Júlia Barbon (@juliabarbon) header
Júlia Barbon (@juliabarbon) profile picture

Journalist | Documentary Filmmaker-in-Training at @ESCAC Barcelona | 10+ years at @folha | IG @julia_barbon

Barcelona, Spain
Joined February 2012
Photo by Júlia Barbon (@juliabarbon)Photo by Júlia Barbon (@juliabarbon)Photo by Júlia Barbon (@juliabarbon)Photo by Júlia Barbon (@juliabarbon)Photo by Júlia Barbon (@juliabarbon)Photo by Júlia Barbon (@juliabarbon)Photo by Júlia Barbon (@juliabarbon)Photo by Júlia Barbon (@juliabarbon)Photo by Júlia Barbon (@juliabarbon)Photo by Júlia Barbon (@juliabarbon)
De todos os cenários que imaginei para a eleição presidencial venezuelana, que cobri in loco, este é o mais dramático de todos. O país está se fechando, se isolando e, dentro dele, a repressão está recrudescendo. Como me dizia uma pessoa que conhece bem o chavismo...
3
30
3
350
30,634
Estava todo o mundo esperando que a equipe do @CarterCenter se pronunciasse de modo mais completo, e eis que sua equipe anuncia deixar o país
2
7
3
83
8,669
Júlia Barbon retweeted
Uma multidão caminha pela avenida Francisco Miranda em direção ao centro de Caracas. Muitos vem da maior favela da Cidade, Petare. Pedem a queda de Maduro.
10
38
7
397
14,676
Júlia Barbon retweeted
Caracas está vazia agora.
4
11
178
12,480
Maus indícios com relação à eleição na Venezuela, além da crise com Brasil, ex-presidente argentino Alberto Fernández é desconvidado por Maduro, Petro cancela a ida de seu chanceler e há alguns casos de jornalistas barrados na entrada ao país 🇻🇪
3
24
2
175
5,306
Júlia Barbon retweeted
MAKE POLITICS BORING AGAIN 1- Essas plenárias do PCCh hoje são mais importantes do que uma convenção dem ou rep nos EUA. Mas parecem chatíssimas e não encontro tradução simultânea. Para quem é cracudo de política como eu (ontem vi 90 minutos de Trump), falta... (1/11)
The Third Plenary Session of the 20th Central Committee of the Communist Party of China has outlined the following: 🔸 A high-standard socialist market economy will provide an important guarantee for Chinese modernization. 🔸 High-quality development is our primary task in building China into a modern socialist country in all respects. 🔸 Education, science and technology, and talent function as a basic and strategic underpinning for Chinese modernization. 🔸 Sound macro regulation, along with effective governance by the government, is essential for ensuring that we can fully harness the institutional strengths of our socialist market economy. 🔸 Integrated urban and rural development is essential to Chinese modernization. 🔸 Opening up is a defining feature of Chinese modernization. 🔸 Developing whole-process people's democracy is integral to Chinese modernization. 🔸 The rule of law provides an important guarantee for Chinese modernization. 🔸 Chinese modernization is the modernization of material and cultural-ethical advancement. 🔸 Ensuring and enhancing the people's wellbeing in the course of development is one of the major tasks of Chinese modernization. 🔸 Chinese modernization is the modernization of harmony between humanity and nature. 🔸 National security provides a pivotal foundation for ensuring steady and continued progress in Chinese modernization. 🔸 Modernizing national defense and the armed forces is an integral part of Chinese modernization.
