@dannielduquei
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PhD in Economics from @NHHnor Researcher on Inequality, Labor Market and Education
Rio de Janeiro
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Importante texto novo do Daniel Duque no blog do IBRE:
"O Brasil envelheceu depressa e ainda não decidiu o que fazer sobre isso
17 set 2026
O Brasil cruzou a taxa de reposição em 2004 e envelhece rápido: a população ocupada cairá após 2037. A queda da fecundidade tem diversas razões, e se concentra entre as menos escolarizadas. O país, no entanto, segue fora do debate sobre o tema."
blogdoibre.fgv.br/posts/o-br…
Com o reajuste proposto por Lula, o Bolsa Família volta a ter um de seus valores mais altos em termos de poder de compra, próximo dos meados de 2023, durante seu pico
Mesmo com a inflação acumulada, os beneficiários em julho de 2026 receberam 40% a mais do que em julho de 2022
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When you listen to the speech that caused all of this, you see just how pathetic Ed Sheeran is in accepting this as offensive
O PISA 2025 saiu hoje, e o cenário é, como todos podemos imaginar, de terra arrasada
Tanto matemática quanto leitura estão despencando na média mundial
Inteligência Artificial? Redes sociais/telas? Redução dos hábitos de leituras? Há diversas possibilidades
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O Brasil, claro, se encontra lá atrás na distribuição entre países
Somos muito fracos em matemática, com 28% (menos de 1/3!) tendo habilidades básicas em matemática (contra 65%, ou 2/3, na média da OCDE)
Estamos também bem atrás em leitura (30% vs 64%) e ciêcia (48% vs 74%)
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Daniel Duque retweeted
Pessoal, muito obrigado pela presença e pelo carinho! Foi ótimo ter vocês nos lançamentos de Os Custos das Desigualdades: uma carta às elites econômicas.
O livro já está esgotado na Amazon, mas em breve haverá novos exemplares por lá. 🙃 Enquanto isso, a versão Kindle continua disponível na própria Amazon, e o livro físico pode ser encontrado no site da Editora Jandaíra e em outras livrarias online.
Obrigado a todos que estiveram conosco e a quem já começou essa leitura!
E depois falam que as mulheres/feminismo são culpadas pela queda da taxa de fecundidade
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Daniel Duque retweeted
COMO VIEMOS PARAR AQUI?
O assunto é sério. E muito. O estado do Rio vive a pior crise de segurança pública de nossa história.
E para debater o principal tema desta eleição, convido vocês a acompanharem RJ: UM ESTADO REFÉM. Uma série onde vou tratar dos problemas, explicar as causas e apresentar minhas propostas para reconstruir o RJ.
Assistam e compartilhem.
#EduardoPaes55 #EduardoPaesGovernador
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Em "Os Custos das Desigualdades: Uma Carta às Elites Econômicas", os economistas Michael França e Daniel Duque propõem um diálogo com o topo da pirâmide a partir de uma pergunta central: por que sociedades muito desiguais tendem a oferecer menos para todos?
O argumento é que países profundamente desiguais crescem menos, desperdiçam talentos, convivem com mais instabilidade e pagam, ao longo do tempo, um custo que nem sempre é percebido de imediato.
Segundo os autores, essa conta aparece de formas concretas no Brasil: um mercado consumidor mais restrito, famílias e empresas obrigadas a gastar cada vez mais com segurança, produtividade estagnada e crises políticas recorrentes, que corroem a previsibilidade necessária para planejamento de longo prazo.
Para França, que é coordenador no Insper e colunista da Folha, há uma abertura para dialogar com a elite a respeito da desigualdade, ainda que de forma fragmentada.
"Há setores da elite econômica brasileira que já perceberam que a desigualdade extrema não afeta apenas quem está na base. Ela reduz produtividade, limita a formação de capital humano, aumenta a violência, enfraquece a confiança entre as pessoas e torna o próprio ambiente de negócios menos favorável".
"A proposta não é estabelecer uma relação de antagonismo com as elites econômicas, nem culpabilizar individualmente quem ocupa determinada posição social. Queremos provocar a seguinte reflexão: que tipo de país interessa inclusive às pessoas que estão no topo?", questiona França, que é ganhador por duas vezes do Prêmio Jabuti Acadêmico.
