“Der mentsh tracht, und Got lacht.”

Neuchatel, Suisse
Joined October 2018
Finally understood why it takes 2 to dance a tango
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Wokismo és un cancro en todos los idiomas
👉 Te explico qué es el Wokismo en 55” 💁🏼‍♀️
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Conversing with my father yesterday evening on the phone, and he asks me, out of curiosity, how good was my French compared with my English, the later being 100 (it was a supposition, don’t mock me) on a scale of 0 to 100. It took me a long while to answer that my French was probably a score of 50, even though it’s probably less. It wasn’t just because it took me time to ponder objectively how well I was doing, I was also embarrassed to admit it’s worse than 50, because it should be better by now. And this to the guy that knows me since 37y ago. And objectively he wouldn’t judge me if I was doing worse. This made me realize our ego is oftentimes interfering with the smallest human interactions possible, oftentimes unconsciously.
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Daniel Eiger, MD retweeted
Aqui está a lista de todos que não são nazistas: 1 - Manifestantes pró-palestinos que fazem saudações nazistas enquanto gritam “intifada” 2 - Crianças palestinas que cantam “Morte aos judeus” nos intervalos da escola financiada pela ONU. 3 - Progressistas antissionistas que juram amar judeus, mas só aqueles poucos judeus tokens que odeiam Israel. 4 - Acadêmicos que defendem “justiça social” enquanto justificam atentados suicidas contra civis. 5- Organizações de direitos humanos que esquecem os direitos… dos judeus. 6 - Jornalistas brasileiros que chamam terroristas de “combatentes da liberdade” carinhosos e pedem para o Hamas fazer parte do departamento de comunicação do governo brasileiro. 7- Federação Árabe Palestina do Brasil, que alterna entre pedir a destruição de Israel e celebrar ataques do Hamas como “resistência legítima.” 8 - Políticos brasileiros que escrevem “vitória da resistência” enquanto torcem para o “rio ao mar” se tornar literal. 9 - Esquerdistas que chamam os judeus de brancos europeus colonizadores e dizem que “voltar para a Polônia” é a verdadeira descolonização. 10- Influenciadores que enchem suas bios de arco-íris enquanto ignoram o apedrejamento de mulheres e gays porque “é cultural.” 11- Influenciadores que compartilham posts pró-Hamas, mas depois choram sobre “ódio online” quando são criticados. 12 - Acadêmicos que defendem boicotes acadêmicos contra Israel, mas pegam financiamento de países que nem permitem universidades para mulheres (Catar). 13 - Líderes de movimentos sociais que condenam “genocídios fictícios” em Israel, enquanto ignoram campos de concentração reais na China e um genocídio real no Sudão. 14 - Ativistas “antifascistas” que expulsam judeus de centros acadêmicos porque ser um judeu sionista normal automaticamente te transforma em “genocida.” 15 - Políticos que mentem compulsivamente e, quando pegos, clamam por censura nas redes sociais – mas nunca dizem uma palavra sobre o antissemitismo explodindo no Brasil.
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The law of Man should not apply henceforth when dealing with these Islamic terrorists, for their heart is barren and they have been living for too long in Godless land
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Very insightful, can’t help but being a big fan of his
Your life becomes meaningful in precise proportion to the depths of the responsibility you are willing to shoulder.
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Daniel Eiger, MD retweeted
The Palestinians are muslims They collectively engage in “Taqiyya” This is the Islamic value of lying to non-muslims in order to conquer them and take over the world The Palestinians are currently celebrating in the streets - plump and chubby and full of joy They same people who’ve claimed they are starving and experiencing a genocide The world has been conned by muslim jihadists who don’t have the same values as us They lie about everything as long as it allows them to kill non-muslims What they do in the Middle East they are also doing in your society
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I knew I had to visit krochmalna street in Warsaw as it’s mentioned so frequently in Isaac Bashevis Singer’s books. Just learned today that this street was indeed partially within the borders of the Warsaw Ghetto during the second war, making it now even more appealing for a visit as literature and history will converge right in front of me.
