
Mom and #1 Fan of Sooner Born, Sooner Bred @OU_Football O-Lineman # 77 @HeathOzaeta #OUDNA #CHO23N #BoomerSooner
North Bend, Washington, U.S.A.
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The TD celebration from #77! 🤣 Channeling AJ Barner?! 🥰
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Myra Ozaeta retweeted
OU's top-graded offensive players vs. UNM, per PFF:
1. WR Isaiah Sategna (78.3)
2. WR Parker Livingstone (72.6)
3. OL Heath Ozaeta (67.2)
4. RB Lloyd Avant (66.2)
5. QB John Mateer (65.2)
Lowest-graded players:
WR Mackenzie Alleyne (49.7)
WR Elijah Thomas (49.7)
TE Jack Van Dorselaer (51.9)
OL Ryan Fodje (52.3)
OL Noah Best (52.6)
Thought I’d share today’s motherly note to 77:
“Remember: KY beat A&M at A&M. Anything’s possible. Keep things focused & disciplined. Learn from mistakes & be better. Practice & play like your hair’s on fire. Control what u can control & do your best. Oh, & beat up them MFers.”
Thank you, @GeorgeStoia
on3.com/teams/oklahoma-soone… via @on3
Q: Seeing what we’ve seen the first three games, do you think the best OL lineup would be Fasusi, Ozaeta, Maikkula, Best, Fodje?
GS: Yes. I think the best five would be Fasusi, Ozaeta, Maikkula, Best and Fodje.
Myra Ozaeta retweeted
Russell Wilson sempre me pareceu um personagem que saiu de um filme antes do final.
Não porque sua história tenha sido incompleta. Pelo contrário. Poucos quarterbacks conseguiram deixar uma marca tão profunda em uma década quanto ele. Mas porque, em algum lugar depois de Seattle, o roteiro pareceu esquecer quem ele era.
Existe uma reflexão de Aristóteles sobre a tragédia: não é o fracasso que torna uma história trágica, mas a distância entre aquilo que alguém poderia ter sido e aquilo que o destino permitiu que fosse. Talvez seja por isso que a aposentadoria de Wilson provoque uma sensação estranha. Não estamos nos despedindo de um jogador que não deu certo. Estamos nos despedindo de alguém que foi brilhante e que, ainda assim, parece ter sido privado de um último ato à altura.
Durante os anos dourados dos Seahawks, Russell Wilson jogava futebol americano como quem improvisava jazz. A jogada nunca acabava quando deveria acabar. O pocket colapsava, a lógica desaparecia e, de alguma forma, ele surgia correndo para a lateral, girando o corpo, encontrando um recebedor que ninguém havia visto. Havia algo de mágico nisso. Algo que fazia parecer que o esporte ainda guardava espaço para o inesperado.
Na década de 2010, enquanto a NFL caminhava para um jogo cada vez mais aéreo, mais veloz e mais criativo, Wilson foi um dos rostos dessa transformação. Antes que se tornasse comum ver quarterbacks escapando da pressão e criando fora da estrutura, ele já fazia isso em nível de elite. Muitos dos conceitos que hoje admiramos em jogadores mais jovens encontraram nele um dos seus grandes pioneiros.
Mas o tempo, como em tantos filmes, não respeita os heróis.
Em No Country for Old Men, os personagens passam boa parte da história tentando entender uma força que parece impossível de controlar. Não importa o quão inteligentes ou talentosos sejam. Existe algo maior movendo as peças. O destino não negocia.
Às vezes penso em Wilson dessa forma.
Depois da saída de Seattle, tudo parecia desenhado para uma continuação gloriosa. Vieram as expectativas, os novos uniformes, as promessas de recomeço. Mas cada temporada parecia afastá-lo um pouco mais daquela versão que encantou uma geração inteira de torcedores. As pernas já não tinham a mesma explosão. As jogadas impossíveis tornaram-se mais raras. E, quando o corpo começou a cobrar a conta, a NFL mostrou mais uma vez sua crueldade habitual: ela não espera ninguém.
Talvez seja injusto. Talvez o destino realmente tenha sido duro com ele.
Porque quando olhamos para trás, não vemos apenas um quarterback que venceu um Super Bowl ou acumulou números impressionantes. Vemos um jogador que ajudou a redefinir o que era possível na posição. Um atleta que transformou terceiras descidas desesperadoras em momentos de esperança. Um dos grandes rostos de uma era.
E talvez seja esse o ponto.
Os finais importam muito para quem escreve a história. Mas raramente importam para quem a viveu. Quando lembrarmos de Russell Wilson daqui a vinte anos, dificilmente pensaremos nos capítulos finais. Pensaremos naquele camisa 3 escapando de uma pressão impossível, correndo para o lado direito do campo e lançando uma bola que parecia desafiar a física.
Pensaremos em como era divertido vê-lo jogar.
E, no fim das contas, existem poucos elogios maiores do que esse.
Thank you, #3, for everything. SEA…! 💙💚
77 is 21 today! Happy Birthday @HeathOzaeta! Cheers! 🍻
Myra Ozaeta retweeted
Replying to @officialfeb_54
@officialfeb_54 Congrats. So proud of you. You earned this and you will earn your way at the next level! It was a pleasure to coach you! I can’t wait to watch you in the NFL! Love you man!
Myra Ozaeta retweeted
Credit @HoustonTexans for not overthinking this one. Spoke to them this morning and they were fully convicted about him. Former walk-on checks tons of boxes. Smart, tough, dependable, versatile, experienced, and leader. Great value in fourth round! @officialfeb_54 will be a pillar in the Houston community as well. Another dude we'll miss around the Switzer Center! Nobody in CFB develops O-linemen like @OU_CoachB!
#NFLDraft #OUDNA 🧬




















