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'Quando a opinião geral apoia sistemas económicos erróneos e prejudiciais durante longos períodos, causa inexoravelmente uma catástrofe."
Ludwig von Mises.
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Recebi cerca de U$30 (~R$150) do @X nesse último mês.
Farei um PIX nesse valor para uma conta aleatória que me seguir e retwetar (repostar) esse post.
Divulgo aqui o PIX depois. Seleciono amanhã a tarde o vencedor.
Única ressalva, não pode ser apoiador da Esquerda. 😉
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"Apenas aos burocratas pode ocorrer a ideia de que o estabelecimento de novos escritórios, a promulgação de novos decretos e o aumento do número de funcionários públicos podem ser descritos como medidas positivas e benéficas."
Ludwig von Mises.
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BACK TO THE GAME!
Nosso querido @rsallesmma está de volta ao páreo para disputar a @Prefeitura_SP. E dessa vez com a benção de @jairbolsonaro!
Salles é o meu candidato. Curta e compartilhe se ele for o seu candidato tbém!
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A quantidade de arrobas para a compra de 1 hectare com pastagens em São Paulo deu um salto de 2,1 vezes. Saiu de 82,78@ em 2021 (menor quantidade), para 175,74@ em setembro de 2023 (maior quantidade).
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#fertilizante seguem com preços de estáveis a mais baixos no mercado doméstico brasileiro, com o estoques suportando a demanda e as revendas focadas nas entregas para as safras de verão>
No CFR BRZ, os preços tiveram algum aumento para os fosfatados e nitrogenados, com exceção da #ureia e o potássio segue mais parado que água de poço
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Javier Milei é entrevistado por Tucker Carlson e comenta sobre a inflação na Argentina. 🇺🇸🇦🇷🇧🇷
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A liberdade não é uma “política pública”
Uma das maiores derrotas do movimento intelectual pró-livre mercado foi permitir que suas idéias fossem categorizadas como sendo “opções de políticas públicas”. Tal concessão sugere que se deve deixar a cargo do estado — de seus gerentes e intelectuais pagos — decidir como, quando e onde a liberdade deve ser permitida. A implicação maior desse erro é fazer parecer com que a função da liberdade, da propriedade privada e dos incentivos de mercado é apenas permitir que haja um melhor gerenciamento da sociedade por parte do estado – ou seja, permitir que o regime funcione mais eficientemente.
Esse tipo de pensamento vem nos permeando há um bom tempo. Murray Rothbard, ainda nos anos 1950, observou que os economistas, mesmo aqueles favoráveis ao mercado, haviam se tornado especialistas em “como dar eficiência ao estado”. A diferença entre essa postura infeliz e aquela que utiliza uma retórica livre-mercadista para encobrir atrocidades estatais é mínima, sendo que esta última é certamente o objetivo final de todo o esquema.
Essa postura, por exemplo, foi o cerne da Revolução Reagan, que, em nome da liberdade, propôs cortes de impostos que na realidade visavam apenas aumentar as receitas do governo, como sugerido pela Curva de Laffer. Mas quem disse que o propósito da liberdade é garantir uma superabundância de fundos para o estado? E se esse aumento da receita não se concretizasse? Isso significaria que os cortes de impostos fracassaram? Até hoje, pessoas que se dizem defensoras resolutas do livre mercado seguem esse raciocínio: “Corte de impostos é bom porque, além de tudo, aumenta as receitas do estado!”
E, como já ficou mais do que claro, essa estratégia foi um desastre para a liberdade. As receitas dos governos em proporção ao PIB nunca foram tão grandes, assim como a sofisticação das maneiras de se recolhê-las. Ademais, hoje, quando o governo quer aumentar suas receitas, ele nem mais precisa se esconder sob esse manto oratório: ele simplesmente sai coletando mais receitas e encarcerando aquele que não se curvar. Tal foi o fracasso da “estratégia” acima.
Há vários outros exemplos atuais dessa horrenda concessão ao estado. Em alguns círculos “liberais”, as pessoas utilizam a palavra “privatização” não com o sentido de se retirar o governo de um aspecto particular da vida social e econômica, mas meramente com a intenção de terceirizar prioridades estatais para empresas privadas que possuam fortes conexões políticas.
