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O bullying vai salvar essa país, passou da hora de aloprar quem segue Nikolas, Pavanato, Campopiano
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Flávio Bolsonaro chegou em Miami.
Depois de receber milhões de um banqueiro corrupto, advogar para o assassino de uma criança, ensaiar uma tentativa de golpe, tomar uma lavada na eleição e dizer que não iria fugir, ele fugiu para a terra do Mickey.
Deixa para trás um pai moribundo na cadeia e 60 milhões de pessoas que por alguma motivo confiaram nele.
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bolsonaro lost to lula (and the people!) and suddenly needs to seek asylum in the united states to avoid answering for his crimes in brazil lol. the fascist-to-florida pipeline needs to be studied
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ja prende as duas aí por precaução
Flávio Bolsonaro tem duas filhas, de 14 e 12 anos.
Há apenas 72 horas, essas meninas viviam momentos de enorme expectativa, diante da possibilidade de ver o pai eleito presidente da República. Uma mudança que transformaria ainda mais suas vidas, já tão agitadas pela exposição política da família desde que eram pequenas.
Mas tudo aconteceu de maneira diferente. O pai perdeu a eleição e, de repente, elas se viram embarcando em um avião para Foz do Iguaçu.
Sem tempo para se despedir dos amigos, dos vizinhos, dos familiares ou da vida que conheciam, atravessaram a pé, durante a madrugada, uma estrada escura na região da fronteira, como personagens de um filme de terror, até chegar a outro país.
Depois de uma madrugada e uma manhã de enorme tensão, embarcaram novamente, agora rumo a um destino no exterior, possivelmente sem compreender completamente o que estava acontecendo.
Não tiveram sequer tempo para assimilar o resultado de uma eleição que imaginavam terminar com a consagração do pai e que acabou se transformando em uma fuga diante da possibilidade de prisão.
Na tentativa de escapar das consequências de seus próprios atos, Flávio expôs as filhas adolescentes a uma experiência traumática, cujas marcas podem acompanhá-las por muito tempo.
Neste momento, metade do Brasil se solidariza com ele, enquanto a outra metade ri, comemora e debocha.
Mas, no meio de toda essa disputa política, existem duas meninas que não escolheram nada disso e que podem carregar para sempre as consequências das decisões dos adultos.
É impossível não pensar nelas.
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José Donoso once wrote a book about a transgender woman in central Chile in 1960
The book ends with her being beaten to death in a field, without ever knowing HRT could be possible, cast aside by her family which was formed after being raped by a c1s woman
But sure go off I guess
Replying to @DoinkAltium
This show is so unapologetic and blunt. Saying the thing outloud, during what is possibly the worst time to be alive as a transgender person, is so so very important.
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q ditadura é essa q vcs não calam a porra da boca
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honestly a lot of problems in the world can be attributed to the existence of the united states
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“AGORA NÓS EMPRESÁRIOS VAMOS AUMENTAR AS TAXAS OS PREÇOS TUDOOO” mana você vende vestido canelado de dropshipping
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🚨 Estou acionando a Polícia Federal e pedindo a investigação da escalada da violência praticada por bolsonaristas contra quem eles pensam ser eleitores do presidente Lula.
Essa violência está crescendo desde o fim do 1° turno e agora ultrapassou todos os limites, certamente influenciada pelo golpismo de Flávio Bolsonaro, que se nega a reconhecer o resultado das urnas.
Em Rio Verde, no Goiás, a situação é escandalosa. Conforme indicam gravações e prints publicados nas redes, os bolsonaristas estão organizados em grupos de WhatsApp, perseguindo e MATANDO. Há, inclusive, AUTORIDADES da região dentro dos grupos de organização dos ataques.
Em Montes Claros, Minas Gerais, a vereadora Iara Pimentel, do PT, foi brutalmente atacada durante uma carreata pró-Lula no sábado.
Aqui no estado de São Paulo, o engenheiro Marcelo de Oliveira Rocha, de 30 anos, espancado após participar de um ato pró-Lula em Santos, teve a sua morte cerebral confirmada ontem.
Em Sorocaba, também em São Paulo, conforme a imprensa local, a Guarda Civil Municipal, comandada pelo bolsonarista tiktoker Rodrigo Manga, dispersou uma celebração de eleitores de Lula com violência, truculência, cassetetes, armamento pesado e gritando "vazem daqui, seus petistas".
Em Florianópolis, Santa Catarina, policiais militares foram flagrados pilotando uma viatura de forma caótica, invadindo uma pista em sentido contrário e atropelando deliberadamente um motoqueiro que carregava uma bandeira do presidente Lula.
Isso é muito grave. Os casos de violência estão acontecendo em todo o país, já superaram fronteiras estaduais, e há indícios que apontam que eles estão sendo organizados por meios digitais com participação de autoridades políticas e praticados nas ruas também por autoridades policiais.
Queremos que cada um dos casos de violência e cada um dos agressores sejam devidamente investigados e queremos uma investigação ampla que traga a resposta: existe algum comando ou uma ordem central incentivando, organizando e até mesmo financiando esses ataques? Queremos respostas da Polícia Federal, e queremos a PRISÃO dos agressores.



































