Rio de Janeiro, Brazil
Joined February 2022
Que debate vergonhoso! De um lado, o velho psicopata de sempre, representante de um modelo já podre, decadente, inchado de parasitismo e de mentiras. Do outro lado, um rapaz despreparado, forçado, sem lastro intelectual, sem domínio dos fatos. Fraquíssimo. No fundo, os dois se completam: um mantém o modelo de exploração ideológica do pobre; o outro ainda não aprendeu a desmontá-lo e nem sabe como. Ele tá ali só no "o importante é tirar o PT".
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Vergonha alheia esse debate. A vontade é votar nulo no próximo domingo.
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I wouldn't mind criticisms of capitalism if the proposed alternative wasn't always a system with a proven and indefensible track record of failure and mass human suffering pushed by people who think reality itself is a social construct.
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A fantasia sexual pega o impulso fisiológico e o envolve num mundo de símbolos inventados: corpos ideais, cenas perfeitas, aventuras sem risco e nunca sai do circuito. O resultado é o que von Franz chama de vampiro: a energia que deveria ir para a ação real (trabalho, estudo, cortejo, casamento, paternidade) é consumida na imaginação. O homem fica "devorado" por uma anima infantil ou por um complexo materno, incapaz de enfrentar a mulher real, com suas exigências e limites.
Sexual fantasies deplete Men
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O mais curioso quando vejo bolsonaristas pedindo votos é que quando estiveram no poder eles não fizeram absolutamente nada a favor do conservadorismo. No terreno econômico, aceleraram as reformas liberais que o PT também abraça em larga medida, e que trazem problemas sérios para a soberania econômica e estratégica. Na segurança pública, nada fizeram de efetivo para conter o avanço do narco-estado, e ainda se associaram às narco-milícias [bastando ver o que ocorre nos estados do Rio de Janeiro e de São Paulo]. A opção oferecida pelo governo foi a venda de armas para os cidadãos, uma medida bocó e patética quando se trata de combate ao crime organizado. A frustração mais óbvia se deu no âmbito ideológico, já que o bolsonarismo se apresentou como a salvação contra o identitarismo esquerdeiro. Eles não fizeram absolutamente nada para dirimir esse problema. Nenhum projeto, nenhuma ação, nada que de fato impedisse que o arcabouço jurídico continuasse modelado pelas pautas da "esquerda de Oslo". Pelo contrário, durante o governo Bolsonaro tivemos a aprovação de leis fortemente feministas. A única bandeira que Bolsonaro prometeu e cumpriu foi a mudança da política externa, que se tornou submissa a Washington e, de modo vergonhoso, a Israel. Nunca houve um governo tão sionista na história e o lobby fez a festa e conquistou posições que jamais sonharia até quinze, vinte anos atrás. O governo de Bolsonaro foi tão incompetente e ineficiente de um ponto de vista conservador que sequer organizou uma comemoração decente dos duzentos anos da Independência, permitindo que a data passasse praticamente em branco. Caso Flávio vença as eleições, o bolsonarismo retorna com um perfil menos militarista, lavajatista, e pentecostal. Mas se mantém abraçado ao liberalismo, agora mais parecido com o do PT ao se livrar do 'pauloguedismo' caricato. Continua também vassalo de EUA e Israel, um cenário que só não é pior por conta do isolamento e fragilidade sionistas no âmbito internacional. Não há tampouco nenhum plano sólido para a Segurança Pública -- a única candidatura que ofertou um modelo sólido nesse quesito foi a de Renan Santos. Inexiste qualquer projeto de revitalização cultural que ofereça alternativa à difusão da ideologia woke a partir de universidades públicas, grande mídia, indústria cultural etc. O que há de positivo em uma possível eleição de Flávio é o fim da juristocracia. O que há de negativo é a continuidade do modelo econômico lulopetista, a falta de rumos na segurança pública e na política cultural [abrindo espaço para a permanência do identitarismo], e uma piora considerável na política externa que traz riscos graves para uma estratégia nacional soberana nos próximos anos.
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Pelo visto, essa Ana Elisa, suposto "trunfo digital" de Lula, é a típica militante esquerdista de cérebro derretido pelo identitarismo e capaz de linchar e criminalizar todos que pensam diferente em nome do "combate ao fascismo". Está tomando um exposed brutal no X, com divulgação de postagens em que defende fechamento de igrejas, censura a redes sociais de direita, ódio a brancos, aborto em qualquer fase da gestação, perseguição do STF à direita etc. A esquerda que jura defender a democracia e temer uma suposta ditadura bolsonarista ainda não entendeu o nível abjeto de intolerância que existe na militância identitária. O brasileiro comum é criminalizado diariamente no discurso dessa gente. Enquanto a esquerda se abraçar à militância woke, todo o papo sobre defesa da democracia vinda desse espectro político tem de ser visto com imensa desconfiança.
