Diferente da reta final do 1º turno, agora as ruas e as redes estão cheias de esperança e luta. A virada nunca esteve tão próxima e tão possível. Lula vai virar!
Quem acredita, reage a esse tweet.
Argentina toma um gol, 2 minutos depois o VAR chama o árbitro e expulsa um jogador da Suíça.
Nem disfarçam mais.
O fato é que a Igreja Católica é hoje a última trincheira para impedir que o Brasil se torne uma república fundamentalista pentecostal. Gostem vocês ou não.
Cada traslado custa, em média, R$250 mil. Se tivermos 1000 brasileiros morrendo no exterior, o custo de traslado seria de R$250 milhões.
Sabe o que o Senador Romário poderia propor? Que todo brasileiro que for para o exterior contrate um seguro de viagem obrigatório.
A cada quatro anos, temos o pior Congresso da história. E a única certeza que o brasileiro tem é que a cada eleição ele fica pior.
A conquista de um brasileiro sempre é mais sofrida e difícil que a conquista de um americano ou um europeu. Além da barreira linguística, há uma tendência ao menosprezo ao Sul Global. A vitória de Fernanda Torres é, por isso mesmo, histórica!
O neopentecostalismo é o maior testemunho anticristão da atualidade. Não tem Evangelho, falta Jesus e sobra picaretagem.
Por muito menos Cristo expulsou os vendilhões do Templo.
Praticamente toda pauta política é também uma pauta identitária. Seja a dos progressistas ou a dos conservadores.
Dito isso, é preciso reconhecer que há excessos no nosso campo. São criados espantalhos morais que cumprem muito mais uma agenda própria, do que uma agenda coletiva. Quantas vezes você viu pessoas que depois de descobrirem a força da internet, usando pautas coletivas para se autopromover de forma individualista e em prejuízo de toda uma pauta?
Certamente você já se deparou com algum indivíduo ou algum grupo que faz da cultura do cancelamento o seu ganha pão. E não por preocupação com o fim das opressões, mas porque descobriram uma forma de chamar atenção e ganhar dinheiro. Muito dinheiro. Eu conheço várias. E isso tá cada vez mais evidente.
As táticas de interdição de debate com a banalização do "fascismo", "racismo", "machismo", "homofobia" com aquilo que se discorda chegou num nível de esgotamento, que esses termos perderam a gravidade das práticas que denunciam. Se tudo é fascismo, nada é fascismo.
O homem médio (e a mulher, também, tem que deixar claro, se não corre-se o risco de estar sendo machista/misógino/patriarcal), já não tem mais paciência para esses debates. O individualismo venceu, e, diga-se de passagem, com ajuda de parcela da esquerda.
É triste ver que lutas nobres estejam cada vez mais banalizadas e com menos apelo, inclusive com os próprios destinatários. Mulheres antifeministas, negros contra as cotas, trabalhadores contra direitos trabalhistas. É super comum e cresce ao montão.
Enquanto isso, uns poucos que se beneficiam desse sistema enchem os bolsos de dinheiro. Criam polêmicas e cancelamentos, conseguem chamar atenção da opinião pública e quando a poeira abaixa, vão lá oferecer uma reabilitação da imagem pública que ajudaram a destruir. E de quebra vendem seus cursos, seus livros, suas palestras e são celebrados como referências. Qualquer semelhança com coaches é mera coincidência.
A esquerda e os setores progressistas passam por uma crise profunda, no Brasil e no mundo. É preciso se olhar no espelho. É preciso cutucar as próprias feridas. Essa não é a única causa, mas é preciso reconhecer que ninguém muda com esse tipo de abordagem acusatória e oportunista.
É preciso reconhecer que isso existe e tem feito muito mal ao nosso campo. E não apenas em termos político-eleitorais. É um mal-estar ético, de coerência, que nos impede de dialogar, de entender as preocupações das pessoas, de criar consensos mínimos e de poder, então, semear sonhos e esperanças nas mentes e corações.
Não dá para acusar o autoritarismo de Bolsonaro e, ao mesmo tempo, passar pano para o que Maduro está fazendo na Venezuela. Ou a democracia é um valor a ser defendido, ou se admite que há ditaduras e autocracias do bem.
Eu nunca vi uma noite tão insuportavelmente quente e abafada como hoje no Rio de Janeiro. A sensação era de sufocamento com tanto calor.
O fim dos tempos chegou?
Mulheres, me tirem uma dúvida? O amigo do seu ex deu em cima de você depois que vocês terminaram?
É pro meu tcc.
Tenho um amigo que se tornou “melhor amigo” de uma pessoa. Vivia colocando essa pessoa no pedestal. Chamava de irmão, isso e aquilo. Eu, que era amigo dele há mais tempo, as vezes me sentia preterido. Até que um dia esse amigo me confidenciou uma coisa que eu fiquei de queixo caído.
Esse amigo dele tinha uma namorada. Os dois se amavam demais, só que eles brigavam demais. Até que um dia o casal se separou. O meu amigo virou o ombro amigo do amigo dele. Ouvia tudo, dava conselhos, tava sempre pronto pra ajudar. Até que um dia esse meu amigo me confessou que tava pegando a ex-namorada desse amigão dele. Eu perguntei se ele ia contar pra ele e ele me disse: tá maluco? Se eu contar ele nunca mais fala comigo.
Nesse dia eu entendi na prática que nem todo mundo que se diz amigo, é amigo de verdade.
Não foi burrice, é método. E talvez isso explique como Tarcísio conseguiu vender a imagem de ministro técnico (e não ideológico) durante o governo Bolsonaro.
A direita sempre acusou o MEC de fazer uma doutrinação comunista nas escolas, de ser contra a família e dos livros serem enviesados, não ensinando o que deveria ser ensinado. Com essa medida, Tarcísio contribui para criar mais um espantalho: os livros didáticos.
É estranho envelhecer e não sentir que tenho a idade que tenho. Lembro de coisas que aconteceram há muitos anos como se fossem ontem. E quando vejo a idade que tenho, custo a acreditar que realmente já cheguei nessa idade. Vocês também sentem isso?
Precisamos lidar com o fato que colocar jovens na universidade não significa que terão bons empregos depois de formados. Há uma geração inteira formada e precarizada, constituindo exército de reserva. Diploma universitário já não significa muita coisa.
As mudanças na organização do trabalho, a revolução tecnológica, a crise econômica e tantos outros fatores estão tornando o mundo que conhecíamos obsoleto. Várias verdades do passado, já não têm o mesmo valor. Se há alguns anos ter um diploma e ser “doutor” era sinal de estar com a vida ganha, hoje em dia, em diversas profissões, não é mais, mesmo nas mais tradicionais.
É um erro continuar vendendo essa história para os mais jovens. Claro que a educação precisa ser valorizada. E, por consequência, as universidades, sobretudo as públicas. Mas quem está começando a vida acadêmica precisa saber da realidade. E no Brasil, é super comum encontrarmos advogados, engenheiros e administradores trabalhando como Uber. Ou Psicólogos e professores como atendentes, cabeleireiros ou doceiros.
Nada contra nenhuma profissão, mas para várias dessas, não é preciso uma faculdade. Faculdade que custa tempo, dinheiro, energia, saúde mental e lágrimas. Muitas lágrimas.
Os mais jovens precisam ser alertados. E o país precisa, de uma vez por todas, romper com a estagnação econômica e criar mais empregos e com melhores remuneração.