"O privilégio que a elite tem é óbvio, mas ele é um benefício relativo. Ela de fato está melhor do que a maioria da população brasileira, mas será que está melhor do que poderia, se a gente tivesse uma sociedade menos desigual?", disse Duque, doutor em economia pela Norwegian School of Economics, na Noruega.
O livro questiona também a ideia de mérito quando os pontos de partida são desiguais. Para os autores, comparar trajetórias sem considerar a origem social de cada pessoa acaba funcionando como uma maneira elegante de justificar privilégios herdados.
Dessa forma, a armadilha da meritocracia não afetaria apenas os indivíduos que começam em desvantagem, mas a sociedade como um todo, que perde talentos ainda no nascedouro.
Uma sociedade que se pretende meritocrática, argumentam, deveria se concentrar menos em recompensar quem já nasceu em vantagem e mais em nivelar as condições de largada.
"Eu não diria que o discurso da meritocracia tenha perdido força. Ele continua muito presente porque oferece uma explicação intuitiva para o sucesso: a ideia de que quem se esforça mais chega mais longe", diz França.
"Esforço é algo muito relevante, só que ele opera sobre pontos de partida profundamente diferentes. Uma criança que nasce em uma família com patrimônio começa a corrida muitos metros à frente de outra que precisa enfrentar uma insegurança econômica".
Outro eixo da obra é econômico: à medida que a renda se concentra no topo, o consumo se volta a bens de luxo e produtos importados, restringindo o mercado interno.
Já a distribuição mais ampla da renda fortalece o consumo recorrente, estimula empresas locais e amplia o tamanho efetivo da economia —o que, para os autores, torna a redução das desigualdades também uma estratégia de crescimento, não apenas uma pauta de justiça social.
França e Duque chamam atenção ainda para o efeito cumulativo entre gerações: vantagens obtidas por uma família se transformam em vantagens de partida para os filhos, que por sua vez ampliam o patrimônio a ser transmitido adiante.
Esse mecanismo, segundo o livro, faz com que a origem familiar pese cada vez mais sobre o destino individual, transformando um debate normalmente encarado como moral em um problema também econômico —já que talentos desperdiçados significam produtividade perdida.
Os autores apontam uma contradição para as próprias elites: os mesmos arranjos que as beneficiam também prejudicam o ambiente econômico do qual a riqueza delas depende, já que empresas precisam de mão de obra qualificada e investidores dependem de um tecido produtivo robusto, algo que se enfraquece quando o acesso a boas posições fica restrito a poucos.
"É relativamente fácil defender educação de qualidade, redução da pobreza ou maior inclusão. A conversa fica mais difícil ao chegar em temas como sistema tributário, qualidade do gasto público, privilégios, mobilidade social e distribuição de oportunidades", diz França, que foi pesquisador visitante nas universidades de Columbia e Stanford (Estados Unidos) e na de Oxford (Inglaterra).
Os pesquisadores também refletem sobre os limites da educação como solução isolada, citando o descompasso entre o tempo das políticas educacionais, que produzem resultado no longo prazo, e a urgência das famílias em situação de instabilidade financeira, que muitas vezes precisam abandonar os estudos por necessidade imediata.
"Relativizar o papel da educação não é o mesmo que dizer que ela não é importante, principalmente para questões de desenvolvimento e produtividade. É claro que ter acesso a uma educação de qualidade importa, mas esse é um primeiro passo, insuficiente para acabar com a desigualdade de oportunidades", diz Duque.
Mas, enquanto a desigualdade se coloca como uma questão tanto formadora quanto incômoda para a sociedade brasileira, o livro propõe cinco frentes de ação voltadas às lideranças econômicas.
O topo da pirâmide prestaria um serviço ao país ao apoiar sistemas tributários mais equilibrados, investir na expansão de oportunidades educacionais, reduzir barreiras de acesso a posições de influência, sustentar instituições que garantam competição econômica e reconhecer os custos privados gerados pela desigualdade.
Duque argumenta que o Brasil pode aprender com países menos desiguais, como os do norte da Europa, mesmo que se tratem de sociedades muito distintas.
