Colunista e repórter especial no Valor Econômico

Brasilia, DF
Joined July 2009
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Muito feliz por estar entre os 50 mais admirados jornalistas de economia, acompanhada por muita gente que admiro! Gratidão enorme pelos votos!
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Ainda que não seja com um ministro da Fazenda de histórico fiscalista, Lula precisa daralgum sinal ao mercado, avalia-se nos bastidores da equipe econômica. Conquistar a Faria Lima é algo que o entorno de Lula considera missão impossível. A euforia que tomou conta dos mercados neste pós-eleição mostra duas coisas, interpretam integrantes do governo: que existe por lá uma clara opção política em favor de Flávio Bolsonaro e que dólar, juros e bolsa não refletem apenas os fundamentos da economia. Ainda assim, comenta-se que Lula precisa dar um sinal em direção ao ajuste fiscal. Por @luaiko @valoreconomico Leitura hoje, @reztirps @mzoeramos @elrojodelPI @leva2por1 @TucaPinheiroDF @elida_graziane @MarcelloBrito @elrojodelPI @Seneguini @VJacobergerL @tiagobarbosa_
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Replying to @Josie_Melo
obrigada!
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Feliz por estar no segundo turno do @JornalistaseCia! Aqui o link para votação: pesquisa.portaldosjornalista…
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Queremos expandir a fronteira agrícola? Se não isso, o quê?
Estima-se que a Ferrogrão reduzirá em 20% o frete médio das cargas em Mato Grosso e em até 35% o custo do transporte nas regiões mais próximas da linha. O investimento está estimado em R$ 20 bilhões no ativo fixo, e R$ 33 bilhões se for considerado também o “sustaining", uma espécie de reserva para manter a operação do negócio nos primeiros anos. A Taxa Interna de Retorno da Ferrogrão foi calculada em 14,4% — patamar considerado elevada, porque considera também que o projeto envolve riscos. Seus defensores registram interesse de investidores canadenses, chineses, árabes e americanos, que entrariam associados a algum operador logístico ou grupo nacional. Oconflito entre a preservação ambiental e a expansão da fronteira agrícola remete ao debate sobre qual país o Brasil quer ser nos próximos anos. Hoje, é uma potência exportadora de commodities, cujo volume de embarques aumentará 300% nos próximos 15 anos. Se o caminho continuará sendo este, é bom considerar que a demora em expandir a infraestrutura joga e jogará contra a competitividade dos produtos brasileiros. Por @luaiko @valoreconomico Recomendo a leitura @jrfariajr @EconomicsArtBRL @simonetebetbr @reztirps @IFIBrasil @CDPP_SP @RobertoElleryJr @andrefran
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Replying to @Josie_Melo
obrigada!
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Fintechs eram a "fratura exposta" da lavagem de dinheiro, disse uma fonte. Mas o grosso da legalização do dinheiro sujo se dá em empresas do setor de combustível e no contrabando, que foram alvos de operações posteriores. No caso do setor de combustíveis, a Carbono Oculto foi desdobrada na Cadeia de Carbono, na qual foram apreendidas cargas inteiras de navios petroleiros, e a Poço de Lobato, que mirou o maior devedor contumaz do país, segundo a Receita Federal. Não cita nome, mas o alvo foi a Refit. A própria lei que tipifica o devedor contumaz é efeito da Carbono Oculto. A matéria, que estava parada havia anos, foi aprovada pelo Senado poucos dias depois da operação. Em um ano, muito se avançou no cerco ao dinheiro do crime. Dificilmente todas as brechas serão fechadas, mas essa linha de ação deveria ser reforçada como uma política de Estado. @luaiko coluna @valoreconomico
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Replying to @Josie_Melo
Obrigada pelo compartilhamento!
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No ano que vem, a Receita receberá dados de operações de brasileiros com cripto no exterior e as listas dos donos de dinheiro nos fundos. Tem tudo para ser uma pancada na lavagem de dinheiro. Vai acontecer? Minha coluna no @valoreconomico valor.globo.com/brasil/colun…
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Replying to @rvitoria
Certeira como sempre!
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Reforma tributária prometeu simplificar, mas estão desenvolvendo dois sistemas para o IVA. Fusão de impostos não entrou na mente da burocracia. Parceria com @giordannaneves e @j_santana06 valor.globo.com/legislacao/n…
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Contas públicas: Crescimento real indica que endurecer regra para gasto obrigatório teria efeito limitado. Segundo dados disponibilizados pelo Tesouro Nacional nos Relatórios Resumidos da Execução Orçamentária (RREO), na comparação entre 2024 e 2025, apenas o valor do piso constitucional da Saúde ficou abaixo do teto de 2,5%, com alta real de 1,79%. No mesmo período, o piso da Educação avançou 7,82%. Em ambos os anos, porém, a União cumpriu a aplicação acima do mínimo constitucional exigido. Os dados levantados foram atualizados a preços de 2026. A economista-chefe do @interbr, @rvitoria, avalia que uma redução no limite de crescimento das despesas contribui, sem dúvida, para o ajuste fiscal, mas diz que o mais importante é cumprir o teto de gastos. "Nos últimos quatro anos, a despesa cresceu cerca de 5% ao ano, bem acima do limite. A aplicação deveria ser feita nas despesas vin-culadas também, além do reajuste dos benefícios da previdência incluindo o BPC. E o governo precisa ter mais disciplina e evitar a abertura de crédito extraordinário. Despesas extras devem ser alocadas dentro do Orçamento", diz. Por @giordannaneves e @luaiko @valoreconomico
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Replying to @Josie_Melo
Obrigada!
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