Pinned Tweet
> Trabalhava na gringa e ganhava bemm
> Faz 1 ano que saí pra me dedicar à HumanTrack
> Em 6 meses fui de staff software engineer a "CEO de startup"
Comecei um canal no YouTube e voltei pro X pra compartilhar as decisões e os bastidores de como está sendo construir a HumanTrack
Tamo fazendo Resend -> @MillionSend
Nessa quantidade de contato que a gente tem economia gigantesca
Único BO que to tentando que resolver é que vários workflows nossos de onboarding, fluxos de e-mail de leads que vinham por LPs, ebook etc era tudo gerenciado pelo Automations do Resend
Agora vou ter que implementar interno
Acabei de me tocar que não to sentindo "necessidade" de um modelo novo depois do Opus 5.5
Ele claramente tomou uma nerfada, mas ainda sim é ótimo
Os cara ficam 7 dias por semana até 4 da manhã fazendo feature e melhorando o produto
E não gastam 30 minutos da semana divulgando a palavra do produto
Vim forte, Camus, Steve Jobs e principalmente @sseraphini
Replying to @velfo
Filósofo: Camus (vazio existencial do ser dev na era da IA)
Literatura: Dom Quixote (largou estabilidade gringa pro ideal founder)
Cinema: Neo (mergulhou na matrix de agentes e privacy)
Histórica: Steve Jobs (propósito vs boleto, shipando produto)
Artista: Banksy (obsessão por privacidade e anonimato)
Dev da bolha: Sibelius (founder go horse, métricas e IA no dia a dia)
Olá, @grok.
Com base em TODOS os meus tweets e replies, eu sou:
Qual filósofo?
Qual personagem da literatura?
Qual personagem do cinema?
Qual figura histórica?
Qual artista?
Qual dev da bolha dev?
Honestamente penso muito nisso
Acho que ainda rola sim de devs (se fizerem de fato o review) pegarem coisas que podem ser ajustada/melhoradas
Eu mesmo pego muita coisa nos PRs que eu abro com IA
Mas esse modelo de PR acho que já não cabe pra esse volume de changes atual
Why are you still using pull requests?
Is it for code review?
If so, do you really think your or your colleagues catch bugs and mistakes that an Opus 5.5 or Fable or Astra won't find? You can literally spawn all three of them and have them check four times each.
(Also, don't tell me you don't have a "stamp plz" Slack channel or group chat somewhere.)
Is it for knowledge sharing?
Surely there's better ways for that now than the PR, no? We have models that can generate explainer videos, presentations, podcasts, games, quizzes, walkthroughs, ... for any piece of code it can reach.
Is CI the reason?
Well ackshually, CI means continuous integration and its original meaning is the *opposite* of having long-lived branches and PRs.
But, leaving that aside, your agents are hopefully already running the tests before they push something, and hopefully they can run as long as they want and don't block you so they can run the whole test suite and generate "irrefutable proof" and end-to-end demo videos and so on... And so they run the tests and confirm and then you push to a branch and everything runs again and then you merge and then it runs again? That doesn't make sense, does it?
Maybe you work in open source and you accept contributions, in which case I can't speak to the value of pull requests. It's been 2 years since my last OSS contribution. But from what I heard, the time of the PR is coming to an end in OSS too?
I honestly don't get why people still stick to PRs.
With agents you can now move 10x faster, you can finally do real continuous integration, and get more confidence in the changes the agent made.
Don't slow yourself down by having all the changes pile up in a PR.
Abacate pay virou cafetão de bot
Vinicius Gabrielfo → humantrack.io retweeted
Hablou a real
E tem outra...
Vibecodar um software em um fds pode até ser que role... mas transformar o software em um business, é ooooutro game...
Lidar com cliente, mini heart atacks quando servidor cai, feedback de usuário que faz cair a bunda e questionar a sua inteligência, dentre outros BOs que fazem um software virar um negócio!
Eu vejo pelo @velfo tendo que deixar de trabalhar em algo que ele faria com prazer, para ter que criar uma LP que vai melhorar na indexação no SEO, integrar email marketing com backend etc... que convenhamos, atrefas não muito maneirinhas assim, né.... kkkk
Mas alguém tem que fazer?!