Vouchers escolares e “privatização” da Previdência Social são os mais notórios exemplos em nível federal. Já em nível estadual e municipal, qualquer contrato governamental concedido, geralmente via propinas, a algum interesse privado é considerado “privatização”. Vemos isso quando se terceiriza serviços como coleta de lixo, saneamento básico, eletricidade e rodovias. Uma empresa privada ganha um monopólio concedido pelo estado e, daí pra frente, não mais precisa se preocupar com a concorrência. Um privilégio e tanto.
O que está em jogo é a própria concepção do papel da liberdade na vida econômica, política e social. Afinal, para nós, seria a liberdade apenas um recurso útil dentro da atual estrutura ou ela é uma alternativa genuína ao atual sistema político? Não se trata de uma simples contenda entre facções libertárias. O futuro do próprio livre mercado está em jogo.
São poucas as oportunidades de reforma que aparecem. E quando elas aparecerem, os libertários precisam estar à frente não apenas exigindo o serviço completo, como também alertando contra os perigos de certas concessões. O pior erro que nosso lado pode cometer é propagandear nossas idéias como sendo a melhor maneira de se obter os fins desejados pelo estado. Entretanto, foi exatamente essa abordagem — dizer que a economia de mercado é a melhor opção política dentre uma variedade de planos estatistas — que se tornou a dominante do nosso lado da cerca.
Pra começar, essa abordagem tipicamente leva a resultados infaustos no mundo real, como o fiasco da “desregulamentação”[*] do setor energético na Califórnia. Reformas parciais como essa podem gerar um sistema ainda pior do que o sistema que vigorava antes da reforma, além de acabar com a autoridade moral da livre iniciativa.
Outra observação contra reformas parciais foi feita por Ludwig von Mises:
"Há uma tendência inerente a todos os governos em não reconhecer qualquer limitação às suas operações e em ampliar a esfera de seu domínio o máximo possível. Controlar tudo, não deixar espaço para que nada aconteça fora da interferência das autoridades – esse é o objetivo ao qual todos os regentes secretamente aspiram."
A única maneira de fugir desse problema é batalhando para eliminar todo o envolvimento do estado na vida da sociedade e da economia. Sem isso, simplesmente não há como evitar a miséria, a submissão e a ineficiência.
O que ocorreu com a Polônia é um ótimo exemplo. Após o colapso do comunismo, houve uma explosão de entusiasmo pela idéia de se ter uma economia de mercado. Porém, a transição foi tão mal feita — leia-se “muito planejada” — que, já em 2002, o estaleiro da cidade de Estetino (Szczecin) foi renacionalizado após os operários terem ameaçado rebeliões violentas pelo fato de os bancos terem parado de financiar um empreendimento deficitário, o que fez com que os cheques parassem de entrar.
Essa foi a primeira de várias re-estatizações que viriam após o colapso do socialismo, empreendida em resposta ao que seria uma falência de rotina em uma economia de mercado. Após isso, o governo caiu nas mãos tanto de partidos abertamente de esquerda como de partidos socialmente conservadores e economicamente intervencionistas. Apenas em outubro de 2007, como conseqüência da estagnação econômica, um partido mais liberal ganhou as eleições para o parlamento. Isso vai impedir o retorno do socialismo? Em termos de política, é sempre um erro acreditar que o pior não pode acontecer.
Após 1989, a Polônia implantou uma série de reformas econômicas. Fábricas foram privatizadas. A maior parte das mais de 100.000 empresas municipais foi transferida para mãos privadas. A moeda foi estabilizada. Os preços foram liberados. O governo encorajou todos os tipos de empreendimentos. O resultado foi magnífico: investimentos estrangeiros abundantes e uma década de crescimento econômico respeitável.
Entretanto, assim como em outros países do Leste Europeu, a privatização estava longe de estar completa. As telecomunicações foram parcialmente privatizadas. O setor de saúde foi colocado em ordem, porém permaneceu em grande parte nas mãos do governo. Os sindicatos conseguiram manter enormes privilégios legais e não havia um mercado ativo que pudesse controlar as corporações. Os impostos continuaram muito altos (33 por cento). Um quarto da população ainda está empregada no setor público, conquanto recentemente haja uma tendência de queda.
