madonna is better than your fav.

white pine bay
Joined August 2020
They hate gay men because they want to be gay men 🥱
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matthieu ⚣ retweeted
É frustrante de ser da esquerda não-petista. Vc passa 4 anos avisando q vai dar merda. Eles ignoram e debocham. DÁ MERDA. Eles ficam surpresos e concluem q é culpa sua. Vc pede mudança. Continuam fazendo o mesmo. Vc avisa q vai dar merda. Eles ignoram e debocham de vc.
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KKKKKKKKKKK vamos resignificar, mas só as ofensas homofóbicas, as "transfóbicas" não pode
Replying to @baixinhorabudox
traveco é pejorativo, devido ai sufico -eco, normalmente é de uso transfobico existe travesti, que é identidade transfeminina, o que é uma identidade trans, mas nem todo trans é uma travesti Mas a correlação das duas coisas não condiz com meu post
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matthieu ⚣ retweeted
cara tem mulher q tipo realmente n gosta de gay no sentido homofóbico msm ne
cara tem gay q tipo realmente n gosta de mulher no sentido misógino msm ne
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Aceitem a melhor abertura de ahs
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matthieu ⚣ retweeted
simplesmente amo o fato de que nós, homossexuais, desagradamos tanto os heterossexuais quanto os bissexuais, porque eles acham radical demais a ideia de sermos exclusivamente atraídos pelo mesmo sexo não acham irônico que justamente as sexualidades que incluem atração pelo sexo oposto queiram tanto nos converter? e, pra converter, eles vão inventar terapias, crenças, ideologias e identidades de gênero
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jk rowling é a maior defensora dos gays e lésbicas do mundo
This quoted post is unavailable.
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e tu ta chupando o que caralho? kkkkkkkkk ÓRGÃOS SEXUAIS ou tu fica chupando esteriotipo de gênero? tá chupando batom e salto alto e achando que é sexo?
Acho interessante os comentários desse post As pessoas realmente resumem sexo ao órgão genital Pra mim, sexo é eu chupar alguém gostoso e dar prazer pra pessoa, etc Tantas dinâmicas possiveis Mas pra essa glr sexo depende do órgão genital? Kkkkkkkk oxi q sem graça fia, eu hein
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matthieu ⚣ retweeted
FRANKITO, O CURIOSO | x.gd/Y4rnS É plausível considerar que a expectativa de vida das pessoas trans seja mais baixa em comparação com a população em geral, mas não é a metade
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Ahora resulta q la orientación SEXUAL no es puramente SEXUAL
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O mundo revendo todos os protocolos de gênero de afirmação, e o Brasil como? Usando falsa estatística para hormonizar crianças, destruir direitos baseados no sexo das mulheres e homossexuais, e coagir judicialmente críticos desse protocolo de afirmação. Somos o país do atraso!
Confirmed. Only transgender clinic in Wales cancels all operations over safety concerns. thetimes.com/uk/healthcare/a…
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Voltaram para a época da coerção social contra homossexuais. A criatividade desse povo pra obrigar lésbicas a terem contato s3xu4l com machos.
