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Recebemos esse vídeo de apoio do camarada Breno Altman sobre os ataques coordenados que estamos sofrendo do lobby sionista.
O motivo desses ataques é que anunciamos a intenção de apresentar um projeto de lei que reconheça o sionismo como uma forma de racismo e discriminação racial.
Antissemitismo e antissionismo não são a mesma coisa! O antissemitismo é o preconceito, a discriminação e o ódio contra o povo judeu. Já o antissionismo é uma posição política de oposição ao sionismo, movimento colonialista e racista que fundamentou a criação do Estado de Israel, responsável pelo genocídio contra o povo palestino, incluindo milhares de mulheres, crianças e idosos inocentes.
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por isso é importante já começar a dizer que ANO QUE VEM TEM ELEIÇÃO PRO CONSELHO TUTELAR ANO QUE VEM TEM ELEIÇÃO PRO CONSELHO TUTELAR ANO QUE VEM TEM ELEIÇÃO PRO CONSELHO TUTELAR não deixem a universal tomar o poder por mais quatro anos!!!
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O Itamaraty não tem dinheiro pra repatriar corpo de brasileiro que morre lá fora.
O Itamaraty não tem dinheiro pra repatriar vítimas de tráfico humano.
Cês acha mesmo que eles vão “resgatar” gente que foi com as próprias pernas pro Paraguai?
Segundo o portal Metrópoles, o Itamaraty está monitorando como um assunto interno os acontecimentos relacionados à crise financeira do Ueno Bank que levou à renúncia de Santiago Peña da presidência do Paraguai.
Ou seja, o Itamaraty não prestará assistência de repatriação. Os bolsonaristas que foram para o Paraguai e perdeu todo o dinheiro tem que se virar para voltar com as próprias pernas para o Brasil kkkkkk
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Era esse tipo de comunicação que sempre cobramos do governo dele: confronto direto com as mentiras propagadas pelos grandes veículos da imprensa nacional. Pelo visto, acabou o discurso conciliador. Agora, terão que responder pelas mentiras que divulgarem.
Lula DETONA a TV Globo:
“Eu estava em casa, tomando uma sopa, um creme de aspargos, e quase me engasgo quando eu vi uma propaganda na Globo. Apareceu na televisão 7 MILHÕES de CRIANÇAS PASSAM FOME no país. Aparece uma entidade que eu não sei quem é. Mas pasmem, aparece APOIO REDE GLOBO DE TELEVISÃO. Eu quero que investigue pra saber quem é essa entidade que a Globo está apoiando para contar essa mentira. Porque o país sabe a qualidade da merenda escolar que a gente oferece na escola, que tem um programa que cuida da FOME DAS CRIANÇAS. Dizer que tem 7 MILHÕES de crianças passando fome? Eu quero que você MOSTRE que a Globo está MENTINDO.”
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estagio obrigatorio não remunerado é a coisa mais ridicula que existe, tinha que no MINIMO ser como jovem aprendiz
beleza não paga salario inteiro mas paga alguma coisa
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Replying to @GBonomiMBL
Todo apoio a Jones Manoel.
O sionismo tal qual o nazismo, devem ser condenados e criminalizado.
O estado de Israel e sua politica sionista está, neste momento, se expandindo, colonizando e matando milhares de civis. Sem falar na guerra contra o Irã.
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OPINIÃO: Brasil não pode ser colônia de férias para genocidas israelenses
As notícias escandalosas de que “turistas” israelenses estão intimidando moradores, tentaram vandalizar e teriam pressionado pelo apagamento de uma intervenção artística em Itacaré, Bahia, são a gota d’água para que o Brasil tome providências sobre o escárnio promovido por alguns israelenses que, não satisfeitos em promoverem a maior matança proporcional de crianças da história no genocídio em Gaza e uma campanha colonial de limpeza étnica e terrorismo sionista na Cisjordânia ocupada para o mundo inteiro assistir, estão fazendo de terras brasileiras uma sucursal do projeto de apartheid sionista na Palestina histórica.
Não é novidade que criminosos de guerra israelenses mal tiram a farda militar encharcada de sangue de crianças palestinas e já fazem as malas para “descansarem” da orgia genocidária sionista na Palestina rumo ao Brasil, especialmente no paradisíaco litoral baiano, onde promovem violência, desrespeitam e intimidam moradores, com inúmeros casos documentados de agressão física, racismo e destruição de patrimônio. Foi na Bahia, inclusive, que o soldado israelense investigado por crimes de guerra Yuval Vagdani, procurado pela Justiça brasileira, estava antes de ser retirado do país com apoio da embaixada e do governo israelense — e da família Bolsonaro! —, em episódio grosseiro de violação da soberania brasileira. Curiosamente, Vagdani escapou do Brasil em uma rota muito parecida com a que foi usada pelo agora foragido e capacho de Tel Aviv Flávio Bolsonaro, este escoltado por um “ex-agente” do Mossad em sua fuga do país.
Não é mais possível fingir normalidade com a esbórnia promovida por criminosos de guerra israelenses no nosso país. Estabelecer mecanismos para restringir a entrada de militares israelenses envolvidos no genocídio em Gaza não se trata apenas de uma medida diplomática ou simbólica; é uma necessidade para proteger cidadãos brasileiros, especialmente nas regiões em que hordas de criminosos de guerra vêm “relaxar” com o dinheiro que ganharam de “israel” para assassinar palestinos em escala industrial.