6
93
9
1,022
159,653
O mais impressionante sobre a conclusão do caso Marielle é que a motivação e os mandantes apontados eram sabidos há anos por quem acompanha as investigações. O que faltou não foi conhecimento dos fatos, foi força política para mandar prender. Vou provar isso com tweets antigos:
10
280
18
4,273
244,245
Júlia Barbon retweeted
Essa é a incrível @juliabarbon! folha.com/3r5fl1wq
3
2
20
690
Júlia Barbon retweeted
E as pessoas com deficiência? Sua inclusão no mercado de trabalho segue sendo lento, com muitas idas e vindas. Sem contar com as dificuldades adicionais que nossas cidades nos impõem. Texto de @juliabarbon sobre a 'cota' da Folha p deficientes. www1.folha.uol.com.br/opinia…
1
2
7
343
Júlia Barbon retweeted
🛑 A manchete do @washingtonpost de hoje traz minha reportagem sobre a saga de mulheres para fazer um aborto legal e seguro na América Latina. Acompanhei uma brasileira que viajou à Argentina para o procedimento. Uma jornada desesperada e sensível. E o resultado está aqui:
39
102
8
946
55,321
Júlia Barbon retweeted
Pronunciamento do secretário-geral em Médicos Sem-Fromteiras, Christopher Lockyear, ao Conselho de Segurança da ONU 22 de fevereiro de 2024 Senhora presidente, excelências, colegas, No momento em que pronuncio estas palavras, mais de 1,5 milhão de pessoas estão encurraladas em Rafah. Pessoas que foram violentamente forçadas a irem para esta faixa de terra no sul de Gaza estão arcando com as consequências da campanha militar de Israel. Vivemos sob o medo de uma invasão terrestre. Nossos temores são baseados na nossa própria experiência. Há apenas 48 horas, quando uma família estava ao redor de uma mesa de cozinha em uma casa que abrigava funcionários de MSF e suas famílias em Khan Younis, um projétil de 120mm disparado por um tanque rompeu as paredes do local e explodiu, iniciando um incêndio, matando duas pessoas e deixando outras seis com queimaduras severas. Cinco dos seis feridos são mulheres e crianças. Havíamos tomado todas as precauções possíveis para proteger os 64 trabalhadores humanitários e membros de suas famílias de um ataque desse tipo, notificando as partes em conflito sobre a localização e marcando claramente o edifício com uma bandeira de MSF. Apesar das nossas precauções, nosso prédio foi atingido não apenas por um disparo de tanque, mas por tiros intensos. Algumas pessoas ficaram presas no prédio em chamas enquanto os disparos contínuos atrasavam a chegada de ambulâncias ao local. Hoje pela manhã, olho para fotos que mostram a extensão catastrófica dos danos e vejo vídeos de equipes de resgate retirando corpos carbonizados dos escombros. Isto tudo é extremamente familiar – forças israelenses atacaram nossos comboios, detiveram nossos funcionários e destruíram nossos veículos com tratores, e hospitais foram bombardeados e invadidos. Agora, pela segunda vez, um dos abrigos onde estavam nossos funcionários foi atingido. Ou este padrão de ataques é intencional ou é um indicativo de incompetência negligente. Nossos colegas em Gaza têm medo de que, conforme eu pronuncio hoje essas palavras, eles sejam punidos amanhã. Senhora Presidente, todos os dias nós testemunhamos o horror inimaginável. Nós, assim como tantos outros, ficamos horrorizados pelo massacre praticado pelo Hamas em Israel em 7 de outubro, e ficamos horrorizados pela reação de Israel. Sentimos a angústia das famílias cujos entes queridos foram feitos reféns em 7 de outubro. Sentimos a angústia das famílias daqueles detidos arbitrariamente de Gaza e da Cisjordânia. Como humanitários, ficamos perplexos com a violência contra civis. Estas mortes, destruição e deslocamentos forçados são o resultado de escolhas políticas e militares que desrespeitam flagrantemente as vidas de civis. Estas escolhas poderiam ter sido feitas, e ainda podem ser feitas, de maneira muito diferente. — Por 138 dias, testemunhamos o sofrimento inimaginável da população de Gaza. Por 138 dias, temos feito tudo que é possível para efetuar uma resposta humanitária relevante. Por 138 dias, temos assistido à destruição sistemática de um sistema de saúde que apoiamos há décadas. Temos assistido aos nossos colegas e pacientes serem mortos e mutilados. Esta situação é o ponto culminante de uma guerra travada por Israel contra toda a população da