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Replying to @fandomscomlula
🚨 A MAIOR VITÓRIA DA MOBILIZAÇÃO (até agora) ! 🇧🇷🇵🇸
Após a pressão de vocês, a Secretaria de Justiça e Direitos Humanos da Bahia se manifestou sobre Itacaré! O governo confirmou que as denúncias estão sendo investigadas pela Polícia Civil e anunciou reuniões com ministérios, órgãos estaduais e representantes da sociedade civil para discutir providências.
Precisamos continuar COM TUDO a mobilização para que soldados Israelenses sejam BARRADOS de uma vez por todas de entrar no Brasil! 🇧🇷
✊ CONTINUEMOS PRESSIONANDO! ITACARÉ NÃO ESTÁ SOZINHA!
#ItacaréDosBrasileiros
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gente eu nunca precisei ser elriel shipper pra achar o lucien um cu em todos os sentidos, beijos 🩷
Muito texto
Foda-se você
Foda-se Israel
Foda-se os sionistas
Foda-se
Carta aberta ao Deputado Jones Manoel
Sobre o sionismo e o direito dos judeus à autodeterminação
Deputado Jones Manoel @jonesmanoel_PE,
Quero trazer uma reflexão sobre a maneira como o sionismo tem sido apresentado no debate político brasileiro, especialmente por setores da esquerda.
E começo por algo que considero fundamental: não é possível discutir seriamente uma ideologia partindo de uma definição que seus próprios defensores não reconhecem e tratando essa definição como uma verdade incontestável.
É justamente isso que vejo acontecer com o sionismo.
Primeiro, ele é apresentado como uma ideologia necessariamente racista, colonialista e baseada na exclusão de outro povo. Depois, essa caracterização é utilizada para concluir que o próprio direito dos judeus à autodeterminação seria ilegítimo.
Mas existe um problema lógico nessa construção: a conclusão depende de uma premissa que ainda precisa ser demonstrada.
O sionismo, em sua essência, defende o direito do povo judeu à autodeterminação nacional em sua terra ancestral. Isso não significa que a ligação histórica dos judeus com aquela terra elimine os direitos de outros povos, muito menos que o território deva pertencer exclusivamente aos judeus.
Reconhecer um direito histórico e reivindicar exclusividade territorial são coisas diferentes.
E a história nos oferece um exemplo bastante concreto dessa diferença.
Em 1947, a liderança sionista aceitou o plano de partilha da ONU, que previa a criação de dois Estados, um judeu e outro árabe.
Se a exclusão do outro fosse um princípio fundamental do sionismo, como explicar essa decisão?
E como conciliar essa ideia com o fato de que cidadãos árabes de Israel votam, elegem representantes, participam do Parlamento e já ocuparam cargos na Suprema Corte?
Não estou dizendo que Israel seja uma sociedade perfeita, livre de discriminação ou de injustiças. Nenhuma democracia é. E reconhecer a existência desses problemas não deveria ser incompatível com reconhecer a legitimidade do Estado.
Mas existe uma diferença enorme entre apontar injustiças e afirmar que a eliminação de outro povo é a essência de um movimento nacional.
Deputado, a presença árabe naquela região é um fato histórico. A presença judaica também. Uma não anula a outra.
E é nesse ponto que considero importante separar coisas que frequentemente aparecem misturadas no debate.
O sionismo é um movimento de autodeterminação nacional. Dentro dele existem diferentes correntes políticas, religiosas e ideológicas. E, ao longo da história de Israel, diferentes governos adotaram políticas que podem, naturalmente, ser criticadas.
Essas três coisas não são sinônimas.
É perfeitamente legítimo criticar políticos israelenses, decisões governamentais, estratégias militares e qualquer política do Estado de Israel.
Aliás, os próprios israelenses fazem isso diariamente. Há disputas políticas intensas, manifestações, oposição parlamentar, imprensa crítica e uma sociedade que está longe de pensar de maneira uniforme.
E aqui vale lembrar algo que muitas vezes fica de fora dessa discussão: a esmagadora maioria dos judeus, em Israel e ao redor do mundo, é sionista ou reconhece o princípio central do sionismo, que é o direito do povo judeu à autodeterminação em Israel.
Isso não significa que todos pensem da mesma forma sobre fronteiras, governos, religião ou sobre como o conflito deve ser resolvido.
Porque ser sionista não é apoiar determinado político. Não é concordar com todas as decisões de um governo. E certamente não é assumir responsabilidade coletiva por tudo o que o Estado de Israel faz.
É reconhecer que o povo judeu tem direito à sua existência nacional e à autodeterminação.
E esse direito não desaparece quando um governo toma decisões das quais discordamos.
Também considero problemático quando conceitos como colonialismo, racismo, biopolítica ou necropolítica são utilizados como se, por si só, resolvessem a discussão.
Esses conceitos podem ser instrumentos importantes de análise. Mas precisam ser acompanhados de argumentos e evidências. Dar um nome sofisticado a uma interpretação não a transforma automaticamente em um fato histórico.
E é aqui, Deputado, que encontro a maior contradição desse discurso.
Você defende o reconhecimento dos direitos nacionais palestinos. E eu não vejo problema algum nisso. Reconhecer o direito de um povo à autodeterminação é um princípio legítimo.
Mas por que esse mesmo princípio se tornaria ilegítimo quando aplicado aos judeus?
