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PhD Student researching philanthropy in Brazil and in the world, FECAP professor, non-profit board member, and more...

Sao Paulo, Brasil
Joined March 2008
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Expectativa: qualquer leigo sendo empoderado via IA a usar poderosas ferramentas de análise estatística e, com isto, compreender melhor o mundo. Realidade: qualquer um usando IA para rodar Modelo de Monte Carlo num "experimento" (votação) com premissas incorretas, chegando em resultados que concluem que o resultado do mundo real é estatisticamente impossível. Tks @siegnant
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Yes, the new hero of the Brazilian left, and increasingly the international left, social media guru André Janones: - has a 2025 restraining order against him under Brazil's anti-domestic-violence law because his ex-girlfriend, mayor of a mid-sized town, accused him of emotional abuse and blackmail and the court found sufficient evidence to bar him from proximity or communications with her (Believe Women). - was caught on tape forcing his employees in his Congressional office to transfer a portion of their monthly salary to him, denied everything but then admitted guilt when the recordings of him emerged, and was forced to pay the amounts back to avoid prison (Workers' Rights). - published a book boasting of his use of Fake News to help Lula win in 2022 at the same time Supreme Court judges aligned with the left were censoring and imprisoning Lula's critics (and their own) in the name of combating disinformation (anti-Fake-News). Eh, nobody's perfect, and political movements can't be expected to have principles if they want power. At the end of the day, what's a little domestic abuse and theft from employees in the scheme of things? 🤷‍♂️
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FRANKITO, O CURIOSO | Nesta semana, o @WeiseFranklin analisa por que as checagens do último debate presidencial divergem entre agências e explica como um placar pode ficar enviesado mesmo quando cada veredito individual é correto, dependendo das declarações escolhidas para checagem. ➡️ Assista a leia a coluna completa no x.gd/i0rqC
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Quanto mais se dizem diferentes, maia parecidos ficam.
Isso todo mundo concorda o que está se discutindo é o tratamento diferenciado. Para descobrir se vc é bobo ou se faz de bobo tem que checar se seus tuítes nessa época 👇
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uma dos efeitos mais nefastos dos abusos do moraes é a criminalização da opinião. a regulamentação eleitoral não elimina o direito de questionar a suficiência dos mecanismos de fiscalização, e críticas às regras de auditoria não necessariamente afirmam q houve fraude na eleição.
Tenho respeito enorme por Paulo Mathias. Mas hj vou protocolar uma denúncia no @TSEjusbr contra Penélope Nova, que usou seu espaço midiático pra afirmar que houve fraude e por incitar a audiência a desacreditar do processo eleitoral. Sugiro que façam o mesmo
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O melhor vídeo que você verá sobre anomalias na votação (e Modelo de Monte Carlo 😄).
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Curiosidades do tempo do Telefone Hoje temos uma geração de jovens que nunca usou um telefone fixo, muito menos um orelhão. Não perderam nada, mas podem se divertir sabendo como era... 1 - Quando você fazia uma ligação, havia sinais específicos, um tom longo significava que o telefone do outro lado estava tocando. piiiiiiii piiiiiii... tons curtos, piii piii piii significava que a linha estava ocupada. 2 - Modems e outros sistemas automáticos identificavam os sons e lidavam com eles, tipo desconectar e ligar novamente se desse ocupado. Um belo dia algumas operadoras tiveram a idéia de bosta de substituir o tom de ocupado com uma gravação de voz. 3 - Nos telefones de disco quanto mais alto o dígito, mais tempo levava para discar, pois o rotor precisava voltar para a posição original. Alguns espertinhos usávamos o truque de acelerar com o dedo para voltar mais rápido. 4 - Havia o cadeado de telefone, que prendia o disco e assim o aparelho só recebia, não iniciava ligações. Como isso foi antes do telefone de tom, e a discagem era por pulso, logo descobrimos que bater no gancho do telefone gerava um pulso, e a central entendia como discagem. Assim "130", o número da Hora Certa, era tec-pausa-tectectec-pausa-dez tecs. 5 - Era muito comum a chamada linha cruzada, você ligava para um número, a ligação caía em outro. Ou outra pessoa começava a falar no meio da sua conversa. Havia alguns números com defeito que criavam salas de conversa, e duravam vários meses até os encostados da TELERJ acharem o curto-circuito. 6 - Ninguém fazia DDI, e DDD era só pra ligar pra parentes no Natal. Era caro demais. 