Eu aprendi uma parada que eu uso bastante nas minhas reflexões sobre os projetos que eu toco... A melhor task para ser priorizada é aquela vai ou vender mais, ou vai diminuir o custo de produção, ou vai estreitar o relacionamento com o cliente.
O resto?
Não é prioridade...
Voltando ao tópico principal de software vibe codado e negócio... não é o "software em si" que faz algo virar um negócio.. é a vontade de querer fazer o que tem que ser feito para crescer o negócio que é o que é importante...
Software ≠ produto.
Produto ≠ negócio.
É verdade, o código ficou barato, mas o lugar que o teu produto ocupa na rotina e no dinheiro do cliente continua caro, e isso ninguém clona num fim de semana.
Pensa no iFood, a maioria vê o app de comida e os entregadores. Por trás, ele ganha dinheiro com:
- Crédito e antecipação pro restaurante (iFood Pago)
- Conta digital, maquininha e seguro pro restaurante
- Infra de pagamentos pra outras empresas (Zoop)
- Insumos vendidos pro restaurante (iFood Shop)
- Anúncios pros restaurantes e retail media pras marcas
- Vale-refeição e alimentação (iFood Benefícios)
- Atendimento e pedidos pelo WhatsApp (Anota AI)
- Totem de autoatendimento (iFood Salão)
- Vale presentes (iFood Card)
(E esses são só os que eu lembro)
Na operação de empréstimos por ex, o iFood usa o histórico de pedidos e os recebíveis que já passam por ele, só nessa linha já são mais de R$4 bilhões concedidos.
Um clone do app vibecodado num fim de semana não empresta um real, porque não tem histórico de pedido de ninguém.
Aqui na operação, depois de atacar conversão, ativação e retenção, esse virou o foco, achar a receita que já passa por dentro do produto do cliente e ninguém está cobrando.
Qual dinheiro do teu cliente já passa pelo teu produto, e quanto dele você cobra?
Agora, se o teu produto é uma calculadora, aí eu tenho uma má notícia pra você.
Mercado que parece bom é criar solução pra vibe coder
Coisa que já caia no fluxo deles de criação em LLM meio que no automático e boa
Esse tema é extremamente complexo
Tem muita gente respondendo/justificando o que importa agora é marca, comunidade, distribuição, evolução pessoal
No geral isso sempre foi muito importante e não deixa de ser agora
Mas acho que a filosofia do tema vai além do aspecto utilitarista de "entregar um produto"
Tem o vazio existencial do processo de SER DEV mesmo que morreu, muita gente curtia a "dor de cabeça" de pensar e levantar uma puta infra técnica de algo e ter sucesso no que projetou
A nível de mercado não tem mais "valor" coisas que muitos gostavam de fazer
Eu mesmo me pego em dúvida até sobre o que recomendar os outros a estudar, pq montei minha carreira em cima de ser engenheiro de software, codando todo dia
"ah mas o que importa é design system, padrões de código etc", sim, mas meter a mão no código era legal também
Preciso ser sincero com vocês. Software morreu.
Nos últimos meses eu construí tudo que sempre quis. Apps, micro-saas, plataformas que antes eu não tinha tempo nem braço pra subir. Fiz tudo usando IA.
só que ultimamente me bateu uma bad pesada. Parece que nada disso tem valor no longo prazo.
Se 98% de qualquer software pode ser clonado ou vibecodado em um fim de semana, onde tá o valor do que a gente constrói? qual o sentido de incentivar a galera a continuar fazendo o mesmo?
A barreira técnica foi pra muito próximo do zero.
E se o código em si não protege mais nada, o que realmente sobra no fim das contas?
Às vezes fico pensando nisso e sinceramente não sei.
Escrevi design system, mas era system design***
To andando muito com o @Victorspacheco_
Eu diariamente me pego na DÚVIDA de parar e ler um artigo ou não, pensando "será que vale a pena, se for pra usar o que tá aí é só mandar na IA?"
É uma merda sequer cogitar pensar assim, mas é a vdd
Espero que o grande rollback do @manodeyvin se prove
Contratei o @AkitaOnRails como dev na HumanTrack
Agora vai















