A Rede Globo assistiu inerte o STF acabar com a Lava Jato,soltar bandidos presos pela Lava Jato,alguns comentaristas da Globo aplaudiram as ações do STF sobre a Lava Jato. A Rede Globo deu asas ao STF e agora está falando de censura. Foda-se,a Globo é cúmplice dessa merda toda.
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Não só o Brasil, mas o mundo viu as evidências chocantes de crimes de corrupção e lavagem de dinheiro envolvendo ministros do Supremo. O que não se viu foi a PGR solicitar investigações ao plenário do STF.
Enquanto a omissão persistir, a credibilidade do MPF continuará se deteriorando, assim como a imagem do Brasil no mundo.
www1.folha.uol.com.br/opinia…
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O vídeo de Alexandre de Moraes e sua esposa, Viviane Barci de Moraes, com o jatinho Legacy 650 de Daniel Vorcaro em 22/8/2025 é mais um batom na cueca do ministro do STF que Flávio Dino, Cristiano Zanin, Gilmar Mendes e seus porta-vozes tentam blindar contra investigação.
“Já usaram aviões e helicópteros”, havia respondido a Vorcaro em 16/7/2025 o dono da Prime You, Marcos Matta, responsável pela gestão do uso das aeronaves.
“E deixa tudo à disposição”, havia orientado o dono do Banco Master, acrescentando: “E fica em contato com eles pra poderem usar”. Dito e - ao que tudo indica - feito.
O sistema da impunidade agora se mobiliza, com suas perfomances histriônicas e pressões contra outros magistrados pelo WhatsApp e pelas colunas amigas na imprensa, porque a investigação confirmaria a gravidade das provas expostas até aqui.
Os elos familiares entre tribunais superiores e escritórios de advocacia contratados por empresários interessados na atuação formal e informal de seus magistrados foram objeto do meu artigo “Cai o tráfico, fica a influência”, publicado em 14/3/2024, quase 1 ano e meio antes do desembarque da família Moraes registrado em vídeo.
O título sintetizava como o desmantelamento da Lava Jato, que havia investigado e até denunciado familiares de magistrados por tráfico de influência nos respectivos tribunais, manteve aberto o caminho para a contratação da mesma influência pela via transversa dos serviços alegadamente advocatícios.
A sabotagem da CPI da Lava Toga no Senado reforçou o passe-livre para novas temporadas de farra, como a do caso Master, a cujos capítulos temos assistido, dia após dia, com muita pipoca e indignação.
O sistema então repete os mesmos métodos e expedientes, os mesmos truques retóricos e gritos, as mesmas ofensas e tentativas de intimidação, para varrer novamente a sujeira de seus integrantes para baixo do tapete e manter tudo como era antes, com direito a jatinhos, charutos e whisky Macallan; além dos cachês sigilosos de “palestras”, aprovados em 2016 pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) sob presidência de Ricardo Lewandowski.
Um país que abre mão de investigar supostos e punir comprovados autores poderosos de infrações penais em prol da acomodação geral de interesses fica aprisionado em escândalos em série, insegurança jurídica, desigualdade perante a lei e atos violentos de extremismo, incapaz de ir além de voos de galinha em matéria de crescimento econômico. Vimos esse filme repetidamente ao longo das últimas décadas e não vale a pena ver de novo.
Moraes, com sua combinação de soberba e tosquice, comprometeu o sistema como um todo, porque aparentemente tentou imitar e acabou escancarando práticas já adotadas por figuras mais sofisticadas, astutas e habilidosas do que ele na construção de fortuna familiar com o chamariz do cargo ocupado na cúpula dos Três Poderes.
Até os promotores do lobby em eventos
patrocinados por empresários que buscam proximidade com magistrados tiveram de interromper a programação normal e perder dinheiro em razão do desgaste decorrente das presepadas alexandristas.
Moraes tem de ser investigado e afastado do STF por suas condutas não republicanas, antes que o presidente eleito ou reeleito costure outro acordão da casta, ou que o próprio ministro chegue, em setembro de 2027, à presidência da Corte e use a força do cargo em causa própria, como fazia na relatoria do inquérito das “fake news”.
O batom na cueca de Moraes já é mais degradante para a “democracia” que o da estátua pintada com “perdeu, mané”. E derrotar um “mané” pela via constitucional é sempre melhor que pelo quebra-quebra.