Se a autodeterminação é um direito dos povos, ela não pode depender da nossa simpatia política por determinado movimento nacional.
O direito dos judeus à autodeterminação não é uma concessão, muito menos uma exceção que precisa ser justificada. É o mesmo princípio que fundamenta o reconhecimento dos direitos nacionais de qualquer outro povo.
E reconhecer esse direito não significa negar os direitos de ninguém.
O que não me parece coerente, Deputado, é defender a autodeterminação como um princípio universal e, ao mesmo tempo, tratar sua expressão judaica como algo intrinsecamente racista ou ilegítimo.
Afinal, se um princípio deixa de valer quando aplicado aos judeus, o problema não está no sionismo. Está na seletividade de quem pretende definir quais povos merecem exercê-lo.
E isso não significa ignorar o sofrimento palestino, negar injustiças ou desconsiderar a complexidade de um conflito que envolve duas populações com vínculos históricos, identidades nacionais e reivindicações sobre a terra.
Significa apenas reconhecer que os direitos de um povo não precisam ser construídos sobre a negação dos direitos do outro.
Precisamos discutir o que o sionismo efetivamente defende, suas diferentes correntes e sua trajetória histórica, em vez de reduzi-lo a uma definição que já determina antecipadamente sua condenação.
Deputado, eu não espero que concordemos sobre Israel, sobre o sionismo ou sobre as soluções para o conflito.
Mas acredito que uma discussão intelectualmente honesta precisa começar com uma pergunta bastante simples:
Se reconhecemos que os palestinos têm direito à autodeterminação nacional, qual é o argumento para negar esse mesmo direito aos judeus?
Porque reconhecer a legitimidade histórica e nacional de um povo não exige negar a do outro.
E, se a coexistência é realmente o objetivo, talvez seja justamente por aí que a discussão deva começar.
A autodeterminação não é um privilégio que se concede aos povos com os quais concordamos. É um direito. E, se é universal, também precisa valer para os judeus.
duda ❄️ retweeted
De onde esse povo tá tirando q o Nordeste tá sem água? Meu Deus, essa desgraças não vão superar nunca. E não iam embora do Brasil? Tão esperando o que?
🚨 O PRIMEIRO RESULTADO DA NOSSA MOBILIZAÇÃO ACABA DE CHEGAR! 🇧🇷🇵🇸
O jornal O Globo acaba de publicar uma reportagem sobre o caso do mural de Itacaré (Link no comentário).
A mobilização continua!
⚠️ Agora é hora de EXPLODIR: #ItacaréDosBrasileiros ✊🇵🇸
duda ❄️ retweeted
O que tá faltando pra população se juntar e dar um apavoro bem bacana nos sionistas de Itacaré?
duda ❄️ retweeted
Sigo sin entender por qué Azriel y Elain necesitan un “arco de redención”, su único delito fue gustarse, wtf. 😭
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Moradores de Itacaré, no sul da Bahia, denunciam episódios de racismo, agressões e intimidação envolvendo turistas israelenses, incluindo ex-integrantes das Forças Armadas de Israel.
Um grupo de turistas israelenses foi acusado de tentar destruir um mural construído por moradores, moradoras e artistas em solidariedade ao povo palestino. A população reagiu para proteger a intervenção, que acabou sendo apagada posteriormente. O episódio se soma a outras denúncias de desrespeito à população local e de hostilidade contra manifestações em defesa da Palestina.
É fundamental que as autoridades investiguem as denúncias, responsabilizem os envolvidos por esses crimes e garantam a segurança do povo trabalhador. Nossa solidariedade à população de Itacaré e aos movimentos que defendem os direitos do povo palestino.
Repudiamos todas as formas de racismo, violência, discriminação e intimidação! Nenhum turista, independentemente de sua nacionalidade, está acima das leis brasileiras e da soberania do Brasil.
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🚨 عاجل:
الرئيس البرازيلي لولا دا سيلفا:
"ما تفعله إسرائيل في غزة يشبه ما فعله هتلر باليهود".
انشروها لعل الرسالة تصل للعالم 🙏
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Janones diz que Lula deve fazer uma live semanal, para falar diretamente com as pessoas.
Concordo e vou além:
precisa também convocar mensalmente rede nacional de rádio e televisão e falar por pelo menos 30 minutos na mídia, sem filtro, sem interrupções, sem viéses.
#LiveDoExercitoExplode
duda ❄️ retweeted
Essas lives do Janones com Lula são um sucesso. Peço para manter semanalmente e digo com total tranquilidade que nosso presidente chega a 70% de aprovação em 3 meses.
Carisma e senso de humanidade.
Obrigada Janones!
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Oq é esse el niño bicho, João Pessoa q nunca ficava um só dia sem chover tá há quase um mês sem uma chuvinha
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eu acredito em mortos, tarô, sonhos,
intuição, baralho e reencarnação mas
em vivo, em vivo não dá
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"Deus, nos mande um sinal"
vão a brasilia: raio na cabeça
vão pro paraguai: banco quebrou
vão pra argentina: país faliu
fugiu pros eua: fuderam o laranjão
obrigado, Deus, você é fera mesmo!
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No one is denying the holocaust. 27m people died. 6m of which were Jews. Never again however means never again and that includes the genocide in Gaza.
This quoted post is unavailable.































