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morro com esse povo com papinho moralista pra cima da jenny sendo q falam coisas piores nesse site e fingindo que n estamos falando da racista ANTONIA FONTENELLE
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gente as postagens SÃO FAKES e estão se aproveitando do momento pra tentar acabar cm minha carreira
podem mandar print e link pq eu realmente vou começar a processar, cansei
Vão ter q provar que eu falei essas aberracoes
.@anapaularenault mulher pela amor de Deus, me perdoa, eu tava com cegueira pq n é possível
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imagina levar a sério as coisas que a nenê fala pqp
Puterrier rebate ataques de Jenny Prioli à sua aparência:
“Porr* tiazona boca de bexiga pique do ‘job’ colchão inflável de 5 palmos de testa cabelo começando no meio da cabeça, igualzinho Eduarda Campopiano tal qual uma cabrita faça mil favores né colega. E outra, fui ver o marido dessa aí. Igualzinho o abominável homem das neves, caralh* to fudid*.”
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to chocado com o twitter ficando com raiva da jenny prioli por ela chamar o pobre menino branco e hetero puterrier de feio…
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agora a bancada lgbt da timeline decidiu crucificar a jenny prioli por ter chamado um rapper qualquer de feio como se vocês não falassem coisas piores aqui quando querem atacar alguem… kkkkkkk vão lavar uma louça
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não querendo defender a virgínia, mas ele também fez da vida dela um inferno, o tanto que hostilizaram ela por conta daquele vídeo dele sobre base e perfume foi absurdo, e ela já relatou que sofreu tanto ataque na época que desenvolveu ALOPECIA AREATA e o cabelo começou a CAIR
🚨 MEU DEUE! O rapper Xamuel expõe o bullying sofrido pelo YouTuber Felca e DETONA a postura do influenciador:
“A sua fobia social pode ter surgido por causa da sua escola particular, mas a de várias pessoas pode ter surgido por causa da sua barra de comentários. E o trauma é o mesmo. Se você conhece a dor de ser encurralado e hostilizado pelas pessoas na rua, não pode se tornar esse agressor quando a sua câmera está ligada. A internet, diferente do que muita gente pensa, não é uma terra de ninguém sem regras. Do outro lado da tela, existe uma criança, um filho, uma mãe, um adolescente, uma pessoa. E carregar essa dor deveria te ensinar empatia, não te dar permissão para continuar o ciclo.”




