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Julgamento sobre Moraes vira show de cinismo de seus aliados: youtube.com/live/eAqyr55WtBQ.
Assista ao programa Análise dos Fatos, comigo, e seja membro do canal.
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Mais uma excelente coluna da Malu Gaspar .
Só não chamaria de estratégia do "grupo" ( um STF com grupo ou facção, é dose ! ) e sim de chicana jurídica que no caso significa claramente :
Manobra Protelatória. Abuso do Direito. Litigância de Má-Fé
Eis o artigo
A estratégia do grupo de Alexandre de Moraes para melar julgamento
Aliados de ministro pretendem questionar tudo: formato de sessão, quórum, licitude das provas, participação de Fux e Nunes Marques, e ainda exigir julgamento conjunto com Mendonça
Diante do risco de ser alvo de uma inédita abertura de investigação, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes aposta na estratégia, a ser executada pelos seus aliados, de lançar uma série de questões preliminares para tentar melar o julgamento previsto para esta terça-feira (15). A “prévia” desse roteiro já veio à tona nos últimos dias, com a guerra de ofícios que partiu da exigência do levantamento do sigilo do caso Master, inclusive de frentes de investigação sem relação com Moraes, além do acesso ao material extraído do celular do banqueiro Daniel Vorcaro.
O objetivo do grupo, formado pelos ministros Gilmar Mendes, Cristiano Zanin e Flávio Dino, é levantar uma série de questões preliminares – a equipe da coluna mapeou pelo menos sete – para tentar impedir que o julgamento chegue à análise do mérito sobre as 52 mensagens trocadas pelo ministro com Vorcaro. Numa delas, em 15 de novembro de 2025, o ex-banqueiro questiona Moraes: “Acha que segunda já tenho que estar fora?” Dois dias depois, numa segunda-feira, Vorcaro foi preso no aeroporto de Guarulhos tentando embarcar para Dubai.
Não esta descartado que seja feito um pedido de vista, que poderia interromper o julgamento por tempo indeterminado. Mas nas conversas entre eles, os ministros do grupo tem uma lista de questões preliminares a apresentar na sessão. Nessa lista, a prioridade é o formato da sessão.
Na mira do STF: PGR pediu levantamento sobre atuação de Flávio Bolsonaro no Congresso
Leia: Grupo de Moraes deflagra ofensiva para salvar ministro de investigação no STF
Segundo a equipe da coluna apurou, entre as questões que serão apresentadas por Gilmar, Dino e cia. estão o formato da própria deliberação – se em sessão aberta (como pretende o presidente do STF, Edson Fachin) ou fechada (como quer o grupo de Moraes) – e o quórum de votos exigidos para determinar a abertura de investigação – se é ⅔ ou maioria do plenário.
Mais do que uma questão formal, definir se a sessão será aberta ou fechada pode selar o resultado e o destino de Moraes, já que na avaliação deles uma sessão secreta pode ajudar a atrair o voto dos mais suscetíveis à pressão, como Cármen Lúcia.
O grupo também pretende tentar tirar do julgamento os ministros que já se espera que votem pela abertura do inquérito. Por isso, já está na lista das preliminares pedidos de suspeição de André Mendonça, Kassio Nunes Marques e Luiz Fux, que de acordo com o que se diz nos bastidores seriam mencionados em conversas extraídas do celular de Vorcaro – daí porque Zanin e Gilmar tem dado seguidos despachos exigindo a íntegra das mensagens para embasar os pedidos de suspeição e constranger os colegas.
Como Nunes Marques e Fux são considerados aliados de Mendonça, se forem afastados do julgamento poderiam desequilibrar a balança a favor de Moraes.
“Ninguém sabe quem vai poder votar na terça-feira”, resume uma fonte que acompanha de perto as discussões, que avalia que o resultado do julgamento vai depender da “pressão da opinião pública até lá”.
Outra questões que deve ser levantada é a suposta ilicitude das provas colhidas e o parecer do procurador-geral da República, Paulo Gonet, que defendeu o arquivamento do relatório policial sobre as mensagens trocadas entre Moraes e Vorcaro. O próprio Gonet é mencionado no relatório e tem sido cobrado pelos seus pares no Ministério Público Federal (MPF) para não atuar no caso.