Lamentavelmente, a Polônia não quis enxergar muito longe. A classe política quis utilizar os Estados Unidos e os países da Europa Ocidental como modelos, o que levou à instituição de uma vasta gama de impedimentos regulatórios sobre a livre iniciativa, incluindo leis antitruste, regulamentações sobre a saúde e sobre a segurança do trabalho, regulamentações ambientalistas e várias leis trabalhistas. É verdade que essas regulamentações ainda eram mais brandas que as de seus países-modelo, porém a Polônia não poderia se dar ao luxo de permitir esse absurdo após todo o empobrecimento trazido pelo comunismo.
Muitas fábricas grandes e poderosas jamais foram tocadas pela privatização, por medo de que elas simplesmente falissem caso tivessem de competir em um livre mercado. Caso houvesse essa hipótese, a única atitude certa seria permitir que elas quebrassem, pois é absurdo queimar dinheiro do contribuinte para subsidiar empresas economicamente inviáveis (exatamente o que o governo dos EUA está fazendo com as montadoras). No setor marítimo, o governo polonês se comprometeu a não deixar que fábricas ineficientes quebrassem caso não mais conseguissem se manter. Tudo por medo dos sindicatos.
Intervenções para salvar empresas insolventes são ruins em seus próprios termos. Elas, ao contrário do que se imagina, não ajudam a economia. Elas apenas postergam o dia em que a empresa necessariamente irá ou se tornar uma entidade estatal ou quebrar por completo.
Na Polônia, a raiz do problema estava na própria palavra “privatização”. Um significado peculiar foi dado a essa palavra: “privatização” passou a significar que tudo e todos continuariam exatamente como antes, exceto que o controle agora estaria em mãos privadas, e não mais nas mãos do governo. O socialismo é possível afinal, desde que seja gerido pela iniciativa privada!
A mesma confusão predomina nos países ocidentais. Ouvimos alguns “liberais” dizerem que se “privatizarmos” as escolas públicas por meio de vouchers ou por quaisquer outros expedientes, elas se tornarão mais baratas de serem geridas e a qualidade do ensino irá aumentar. Também nos dizem que se “privatizarmos” a Previdência Social, ela irá trazer maiores retornos aos aposentados. Em ambos os casos, os “libertários” estatistas estão simplesmente dizendo: “O socialismo é possível, desde que gerido pela iniciativa privada!”
Realmente, se o setor educacional estivesse completamente sob mãos privadas — o que significa, obviamente, a abolição de um Ministério da Educação e de seus currículos obrigatórios —, nada igual ao atual sistema continuaria existindo. A maioria dos atuais coordenadores não teria emprego no novo sistema escolar. As próprias escolas se tornariam centros varejistas. A educação seria radicalmente descentralizada e ofertada pela livre concorrência. Escolas surgiriam e desapareceriam. Os salários de alguns professores provavelmente despencariam. Ninguém iria ter o direito a uma educação fornecida pelo estado. O estado poderia até exigir alguns conteúdos curriculares ou até mesmo determinar resultados mínimos, mas não obteria resposta alguma.
Uma enorme variedade de alternativas passaria a existir, mas seria raro que, entre elas, existisse o atual sistema de megaescolas que mais se parecem contêineres que abrigam milhares de pessoas. É claro que não podemos saber de antemão como seria esse setor e nem qual forma ele tomaria no futuro. Mas é exatamente esse o ponto. A proposta dos vouchers e todos os outros esquemas de terceirização sequer dariam ao livre mercado a chance de mostrar sua superioridade. Eles apenas gerariam mais aumentos nos gastos públicos e mais garantias estatais a um sistema já amplamente socialista.
O mesmo se aplica para a Previdência Social. Aqueles que dizem querer sua privatização estão simplesmente defendendo um sistema que em nada difere do atual. Seu dinheiro ainda continuará sendo roubado pelo estado. As pensões ainda continuariam sendo garantidas pelo estado. Aliás, você poderia até acabar pagando mais: uma parcela para os atuais aposentados e outra para financiar a sua própria conta “privada”. A única diferença entre esses dois sistemas é que uma parte do dinheiro poderia passar a ser utilizada por empresas privadas, o que as tornaria dependentes de subsídios públicos.
Há uns cem anos, quem propusesse tal sistema seria imediatamente tachado de socialista. Hoje, esse mesmo indivíduo é considerado libertário e “especialista em políticas públicas”. Agora, se o que você quer é uma reforma genuína e de livre mercado, não chame isso de privatização. Tal método é uma fraude magnânima. Sob uma verdadeira reforma de livre mercado, ninguém seria pilhado e a ninguém seriam dadas quaisquer garantias estatais. Você, e apenas você, seria o responsável por seu sustento, não legando a mais ninguém esse encargo. O slogan deveria ser: parem o roubo!