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Dipping yourself in a lake whose water is 6 degree Celsius and outside is -4, immediately after enduring 70 degrees in a sauna is genuinely one of the most mind-over-body type of experience I’ve ever tried… and I’m afraid this time my mind failed miserably 🥲
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Daniel Eiger, MD retweeted
Antissionistas estão em guerra com os judeus Não se enganem: os antissionistas não estão interessados em criticar políticas de um governo ou debater territórios. Eles estão em guerra aberta com a própria essência do povo judeu. O objetivo é claro: apagar nossa identidade enquanto tribo, enquanto nação, enquanto história viva que atravessou milênios. A tentativa de separar os judeus do sionismo é uma manobra patética e antijudaica. É como tentar separar o Islã de Meca ou os cristãos do Vaticano. Não existe um judaísmo íntegro sem a conexão com a terra de Israel e sem o direito de autodeterminação em nossa ancestral morada. Qualquer argumento que negue isso é um ataque ao coração da nossa identidade. Quando dizem que é possível ser “pró-judeu e antissionista,” lembrem-se: é a mesma lógica de quem, no passado, dizia que defendia a cultura indígena enquanto roubava suas terras ou que amava o povo negro enquanto justificava a escravidão. É hipocrisia revestida de discurso moral. Exemplo? Olhem para o Hamas. Eles não lutam apenas contra o Estado de Israel; eles lutam contra a presença de qualquer judeu na região. Para eles, não importa se você é secular, religioso, de esquerda ou de direita — se você é judeu e acredita no direito à sua própria existência em Israel, você é o inimigo. O antissionismo não é só uma crítica política: é uma ferramenta de negação e destruição. Quem adere a essa ideologia não quer um mundo com judeus seguros e livres. Eles querem um mundo onde nossa existência seja uma nota de rodapé na história. E é por isso que não reconhecemos essa farsa. Antissionismo é antijudaísmo.
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McDonald’s makes me happy because it still tastes like my dear childhood in Santos, no matter where in the world I have it
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Daniel Eiger, MD retweeted
Le 7 janvier 2015 et les deux jours qui ont suivi, la France basculait dans l’horreur du terrorisme islamiste. Dix ans après, l’émotion est toujours aussi vive quand nous pensons aux victimes de Charlie Hebdo, aux policiers Ahmed Merabet et Clarissa Jean-Philippe , à nos compatriotes juifs de l’Hypercacher, tous sauvagement assassinés. Honorer leur mémoire, c’est aussi ne jamais oublier que la guerre contre le terrorisme ne peut être gagnée que si elle se fixe comme objectif l’éradication partout et sous toutes ses formes de l’idéologie islamiste qui entend nous asservir et nous a déclaré la guerre.
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Daniel Eiger, MD retweeted
Il y a 10 ans, des terroristes islamistes décimaient la rédaction de Charlie Hebdo. La liberté d’expression, le droit à la caricature, « l’envie de rire », sont aujourd’hui toujours sous la menace de la terreur : il est de notre devoir de les protéger et de les faire vivre. Cet esprit français cède du terrain parce que nous n’osons pas mener le combat frontal contre une idéologie totalitaire.
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Nightmare of the night: dreamed that I couldn’t find the SBB app on my phone to show my ticket to the controller in the Swiss train. I woke up after trying to find it so hard on my phone (and my iPad, which I don’t carry around) and felt relieved to realize it wasn’t but a dream 🇨🇭
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PS.: the controller spoke Spanish to me
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Essa estória é uma vergonha sem precedentes pra república bolivariana lulista brasileira… tanta sujeira em casa pra limpar, e essa republiqueta de bananas enraizando mais uma chaga, anti-semitismo bruto, na interminável lista de doenças q o Brasil até recentemente não compadecia
Um soldado das Forças de Defesa de Israel (FDI), identificado como Yuval Vagdani, estava no Brasil de férias quando a Justiça brasileira determinou que a Polícia Federal (PF) o investigasse por supostos crimes de guerra cometidos na Faixa de Gaza. Vagdani foi acusado de participar da demolição de um bairro residencial em Gaza, em novembro de 2024. A investigação foi iniciada após um pedido da Fundação Hind Rajab (HRF), uma organização que defende os direitos palestinos e que forneceu evidências, incluindo vídeos e geolocalização, para sustentar a acusação. A HRF também pediu a prisão provisória de Vagdani para evitar que ele fugisse do país ou destruísse provas. No entanto, antes que a ordem judicial pudesse ser executada, Vagdani deixou o Brasil. Segundo informações, ele foi alertado pela inteligência israelense (Mossad) sobre o risco de prisão e conseguiu sair do país na madrugada de domingo, 5 de janeiro de 2025. Este caso tem gerado repercussão tanto no Brasil quanto em Israel. A decisão da Justiça brasileira é considerada um marco na aplicação do direito internacional em território nacional, sendo a primeira vez que um Estado signatário do Estatuto de Roma decide investigar diretamente, sem recorrer ao Tribunal Penal Internacional (TPI), um suspeito de crimes de guerra em seu território.
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Happy new year Happy new 👂 😃 new 👂 😃 🆕 👂
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To be inspired by: the daily routine of John Argentein, who attended King’s College in Cambridge, becoming physician for the king and provost of said college. This in the 15th century. They were centuries ahead in terms of dedication and academic focus.
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I would just forego the part about praying to Henry VI 😅
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I suppose I still have time to put my lore in writing 🥲
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