Julgamento conjunto
O grupo de Moraes ainda pretende exigir que o caso dele seja julgado em conjunto com o pedido do próprio Moraes para que Mendonça também seja investigado, como forma de equiparar as condutas dos dois. A análise conjunta dos casos já foi negada por Fachin antes mesmo do julgamento, mas deve reaparecer na sessão extraordinária convocada para começar às 10h desta terça-feira.
Moraes recorreu a relatórios apócrifos da PF para acusar o colega de improbidade administrativa, abuso de autoridade e crime de responsabilidade, além de direcionamento das investigações e “quebra na cadeia de custódia”, abraçando uma tese que vinha sendo estudada pela própria defesa de Vorcaro para tentar anular as investigações.
Ou seja: além de tentar salvar Moraes, uma ala do STF ainda pode aproveitar o julgamento para plantar a semente da nulidade das investigações que estavam com Mendonça até serem remetidas à presidência do STF por ordem de Fachin, no último sábado (12). A depender do resultado, esses argumentos podem ser usados pelos alvos do caso Master para escapar das investigações.
Moraes repete roteiro de réus da trama golpista
Conforme informou o blog, ao apostar nas questões preliminares, Moraes tem recorrido à estratégia jurídica adotada pelos réus da trama golpista que ele mesmo condenou em julgamentos da Primeira Turma do STF.
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Gilmar, Zanin e Dino querem acesso total ao celular de Vorcaro; não ao de Moraes, claro.
Articulam-se para impedir a investigação que poderia obtê-lo, caso ainda exista.
Repito:👇
Talvez o maior escândalo dentro do caso Master seja o sumiço do celular de Alexandre de Moraes.
Não foi entregue.
Não foi apreendido.
Não foi periciado.
A sociedade está impedida de ver as respostas do magistrado da mais alta Corte do país ao banqueiro mafioso que - a julgar pelo conteúdo das mensagens apontadas em relatório policial - pedia ao amigo para exercer advocacia administrativa em seu favor ou obstruir a justiça, enquanto pagava mais de R$ 80 milhões ao escritório da esposa e dos filhos dele, referentes a um contrato de R$ 131 milhões com o banco.
De quebra, Daniel Vorcaro chegou a consultar Moraes, dois dias antes da prisão, sobre se deveria fugir do país: “Acha que segunda já tenho que estar fora?”
E não sabemos o que achou o ministro do STF, que continua dentro.
Ele é blindado pelo PGR amigo e por colegas que igualmente curtiram os eventos patrocinados por Vorcaro e a degustação de charutos e whisky Macallan.
Moraes nunca revelou o conteúdo das referidas conversas, não representou contra o banqueiro, não encaminhou o caso a autoridades para que as solicitações nada republicanas fossem investigadas.
Dois meses antes da prisão de Vorcaro, na verdade, o magistrado alterou a configuração no WhatsApp, fixando o prazo de 24 horas para a exclusão automática das mensagens trocadas com o banqueiro.
“Alexandre de Moraes usa uma duração padrão para mensagens temporárias em novas conversas. Todas as novas mensagens desaparecerão desta conversa após 24 horas”, diz um aviso do aplicativo, conforme print do chat de Vorcaro com o magistrado, presente no relatório da PF.
O próprio Moraes, ao votar pela condenação de Débora do Batom no caso do 8/1, apontou “desprezo para com as instituições republicanas” no “fato de que a ré apagou e ocultou provas de sua intensa participação nos atos golpistas”, “haja vista a conclusão apresentada pela Polícia Federal”, “relacionada ao celular de sua propriedade”.
Quando se compara o caso Master com o do jornalista do Maranhão, que teve notebook e celular apreendidos e sigilo da fonte violado, em busca e apreensão determinada por Moraes em razão de notícia verdadeira porém inconveniente ao colega Flávio Dino, nota-se também a dimensão da desigualdade entre um cidadão comum e um membro da casta, perante a oligarquia dos Poderes.
A casta não conseguiu bloquear a prisão de Vorcaro, mas bloqueou o acesso às respostas do marido de Viviane Barci de Moraes ao banqueiro. É escandaloso o que essa gente chama de “democracia”.
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Que todos os lavadores de dinheiro sejam investigados e presos.
Os de um lado, de outro e de cima.
