Joined April 2016
Discordo. Vivi muito antes da era PT. Nem na época militar era tão grotesco o ambiente. Na década de 80 Lula sempre foi visto como uma piada, um extremista, nunca levado a sério até 2002, quando inventaram o Lula paz e amor, na versão Duda Mendonça. Então, a partir daí ele mostrou as garras e aflorou o lixo que sempre foi. Bolsonaro foi o contraponto natural surgido do autoritarismo petista e o desastre de gestão que nos levou ao buraco de 2016, e desde então, essa oposição tem sido tratada como ameaça. Lula é o sistema, e não aceita a ALTERNÂNCIA de poder, e para isso, tenta aplicar a pecha de que o outro lado é golpista, quando na verdade, ele é o próprio golpe. Um golpe em câmera lenta que vem sendo executado desde 2003, com a destruição sistemática das instituições, compra de apoio, aparelhamento da máquina com seus "companheiros" e uma luta cultural ferrenha, principalmente dentro das universidades, para tentar emplacar a mentira de que somente com ele no poder é que há democracia. Lula acabou. Não só com ele, acabou com nossa paciência e quase acabou até com nossa esperança. Já esperamos tempos demais. Uma geração inteira foi perdida nas mãos desse homem. Precisamos de mudança e novos ares pós-PT. Levará anos ainda, mas o primeiro passo e enxotá-lo da política e quiçá, levá-lo à justiça, de onde escapou por seus amigos no STF. Então, "Pappi", sua visão de que antes era um lugar melhor, não encontra eco na realidade. Muito do que se falou nesses últimos anos são apenas NARRATIVAS, para justificar o injustificável. Todos que viveram o surgimento do petismo e suas narrativas sabem muito bem dos resultados delas em nosso bolso, em nossa liberdade e até do sequestro do nosso direito de existir. Lula não é democracia. Lula não é liberdade. Muito pelo contrário. Lula é só uma narrativa falaciosa.
O Brasil era um lugar tão melhor de se viver antes do Bolsonaro. A gente sempre teve adversários e conflitos políticos, mas esse ser adoeceu quase metade da população (ou na verdade os revelou?). O erro crasso foi ele ñ ter sido algemado quando homenageou o Ustra no golpe de 2016
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LULA PAI DA MENTIRA
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A mulher meteu o louco contra o Lula! ACABOU! Já era pro LULA! BOMBA 💣 por isso o Janones veio com aquele chororô hoje de que seria o pior golpe contra a campanha do Lula! Espalhem isso aos 4 cantos
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🚨 Roberta Luchsinger DETONA Lula e ironiza o discurso de que o presidente nunca sabe de nada! “Ele nunca sabe de nada do entorno dele.” LULA, O PAI DA MENTIRA! CONTA TUDO, ROBERTA! O BRASIL QUER SABER!
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🚨GRAVE: ROBERTA LUCHSINGER AFIRMA QUE ERA SÓCIA DO LULA E NÃO DO LULINHA! A casa caiu!
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O último TRACK do PT 🔥 O desespero do PT se manifestou, e Janones correu para produzir mais um vídeo enganoso. Vou ser direto: 56% para Flávio. É humanamente impossível que Lula mude o quadro. Explico: Flávio e Lula já atingiram o teto, ou seja, quem apoia Flávio permanece com ele, e quem apoia Lula permanece com ele; não há margem para inversão. Janones pediu que o público deixasse de interagir com publicações da direita, pois há risco nisso. O objetivo seria atrair quem não votou no primeiro turno para o segundo, e, segundo os próprios TRACKS internos do PT, Flávio venceria. A estratégia atual é desarticular e enfraquecer as redes sociais da direita. O ambiente interno do PT é de velório; observem que, mesmo no último vídeo, Janones não consegue disfarçar a tristeza. Nossa missão? Manter firmeza até o dia 25, às 17h. Recado passado. E seguimos.
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Lula ameaçou uma mulher? Amiga do seu filho? O que ele não faria com o restante… abre o olho, mulheres do Brasil.
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NIKOLAS COM O CAIXÃO DO PT KKKKKKKKKKKKKKKKKK
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“O presidente da República está me coagindo” — Roberta Luchsinger
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Vejo uma mulher e mãe assustada nessa entrevista. Claramente ela está sendo ameaçada de morte pelo PT e quis fazer essa entrevista para proteger sua família.
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Lula ter chamado Roberta Luchsinger de pilantra machucou fundo na alma dela. Percebe-se a revolta e indignação - além do medo de poder ser morta ou que matem suas filhas. O que Roberta denuncia em Lula é o comportamento de um bandido mafioso.
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Roberta Luchsinger, investigada no caso do INSS (nega envolvimento), diz à CNN: "Eu não tive, hora nenhuma, apoio de nenhuma mulher ligada a ele. Pelo contrário, eu tive o coro de mulheres ligadas a ele me chamando de pilantra."
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Roberta Luchsinger, investigada pela PF no caso do INSS (nega envolvimento), diz à CNN que a filha sofreu um acidente de carro em São Bernardo do Campo: "Até agora, é um mistério. A polícia está investigando esse acidente."
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Replying to @elizianegama
Já estão defendendo diminuição da maioridade penal e vestindo as cores do Brasil. O Bolsonarismo está convertendo até os petistas mais fanáticos.
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O curioso caso dos esquerdistas que odeiam gringo e milionário, mas ficam felizes com validação de.... gringos e milionários.
