Médico Intensivista (CRM DF 28210 / RQE 24929) Instagram: matheusalves.dr e https://xitter.cf/t.co/Jgv2cG2MHA

Brasília, Brasil
Joined October 2017
Bora aproveitar o embalo de lançamento do Surviving Sepsis 2026 e entender um pouco mais a fundo sobre a fisiologia da ressuscitação volêmica inicial no paciente séptico? O que eu vou explorar aqui é a base para compreender o que acontece a beira leito. Segue o fio 🧶
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Matheus Alves retweeted
As duas principais bandeiras da direita são responsabilidade fiscal e segurança. Na parte fiscal o Flávio tá prometendo gastar mais que o Lula. Na parte da segurança, os caras são aliados da bandidagem do Rio de Janeiro. Cai quem quer.
Esse vídeo é pro Brasil todo!!!! O PL do Rio se entregou pro crime organizado! Não acreditem! Eles são os responsáveis pelo que está acontecendo aqui! 5 secretários presos por ligações com o crime organizado. E 3 dos vagabundos ainda estão presos. E vc? Vai cair na conversa deles? Pensa! Usa sua racionalidade! Eu vou de @lulaoficial no domingo. Ele sim prendeu vagabundo!
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Quem se considera conservador no sentido clássico, burkeano, e não apenas um fiscal da moralidade alheia, deveria considerar seriamente votar em Lula, e não em Flávio Bolsonaro. Conservadorismo pressupõe prudência, respeito às instituições e aversão a aventuras políticas.
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Flávio representa justamente o que um conservador deveria temer: incerteza institucional, ausência de experiência executiva e não tem um projeto consistente de país. Sua principal bandeira parece ser a defesa do próprio pai. É uma aposta de alto risco.
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Lula tem inúmeros defeitos, mas é um governante conhecido, com trajetória administrativa e atuação dentro das instituições democráticas. Entre preservar uma ordem imperfeita e apostar numa aventura de consequências imprevisíveis, o conservadorismo recomenda a primeira opção.
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1/3 Nem Lula nem Flávio Bolsonaro apresentam uma agenda clara para enfrentar nossa estagnação. Desde 2002, entre 16 países latino-americanos, o Brasil ficou em 15º no crescimento do PIB per capita, 12º na produtividade e 10º na redução da pobreza. Isso é uma tragédia.
How has Brazil performed compared to the rest of Latin America since 2002? Out of 16 countries, Brazil ranks: 10th in poverty reduction 12th in labor productivity growth 15th in real GDP per capita growth
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2/3 Enquanto Peru, Panamá e Costa Rica avançaram significativamente, a produtividade brasileira cresceu apenas 25% em 23 anos. Sem ganhos de produtividade, não há crescimento sustentado dos salários reais nem melhora duradoura do padrão de vida.
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3/3 O Brasil precisa de uma agenda séria de produtividade: reforma fiscal, revisão de gastos tributários, infraestrutura, educação e maior integração comercial. Discutimos incessantemente como distribuir riqueza, mas quase nada sobre como aumentar nossa capacidade de produzi-la.
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As poucas propostas econômicas de Flávio Bolsonaro são de uma pobreza constrangedora. Não há um plano consistente para enfrentar o desequilíbrio fiscal, reformar a previdência ou elevar a produtividade. Sobram slogans e improvisos. Completamente perdido!
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Pergunta sobre produtividade estagnada há décadas no debate da Band Lula: “Nova Indústria Brasil vai catapultar aumento da produtividade” (NIB foi um fracasso monumental) Flávio: “Vamos integrar o cidadão na internet e a Caixa vai ser o banco da prosperidade.” Estamos fodidos.
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Matheus Alves retweeted
Outra coisa que eu lembro é que a Selic foi irresponsavelmente a 2% e um monte de gente “entendida” ignorou a taxa de juros futuros e achou que ficaria para sempre ali Lembro também que graças a isso a dívida pública foi estabilizada (porque na mesma época a inflação chegou a 2 dígitos) Esses detalhes do “ajuste de Guedes” o pessoal que “não cai em papo” (mas já está caindo na tal Posto Ipiranga 2) não vai te contar, mas eu que to aqui desde Dilma I aguardando ajuste fiscal crível me lembro
Alguém lembra qual era a taxa de juros no final do governo Bolsonaro, em dezembro de 2022? A mesma de hoje, 13,75%.
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1/3 A esquerda, corretamente, defende cotas para corrigir injustiças enquanto combatemos suas causas estruturais. Mas, quando um adolescente estupra e mata, alguns só falam em educação e prevenção. E quem já cometeu o crime? A vítima e a sociedade não merecem justiça?
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2/3 Hoje, um jovem de 17 anos que estupra e mata uma mulher pode ficar internado por, no máximo, 3 anos. Defender a redução da maioridade penal para crimes hediondos não é extremismo. É questionar a proporcionalidade da punição diante de crimes de extrema gravidade.
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3/3 Educação e prevenção são essenciais, mas não substituem responsabilização. Justiça também exige proporcionalidade. Chamar qualquer proposta de punição mais rigorosa de “punitivismo” é fugir do debate e ignorar as vítimas.
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1/4 Sejamos francos: Flávio Bolsonaro não tem um projeto de país. Sua prioridade é resolver os problemas judiciais do pai, não enfrentar os desafios do Brasil. Até agora, sua candidatura oferece muito mais lealdade familiar e disputas ideológicas do que propostas concretas.
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3/4 Também não tem uma agenda para enfrentar a baixa produtividade brasileira. Onde estão as propostas para melhorar a educação, a infraestrutura, o ambiente de negócios e a eficiência do Estado? Sem ganhos de produtividade, não haverá crescimento sustentado da renda.
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4/4 Na política externa, tudo indica um alinhamento subserviente a Trump, em vez de pragmatismo. No fim, falta uma visão de país. O Brasil precisa de reformas estruturais, não de um governo cuja principal razão de existir parece ser a defesa de uma família.
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1/3 Ser liberal não significa defender qualquer redução ou perdão de impostos. O liberalismo defende isonomia, segurança jurídica, concorrência e regras previsíveis. Perdoar seletivamente dívidas tributárias pode contrariar todos esses princípios.
Se eras tão liberal por que estás puto com o governo perdoando imposto de MEI?
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2/3 Anistias tributárias recorrentes geram risco moral: premiam a inadimplência, penalizam quem pagou corretamente e criam incentivos para que contribuintes deixem de cumprir suas obrigações, esperando novos perdões. Isso distorce a concorrência e enfraquece as instituições.
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3/3 Há uma diferença enorme entre reduzir impostos estruturalmente e conceder perdões seletivos. O liberalismo não defende privilégios fiscais. O problema não é pagar menos impostos, mas criar regras diferentes para quem cumpre e quem descumpre suas obrigações.
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