Vcs resumem gênero e sexualidade a genitália e isso é bem nojento, quer dizer que se uma lésbica namorar uma mulher trans ela nunca vai poder chupar o pau dela porque a tornaria menos lésbica? O discurso de vcs é trans fóbico
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matthieu ⚣ retweeted
My position is that gender dysphoria is a real, painful condition and that for some adults, the only way they may feel able to resolve that inner conflict is transition. If that’s the road they choose I wish them long life and happiness and I would vigorously oppose any discrimination against them when it comes to employment, housing or voting rights. I do not believe children have the capacity to consent to treatments that may leave them infertile and, in some cases, anorgasmic. Multiple studies have shown that gender dysphoria in childhood and adolescence is not uncommon, for gay kids particularly, but it also occurs in, for example, straight girls who hate the idea of becoming women and sometimes, tragically, in children who’ve been abused. The available evidence shows that in the majority of cases, gender dysphoria resolves after the person has gone through adolescence. I am strongly opposed to the experimental treatment of blocking puberty in dysphoric children. I believe trans activists have behaved hugely unethically and irresponsibly in pretending that there is good evidence that these treatments are beneficial (there isn’t), that puberty blockers are completely reversible (there is a mounting body of evidence to suggest they aren’t) or that children are likely to kill themselves if denied blockers (there is no evidence to support this and suicide prevention charities warn against making such statements, due to the very real danger of suicide contagion.) Of course, not all trans-identified people are dysphoric. Erotic transvestism, also known as autogynephilia, (getting a sexual thrill out of dressing as/pretending to be a woman) has been around for a very long time. I believe lesbians are entitled to exclude straight, cross-dressing men from their dating pools without being accused of bigotry and worse (same goes for gay men with trans-identified women). It’s profoundly homophobic to attack gay people for being same-sex attracted. I don’t believe anyone, adult or child, is ‘born in the wrong body.’ That is an unfalsifiable, quasi-religious belief. A person may *feel* as if they’re in the wrong body, but humans cannot literally change sex. However they identify, men don’t belong in the single-sex spaces for which women fought so hard.
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matthieu ⚣ retweeted
Aja ♀️🇬🇧
@AjaTheEmpressAug 25
A heterosexual woman who thinks shes a man hits on a gay man. He isn't into it because he's gay. She calls him a "faggot" He's then slowly gaslight into thinking he should accept women in his dating pool. This is conversion therapy. Your gay kids aren't safe. This is trans.
Predatory women alert. They're trying to normalise it. Revolting.
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matthieu ⚣ retweeted
Replying to @dvidbrownie
mas ficar mendigando para ser aceito em sexualidade binária dá nisso, né? até pq existem os queer, pans e bis mas nb quer invalidar a sexualidade dos gays, das lésbicas e dos heteros. dissidentes qnt ao binarismo de gênero mas não ao sexual. que binariedade seletiva
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matthieu ⚣ retweeted
pelo visto gay não pode mais dizer que gosta de homem pq é transfobia
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matthieu ⚣ retweeted
Imagina perder o emprego e ser PRESO por questionar a presença do indivíduo abaixo em um banheiro FEMININO