Faixa de Gaza— uma guerra de punição coletiva, uma guerra sem regras, uma guerra a qualquer preço. As leis e os princípios dos quais dependemos coletivamente para permitir a assistência humanitária estão agora corroídos ao ponto de perderem seu significado. — Senhora Presidente, a resposta humanitária em Gaza é uma ilusão —uma ilusão conveniente que perpetua a narrativa de que esta guerra está sendo travada em linha com leis internacionais. Apelos por mais assistência humanitária ecoaram nesta sala. Ainda assim, em Gaza temos cada vez menos a cada dia—menos espaço, menos medicamentos, menos comida, menos água, menos segurança. Já não falamos mais de intensificar a ação humanitária; falamos de sobreviver mesmo sem o mínimo necessário. — Hoje, em Gaza, os esforços para prover assistência são irregulares, episódicos e totalmente inadequados. Como podemos oferecer ajuda que salva vidas em um ambiente onde a diferença entre combatentes e civis não é levada em conta? Como podemos manter qualquer tipo de resposta quando trabalhadores médicos são alvejados, atacados e demonizados por atender aos feridos? — Senhora Presidente, ataques a serviços de saúde são ataques à humanidade Não restou nada que possa ser chamado de um sistema de saúde em Gaza. Os militares de Israel desmantelaram hospitais, um após o outro. O que restou é tão pouco diante de tamanha carnificina que é simplesmente absurdo. A desculpa dada é a de que as instalações médicas foram usadas para fins militares, embora não tenhamos visto qualquer prova verificada de maneira independente de que isso tenha ocorrido. Em circunstâncias excepcionais nas quais um hospital perde seu status de local protegido, qualquer ataque deve atender aos pricípios de proporcionalidade e cautela. Ao invés da aderência à lei internacional, vemos a inutilização sistemática de hospitais. Isto tem deixado inviáveis as operações de todo o sistema médico. Desde 7 de outubro, fomos forçados a evacuar nove instalações de saúde distintas. Há uma semana, o hospital Nasser foi invadido. O pessoal médico foi forçado a sair apesar de ter recebido garantias reiteradas de que poderia ficar para continuar atendendo aos pacientes. Estes ataques indiscriminados, assim como os tipos de armas e munições utilizadas em áreas densamente povoadas, mataram dezenas de milhares de pessoas e mutilaram outros milhares. Nossos pacientes têm ferimentos catastróficos, amputações, membros esmagados e queimaduras graves. Eles precisam de atendimento especializado. Precisam de reabilitação longa e intensiva. Médicos não podem tratar estes ferimentos em um campo de batalha ou nas cinzas de hospitais destruídos. Não há leitos, medicamentos e suprimentos suficientes. Cirurgiões não tiveram escolha a não ser realizar amputações sem anestesia em crianças. Nossos cirurgiões estão ficando até sem gaze para impedir que seus pacientes sangrem. Eles usam uma vez, espremem o sangue, lavam, esterilizam e reutilizam para o próximo paciente. A crise humanitária em Gaza deixou grávidas sem cuidados médicos por meses. Mulheres em trabalho de parto não podem aceder a salas de parto. Estão dando à luz em barracas de plástico ou edifícios públicos. Equipes médicas agregaram um novo acrônimo ao seu vocabulário: WCNSF — sigla em inglês para criança ferida sem familiar sobrevivente. As crianças que sobreviverem a esta guerra não vão carregar apenas os ferimentos visíveis das lesões traumáticas, mas também os invisíveis—aqueles causados pelos reiterados deslocamentos, medo constante e por testemunhar membros da família serem literalmente despedaçados diante de seus olhos. Essas feridas psicológicas têm levado crianças tão pequenas como de 5 anos nos dizer que preferiam estar mortas. Os riscos para o pessoal médico são enormes. Todos os dias, temos feito a escolha de prosseguir com o nosso trabalho diante do perigo cada vez maior. Estamos apavorados. Nossas equipes estão mais do que exaustas. — Senhora Presidente, isso tem de parar. Nós, junto com o resto do mundo, temos acompanhado de perto o modo como este Conselho e seus membros têm abordado o conflito em Gaza. Reunião após reunião, resolução após resolução, este órgão não conseguiu endereçar de maneira efetiva este conflito. Vimos membros deste Conselho deliberarem e agirem com atraso enquanto