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Oliver Wood becomes a time traveler and decides to adopt Harry Potter. Not to save him from the Dursleys, but to turn him into the greatest Seeker in wizarding history.
Years later, Harry meets Draco Malfoy at Madam Malkin’s.
“Play Quidditch at all?” Draco asks.
“Seeker,” Harry replies.
“Same. Know what house you’ll be in? I know I’ll be in Slytherin. Imagine being in Hufflepuff. I think I’d leave, wouldn’t you?”
“Yeah, I’d also leave if I got Hufflepuff.”
Draco smirks, until Harry starts explaining his reasoning.
“Hufflepuff has Cedric Diggory, a third-year Seeker. I’d be stuck as his backup until my sixth year. Ravenclaw has Cho Chang coming up, so I’d be waiting until my seventh year there.”
Draco’s smirk slowly disappears.
“Gryffindor or Slytherin would be best. Slytherin’s Seeker is a seventh-year, so he’ll be gone next year. Gryffindor just lost Charlie Weasley, and none of the younger students look promising. If I get to choose, I’m going Gryffindor. I might make the team as a first-year.”
Draco stares at him in disbelief.
“You—You can’t just pick your house based on what their Quidditch team looks like!”
Harry shrugs.
“Why not?”
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Also we have the top 32 from Brazil Nationals:
tcdecks.net/deck.php?id=4430…
We don't have the whole meta breakdown but i made a visual representation of the top decks.
Thanks to Gabriel Francois for sending the data.
#premodernmtg
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AUTÓPSIA DE FERNANDO HADDAD
Talvez Fernando Haddad seja um dos políticos brasileiros mais governados pela própria criança interna. Não a criança curiosa, criativa, luminosa.
A outra. Aquela que quebra o vaso e, quando a mãe entra na sala, já preparou uma tese de doutorado explicando por que a culpa é da gravidade. Haddad é assim.
A dívida cresce? São os juros.
Os juros não caem? É o Banco Central.
A meta fiscal muda? O problema era a meta.
O imposto aumenta? É justiça tributária.
A arrecadação bate recorde? Competência.
A conta não fecha? Herança recebida.
Nunca há exatamente um fracasso. Há sempre um contexto. Nunca há erro. Há uma circunstância que precisa ser melhor compreendida. Nunca existe “eu fiz”. Existe uma longa explicação sobre por que aquilo aconteceu apesar dele.
Haddad é o menino da turma que aparece diante da professora com quinze páginas de justificativa e nenhuma frase começando por “eu errei”.
E talvez seja isso que torne o personagem tão curioso. Fisicamente, é um homem alto, bem-apessoado, transformado por parte da esquerda até em objeto de charme político.
Culto, professor, voz baixa, vocabulário correto, aparência de adulto razoável numa sala cheia de adolescentes berrando. Mas basta apertar um pouco o argumento e aparece o menino. Pequeno. Inseguro. Precisando desesperadamente que ninguém conclua que a culpa foi dele.
Porque assumir responsabilidade exige uma coisa muito mais adulta do que inteligência: suportar a vergonha de ter errado. Haddad parece preferir explicar o mundo inteiro a pronunciar quatro palavras: “Eu estava errado.”
Sua tragédia talvez seja essa. Cresceu para cima. Não necessariamente para dentro.
Tarcísio vendeu a Sabesp 20% abaixo do preço para o único concorrente, piorou o serviço e encareceu a conta. A situação dos trilhos é péssima, explodiu trem da CPTM. Instalou o free flow de uma maneira que as pessoas nem sabiam que estavam sendo pedagiadas. Faz as coisas de um jeito atabalhoado.
#HaddadNaBand #Debate
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Era cansativo, nessa época Eu só podia gravar as terças e as quartas por causa dos shows nos finais de semana com a Gaiola ,mas o elenco era tão entrosado que eles aceitavam de boa, sempre cantávamos MAMA nos intervalos da gravação!!
Como será que foi pra @ValescaOficial quando ela participou de #Friends será que ela gostava de gravar ?

