Na Polônia, as enormes fábricas não deveriam ter sido “privatizadas”. O estado deveria ter simplesmente saído do controle delas, vendendo os ativos a quem pagasse mais ou entregando-os para os respectivos funcionários e gerentes, e permitindo que os novos proprietários fizessem o que melhor lhes aprouvesse. A única função do estado seria não criar obstruções à concorrência. No Ocidente, as escolas públicas e a Previdência Social não deveriam ser privatizadas; elas deveriam apenas ser abandonadas, permitindo a liberdade total de gerenciamento e escolha. Em outras palavras, instituições de mercado não deveriam ser utilizadas como ferramenta de “políticas públicas”; elas deveriam ser a realidade prática em uma sociedade livre.
Uma objeção frequentemente levantada a esse meu ponto é que medidas parciais ao menos nos levam para a direção correta. É verdade que mesmo um sistema parcialmente livre ainda é melhor do que um totalmente socialista. Contudo, vitórias parciais são completamente instáveis. Elas facilmente são revertidas para um estatismo completo. Se as escolas públicas e a Previdência fossem privatizadas seguindo-se os esquemas frequentemente propostos, o sistema poderia até se tornar menos livre do que atual, pois haveria a possibilidade de se incorrer em mais gastos públicos para cobrir os novos custos demandados pelos vouchers e pelas contas privadas.
Na última década — e mais do que nunca no atual momento — o capitalismo passou a ser visto como um mecanismo criado para permitir que setores insolventes e mal geridos possam continuar operando ineficientemente. É por isso que reformas de livre mercado nunca foram tão necessárias.
O livre mercado não é apenas um mecanismo de gerar lucros e produtividade. Ele não serve apenas para estimular a inovação e a concorrência. Fazer a transição do estatismo para a economia de mercado significa fazer uma revolução completa na vida econômica e política, saindo de um sistema em que o estado e seus grupos de interesse estão no controle e indo para um sistema em que o poder do estado não tem função alguma. A liberdade não é uma opção de política pública. Ela é a abolição de todas as políticas públicas. Já passou da hora de tomarmos o passo seguinte e exigir justamente isso.
Por Lew Rockwell - @lewrockwell
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[*] O governo da Califórnia impôs controles de preços no setor energético e criou mercados “artificiais” propícios para manipulações e para o descasamento entre oferta e demanda. Ao fixar preços abaixo dos preços de mercado, o estado limitou a lucratividade das companhias. E quando os custos da energia aumentaram, o congelamento de preços impediu que os produtores repassassem esse aumento aos consumidores. Além de ter impedido novos investimentos, esse congelamento de preços também desestimulou outras empresas de entrarem no mercado, o que geraria uma muito necessária concorrência.[N. do T.]
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Por que a maconha foi proibida? As verdadeiras razões são piores do que você pensa
Para entender como a cannabis se tornou tão estigmatizada, você tem que entender algo sobre uma planta que é muito semelhante à cannabis, mas diferente o suficiente para que sua ilegalidade seja absurda: o cânhamo.
Se eu lhe dissesse que hoje existe uma planta que pode ser cultivada em praticamente qualquer solo, pode prosperar sem o uso de pesticidas e pode ser cultivada com pouca manutenção, e que esta planta mágica pode ser usada em um grande número de necessidades e bens que usamos hoje, mas não estamos fazendo nada sobre isso, você pensaria: “Cara, você deve estar chapado ou sob efeito de alguma outra droga barata”?
Bem, eu não estou chapado e nem fico chapado, mas deixe-me dizer, há uma planta disponível agora que é frequentemente confundida com maconha, mas tem capacidades que estão além do que você poderia imaginar. É chamada cânhamo.
A primeira vista, o cânhamo se parece muito com a maconha e é tecnicamente da mesma família de plantas. Mas, ao contrário da maconha moderna, ele não contém nem de perto a quantidade de THC necessária para alguém ficar chapado se fumar. O engraçado é que o cânhamo é tão ilegal para o plantio quanto a maconha é. Mas como pode ser isso? Se não podemos ficar chapado com isso, então qual é o problema?