Minta a meu respeito ou seja condenado. O caso do servidor da UFPB. Adripaulo Barros, servidor da UFPB há mais de 40 anos, foi condenado a um ano de reclusão por “transfobia” depois de um episódio envolvendo o uso do banheiro feminino da Universidade. Adripaulo ainda perdeu o cargo administrativo que exercia havia 13 anos. O MPF recorreu buscando aumentar a punição. De acordo com o MPF : "análise de conteúdo gravado em unidade de pen drive, elaborado por perito oficial da Polícia Civil, que transcreve com clareza as ofensas proferidas pelos réus, de natureza claramente racista e discriminatória, mídia original (pen drive) contendo os registros das falas ofensivas". Ao ler isso, você pode se perguntar: que ofensas racistas e discriminatórias Adripaulo e a funcionária da limpeza fizeram? Vejam só: • I-2 (vítima): "Eu sou uma pessoa trans." • I-3 (Luis Adripaulo): "Mas mulher você não é." • I-2 (vítima): "Sou uma mulher." • I-3 (Luis Adripaulo): "Não, você é trans." • I-2 (vítima): "Você tá sendo transfóbico, você vai ser processado por isso, tá gravado, tá gravado." • I-3 (Luis Adripaulo): "Você é uma trans, mulher você não é." No trecho da denúncia do MPF: "Tais transcrições, juntamente com a informação de que (nome da faxineira) havia interpelado a vítima no banheiro feminino chamando-a de "moço", e a confirmação de que Luis Adripaulo (I-3) exigiu que a vítima comprovasse documentalmente sua condição de mulher, constituem elementos probatórios inequívocos dos atos de injúria qualificada e discriminação." De acordo com o MPF portanto, qualquer homem pode entrar no banheiro feminino, basta dizer que é mulher. Exigir qualquer comprovação seria um ato de injúria e discriminação. Para o MPF: Os atos praticados por (nome da faxineira) e Luis Adripaulo Mendes Barros - seja ao interpelar a vítima chamando-a de "homem" e impedindo-a de usa o banheiro feminino, ou ao afirmar que "mulher você não é", e que a presença da vítima representava "ameaça às outras mulheres" - demonstram inequivocamente a intenção de ofender a dignidade da vítima e praticar segregação em razão de sua identidade de gênero. Nós da MATRIA sustentamos com tranquilidade que sim, a entrada de um homem em um espaço exclusivo das mulheres representa ameaça, pois não existe garantia que esse homem não tenha má intenção. E, sabemos, a violência contra mulheres é majoritariamente masculina. O simples fato de um homem querer entrar num espaço que não foi feito para ele já é um desrespeito e levanta suspeitas. É plausível que se coloque em dúvida sua intenção. Além disso, a intenção subjetiva de quem entra não anula o efeito objetivo da sua entrada nesse espaço. Uma mulher trocando de roupa não sabe as intenções de quem adentra o espaço - ela só pode reagir ao fato de que uma pessoa com características físicas masculinas está ali. E seu constrangimento e medo são legítimos. Pedir documentação ou questionar o acesso - como fez Adripaulo e a faxineira - não é um ato de ódio ou humilhação: é a aplicação de um protocolo de verificação que qualquer instituição preocupada em administrar um espaço compartilhado teria de estabelecer. Tratar essa pergunta como crime é retirar de vez a proteção dos espaços das mulheres e meninas - exatamente o que os transativistas exigem e tentam impor a sociedade, sob o disfarce de “inclusão”. O testemunho do Reitor da UFPB à época é claro: não havia regulamentação específica sobre uso de banheiros por pessoas trans. A sentença afirmou, no entanto, que se não havia regulamentação à epoca, Adripaulo deveria advinhar que homens poderiam entrar no banheiro das mulheres. Note a estrutura: o juiz não diz "não havia dever de negar nem de permitir" (o que seria logicamente correto diante de um vácuo normativo). Ele diz que a ausência de norma eliminava apenas um dos dois deveres possíveis - o de negar - deixando implicitamente o dever de permitir. Isso é uma escolha interpretativa disfarçada de constatação factual. A decisão inverte a lógica necessária à proteção das mulheres: ao invés de prevenir a violação de espaços de vulnerabilidade e garantir a segurança do espaço, exige que as mulheres esperem que um crime aconteça para só então poder agir. Nesse cenário, ou as mulheres esperam caladas uma violação acontecer, ou correm o risco de sanção criminal por tentar preveni-la. Se o Judiciário decide que dizer a verdade sobre o sexo de alguém é passível de punição, então a verdade só sobrevive fora dos tribunais. Na nossa voz. Na nossa coragem. Na nossa recusa em repetir aquilo que sabemos não ser verdade.
