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Periodista/Jornalista. Folha de S.Paulo. La Diaria Radio. Mis tuits son míos. *imagen de fondo: Thandiwe Muriu

Joined August 2010
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Esta é a integra do vídeo produzido pela @cialetras em que eu comento, antecipo e explico vários aspectos da biografia "Lacerda: Coração de tempestade": 1. Por que escrever a biografia de Carlos Lacerda? 2. A investigação jornalística e os segredos desvendados. 3. O atentado da rua Tonelero e os mistérios elucidados. 4. Qual a origem o subtítulo "Coração de tempestade"? 5. A morte de Getúlio e "o assassino de Vargas". 6. "Até tu, Brutus?": por que, para Carlos Lacerda, a peça "Júlio César", de Shakespeare, condensa a história do Brasil? 🎬 Direção, fotografia e edição: Laura Liuzzi #BiografiaLacerda #CarlosLacerda #Lacerda
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Já que tá todo mundo feliz, bora apoiar meu singelo projeto de literatura! O Barbante nasceu para rechear essa rede com emoção e causos de grandes escritores. Facinho no Apoiase ou pix. RTs são bem-vindos para aumentar o alcance do meu trabalho. ❤️ apoia.se/barbante
Oi, gente! Vou reunir nesse barbante alguns fios que postei por aqui. Tem causos sobre Graciliano Ramos, Jorge Amado, Julio Cortázar, Gabriel García Márquez, Vargas Llosa e outras tantas histórias para contar. Bora esticar o fio? A outra ponta está longe de enroscar. 🙂 +
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🚨 URGENTE | Flávio fugiu com a família para os EUA e pedirá asilo político a Trump Operação para fuga de Flávio Bolsonaro contou com apoio de um grupo restrito de aliados no Brasil e nos EUA, que acionaram governo Trump
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PF aciona autoridades da Argentina para checar possível viagem de Flávio. Segundo fontes da corporação, senador não passou por nenhum ponto regular de migração brasileira nas últimas horas.👇🏽@Metropoles metropoles.com/colunas/igor-…
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Artigo publicado no Financial Times deste domingo, assinado pelo presidente Lula 🇧🇷, pelo presidente do Conselho Europeu, António Costa 🇪🇺, pelo primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney 🇨🇦, e pelo presidente do Quênia, William Ruto 🇰🇪. 📰 O Multilateralismo não é idealismo, é uma necessidade À medida que os líderes mundiais seguem para a Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York, nesta semana, nos deparamos com um paradoxo. A comunidade internacional está mais interdependente do que nunca, ao mesmo tempo em que se torna cada vez mais fragmentada e polarizada. Nossas economias estão profundamente interligadas. A tecnologia conecta bilhões de pessoas para além das fronteiras nacionais, enquanto capital, bens, dados e ideias circulam em velocidades que seriam inimagináveis quando as Nações Unidas foram fundadas, em 1945. O comércio global atingiu o recorde de US$ 35 trilhões no ano passado, e seis bilhões de pessoas – quase três quartos da humanidade – estão conectadas à internet. No entanto, a geopolítica caminha na direção oposta. Em 2025, foram registrados 65 conflitos armados envolvendo Estados, o maior número desde 1946, enquanto os gastos militares globais atingiram o recorde de US$ 2,9 trilhões. O direito internacional está sob pressão. A linguagem das esferas de influência e da política de poder está de volta. As relações econômicas são cada vez mais utilizadas como instrumentos de pressão e coerção, enquanto a desigualdade aumenta, tanto dentro dos países quanto entre eles. Alguns podem concluir, portanto, que o sistema multilateral fracassou. Em parte, essa crítica é compreensível. Um sistema multilateral que não reflita as realidades de hoje não resistirá ao tempo. Mas a necessidade de cooperação multilateral segue plenamente viva. O mundo do pós-guerra há muito ficou para trás, mas a lógica fundamental que justificou a cooperação multilateral é mais evidente do que nunca. A emergência climática está superando até mesmo as previsões mais alarmantes. A inteligência artificial avança mais rapidamente do que nossa capacidade de controlá-la. Pandemias podem se espalhar por continentes em questão de semanas, e choques financeiros podem abalar os mercados em poucas horas. Conflitos armados podem desestabilizar regiões inteiras e obrigar milhões de pessoas a fugir de suas casas. Pontos de estrangulamento das rotas marítimas globais, como o Estreito de Ormuz, quando afetados por conflitos, podem paralisar cadeias de abastecimento em todo o mundo. Nenhum país, por mais poderoso que seja, pode enfrentar esses desafios sozinho. A cooperação não é um ato de idealismo; é uma necessidade prática. A questão não é saber se o multilateralismo pode sobreviver, mas como ele deve evoluir para responder às realidades do nosso tempo. É nesse contexto que nos unimos em torno de uma nova iniciativa: “Parceiros pelo Multilateralismo” (P4M, na sigla em inglês). A P4M não pretende criar mais um bloco exclusivo nem outra burocracia internacional. Seu propósito é justamente o oposto: oferecer uma estrutura flexível e aberta a países de diferentes regiões e tradições políticas que estejam dispostos a atuar para além de suas diferenças, formar coalizões em favor de reformas e transformar princípios compartilhados em ações concretas. A P4M apoiará a reforma das Nações Unidas e de outras instituições multilaterais, para torná-las mais representativas, legítimas, eficazes e confiáveis. A iniciativa tem como objetivo fortalecer a cooperação entre organizações regionais, contribuir para a paz e a segurança, aprimorar a governança econômica