7 - As ligações eram cobradas por pulso. Um pulso durava 4 minutos. Nos dias úteis, das 00AM às 06AM e das 14PM às 06AM aos sábados era cobrado pulso único, domingos e feriado liberado. A gente programa os PCs pra automaticamente conectar com o provedor 00:01AM e desligar 05:59AM, e botava pra baixar todo o Pr0n, digo, livros e textos educativos que conseguia. Às vezes o bicho travava e a ligação ficava de pé o dia inteiro. A facada na conta doía. 8 - Todo mundo sabia de cabeça um monte de números de telefone, o que é insano, é como decorar sites por endereço IP. No Brasil nunca pegou o uso de mnemônicos, aquelas letras associadas aos números nos teclados telefônicos. 9 - O maior horror da vida de um adolescente era ligar para a casa de uma menina, e o pai dela atender. O segundo maior horror era a mãe/irmã ficar pendurada na extensão ouvindo sua conversa. 10 - A maioria das casas só tinha um telefone, que contava com uma ou mais extensões, aparelhos conectados em paralelo, conveniente para você atender na cozinha, inconveniente pois podia estar baixando o arquivo janeway_pelada.bmp de imensos 400KB a 14.400kbps e perto do final sua mãe tira o telefone do gancho e a ligação cai. 11 - As pessoas viviam passando e recebendo trotes, e ligações anônimas não eram ficção. Uma vez recebi um telefonema em casa, um sujeito de voz esquisita confirmou se eu era eu, e me avisou que minha namorada estava num motel me chifrando. Eu gelei, respirei fundo, abaixei o telefone, olhei sério pra ela no sofá. "Sua piranha!" Ela olhou sem entender. "Você sabe o que está fazendo agora?". Valeu umas boas risadas, obrigado, Estranho Amargurado.
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For those who don't know, this person below is Brazil's Logan Paul, though without Logan's humility to know what he is and isn't.👇 He's a YouTuber who got extremely rich making clown and prank videos for young teenagers well into his 20s and 30s: zany faces, video games, profiteering off Brazil's poor with multiple videos ostentatiously showing off his and his brother's $20 million mansions, etc. etc. He's about to be 40 and this is still what he does. But at some point, he decided he aspired to more: he wasn't just a YouTube clown but a profound political thinker. Except he could only uncritically recite elite opinion. When anti-PT hatred prevailed, he made 1,000 videos about how Lula was a thief and crook and Dilma should be impeached and jailed. When elite opinion turned against Bolsonaro, he retracted all his prior views, apologized to Dilma and Lula, and now does trite anti-Bolsonaro clichés while calling for social media censorship. Basically, he's only capable of watching Globo and CNN and repeating what he hears, always aligned with the most superficial opinions of Brazil's power centers. Every country is plagued with these. Anyway, if my credibility really were what he claims here, he probably wouldn't be constantly writing and talking about me as he's been doing ; my work probably wouldn't be as influential; my reporting and columns probably wouldn't be featured in Brazil's largest newspaper, and I probably wouldn't be credited by all factions with breaking many of the most important stories of the last 6 years in Brazil, including about Moraes and the judiciary. Most importantly, he purports here to malign my viral tweet today about the Flavio/Moraes controversy, but you'll notice that he doesn't actually refute a single point I made. That's because he hasn't yet heard anything on his favorite Globo or CNN TV shows that would let him know what he should say in response. It's probably time to just go back your daily adolescent antics for 12-year-olds before your feelings get hurt:
If you still take Glenn Greenwald seriously, take it from a Brazilian: Glenn has completely abandoned reason, and his credibility in Brazil is in ruins. The cases he portrays as judicial persecution actually involve serious crimes committed by people who plotted a coup against Brazil’s democracy. That plot even included plans to assassinate President Lula, Vice President Geraldo Alckmin, and others. Glenn is no longer the journalist he once was. He no longer cares about facts. He cares about one thing: desperately trying to convince himself and his audience that he has uncovered another earth-shattering scandal. He hasn’t. And he knows it. The judge Glenn keeps portraying as a dictator is no dictator. That doesn’t mean he’s above scrutiny. In fact, his ties to corrupt banker Daniel Vorcaro absolutely warrant investigation. But here’s what Glenn conveniently leaves out: Flávio Bolsonaro had even closer ties to that very same banker. We want BOTH to respond to justice. Glenn demands that the judge be investigated, yet somehow, when it comes to Flávio Bolsonaro, suddenly it’s all “political persecution” and “censorship.” The hypocrisy is breathtaking. He’s completely lost the plot. If you’re reading this from outside Brazil, understand one thing: Glenn Greenwald has burned through virtually every ounce of credibility he once had in this country. After four years of outrageous claims, shameless distortions, and an absolutely colossal mountain of bullshit, he’s become a walking parody of the journalist he used to be.