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Algo que tem que ser entendido sobre a moderna esquerda brasileira é que ela nunca soube e nunca ganhou na política popular, mas se aproveitou de um vácuo criado pelo regime militar num contexto de redemocratização. O Brasil, desde 1889, foi governado por uma coalizão do poderio econômico regional e militares positivas, de estirpe tecnocrática e revolucionária, que mantiveram a República no entra-e-sai do autoritarismo e de um sistemas democráticos vacilantes. A esquerda ainda mais radical se consolidou para tentar a via insurrecional apenas duas vezes, na Intentona Comunista, esmagada pelo varguismo - outra cria do positivismo -, e depois com as guerrilhas dos anos 60, esmagadas pelos militares da ditadura tecnocrática. Foram tentativas débeis e irrisórias, no fim das contas. Mas após 1964 a esquerda cresceu por um misto de mérito ao expandir sua influência na mídia, nos sistemas educacionais e nas igrejas católicas, mas também por demérito do próprio governo militar, que, na sanha de monopolizar a prática política dentro do viés tecnocrata, matou as iniciativas conservadoras e tradicionais da sociedade civil. Tanto que o próprio PT surgiu e cresceu em grande parte no seio do catolicismo através da teologia da libertação nas Comunidades Eclesiais de Base, justamente porque o governo "direitista" dos militares havia deixado o tradicionalismo católico brasileiros sem iniciativa política própria. Os militares ficaram 20 anos no poder suprimindo a política popular, de base e oriunda das tradições conservadoras porque as viam como uma ameaça concorrente ao ethos tecnocrata, mas, imaginando que o perigo comunista havia sido derrotado com as guerrilhas, fizeram vista grossa a crescente influência do progressismo e do gramscismo nos meios educacionais, religioso e informacionais. Quando a ditadura caiu devido ao peso de sua própria inépcia em 1985, o sistema político e os partidos que sugiram já eram oriundos desse novo clima dominado pelas esquerdas, transformando a Nova República de 1988 numa disputa entre matizes diferentes de social-democracia e partidecos radicais, com o PT sendo um híbrido de social-democracia com uma aspiração ao golpismo chavista que nunca se concretizou. A esquerda moderna pós-1988, portanto, não sabe como conquistar o poder nem como mantê-lo, porque praticamente ganhou o campo político brasileiro de presente dos militares, a quem acusa de terem sido os seus maiores algozes. Quando as redes quebraram os monopólios informacionais e ocorreram os acontecimentos a partir de 2013, ela nunca reconquistou a hegemonia de que havia desfrutado durante duas décadas… justamente porque nunca lutou por ela e não sabe como lutar para reconquistá-la. Sua vitória em 2022 se deu no susto e no apelo ao terrorismo psicológico após uma pandemia: "fascismo!", "fome!", "genocídio!" etc. A onda que chegou em 2013 foi, de certa maneira, a volta da política popular em que as bases conservadoras e tradicionais começaram a retomar o protagonismo que havia sido esmagado pelos militares, depois de décadas de incubação e retomada sua consciência política. A esquerda moderna, ironicamente, não sabe lutar a política popular, agora que ela retornou... só soube aproveitar um raro contexto dado pelos militares e que já se foi.
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Ainda bem que foi gravado!
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🚨 GRAVE: Vídeo antigo de Marina Silva volta a circular, com ela relatando como o PT fez acusações contra ela durante sua candidatura. O detalhe curioso? são as MESMAS acusações que estão fazendo agora contra Flávio Bolsonaro. COMPARTILHEM! xitter.cf/pdrmaranhao/status/125…
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Está no ar a ferramenta de VIGIAR e PUNIR O Brasil pediu e ela foi lançada, é simples e fácil Basta enviar links e prints que os apoiadores do site cuidam do resto. vigiarepunir.com/
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O Joel tem razão. Com essa composição da Câmara e do Senado, o Flávio terá poderes quase imperiais, enquanto o Lula, em tese, seria obrigado a fazer um governo de contenção. Só que tem um problema com esse argumento. Quando Lula foi eleito em 2022, ele também não tinha maioria no Congresso. Precisava negociar, fazer concessões e, principalmente, ACEITAR DERROTAS. Mas o que ele fez quando o Legislativo contrariou sua vontade? Recorreu ao Supremo. E adivinhem de que lado o Supremo ficou? Em 2023, por exemplo, o Congresso aprovou a prorrogação da desoneração da folha. Lula vetou integralmente o projeto e o Congresso derrubou o veto. Aí o Lula não aceitou a derrota e foi ao STF com a ADI 7.633. Em abril de 2024, o Zanin concedeu uma liminar suspendendo a desoneração. Depois, a decisão foi suspensa para permitir uma negociação entre os Poderes. Em 2025, mesa coisa. Lula aumentou o IOF por decreto e o Congresso aprovou um decreto legislativo sustando o aumento. Lula foi novamente ao STF, agora com a ADC 96. Dessa vez o Alexandre de Moraes, em decisão MONOCRÁTICA, restabeleceu quase todo o aumento, contrariando a decisão do Congresso. Alguém pode argumentar que agora o Supremo está enfraquecido e que Lula não conseguiria repetir isso. Pra mim pouco importa. Ele também não deveria ter feito isso quando o Supremo estava “fortalecido”. O argumento do governo de contenção até me sensibilizaria, de verdade. Mas tivemos quatro anos para observar como Lula se comporta diante de um Legislativo que lhe impõe limites. E vimos como ele se comportou.
A “escolha de Sofia” de @JoelPinheiro85: Eleger um governo com poderes faraônicos, capaz de transformar o Congresso numa ALERJ, o STF num antro de milicianos e o Brasil num RJ gigante. Ou eleger Lula, sob fiscalização cerrada e sem cheque em branco para nomear amigos ao STF.
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