Conta oficial do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Democracia Digital (INCT.DD)

Salvador, Brasil
Joined October 2017
Olá! Somos uma rede de pesquisadores dedicados a explorar meios e modos de usar a tecnologia para produzir mais (e melhor) democracia.
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🗳️ 1/10 O primeiro debate na Band expôs uma estratégia comunicacional deliberada: a aposta de Flávio Bolsonaro na incivilidade e na provocação sistemática. A proximidade tática com Pablo Marçal sinaliza que o método da disrupção cênica não é casual.🧶 @inctdd #DebateNaBand
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O "Conversas Cruzadas" debate o impacto das redes sociais nas eleições com especialistas, incluindo João Senna, pesquisador do INCT.DD, e Carla Rodrigues (Data Privacy Brasil/INCT.DD). Ao vivo, agora, às 17h30, no YouTube de @aovivogzh: youtube.com/watch?v=tMp4iHMZ…
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🗳️ As eleições de 2026 já estão no horizonte. Quais cenários e tendências podem marcar a disputa na Bahia e no Brasil? Nesta quarta (26), o INCT.DD promove um debate sobre a conjuntura política que antecede as eleições. 🧵👇
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🎙️ O olhar do jornalismo político Na mediação, Victor Pinto conduz o diálogo entre diferentes perspectivas sobre a conjuntura eleitoral, a política baiana e os desafios que estarão no centro do debate público.
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📍 Participe do debate! A mesa “Eleições 2026: Bahia e Brasil em perspectiva” acontece nesta quarta-feira (26), às 16h, no Auditório do INCT.DD, na Facom/UFBA. A participação é gratuita e aberta ao público. Esperamos vocês! 🗳️
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O INCT em Democracia Digital acaba de divulgar relatório técnico com resultados da primeira onda de um painel sobre comportamento político e consumo midiático.
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O INCT.DD abre chamada para 2 bolsas de pós-doutorado em Salvador (BA), vinculadas ao laboratório central da @ufba, sob orientação do Prof. Wilson Gomes. 🗓 Inscrições até 3/4/2026 📷 Edital completo e formulário de inscrição em inctdd.org/inscricoes-aberta… #PósDoc2026 #INCTDD
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Isso vale tanto para o tema Pix, em 2025, quanto para a reforma tributária, em 2024. Talvez esteja na hora de repensarmos essa centralidade de determinados espaços para o controle do debate público. Comprar interações em rede social não deveria ser referência para nada.
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Não é possível afirmar que existem diferenças no nível de conhecimento sobre os temas em relação ao tipo predominante de fontes de informação. Pessoas que dizem se informar mais por meios analógicos apresentaram mesmos percentuais do q se informam predominantemente nos digitais.
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Esse padrão gira em torno de 80% de respostas para alguma informação ou informação suficiente. O Pix manteve-se nessa média. Porém, nesse caso, para os que dizem ter informação, o percentual de informação suficiente foi o dobro do percebido nos outros temas.
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E isso vale tanto para quem se informa por meios analógicos quando para aqueles em que predominam os meios digitais. Em resumo, há um padrão geral de informação da opinião pública sobre temas de grandes visibilidade.
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Percebe-se aproximadamente a mesma distribuição para os três tipos de fontes. Predomina "só ouviu falar", seguido por "tem informação suficiente". A diferença em relação ao Pix é que o percentual de quem diz ter informação suficiente é a metade dos que dizem só ter ouvido falar
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Agora, vamos comparar com outro tema de economia que entrou no debate público ano passado: a aprovação da reforma tributária. O terceiro gráfico mostra as distribuições dos níveis de informação por tipo predominante de fonte de informação.
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De qualquer forma, a coincidência dos percentuais de nível de informação sobre Pix entre os que se informam por meios analógicos e por meios digitais permite avançar nas discussões sobre a determinação de um sobre o outro.
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o que permite discutir o peso determinante das redes digitais para a informação sobre o tema. O que não é possível saber aqui é se o tema "transbordou" do digital para o analógico ou vice-versa.
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Para os que têm uma dieta de fontes de informação equilibrada, há um percentual maior de só ouviu falar (51%). Isso indica que o tema Pix entrou, na mesma proporção, tanto entre os que se informam por meios analógicos quanto por meios digitais...
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Os percentuais para os meios analógicos como fonte predominante são os mesmos que os dos meios digitais para o volume de informação sobre Pix. Em torno de 45% dos respondentes com fontes analógicas ou digitais diz que só ouviu falar e outros 45% diz ter informação suficiente.
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