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Os 10 princípios do liberalismo, segundo Eamonn Butler (com adições minhas): 1. A presunção da liberdade. Podemos divergir sobre as razões pelas quais ter liberdade é desejável (um bem em si mesmo, ou utilidade instrumental para outras metas como progresso e prosperidade etc.), mas concordamos que é geralmente desejável. Se há dúvida quanto a como resolver um problema e poderemos errar na tentativa, escolhemos errar do lado da liberdade. 2. A primazia do indivíduo. É geralmente indesejável sacrificar a liberdade individual em nome de algum benefício coletivo. Todo conjunto de seres humanos é diverso em pensamento. Quando se cala um indivíduo em nome dos sentimentos de um grupo, por exemplo, a premissa falsa aí é que um coletivo tem mente própria, sem contradição interna. Não tem. Coletivos são formados por indivíduos. Quando um é calado injustamente, é por causa do interesse particular de outros indivíduos. A História é rica em exemplos de injustiças cometidas contra indivíduos em nome de supostos bens coletivos. Anexações de territórios sem o consentimento dos indivíduos que neles vivem, por exemplo. 3. Minimização da coerção. Com poucas exceções, forçar pessoas ou ameaçá-las para se comportarem de certa forma é uma imoralidade injustificável. Se vamos forçar a população a se vacinar, por exemplo, em vez de usar a persuasão, o patógeno precisa ser suficientemente letal. Liberais jamais deveriam ter apoiado passaportes vacinais da Covid, pois a doença era geralmente de baixa letalidade, com exceção de grupos específicos, e porque jamais foi demonstrada sem sombra de dúvida a superioridade da proteção vacinal sobre a imunidade natural. A facilidade com que tantas pessoas defenderam a coerção na pandemia foi assustadora. Inclusive alguns autointitulados liberais. 4. Tolerância. Não gostar do que o outro pensa ou faz não é suficiente para coagi-lo a parar. Não gosto de funk, não gosto de poliamor, não gosto de petismo, não gosto de linguagem neutra, não gosto de fanatismo religioso. Meu desgosto não me dá o direito de tentar eliminar nada disso ou de agir para o Estado proibir por mim. O movimento LGBT degringolou em identitarismo assim que parou de exigir tolerância e passou a demandar aceitação. Não se manda no coração dos outros. "As diferenças humanas são um fato da vida social e sempre foram. Liberais não acreditam que essas diferenças possam ser eliminadas", explica Butler. 5. Governo representativo e limitado. Liberais divergem de anarquistas ao aceitar alguma autoridade como mal necessário para evitar o mal maior da barbárie. Essa autoridade também pode ser facilitadora da força dos contratos entre indivíduos. Mas, mais uma vez, a coerção deve ser mínima, não um declive escorregadio para cada vez mais coerção e interferência. Pode ser o ponto mais fraco do liberalismo, mas é uma concessão à natureza humana. Esse governo deve ser legítimo, representativo dos governados. Como disse Thomas Paine, fundador liberal dos EUA, os governados devem ter o direito de dissolver governos que traem sua confiança. 6. É a lei que manda (império da lei). Para limitar as ações da autoridade, não devem ser seus caprichos e palpites que orientam seu governo, mas as leis. Com as leis, os próprios governados podem consultar se uma ação foi legítima ou não (se a lei é justa ou injusta, é outro assunto). Qualquer brasileiro pode consultar que o Inquérito das Fake News desobedece as leis e é, portanto, excepcional e tirânico. 7. Ordem espontânea. Liberais não acreditam que o Estado tem crédito completo pela ordem da qual desfrutamos. Na verdade, a maior parte da ordem, seja na economia, na segurança ou em instituições sociais, emergem das decisões individuais. Ignorar essa ordem, e ver a população como conjunto de idiotas, crianças ou matilha de lobos cria desastres como planejamento central da economia e tolices como linguagem neutra. A sabedoria das multidões corrobora esse otimismo dos liberais.
