
ALT 'Basta de tanta luta contra nós' em destaque sobre fundo vermelho e preto; atribuído a Vitória Vaz, ativista do Movimento dos Trabalhadores do Sexo que exige legalização da prostituição e do lenocínio; abaixo a pergunta: 'Quantas tentativas já houve para abolir, sem qualquer sucesso?'

ALT Citação de Vitória Vaz, ativista do movimento dos trabalhadores do sexo: “O trabalho não é feminista. O trabalho do sexo também não é feminista. O trabalho é exploratório e indigno. O trabalho do sexo também. Para ser digno, teríamos de ter erradicado a exploração laboral. As pessoas fazem trabalho do sexo porque precisam de dinheiro.”

ALT Citação de Vitória Vaz do movimento dos trabalhadores do sexo: “A criminalização do trabalho, a afirmação de que nem é trabalho, não é alternativa. A única resposta viável é deixar as pessoas trabalhar com condições – acesso à saúde, ao fundo de desemprego, à possibilidade de se sindicalizarem para lutar pelos seus direitos.” No fundo, vermelho e preto, uma tatuagem de um chapéu de chuva num braço.

ALT Cartaz com citação de Vitória Vaz, ativista do movimento dos trabalhadores do sexo: “O que fez a proibição da prostituição nos EUA pelas vítimas da rede de tráfico humano de Jeffrey Epstein? Contribuiu para desacreditar mulheres e raparigas, que não foram vítimas da prostituição, mas de um sistema de desproteção, pobreza, e permissibilidade face a quem tem poder.” Fundo vermelho e preto onde se veem braços tatuados.

ALT Citação de Vitória Vaz, ativista do movimento dos trabalhadores do sexo: “Não há feminismo sem trabalhadoras do sexo. Se exige a autonomia corporal da mulher, não pode impedir o livre uso do corpo por alguns trabalhadores. Os abolicionistas acham que o nosso corpo não é nosso, que somos seres sem consciência, amor-próprio, ou complexidades. Infantiliza a mulher”. Fundo vermelho e preto

ALT Citação de Vítoria Vaz, ativista do movimento dos trabalhadores do sexo: “Para a esquerda feminista estar do lado das trabalhadoras do sexo, não precisa de aceitar que a prostituição não é exploração. Só precisa de saber que nossos direitos são direitos humanos. E que fazemos parte da tapeçaria humana e do proletariado: não vamos deixar de existir.” Fundo vermelho e preto

