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JK Rowling é uma heroína que será cada vez mais inocentada pelo tempo e urge que surja uma no 🇧🇷 Esse tópico ferve no 🇬🇧 pq o 🇬🇧 foi feito de laboratório e hoje é o mais avançado exemplar do transativismo na sociedade. Brasil segue atrás mas já revela sinais dos estágios finais
Minta a meu respeito ou seja condenado. O caso do servidor da UFPB. Adripaulo Barros, servidor da UFPB há mais de 40 anos, foi condenado a um ano de reclusão por “transfobia” depois de um episódio envolvendo o uso do banheiro feminino da Universidade. Adripaulo ainda perdeu o cargo administrativo que exercia havia 13 anos. O MPF recorreu buscando aumentar a punição. De acordo com o MPF : "análise de conteúdo gravado em unidade de pen drive, elaborado por perito oficial da Polícia Civil, que transcreve com clareza as ofensas proferidas pelos réus, de natureza claramente racista e discriminatória, mídia original (pen drive) contendo os registros das falas ofensivas". Ao ler isso, você pode se perguntar: que ofensas racistas e discriminatórias Adripaulo e a funcionária da limpeza fizeram? Vejam só: • I-2 (vítima): "Eu sou uma pessoa trans." • I-3 (Luis Adripaulo): "Mas mulher você não é." • I-2 (vítima): "Sou uma mulher." • I-3 (Luis Adripaulo): "Não, você é trans." • I-2 (vítima): "Você tá sendo transfóbico, você vai ser processado por isso, tá gravado, tá gravado." • I-3 (Luis Adripaulo): "Você é uma trans, mulher você não é." No trecho da denúncia do MPF: "Tais transcrições, juntamente com a informação de que (nome da faxineira) havia interpelado a vítima no banheiro feminino chamando-a de "moço", e a confirmação de que Luis Adripaulo (I-3) exigiu que a vítima comprovasse documentalmente sua condição de mulher, constituem elementos probatórios inequívocos dos atos de injúria qualificada e discriminação." De acordo com o MPF portanto, qualquer homem pode entrar no banheiro feminino, basta dizer que é mulher. Exigir qualquer comprovação seria um ato de injúria e discriminação. Para o MPF: Os atos praticados por (nome da faxineira) e Luis Adripaulo Mendes Barros - seja ao interpelar a vítima chamando-a de "homem" e impedindo-a de usa o banheiro feminino, ou ao afirmar que "mulher você não é", e que a presença da vítima representava "ameaça às outras mulheres" - demonstram inequivocamente a intenção de ofender a dignidade da vítima e praticar segregação em razão de sua identidade de gênero. Nós da MATRIA sustentamos com tranquilidade que sim, a entrada de um homem em um espaço exclusivo das mulheres representa ameaça, pois não existe garantia que esse homem não tenha má intenção. E, sabemos, a violência contra mulheres é majoritariamente masculina. O simples fato de um homem querer entrar num espaço que não foi feito para ele já é um desrespeito e levanta suspeitas. É plausível que se coloque em dúvida sua intenção. Além disso, a intenção subjetiva de quem entra não anula o efeito objetivo da sua entrada nesse espaço. Uma mulher trocando de roupa não sabe as intenções de quem adentra o espaço - ela só pode reagir ao fato de que uma pessoa com características físicas masculinas está ali. E seu constrangimento e medo são legítimos. Pedir documentação ou questionar o acesso - como fez Adripaulo e a faxineira - não é um ato de ódio ou humilhação: é a aplicação de um protocolo de verificação que qualquer instituição preocupada em administrar um espaço compartilhado teria de estabelecer. Tratar essa pergunta como crime é retirar de vez a proteção dos espaços das mulheres e meninas - exatamente o que os transativistas exigem e tentam impor a sociedade, sob o disfarce de “inclusão”. O testemunho do Reitor da UFPB à época é claro: não havia regulamentação específica sobre uso de banheiros por pessoas trans. A sentença afirmou, no entanto, que se não havia regulamentação à epoca, Adripaulo deveria advinhar que homens poderiam entrar no banheiro das mulheres. Note a estrutura: o juiz não diz "não havia dever de negar nem de permitir" (o que seria logicamente correto diante de um vácuo normativo). Ele diz que a ausência de norma eliminava apenas um dos dois deveres possíveis - o de negar - deixando implicitamente o dever de permitir. Isso é uma escolha interpretativa disfarçada de constatação factual. A decisão inverte a lógica necessária à proteção das mulheres: ao invés de prevenir a violação de espaços de vulnerabilidade e garantir a segurança do espaço, exige que as mulheres esperem que um crime aconteça para só então poder agir. Nesse cenário, ou as mulheres esperam caladas uma violação acontecer, ou correm o risco de sanção criminal por tentar preveni-la. Se o Judiciário decide que dizer a verdade sobre o sexo de alguém é passível de punição, então a verdade só sobrevive fora dos tribunais. Na nossa voz. Na nossa coragem. Na nossa recusa em repetir aquilo que sabemos não ser verdade.