No passado, o cânhamo era usado para muitas coisas: roupas, carros, plásticos, materiais de construção, corda, papel, roupa de cama, comida, remédios e assim por diante. Na verdade, costumava ser obrigatório nos Estados Unidos que os agricultores cultivassem o cânhamo se tivessem terra. Você pode encontrar ainda mais sobre o cânhamo aqui.
O fato é que o cânhamo era muito popular durante os anos 1800 e 1900, porque era incrivelmente útil e fácil de cultivar, e seus produtos derivados eram bastante duradouros. Mas um dia tudo mudou; tornou-se ilegal e o mesmo aconteceu com a sua amiga cannabis (maconha). Como isso aconteceu?
A história
Durante a presidência de Hebert Hoover, Andrew Mellon tornou-se o Secretário do Tesouro de Hoover e principal investidor da Dupont. Ele nomeou seu futuro sobrinho, Harry J. Anslinger, para chefiar o Departamento Federal de Narcóticos e Drogas Perigosas.
Reuniões secretas foram realizadas por esses magnatas financeiros. O cânhamo foi declarado perigoso e uma ameaça para suas empresas de bilhões de dólares. Para sua dinastia permanecer intacta, o cânhamo tinha que desaparecer. Isso os levou a pegar uma obscura palavra de gíria mexicana – “maconha” – e colocá-la na consciência dos EUA. A razão pela qual eles mudaram o nome foi porque todos conheciam o cânhamo e como ele era incrível para o mundo. Eles nunca seriam capazes de passar a proibição do cânhamo, então usaram um nome que sabiam que ninguém reconheceria.
Não muito tempo depois desse plano ter sido implementado, a mídia começou uma explosão de “imprensa marrom” no final dos anos 1920 e 1930. A imprensa marrom é essencialmente o jornalismo onde as reportagens com títulos chamativos são colocadas na grande mídia para chamar a atenção, mas essas histórias não são bem pesquisadas ou têm fontes duvidosas. Elas são frequentemente usadas simplesmente para influenciar a opinião pública. Muitos jornais estavam bombando histórias enfatizando os horrores e perigos da maconha. A “ameaça” da maconha fez manchetes em toda parte. Os leitores aprenderam que ela era responsável por tudo, desde acidentes de carro até imoralidades, e não demorou muito para que a opinião pública começasse a se moldar.
Em seguida vieram vários filmes como Reefer Madness (1936), Marihuana: Assassin of Youth (1935) e Marihuana: The Devil’s Weed (1936), que eram todos filmes de propaganda projetados por esses industriais para criar um inimigo a partir da maconha. Reefer Madness foi possivelmente o mais interessante dos filmes, pois mostrava um homem enlouquecido de fumar maconha que depois assassina sua família com um machado. Com todos esses filmes, o objetivo era obter apoio público para que as leis anti-maconha pudessem ser aprovadas sem objeção.
Dê uma olhada nos seguintes atributos a respeito da maconha do The Burning Question, vulgo Reefer Madness:
- Um narcótico violento
- Atos de violência chocante
- Insanidade incurável
- Efeitos destruidores de alma
- Sob a influência da droga, ele matou toda a sua família com um machado
- Mais cruel, mais mortal até do que essas drogas que destroem a alma (heroína, cocaína), é a ameaça da maconha!
Ao contrário da maioria dos filmes com um final simples, Reefer Madness terminou com palavras em negrito na tela: DIGA A SEUS FILHOS.
Nos anos 1930, muitas coisas eram bem diferentes de hoje. A população não questionava as autoridades ou a mídia da maneira que fazemos agora, e eles não tinham ferramentas como a Internet para espalhar rapidamente informações e aprender sobre as coisas que estavam acontecendo. A maioria construiu suas opiniões e crenças através das notícias de jornais, rádio ou cinema. Como resultado (e graças à instrução explícita das principais notícias), muitas pessoas contaram aos filhos sobre a maconha. Assim, a opinião pública sobre esta planta foi formada.
Em 14 de abril de 1937, a Lei Tributária de Proibição da Maconha, o projeto de lei que proibiu o cânhamo, foi diretamente levado ao Comitê da Câmara Ways and Means. Simplificando, este comitê é o único que pode apresentar um projeto de lei ao plenário da Câmara sem que seja debatido por outros comitês. Na época, o presidente da Ways and Means era Robert Doughton, que era um partidário da Dupont. Com interesse próprio, ele garantiu que o projeto passaria no Congresso.