civis morrem. Estamos perplexos com a disposição dos Estados Unidos de usar seus poderes como membro permanente do Conselho para obstruir os esforços para a adoção da mais evidente das resoluções: uma pedindo um cessar-fogo imediato e sustentado. Por três vezes este Conselho teve a oportunidade de votar por um cessar-fogo que é tão desesperadamente necessário, e por três vezes os Estados Unidos usaram seu poder de veto, mais recentemente na última terça-feira. Uma nova proposta de resolução feita pelos Estados Unidos pede de maneira ostensiva por um cessar-fogo. Apesar disso, ela é no mínimo falaciosa. Este Conselho deveria rejeitar qualquer resolução que obstrua ainda mais os esforços humanitários no terreno e leve este Conselho a endossar de maneira tácita a violência contínua e as atrocidades em massa em Gaza. A população de Gaza precisa de um cessar-fogo não quando seja “viável” mas agora. Eles precisam de um cessar-fogo sustentado, não “um período temporário de calma”. Qualquer coisa que fique aquém disso é negligência grosseira. A proteção de civis em Gaza não pode estar condicionada a resoluções deste Conselho que instrumentalizem o humanitarismo para ocultar objetivos políticos. A proteção de civis, de infraestrutura civil, de trabalhadores da saúde e de instalações de saúde recai, antes de mais nada, sobre as partes envolvidas no conflito. Mas é também uma responsabilidade coletiva, uma responsabilidade que recai sobre este Conselho e seus membros individuais, como aderentes à Convenção de Genebra. As consequências de deixar que o Direito Humanitário Internacional torne-se letra morta repercutirão muito além de Gaza. Isto será um fardo duradouro em nossa consciência coletiva. Não se trata apenas de inação política, tornou-se cumplicidade política. Há dois dias, uma equipe de MSF e suas famílias foram atacados e pessoas morreram em um lugar onde havia sido dito a elas que estaria protegido. Hoje, nosso pessoal está de volta ao trabalho, arriscando mais uma vez a vida pelos pacientes. O que vocês estão dispostos a arriscar? Nós exigimos as proteções prometidas sob o Direito Humanitário Internacional. Exigimos um cessar-fogo de ambas as partes. Exigimos que haja espaço para transformar a ilusão da assistência em assistência realmente significativa. O que vocês farão para que isso seja possível? Muito obrigado, Senhora Presidente. Via @MarceloLins68 msf.org.br/noticias/pronunci…
2,553
3,018
876
13,091
1,232,676
É má-fé dizer que a Argentina está sendo autoritária ou racista no caso de aplicar a lei com relação a estudantes que não pedem o visto apropriado para entrar no país. Está apenas cumprindo uma lei que já existia. Aqui, minha coluna na @folha www1.folha.uol.com.br/coluna…
4
8
1
109
16,118
Júlia Barbon retweeted
Greve geral na Argentina 🇦🇷 País tem paralisação enquanto Congresso discute pacotão de leis para desregulamentar economia. Argentinos em greve bradam que 'pátria não se vende' contra pauta liberal de Milei. Leia em: mla.bs/7de3faec 📽️@juliabarbon
16
14
52
13,978
🔴LOS 2 GRANDES RELATOS SOBRE EL NARCOTRÁFICO Y SU VÍNCULO POLÍTICO EN ECUADOR🔴 ¿Por qué es tan difícil entender lo que está pasando en Ecuador? ¿Por qué hay siempre una sombra de acusación política detrás de sucesos diferentes como el crimen contra Villavicencio o los disturbios de ayer? ¿Por qué predomina la polarización política en la interpretación de un problema de fondo que requiere de la unidad de un país para enfrentarlo? Voy a tratar de ayudar a nuestros amigos que nos observan ojipláticos desde afuera: ➡️Deben entender que hay 2 grandes relatos políticos construidos desde hace tiempo sobre el origen, las causas, los actores y el involucramiento político del narcotráfico en Ecuador. Y esto último es clave, porque la mayor parte de la conversación política sobre el papel del narcotráfico en el país parte de una interpretación que está condicionada por la percepción del vínculo político que éste tiene con un partido o gobierno concreto. Va 🧵👉
21
452
42
922
156,369
Júlia Barbon retweeted
CRISE NO EQUADOR 🇪🇨 I Militares fazem midiática demonstração de força à população em meio a onda de violência no país. Moradores aplaudem soldados, que examinam tatuagens e celulares de suspeitos. Leia em: mla.bs/a6296e98 📹@juliabarbon
3
2
2
28
22,297