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dona petixa quanto que a senhora acha que deveria ser o salário mínimo do trabalhador? 500 mil
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Nikolas Ferreira, Lucas Pavanato, Flávio Bolsonaro, Pablo Marcal, Eduardo Bolsonaro, Donald Trump e toda quadrilha… VÁ SE FUDER PARA LÁ! AQUI NÃO, PORRA!!!!
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Ana Clara Gomes Machado tinha apenas 5 anos quando foi morta por um tiro de fuzil enquanto brincava na porta de casa, em Niterói (RJ), em 2021. Flávio Bolsonaro integrou a defesa do policial militar acusado de sua morte e, em 2024, assinou um recurso ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) para tentar impedir que ele fosse levado a júri popular. O recurso foi rejeitado, mas, mais de cinco anos depois, a família de Ana Clara ainda espera pelo julgamento.
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Sobre a proibição de atletas trans (a Tiffany) jogando a Superliga:
Acho que há três pontos a serem considerados. E a CBV errou em dois. Mais grave: foi desumana.
Sempre deixei claro aqui meu posicionamento: em primeiro lugar deve vir a inclusão. Atletas trans devem ser autorizadas a jogar enquanto estudos são realizados.
A Tiffany é um estudo prático. Se há vantagem esportiva, no caso dela, isso não supera a inclusão. Ter a Tiffany no volei feminino brasileiro fez bem a todo mundo. Ao vôlei, à Tiffany, as pautas trans, e também às "mulheres biológicas".
A Superliga é mais forte com ela e isso movimenta dinheiro pra todo mundo. E, com Tiffany, o Osasco ganhou e perdeu, como com qualquer outra.
Dito isso, a CBV errou ao não produzir um estudo que respaldasse a decisão. Teve tempo e todas as ferramentas para isso. Teve Tiffany à mão. Acabou decidindo sem respaldo científico baseado só na...
... regra da FIVB. E aí vem o segundo ponto, acho que o principal pilar que sustenta a versão da CBV: ela aplicou no Brasil uma regra internacional. É sensato que uma regra que vale no mundo todo valha aqui tambem.
Mas mais sensato ainda seria (já que não quis fazer estudo, já que quer aplicar a regra internacional) um tempo de transição.
Estamos falando de gente. De uma pessoa que da noite para o dia, sendo quem sempre foi, perdeu o direito de exercer sua profissão, viu aqueles que sempre a criticaram saírem "vitoriosos", sem estar fazendo mal a absolutamente ninguem. E, claro, falando de um clube relevante nacionalidade (o maior do país) que montou seu elenco para a temporada contando com ela.
Não faria mal a ninguém uma regra (ja que vão cria-la) valendo a partir da temporada seguinte. Tiffany joga mais um ano, para, se despede, e outras trans não podem ser inscritas.
Seria HUMANO.
A CBV foi desumana.

