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matthieu ⚣ retweeted
Essa aqui é a “mulher trans” responsável pela condenação de 1 ano de reclusão do Sr. Adripaulo e a perda do seu emprego em que estava há 13 anos. Uma trabalhadora dos serviços gerais, mãe de 3, também perdeu o emprego. Motivo? Informá-lo que estava no banheiro errado.
Minta a meu respeito ou seja condenado. O caso do servidor da UFPB. Adripaulo Barros, servidor da UFPB há mais de 40 anos, foi condenado a um ano de reclusão por “transfobia” depois de um episódio envolvendo o uso do banheiro feminino da Universidade. Adripaulo ainda perdeu o cargo administrativo que exercia havia 13 anos. O MPF recorreu buscando aumentar a punição. De acordo com o MPF : "análise de conteúdo gravado em unidade de pen drive, elaborado por perito oficial da Polícia Civil, que transcreve com clareza as ofensas proferidas pelos réus, de natureza claramente racista e discriminatória, mídia original (pen drive) contendo os registros das falas ofensivas". Ao ler isso, você pode se perguntar: que ofensas racistas e discriminatórias Adripaulo e a funcionária da limpeza fizeram? Vejam só: • I-2 (vítima): "Eu sou uma pessoa trans." • I-3 (Luis Adripaulo): "Mas mulher você não é." • I-2 (vítima): "Sou uma mulher." • I-3 (Luis Adripaulo): "Não, você é trans." • I-2 (vítima): "Você tá sendo transfóbico, você vai ser processado por isso, tá gravado, tá gravado." • I-3 (Luis Adripaulo): "Você é uma trans, mulher você não é." No trecho da denúncia do MPF: "Tais transcrições, juntamente com a informação de que (nome da faxineira) havia interpelado a vítima no banheiro feminino chamando-a de "moço", e a confirmação de que Luis Adripaulo (I-3) exigiu que a vítima comprovasse documentalmente sua condição de mulher, constituem elementos probatórios inequívocos dos atos de injúria qualificada e discriminação." De acordo com o MPF portanto, qualquer homem pode entrar no banheiro feminino, basta dizer que é mulher. Exigir qualquer comprovação seria um ato de injúria e discriminação. Para o MPF: Os atos praticados por (nome da faxineira) e Luis Adripaulo Mendes Barros - seja ao interpelar a vítima chamando-a de "homem" e impedindo-a de usa o banheiro feminino, ou ao afirmar que "mulher você não é", e que a presença da vítima representava "ameaça às outras mulheres" - demonstram inequivocamente a intenção de ofender a dignidade da vítima e praticar segregação em razão de sua identidade de gênero. Nós da MATRIA sustentamos com tranquilidade que sim, a entrada de um homem em um espaço exclusivo das mulheres representa ameaça, pois não existe garantia que esse homem não tenha má intenção. E, sabemos, a violência contra mulheres é majoritariamente masculina. O simples fato de um homem querer entrar num espaço que não foi feito para ele já é um desrespeito e levanta suspeitas. É plausível que se coloque em dúvida sua intenção. Além disso, a intenção subjetiva de quem entra não anula o efeito objetivo da sua entrada nesse espaço. Uma mulher trocando de roupa não sabe as intenções de quem adentra o espaço - ela só pode reagir ao fato de que uma pessoa com características físicas masculinas está ali. E seu constrangimento e medo são legítimos. Pedir documentação ou questionar o acesso - como fez Adripaulo e a faxineira - não é um ato de ódio ou humilhação: é a aplicação de um protocolo de verificação que qualquer instituição preocupada em administrar um espaço compartilhado teria de estabelecer. Tratar essa pergunta como crime é retirar de vez a proteção dos espaços das mulheres e meninas - exatamente o que os transativistas exigem e tentam impor a sociedade, sob o disfarce de “inclusão”. O testemunho do Reitor da UFPB à época é claro: não havia regulamentação específica sobre uso de banheiros por pessoas trans. A sentença afirmou, no entanto, que se não havia regulamentação à epoca, Adripaulo deveria advinhar que homens poderiam entrar no banheiro das mulheres. Note a estrutura: o juiz não diz "não havia dever de negar nem de permitir" (o que seria logicamente correto diante de um vácuo normativo). Ele diz que a ausência de norma eliminava apenas um dos dois deveres possíveis - o de negar - deixando implicitamente o dever de permitir. Isso é uma escolha interpretativa disfarçada de constatação factual. A decisão inverte a lógica necessária à proteção das mulheres: ao invés de prevenir a violação de espaços de vulnerabilidade e garantir a segurança do espaço, exige que as mulheres esperem que um crime aconteça para só então poder agir. Nesse cenário, ou as mulheres esperam caladas uma violação acontecer, ou correm o risco de sanção criminal por tentar preveni-la. Se o Judiciário decide que dizer a verdade sobre o sexo de alguém é passível de punição, então a verdade só sobrevive fora dos tribunais. Na nossa voz. Na nossa coragem. Na nossa recusa em repetir aquilo que sabemos não ser verdade.