Ele reforça como a igualdade se reflete em menores índices de criminalidade, e diz que uma inspiração para a sociedade brasileira poderia vir do maior intercâmbio entre classes no espaço público que ocorre nesses países —compartilhando escolas, espaços de lazer e meios de transporte.
"A sociedade brasileira pode ter muito a ganhar se ampliar essas conexões que são feitas naturalmente, no cotidiano, em sociedades mais igualitárias, em que mais pessoas de diferentes origens convivem. Seria melhor do que cada um continuar vivendo na sua bolha, como acontece nos países mais desiguais".
Os Custos das Desigualdades: Uma Carta às Elites Econômicas
Quando lançamento: 19.ago, às 19h30, em São Paulo; 20.ago, às 19h, no Rio de Janeiro Onde na Livraria da Travessa (r. dos Pinheiros, 513, São Paulo) e na Livraria Blooks (praia de Botafogo, 316, Rio de Janeiro) Preço R$ 62 Autoria Michael França e Daniel DuqueEditora Jandaíra
Págs. 144
Artigo completo: www1.folha.uol.com.br/mercad…
Saiu na @folha uma ótima matéria sobre o livro 'Os Custos da Desigualdade', que o @MichaelFranca e eu escrevemos juntos
Falamos um pouco sobre o argumento central do livro, que a sociedade toda perde com altos níveis de desigualdade, inclusive a elite
www1.folha.uol.com.br/mercad…
O livro está em pré-venda na @editorajandaira . Vocês podem comprar no link abaixo:
editorajandaira.com.br/human…
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Michael França e Daniel Duque assinam o novo livro do NERI com apoio do Instituto Ethos, "Os Custos das Desigualdades: uma carta às elites econômicas". Conheça os autores:
Michael França: Doutor em Teoria Econômica pela Universidade de São Paulo, vencedor do Prêmio Jabuti Acadêmico e coordenador do Núcleo de Estudos Raciais do Insper. Além disso, é colunista da Folha de S.Paulo e editor do espaço “Políticas e Justiça” do jornal. Foi pesquisador visitante nas universidades Columbia e Stanford e fellow da Blavatnik School of Government, da Universidade de Oxford.
Daniel Duque (@dannielduque): Doutor em economia pela Norwegian School of Economics (NHH). É pesquisador associado do Núcleo de Estudos Raciais do Insper (NERI) e do Instituto Brasileiro de Economia da FGV (FGV/Ibre).Foi pesquisador e consultor de instituições como UNICEF, Banco Mundial e Banco Interamericano de Desenvolvimento.
A obra, publicada pela Editora Jandaíra, será lançada a partir do dia 19 de Agosto. Aguardamos a sua presença:
📆 19 de Agosto - Conferência Ethos, das 16:45 às 17:35.
📆 19 de Agosto - Livraria da Travessa em Pinheiros, SP, das 19:30h às 22h.
📆 20 de Agosto - Livraria Blooks em Botafogo, RJ, das 19h às 22h.
Pré-venda: editorajandaira.com.br/human…
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🍃 A desigualdade costuma ser discutida como uma questão de renda e distribuição de recursos. Só que seus efeitos vão muito além disso.
Sociedades muito desiguais tendem a produzir mais desconfiança entre as pessoas e aumentar os riscos de instabilidade política e de rupturas institucionais.
Esse é um dos pontos de Os Custos das Desigualdades: uma carta às elites econômicas, livro que escrevi com o economista Daniel Duque.
Ao longo da obra, discutimos uma série de custos que uma sociedade profundamente desigual impõe a todos, inclusive às próprias elites econômicas. A desigualdade cobra uma conta econômica, social e política que muitas vezes fica fora do debate público.
No dia 19 de agosto, vamos lançar o livro em São Paulo, durante a Conferência Ethos e, à noite, na Livraria da Travessa, em Pinheiros. Dia 20, embarcamos para o Rio de Janeiro para fazer o lançamento na Livraria Blooks, em Botafogo.
Espero vocês por lá.
E deixo uma pergunta para o debate:
Até que ponto você acha que uma sociedade consegue permanecer estável se as distâncias entre seus cidadãos continuam tão grandes?
