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Eu achei essa ideia MUITO legal, principalmente pra nos que estamos ainda em psicose politica e queremos continuar engajados nesses assuntos.
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BORA DIVULGAR INFORMAÇÃO? Em 2027, gasolina, diesel e gás de cozinha terão aumento de ICMS. E não adianta jogar essa conta no colo do Governo Federal. ICMS é imposto estadual.
Não erre o alvo na hora de cobrar. Compartilhe esses cards e cobre o governador do seu estado.
já tivemos essa conversa incessante em ordem.
na sua mesa entre amigos, talvez! mas ele está claramente alinhado com o que o cellbit quer para o personagem/plot.
(e nem achei que ele se isolou tanto quanto vocês estão fazendo parecer, tipo assim, eu acho que depende!)
gente voces sao tao desonestos
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Guia rápido (depois faço artigo sobre)
Engajar x combater
Para Wardle e Derakhshan (2017), a desordem informacional não se resume à falsidade do conteúdo, ela envolve quem produz, como circula, onde circula, o tempo de duração e quem recebe.
Em um ambiente assim, engajar é entrar na dinâmica da postagem, e dae força ao conteúdo sem entrar no mérito da qualidade e/ou veracidade do mesmo.
Assim, responder, comentar, compartilhar com indignação ou citar marcando o autor leva o conteúdo a mais gente e dá ao adversário o que ele busca, que é atenção. Phillips (2018) chama isso de oxigênio da amplificação: até a crítica alimenta o que se quer combater. Ou seja, o problema não está no mérito e sim na interação.
D'Ancona (2018) explica por que isso funciona tão bem na lógica e no mundo da pós-verdade. Quando a emoção e a crença pessoal pesam mais que os fatos, a indignação vira o motor da circulação, combater é, e deve ser, fundamental mas não de qualquer forma. Combater é contestar a mensagem sem fornecer esse combustível, sem ampliar seu alcance.
Como criticar sem engajar.
Produza conteúdo próprio, no seu espaço, falando com o seu público e não com o adversário e caso precise mostrar a postagem original, use print, sem marcar nem linkar o autor.
Critique o argumento, a evidência e o erro, e não a pessoa, porque a briga pessoal rende ainda mais atenção. Comece evidenciando o fato verdadeiro, depois aponte a falsidade e termine repetindo o fato e desconstruindo.
Isso é o que a pesquisa sobre correção de desinformação recomenda (Lewandowsky et al., 2020), e é o que Lakoff chama de sanduíche da verdade, dessa forma o que fica na memória é a informação correta, e não a mentira repetida, ou a informação incorreta.
Outra coisa, jogue com as regras,
quando perceber que houve violação das regras da plataforma, não rebata, denuncie, e convoque outros a denunciar. Fato que diminuirá o alcance da publicação problemática.
Por fim, por que ignorar totalmente é ruim.
O silêncio não faz a postagem, nem o conteúdo dela desaparecer. Ela continua circulando, e quem a encontra recebe uma única versão, sem contraponto. A desinformação ganha força pela repetição, e o que se repete sem resposta cria familiaridade, que muita gente confunde com verdade.
D'Ancona sustenta que a pós-verdade avança justamente quando os fatos deixam de ser defendidos. Então ignorar geralmente não é uma opção.
Porém existe um caso em que não amplificar faz sentido: quando o conteúdo ainda é pequeno e não chegou ao que a First Draft chama de ponto de virada (Wardle, 2018).
E como saber quando. Veja o número de interações com aquele conteúdo, estão baixo, ignore e bloqueie, estão altos, combata, mas do modo acima apontado.
Pois passado o ponto de virada a omissão deixa o terreno livre para o conteúdo fraudulento crescer e ganhar força, podendo virar uma falácia perigosa. Ignorar não é neutro, porque quem ocupa o espaço define a narrativa.
Texto longo mas necessário. Espero ter ajudado.
Fontes
D'ANCONA, Matthew. Pós-verdade: a nova guerra contra os fatos em tempos de fake news. Tradução de Carlos Szlak. Barueri: Faro Editorial, 2018.
WARDLE, Claire; DERAKHSHAN, Hossein. Information Disorder: Toward an interdisciplinary framework for research and policy making. Estrasburgo: Conselho da Europa, 2017.
WARDLE, Claire. 5 lessons for reporting in an age of disinformation. First Draft, 2018.
PHILLIPS, Whitney. The Oxygen of Amplification. Nova York: Data & Society, 2018.
LEWANDOWSKY, Stephan et al. The Debunking Handbook 2020. 2020.
LAKOFF, George. Sobre o sanduíche da verdade, em textos publicados no blog do autor, 2018.
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Replying to @__dfl
vocês tão parecendo papagaio repetindo isso de não dar ibope. qual ibope estou dando? não engajar determinado grupo não significa fingir que vivemos num mundo paralelo onde ele não existe e deixar de denunciar o absurdo. pode deixar que trabalho com comunicação há apenas 17 anos
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Delícia o nosso professor gostoso Haddad explicando pra um analfabeto que ICMS é imposto estadual e não federal
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🚨 URGENTE!
Flávio Bolsonaro está tramando um golpe e ele depende do SEU engajamento pros bolsonaristas voltarem a furar a bolha e pautar a sociedade.
Precisamos voltar ao nível de mobilização da semana passada. Não engaje com bolsonaristas e, se você saiu, VOLTE para o Exército do Lula, do @AndreJanonesMG, e a minha tropa, a Tropa da Erika Hilton, seguirá fazendo mobilizações diárias.
🇧🇷 Pra entrar, é só clicar no link da minha bio. BORA!
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O PARTIDO LIBERAL precisa ser responsabilizado. Não é a primeira vez que um candidato deles tenta um golpe de Estado. Esse partido não pode sair ileso mais uma vez.
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Missão Internacional de Observadores da OEA atesta integridade do processo eleitoral brasileiro e congratula Lula e Alckmin pela vitória.
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O Partido dele elege maioria pro Senado.
O Partido dele elege a maioria dos Governadores.
O irmão dele se elege Senador.
A madrasta dele se elege Senadora.
O Partido dele movimenta o maior fundo eleitoral do país.
Um ministro indicado pelo pai dele conduz a eleição no Brasil.
O que faz ele:
Vai pedir asilo nos EUA alegando que temos uma ditadura no Brasil.
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Flávio Bolsonaro perdeu a eleição, deixou o país e passou a se declarar presidente em uma carta, buscando respaldo de Trump e Milei. O voto popular é soberano. Ele tenta arrastar o Brasil para uma crise que o povo já resolveu nas urnas.
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Cara, os políticos que estão endossando a carta golpista do foragido Flávio Bolsonaro, se autoproclamando o verdadeiro presidente do Brasil, tem que ser todos presos. Esses caras foram eleitos na mesma urna em que o Lula venceu a eleição e agora ficam endossando discurso golpista e falando de fraude.





