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matthieu ⚣ retweeted
vocês esperam muito de uma pessoa que disse que projeto de lei e reuniões no parlamento não é política que muda a vida das pessoas, mas que a moda é sim extremamente política... kkkk
Trabalhei com a Erika Hilton em 2024. Ela era a líder da bancada do PSOL na Câmara. Eu, assessor na área de economia. Em 2024, algumas das pautas mais importantes do país foram votadas, como a segunda fase da Reforma Tributária e o fim do abono salarial para quem ganha mais de 1,5 salário mínimo (gravíssimo, pois impacta diretamente justamente quem sofre na escala 6x1). Durante toda a Reforma Tributária, por exemplo, nunca troquei uma palavra com a LÍDER da bancada sobre esses temas. Eu era o responsável pela pauta. Ela nunca estudou uma nota técnica sobre esse tema, nem sequer queria saber do que se tratava, quais eram as polêmicas, quais eram as possibilidades. Nunca participou de absolutamente nada. Total descaso com suas responsabilidades como líder. Não fazia a mínima ideia do que estava acontecendo no Congresso sobre esse e tantos outros assuntos FUNDAMENTAIS PARA A CLASSE TRABALHADORA. Na votação do fim do abono salarial para quem ganha mais de 1,5 salário mínimo (uma espécie de 14º salário para o trabalhador formal que está, em muitos casos, na escala 6x1), ela não fez ABSOLUTAMENTE NADA para reverter isso. É só olhar as redes sociais dela na época. É factual. E ela não era uma parlamentar qualquer. Era a LÍDER. A representante do partido, da bancada e de toda a militância. Eram outros parlamentares da bancada que assumiam responsabilidades que deveriam ser da líder. A construção de emendas e destaques, as reuniões e toda a articulação em torno dessas pautas ficavam a cargo de outros parlamentares. Eu nem tentava mais falar com ela. Era inacessível, uma verdadeira diva pop. Duvidam do que eu falo? Peguem, então, a participação dela nas notas taquigráficas e nos vídeos dessas votações históricas e importantes. Está lá. É factual. Tudo registrado. Vamos ver se estou mentindo. Ela é uma influencer de redes sociais brilhante e da mais alta importância, fundamental na luta contra a escala 6x1, mas é péssima como parlamentar. E repito: ser parlamentar não é o mesmo que ser influencer. Ser uma boa parlamentar é duríssimo. Tem que se dedicar, trabalhar, estudar, se preparar. Fazer muita coisa nos bastidores que não dá like, não tem glamour, mas é fundamental para a luta institucional. Podem me cancelar, mas certas coisas precisam ser ditas e debatidas. Todo mundo sempre teve medo de debater isso publicamente. Medo do cancelamento. Eu me incluo. Mas já tô de saco cheio de ler tanta inverdade sobre a atuação parlamentar dela. Digo isso como eleitor. É uma declaração pessoal, de minha inteira e exclusiva responsabilidade. NÓS temos todo o direito de cobrar parlamentares e políticos.
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