Em uma tentativa de impedir a aprovação da lei, o Dr. James Woodward, um médico e advogado, tentou testemunhar em nome da Associação Médica Americana. Ele mencionou que a razão pela qual a AMA não havia denunciado a Lei Tributária da Maconha mais cedo, era porque a Associação havia acabado de descobrir que a maconha era o cânhamo (ou pelo menos uma variedade dele).
Cânhamo e maconha são ambas variedades de Cannabis Sativa, mas essa distinção foi intencionalmente obscurecida do público. Como a lei não estava focada em proibir um ou outro, ambos entraram na proibição. A AMA reconheceu a cannabis/maconha como um remédio encontrado em numerosos produtos de cura vendidos que tinham sido usados há algum tempo. A AMA, como muitos outros, não percebeu que a ameaça mortal que eles estavam lendo na mídia era de fato cânhamo.
Em setembro de 1937, a proibição do cânhamo começou. O que era indiscutivelmente a planta mais útil conhecida pelo homem na época, pelo menos no Ocidente, tornou-se ilegal cultivar e usar: cannabis (maconha) e cânhamo, um costumava dar má fama ao outro, mesmo que na verdade nenhum deles merecesse ter um retrospecto negativo. Até hoje, esta planta ainda é ilegal para plantio nos Estados Unidos.
Para o público, o Congresso proibiu o cânhamo e a cannabis porque se dizia que era uma droga violenta e perigosa. Na realidade, o cânhamo não é nada além de um recurso incrível para praticamente qualquer indústria e qualquer produto, e a cannabis é e pode ser uma substância médica útil que, quando administrada corretamente, pode ter muitos benefícios. Mas também deve ser mencionado que a cannabis foi usada abusivamente ao longo dos anos e tem seus efeitos colaterais negativos. Essa é uma realidade que muitos na comunidade não querem admitir, mas precisa ser dito. Sabemos os efeitos que tem sobre os usuários regulares com menos de 25 anos, bem como o que o uso regular pesado pode fazer aos níveis de serotonina. mcgill.ca/newsroom/channels/…
Avançando para os dias de hoje, fica claro que estamos com alguns problemas quando nos referimos a como tratamos o meio ambiente. Os recursos e práticas que usamos hoje para gerar energia, bem como a criação de produtos, são muito prejudiciais e tóxicos não apenas para o nosso planeta, mas para nós mesmos. Apesar da consciência que existe sobre o cânhamo como uma opção para transformar a maneira como as coisas podem ser feitas neste planeta, os governos continuam proibindo esta planta, e ele ainda é muitas vezes confundido com a maconha devido à sua aparência similar.
Felizmente, muito mais progresso cultural e regulatório está sendo feito do lado da cannabis, não só para ilustrar o valor do medicamento, mas também para entender melhor seus perigos potenciais. Isso ajuda a descobrir a diferença entre fato e ficção para que possamos usar a planta de maneira responsável, aproveitando os benefícios dela.
Por Joe Martino
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💉Novo Protocolo de desintoxicação do Dr. @P_McCulloughMD pode ajudar você a recuperar a saúde em 90 dias.
Especialistas revelam 3 produtos poderosos que têm ajudado milhares a aliviar os impactos da proteína Spike após a vacinação.
#dbs #guerreirodaverdade
🧶Siga o fio....
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Os preços da ureia sofreram um aumento significativo nas últimas semanas. Em algumas regiões, os preços subiram mais de R$400 por tonelada em um período de três semanas. Agora, surge a dúvida: o que esperar para o segundo semestre?
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"O objetivo da prática política é manter a população alarmada (e, portanto, clamando para ser conduzida a um lugar seguro), ameaçando-a com uma série infindável de perigos, todos eles imaginários"
HL Mencken.
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🌱Os #fertilizantes continuam em queda, com exceção da #urea que teve alta semanal de 4,04%
O KCL é o insumo com a maior pressão neste momento, com queda semana de 3,75%, chegando aos portos brasileiros por ~U$ 360,20/ton já nacionalizado. Bom para a relação de troca com a #soja
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Uma lição que muitos comandantes militares e membros da classe política não aprenderam!
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A mudança ocorrida no mercado de fertilizantes nos últimos 12 meses é realmente muito interessante. Passamos de preços máximos no ano passado para buscar as mínimas dos últimos 8 anos no início de junho. Um exemplo disso é o Sulfato de Amônio, os preços atuais flertam com $150/t.
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