global e desenvolver abordagens comuns para desafios contemporâneos, da inteligência artificial e das mudanças do clima à segurança sanitária e à transformação digital. A P4M buscará renovar e fortalecer o sistema multilateral, e não o substituir, além de construir pontes e aproximar países que podem discordar em muitas questões, mas que compartilham o compromisso com os princípios básicos consagrados na Carta da ONU. São princípios inegociáveis, como a igualdade soberana, a integridade territorial, a solução pacífica de controvérsias, a proibição da ameaça ou do uso da força, o direito internacional humanitário, o desenvolvimento sustentável, os direitos humanos e as liberdades fundamentais. O secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou recentemente que "as superpotências estão descobrindo seus limites". Acreditamos que a comunidade internacional precisa redescobrir o extraordinário potencial da ação coletiva. A competição não precisa se transformar em confronto se criarmos canais de diálogo e cooperação. A soberania é fortalecida, e não diminuída, quando os países trabalham juntos para enfrentar desafios comuns. A promoção dos interesses nacionais muitas vezes passa pela ação coletiva diante de desafios compartilhados. A verdadeira escolha não é entre preservar a ordem internacional estabelecida após a Segunda Guerra Mundial ou abandoná-la. É entre renovar a cooperação multilateral em um mundo em transformação ou permitir que a fragmentação, a polarização e a política de poder definam a próxima era. Diante de uma ordem mundial que se transforma rapidamente, conclamamos líderes de todo o mundo a se juntarem a nós na iniciativa P4M, optando pela cooperação em vez da fragmentação, pelo direito em vez do poder e pela responsabilidade compartilhada em vez da divisão. 🔗: ft.com/content/d9e6c07e-7d84…
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Falta pouco para as eleições no Brasil! Quer se manter atualizado sobre as principais verificações publicadas pela equipe da AFP? Se inscreva em nosso canal no WhatsApp: u.afp.com/CanalChecamos
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Ayer, @MaximoTorero conversó con @ladiaria Radio sobre el conflicto reciente en el Golfo Pérsico y sus impactos en los sistemas agroalimentarios. Mañana profundizará el análisis en su conferencia magistral. Mirá la entrevista:▶️ youtu.be/kCS3eJZ1uXY
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O problema de ter levado Neymar é que ele teria que entrar. Muita gente avisou o óbvio Ancelotti, sabendo que o jogo estava indo pro vinagre, não seguraria a bomba de perder com Neymar no banco. Se o fizesse, seria eternamente acusado de que abriu mão de tentar ganhar o jogo porque, claro, Neymar entrando faria alguma mágica que não faz há anos. E aí o treinador desmonta o time pra enfiar um jogador que caminha em campo. Convocação das mais absurdas da história das copas, em nome de patrocínio, grana, interesses particulares.
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Aqui a carta para os safados europeus - que estao ignorando a UFRN
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Vcs estão acompanhando essa safadeza europeia? Universidade Federal do RN X Universidad Miguel Hernandez del Eche. Pesquisadores espanhóis copiaram pesquisa da brasileira e estão ganhando $ e reconhecimento em cima dela - e pediram pra ela calar a boca! Alô BR #MetodoTaylorSwift
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"Love has never been a popular movement." MEETING THE MAN: JAMES BALDWIN IN PARIS (Terence Dixon, 1970.)
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We are closer to a peace deal than ever before. With finalisation likely expected in the next 24 hours, Pakistan is preparing for the electronic signing of the peace deal immediately after, followed by technical level talks next week. We would like to thank United States of America and Islamic Republic of Iran for their ongoing commitment during the negotiations, and we extend our sincere appreciation to our brothers in the region for their support. We are confident that this historic peace deal will form a strong foundation for lasting peace. @realDonaldTrump @JDVance @SecRubio @SteveWitkoff @SEPeaceMissions @drpezeshkian @araghchi
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🏥 La Sociedad Uruguaya de Medicina y Cuidados Paliativos emitió un comunicado en rechazo a lo que se define como desarticulación de la Unidad de Cuidados Paliativos Pediátricos de la Asociación Española, que implica el desmantelamiento del equipo interdisciplinario especializado que funcionaba en la prestadora de salud desde hace años. Además, denuncia el incumplimiento de la Ley 20.179, que obliga a garantizar la atención paliativa.
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En Hungría, hace años que no hay democracia. Pero hay elecciones. Y el domingo, las urnas podrían marcar un cambio en el rumbo de uno de los procesos autocráticos más emblemáticos para las extremas derechas del mundo. Lo hablamos con @denmota y @BNiljam youtu.be/VL1EI2P5fKA?si=YUrf…
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After much reflection, I have decided to resign from my position as Director of the National Counterterrorism Center, effective today. I cannot in good conscience support the ongoing war in Iran. Iran posed no imminent threat to our nation, and it is clear that we started this war due to pressure from Israel and its powerful American lobby. It has been an honor serving under @POTUS and @DNIGabbard and leading the professionals at NCTC. May God bless America.
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