O Holocausto Palestino não é apenas o primeiro genocídio da história transmitido em tempo real pelas próprias vítimas. É transmitido também pelos genocidas israelenses, que em sua depravação racista, supremacista e genocida, transmitem aos risos para o mundo em suas redes sociais as atrocidades que cometem contra palestinos. É justamente a documentação de crimes de guerra produzida e divulgada pelos próprios militares israelenses que permite que hoje organizações de direitos humanos e de direito internacional identifiquem e levem a tribunais nacionais e internacionais os perpetradores do genocídio em Gaza — alguns dos quais vêm lavar as mãos sujas de sangue das crianças palestinas nas águas do litoral brasileiro.
Passou da hora de o governo brasileiro tomar providências. Acertadamente, o Brasil se somou ao processo movido na Corte Internacional de Justiça pela África do Sul contra “israel” por genocídio, rebaixou (mas não rompeu) relações com “israel”, votou em todas as ocasiões possíveis por um cessar-fogo em Gaza e pela ilegalidade da ocupação israelense dos territórios palestinos, e retirou o país do status de membro observador da desavergonhada organização internacional de lobby sionista dita “Aliança Internacional para a Memória do Holocausto” (IHRA), que instrumentaliza o “antissemitismo” e o sobrepõe ao antissionismo para justificar crimes contra o povo palestino, legitimar políticas coloniais, racistas e de apartheid, na tentativa de criminalizar a causa palestina e silenciar denúncias sobre o genocídio em Gaza — ainda que a deputada federal Tábata Amaral (PSB-SP) tente transformar em lei (PL 1424/2026) a mesma definição, apontada pelo Conselho Nacional de Direitos Humanos como “inconstitucional”, “com flagrantes restrições ao direito fundamental da liberdade de expressão” e que “introduz conceitos distorcidos de antissemitismo para perseguir e condenar quem se manifesta contrário às políticas do Estado de Israel” .
Não é o suficiente. Falta ao governo brasileiro romper todas as relações, comércio e acordos de cooperação, especialmente no campo militar e de segurança, com “israel”. É obsceno — e ilegal! — que o Brasil mantenha contratos e siga adquirindo tecnologias de extermínio de empresas israelenses diretamente implicadas no extermínio de palestinos e que são usadas aqui contra o povo e a sociedade brasileira. É urgente pôr um fim na esbórnia desenfreada de soldados israelenses depravados que vêm ao Brasil de “férias” para “desestressar” após assassinarem crianças palestinas em Gaza.
Mais do que isso: o Brasil tem a obrigação de investigar e levar ao banco dos réus brasileiros com dupla cidadania que vestiram o uniforme militar israelense e tomaram parte em crimes de guerra e de lesa-humanidade na campanha genocidária em Gaza e no apartheid na Palestina ocupada.
Projetos como o ventilado pelo deputado federal eleito Jones Manoel (PSOL-PE), que propõe a criminalização do sionismo, uma ideologia colonial, racista, supremacista, de apartheid e genocidária, no Brasil, são bem-vindos. A sociedade brasileira tem direito a uma discussão madura e justa, sem intimidação, chantagem ou perseguição, sobre a ameaça sionista no Brasil.
Cidadãos brasileiros precisam ser PROTEGIDOS dos assassinos que matam na Palestina e vêm tirar férias no Brasil, especialmente moradores de regiões tomadas pelo dito “turismo” israelense e, obviamente, também precisa ser protegida a comunidade brasileiro-palestina, árabe em geral e/ou muçulmana.
Ou, além de sermos expulsos e violentados pelos sionistas na Palestina e no Líbano, agora temos que temer a presença destes assassinos também no Brasil?
Às autoridades brasileiras: é preciso subir o tom contra “israel” e o genocídio no cenário internacional e passou da hora de tomar providências sobre o livre trânsito desavergonhado de genocidas e criminosos de guerra em terras brasileiras. Antes que o Brasil se torne um puxadinho do apartheid genocidário sionista na América Latina.
Marcos Feres (@marcosvmf_ ), é jornalista brasileiro-palestino e secretário de Comunicação da FEPAL.
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e depois a esquerda vem falar de identitarismo, prestem atenção em quem luta pelas causas trabalhistas NUNCA é um hetero cis!!!
🚨 APRESENTEI UM PROJETO DE LEI PARA QUE A HORA DO ALMOÇO CONTE COMO HORA TRABALHADA!
Hoje, quem trabalha 8 horas por dia geralmente precisa dedicar 9 horas da sua vida ao emprego. Isso porque a hora do almoço não é contabilizada na jornada de trabalho.
Mas essa hora não é um tempo plenamente livre. O trabalhador não escolhe quando vai almoçar e, muitas vezes, não consegue voltar para casa, buscar os filhos na escola ou resolver questões pessoais. Precisa organizar sua vida de acordo com os horários definidos pela empresa.
Meu projeto muda essa realidade: quem cumpre uma jornada de 8 horas poderá trabalhar 7 horas e ter 1 hora de almoço, sem redução salarial e mantendo o direito ao descanso.
Afinal, a pausa para alimentação também beneficia as empresas, que precisam de trabalhadores descansados e atentos.









































