esses contratos absurdos que você teve Ben, não tem mais como você pisar em quadra, aposentadoria agora ou quando você completar 40-50 anos tu não vai aguentar ficar em pé de dor
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BEN SIMMONS ROMPEU O TENDÃO DE AQUILES E ESTÁ FORA DA TEMPORADA 26/27 DA NBA!
MEU DEUS DO CÉU
🗞️- @ShamsCharania
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STJ exonera servidor suspeito de vazar decisões a advogado amigo de Flávio Bolsonaro oglobo.globo.com/politica/no…
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Me in 2032 using my neurolink to hack the Tesla roadster in front of me after he cut me off
Metrópoles e Folha trocando tiro nesse momento
➡️ LEIA MENSAGENS | Daniel Vorcaro pagou R$ 1 milhão para “adiar” e “amenizar” matéria na Folha de S.Paulo
metropoles.com/brasil/daniel…
Só adaptar a ideia do Cury com os drones e estabelecer pedágio com drones
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hoje é dia dos professores e é sempre bom lembrar que o pavanato votou a favor da REDUÇÃO SALARIAL desses profissionais e ainda os chamou de burros e vagabundos
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Tem um pessoal criticando a medida com base nos custos de desemprego para trabalhadores e produtividade. Essa é uma argumentação errônea, primeiramente devido não sabermos. Um dos maiores erros dessa aprovação desesperada foi que o governo não apresentou um estudo de impacto robusto. Só Deus sabe o que vai acontecer.
O segundo erro é que vocês estão cometendo um viés de variável omitida. A escala 6x1 tem custos implícitos não-quantificados que tem consequências sérias de longo prazo para a economia como um todo.
Primeiramente é a questão do impacto dela em saúde. A empresa não compra hora de presença do trabalhador e sim hora efetiva. A conversão de uma na outra depende do descanso. O tempo fora do trabalho é insumo da produção doméstica; significando que o único dia de folga é consumido por roupa, feira, manutenção de casa, filhos, etc. Isso é especialmente grave para mulheres, que são agora força de trabalho expressiva. Em uma pesquisa recente em fábricas britânicas Pencavel (2015) observou que trabalhar sem dia de descanso reduzia a produtividade semanal em cerca de 10%. A ausência de descanso, especialmente considerando doença, vai desgastando aquele trabalhador até o ponto que um trabalhador de 40 anos que poderia ter uma produtividade maior tem uma produtividade menor do que teria com um descanso a mais.
O segundo ponto é a formação de longo prazo desses trabalhadores. A 6x1 bloqueia o investimento que o próprio trabalhador faria em uma especialização, pois ela consome o tempo que ele teria para estudo. O repositor que não consegue cursar gestão à noite ou no final de semana é um encarregado ou gestor a menos que a empresa poderia ter. A empresa passa então a comprar no mercado, com prêmio salarial e risco de incompatibilidade de cultura, o líder que poderia ter formado em casa.
E existe o custo da família, especialmente grave em tempos de crise mundial de fertilidade. Como todo economista sabe, Heckman mostrou que o tempo dos pais na primeira infância rende em escolaridade, renda e saúde décadas depois. Conservadores deveriam defender isso, o tempo que os pais passam com os filhos é essencial na formação dessas crianças que são a futura força de trabalho. Esse retorno vai para a sociedade, não diretamente para o empregador, e por isso não entra na decisão. Então você está dilapidando a força de trabalho futura para compensar uma deficiência de erros de política econômica (diversos, inúmeros) em curto prazo.
Eu sou bem crítico da forma como a mudança da escala 6x1 foi feita, sobretudo por não terem dado atenção a realidade das pequenas e médias firmas e nem feito uma reforma suplementar nesse sentido.
Porém a 6x1 era algo monstruoso, jamais deveria ser tolerada. Ela destrói o trabalhador, reduzindo sua saúde e em longo prazo sua produtividade e reduz o tempo dele com a família. Algo tinha que ser feito.
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Vídeo mostra Pablo Marçal e a esposa sendo resgatados de jet ski durante um Ironman no domingo.
Réu por colocar vidas em riscos no Brasil, Marçal voltou a aprontar. Desta vez no Paraguai.
Levou um grupo de pelo menos 25 "legendários" para disputar um Ironman sem nenhuma preparação. Nas redes sociais, grupo se gabava de participar depois de duas semanas treinando.
Organizadores perceberam, no sábado, que vários do grupo tinham medo de nadar. Não tinham a menor condição de participar.
Como não poderiam proibi-los, a solução foi ampliar o número de salva vidas e colocar 10 caiaques extras para acompanhar o grupo. Para não deixar ninguém morrer.
De 25 "legendários" que eu localizei, 18 foram eliminados na natação, inclusive Pablo Marçal. Sete terminaram, a maioria com tempos acima do limite usual.
Esses foram para as redes sociais se orgulhar que competiram sem preparação e que chegaram ao final. Mostrando o poder da mente.
Os que não chegaram no fim se calaram. Não tem um post nas redes sociais deles...
Pablo Marçal, vale lembrar, expôs dezenas de seus legendários a risco de morte ao levá-los ao topo de uma montanha sem a preparação adequada. Foi necessária uma complexa operação de resgate que evitou uma tragédias.
Desde então ele não é só é réu por expor a vida de terceiros a risco como está proibido de organizar esse tipo de expedição no Brasil.
Resolveu aprontar, então, no Paraguai. Onde um outro presidenciável cometeu atitude antidesportiva e agora deverá ser suspenso por pelo menos dois anos.
Mas aí vocês vão ter que ler minha matéria:
metropoles.com/colunas/demet…
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🏊🏻♂️ 🌊 Quatro anos após levar pessoas sem experiência em montanhismo para uma expedição, Pablo Marçal volta a expor seguidores a riscos e leva cerca de 30 de seus “Legendários” a um Ironman no Paraguai sem preparação mínima; alguns demonstraram medo de nadar, e o próprio empresário precisou ser resgatado durante a etapa de natação.
