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A esquerda tá tentando virar voto e tá conseguindo perder ainda mais pq só tem homossexual histérico, biscate e gente que deveria estar internada num hospício tentando se comunicar com pessoas normais usando linguagem de estudante de federal
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As reações de muitos esquerdeiros à derrota de Lula no primeiro turno são escabrosas, como era de se esperar, e estão sendo usadas contra o próprio campo da esquerda. Nêgo dizendo que vai maltratar trabalhadores de aplicativo, diaristas, garçons etc. porque identificam neles os ''culpados'' da vitória do ''fascismo'' [sic]. É a contradição intrínseca de um movimento que diz defender trabalhadores mas se enche de ódio quando percebe que eles não partilham seus pressupostos ideológicos ou não aceitam sua liderança política. Mas a contradição é aparente, como tenho explicado há anos. Os esquerdeiros não tem como pauta principal o trabalhador. Pelo contrário, os grandes problemas do mundo do trabalho foram eclipsados no discurso esquerdeiro. Nas obras e manifestos desse campo, o trabalhador foi deslocado em prol da figura fragmentada, multiforme, e flexível das "minorias". O esquerdeiro típico milita em prol de pretos, gays, trans, dependentes químicos, tartarugas, cachorros, árvores, mulheres etc. Se der um tempinho, sobrar alguma energia, talvez pensem em militar pelo trabalhador. O grande nó na questão é que essas ideologias são prioritariamente de uma militância de classes médias urbanas que carregam um sentimento de superioridade civilizacional e moral. E se voltam justamente contra a cultura e ideologia das classes populares e dos mais pobres. Dizendo de maneira mais simples: o esquerdeiro típico é um sujeito de classe média que tem como principal opositor político o pobre. O identitarismo de esquerda se enquadra em um conflito de classes; no caso, de uma guerra declarada do pequeno burguês contra as camadas populares. O pequeno burguês é, em geral, um deslocado da hierarquia social. Ele não quer ser confundido com o pobre, e no entanto não tem patrimônio suficiente para evitar a confusão. Daí a criação de traços diacríticos, um dos quais é a adesão à missão civilizatória esquerdeira. Ele precisa provar que não acredita nos valores, não partilha a cultura, não tem a mentalidade daquela massa de "burros", daquela "gente atrasada" com a qual compartilha os principais espaços públicos. O principal terreno de socialização do esquerdeiro é a universidade pública. O filho da classe média chega na instituição de ensino superior sustentada com o dinheiro dos pobres e, em um processo de diferenciação social e ideológica, se torna portador de verdades universais e da suprema função de juiz da história. O esquerdeiro é um "bully" da classe trabalhadora, um fenômeno de pseudo-intelectualidade e de problema com a própria identidade e origem social que se espalha e difunde por outras dimensões da vida: ressentimento contra a própria identidade sexual, racial, étnica, nacional etc. Evidente que este trabalhador que odeia a si mesmo, e por tabela todos os demais, é pau pra toda obra da elite financeira, que aproveita seu divisionismo justamente para impossibilitar qualquer coesão política das camadas populares, seja em torno de pautas nacionais, seja em torno de pautas trabalhistas. Não à toa Armínio Fraga podia se dizer da "verdadeira esquerda" enquanto defendia fanaticamente o rentismo. O ódio das postagens esquerdeiras é, portanto, muito natural. Nada mais típico, na verdade. O pobre não quer ser salvo pelo juiz da humanidade, o esquerdeiro; nada mais justo, pensa o militante, que seja condenado ao pior dos infernos por estes pequenos monarcas. O esquerdeiro é a expressão última da rebelião das massas que espantava Ortega y Gasset, Mannheim e outros.
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Mil vezes pior do que Lula (que já é péssimo) é o seu eleitor urbano. Abastado, arrogante, lunático, agressivo e insuportável. Cada um deles é tudo aquilo que acusa a "classe média" de ser, mas, de quatro em quatro anos, vota 13 para aliviar a culpa. Ninguém merece tanto ver a última eleição do seu objeto de fetiche político terminar em derrota quanto eles.
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Agora é descobrir como o PL vai conseguir entregar a presidência das duas casas a algum paraíba com 20 mil votos. Articulação feita com o esfíncter.
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falem mais mal dos ubers ai zoem mais o cidadão que abre CNPJ pra tentar empreender desdenhem dos vendedores ambulantes só pq declararam voto no flavio menosprezem e tratem como cidadão de segunda classe o "pobre de direita" CADÊ RAPAZIADA AQUELE ÂNIMO QUE VCS ESTAVAM BORA
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As dificuldades de Lula nessa eleição são a demonstração mais cabal do colapso da Nova República. Soltaram o sapo do xilindró pra que ele fosse uma espécie de Macron brasileiro e evitasse a continuidade de Bolsonaro no poder. Depois usaram a tentativa de golpe para colocar o ex-Presidente e seu círculo mais próximo na cadeia, permitindo que Alexandre de Moraes calasse a oposição ao regime com o Inquérito das Fake News. A Nova República tentava se refundar repaginando o discurso dos anos 1980 de "união nacional" contra o "golpismo militar". A narrativa é mambembe, o mais importante, no entanto, é que a eleição atual mostra que ela naufragou. Ninguém acredita em Democracia Militante, o STF virou alvo de vez, Lula não se mostrou capaz de tapar os buracos da legitimidade do sistema, e um filho 'sem sal' de Bolsonaro ameaça o lulopetismo mesmo com a proibição do pai divulgar um bilhetinho sequer a seu favor. Se o povo estivesse nas ruas, a Nova República cairia no dia seguinte. Seus fundamentos estão apodrecidos, seus "mitos" desacreditados, seu artífices são hoje a cara do fracasso. Ela só estica a corda porque a geração septuagenária que a construiu não quer largar o osso. Mas o fim é inevitável. Resta saber o modo como vai acontecer.
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O Brasil chegou num ponto entre ter que escolher tudo isso que está aí (que é péssimo em longo prazo) e a alerjzação do país. Realmente um triunfo do nosso experimento democrático.
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The absolute worst thing about opening this app is spotting a banger tweet for 0.2 seconds before the feed auto-refreshes and sends it straight into the void. Gone forever.
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adria arjona 🎥
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