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Ainda sobre o debate da última sexta, aqui uma visão geral do quanto os checadores das falas foram mais duros (atribuir mais falas como sendo falsas ) ou mais brandos (atribuir mais falas como verdadeiras). Percebam que, a despeito do pequeno número de falas analisadas, ICL Notícias e Brasil Paralelo figuram em extremos opostos - que devem ser creditados ao viés de seleção.
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Eu hoje à noite independentemente do resultado:
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Nesta briga entre fact-checkers, decidi fazer algo novo: agregar todos eles num painel. Veja as enormes diferenças de fakes atribuídas aos candidatos (tipo os extremos risíveis de Brasil Paralelo vs. ICL). Ao entrar no detalhe das declarações (disponíveis no painel), fica claro que o próprio critério de % de fakes é muito frágil, pois depende da seleção do denominador (quais declarações passarão pelo crivo). Link no comentário.
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Votar em um tal candidato é salvar a democracia, dizem. Levada a sério, a frase diz que a vitória do outro é o fim dela. Quem acredita nisso não pode aceitar a derrota, porque aceitá-la seria consentir com o fim da democracia. Só que democracia é aceitar perder e tentar de novo daqui a quatro anos. Esse bordão faz da eleição um plebiscito e do eleitor do outro lado um traidor. O voto escolhe quem governa; a democracia garante que se possa escolher de novo. Quem vota para salvar a democracia decidiu, antes da apuração, que não saberá perder: recusou de antemão a regra que diz defender. Ou seja, recusou a democracia.
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Petistas se comportam como gado de Janones, acusado de rachadinha e machismo, para eleger Lula | No sábado, 17, seguindo o comando do deputado, milhões se colocaram nas redes vestindo camisas amarelas da seleção brasileira de futebol ebx.sh/4KwVBD
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dentre as repugnâncias mais repugnantes dessa campanha está a cobrança ameaçadora para que as pessoas revelem voto. é patrulha ideológica típica de regimes autoritários.
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O Gregório Duviver postou no Insta que Bolsonaro matou 400 mil pessoas na pandemia. Não me espanto em ele espalhar desinformação, já que é uma das fake news prediletas da esquerda*. O que realmente me deixou pasmo foi que o @cienciasuja repostou este conteúdo. Quando um podcast de divulgação científica com enorme audiência se presta a este papel eu vejo o quão fundo é o buraco do Brasil. Quando aqueles dos quais se espera racionalidade demonstram ser crédulos e pouco críticos (a.k.a. tiozão do Zap), o que resta? ____________________ *Fake news prediletas da esquerda: - Bolsonaro matou 400 mil - fakeada - gráfico de pizza dos gastos do governo Fake news prediletas da direita: - urnas fraudadas - vacinas assassinas - mamadeira de piroca
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Convenhamos: - Bolsonaro foi o único chefe de Estado (entre países do G20*) a militar ativamente contra vacinas - os supostos 300 a 400 mil óbitos atribuídos a ele vieram de uma cálculo bizarro sem embasamento científico Honestidade intelectual implica em reconhecer que, ainda que venham de pólos opostos, um não elimina o outro, pelo contrário: ambos são fatos verificáveis. *mas o da Tanzânia conseguiu fazer pior, acabou com a pandemia na canetada (deixou de registrar óbitos por Covid).
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Isso aqui é errado de tantas formas que nem sei por onde começar. Como assediar, patrulhar, apertar a mente e desrespeitar o sagrado direito de ser deixado em paz pode ser considerado uma legítima ação "em defesa da democracia"?
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How professors spend their time
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🇧🇷 Dá-nos a bênção, ó Mãe querida, Nossa Senhora Aparecida! 🙏
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