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Já há um conjunto de evidências muito mais que suficientes para que a PGR e o Senado instaurem procedimentos de apuração. A imprensa já noticiou:
(1) irmãos do min. Toffoli estiveram registrados como controladores do resort de luxo Tayayá; (2) aportes milionários ao Tayayá por parte de indivíduos e estruturas jurídicas c/ ligações à JBS e ao Master, empresas que têm casos sob relatoria do ministro; (3) retirada de capital do negócio através de venda de cotas e transferência de R$ 33 milhões para offshore; (4) fundo proprietário do Tayayá registrado em endereço de fachada; (5) declarações da cunhada do min. Toffoli de que desconhece que o marido seja proprietário do Tayayá ou que a sede do fundo seja a sua casa; (6) declarações de funcionários do Tayayá de que o min. Toffoli é tido como o verdadeiro dono do resort até hoje e mantém barco e casa de seu uso exclusivo no local; (7) de acordo com registros de diárias de seus seguranças, o min. Toffoli passou pelo menos 168 dias no Tayayá, entre estes, 58 dias em 7 viagens após o resort ter sido vendido a Paulo Humberto Barbosa, advogado da JBS.
A imprensa investigativa brasileira, neste caso em especial @Metropoles; @Estadao, @sbtnews, @JornalOGlobo e @folha, estão fazendo um trabalho fundamental para o país. Cabe agora a sociedade demandar que as autoridades competentes cumpram seu papel, diante deste caso que está afundando o tribunal constitucional brasileiro em sua mais grave crise.
📸Gustavo Lima STJ
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O sistema, com apoio midiático, explorou ilações sobre conteúdo não autenticado de mensagens roubadas por hackers para declarar suspeição de juiz de primeira instância (não sem 4 votos contrários), emplacar narrativa de “conluio” com procurador, anular provas, condenações e multas, desmantelar força-tarefa anticorrupção e garantir impunidade geral.
Agora, esse mesmo sistema explora fofocas e especulações de relatório apócrifo de pretensa inteligência, também “sem valor probatório”, para acusar crimes e abusos cometidos na mais alta Corte do país pelo relator do caso da maior fraude da história nacional e, assim, buscar a anulação precoce de provas e/ou a troca de relatoria que possam esvaziar as investigações e garantir novamente a impunidade geral.
Dessa vez, no entanto, o apoio midiático ficou restrito aos porta-vozes mais caricatos do sistema e aos militantes com diploma de advogado que tentam dar credibilidade jurídica às teses fabricadas para varrer a sujeira da casta para baixo do tapete.
Embora a maioria não admita, em nenhum desses casos do passado e do presente a reação sistêmica se deve a eventuais erros, informalidades ou pecadilhos de agentes envolvidos nos processos, mas, sim, à revelação de fatos comprometedores sobre integrantes da oligarquia dos Poderes, que não admitem ser alvo de escrutínio e responsabilização por condutas gananciosas, antiéticas e antidemocráticas.
Quando os guardiões do sistema repetem que não se combatem crimes cometendo “ilegalidades”, com frequência o objetivo é que os crimes do sistema jamais sejam combatidos.
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Delação do operador de Vorcaro diz que além de repasses para o filme do “azarão” ele fez entregas de MALAS de dinheiro VIVO.
Como os Bolsonaro’s gostam 😂
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Oiii, sou eu Abestadooo
Sabe o que o Flávio Bolsonaro já fez em 24 anos na política?
Nem eu, mas coloca ele na presidência que eu te conto.
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Manchete no Estadão: “Moraes usou relatório interno da PF sem valor probatório para acusar Mendonça”.
Subtítulo: “Documento citado por ministro para pedir investigação contra colega não tem assinatura e se define como ‘sem caráter decisório e sem valor probatório’.”
Ou seja, Alexandre de Morais agiu como Alexandre de Moraes, fabricando “provas” e “condenando” desafetos. Tudo em nome da Constituição. Da democracia.
Dessa vez, porém, mostrou fraqueza, não força. Fraqueza de espírito. Contra-atracou como quem está acuado. Agiu com ódio, e o ódio nunca foi um bom conselheiro.
A crise dentro do STF vai ter consequências no processo eleitoral. Em prejuízo dos donos do poder.
Até goiabada, quando passa do ponto no tacho, estraga. A loucura autoritária do Alexandre de Moraes passou do ponto.
Vai desandar.






