Daniel Duque retweeted
🚨 Novo livro: Os custos das desigualdades: Uma carta às elites econômicas
Poucos indicadores brasileiros exibem tamanha estabilidade. A inflação oscila, o câmbio derrapa, governos sobem e descem. Porém, a fatia da riqueza nacional nas mãos dos 5% mais ricos permanece imóvel há mais de duas décadas, ancorada em torno de 60%, segundo a World Inequality Database. Em um país famoso pela instabilidade, a desigualdade é o que temos de mais sólido.
Para compreender um pouco mais sobre os custos que uma sociedade tão desigual impõe ao Brasil, inclusive àqueles que estão entre os mais ricos, convido vocês a conhecer meu novo livro, escrito em coautoria com @dannielduque: Os Custos da Desigualdade: Uma Carta às Elites Econômicas.
No livro, buscamos discutir por que a concentração de riqueza e de oportunidades cobra um preço que ultrapassa as fronteiras entre ricos e pobres e afeta o funcionamento da sociedade como um todo.
Teremos lançamento no dia 19 de agosto, em São Paulo, como mostra o card, e no dia 20 de agosto, no Rio de Janeiro.
Será um prazer encontrar vocês por lá.
Pré-venda: amazon.com.br/Os-custos-das-…
Há uma ideia de setores da elite de que desigualdade não importa, ou, pior, é necessária para o desenvolvimento econômico
@MichaelFranca e eu escrevemos um livro para mostrar como esse pensamento está errado
O lançamento em SP será dia 19/08 na @LivTravessa de Pinheiros, 19h30
Para quem mora no Rio de Janeiro (muito melhor), o lançamento será no dia 20/08, na livraria @blooks , às 19h
Nesses dois dias, eu e Michael estaremos lá para conversar sobre o livro
Espero ver vocês lá!
Daniel Duque retweeted
🚨 Novo livro: Os Custos das Desigualdades - Uma carta às elites econômicas, com @dannielduque
"Lá atrás, quando você era criança, o mundo tinha outro sabor e outra cadência. Não raramente, você passava um tempo prestando atenção nas coisas pequenas e costumava se impressionar com elas. Você criava. E, não raramente, parava para olhar as nuvens no céu e contemplar os pequenos momentos da existência. Havia uma curiosidade constante. Uma folha caindo já era motivo para chamar a atenção. Uma poça d’água podia virar brincadeira. Um graveto podia virar uma espada e uma folha de papel podia virar um avião. As horas pareciam largas. Os dias demoravam a passar. O tempo não apenas corria, ele se esparramava. As tardes eram infinitas. E você não tinha pressa nenhuma de chegar em lugar algum.
Aí você virou adulto. E, sem perceber, parte considerável da vida virou repetição. Alguns acordam no susto do despertador, tomam banho correndo, tomam café, pegam trânsito, vão ao trabalho, mais trânsito, jantam qualquer coisa, televisão, cama e depois… Depois recomeçam. Para muita gente, o fim de semana é só a extensão da semana. O sábado é para dar conta das roupas sujas, do mercado e das contas. O domingo é para tentar descansar, mas já com aquele aperto no peito pensando na segunda.
A rotina foi ocupando cada espaço dos dias. O relógio passou a organizar tudo, ou quase tudo. De repente, em algum estágio da vida, passamos a cronometrar cada passo. Criamos um horário para produzir. Horários para reuniões. Horários para resolver problemas que, em muitos casos, parecem não ter fim. E, assim, pouco a pouco, aquela capacidade de se demorar nas coisas e apreciar a vida foi ficando mais rara.
Alguns ganharam dinheiro. Muito dinheiro. Porém, perderam tempo. Curiosamente, muitos desses ficaram mais sem tempo do que muitos daqueles que não ganharam dinheiro. Eles conseguiram aumentar o padrão de consumo, enquanto diminuíram o espaço para viver com calma. Compraram mais coisas, mas passaram a sentir os dias mais curtos. E, veja... Em tudo isso há um tipo de desigualdade. Existe uma desigualdade de tempo, de recursos e de satisfação com a vida.
E, no meio disso tudo, existem pessoas que conseguem transformar dinheiro em tempo livre, cuidado consigo, experiências e descanso. Outras passam a vida inteira tentando apenas acompanhar o ritmo das contas e das urgências. No fim, tem-se que talvez a desigualdade sobre a qual menos refletimos em profundidade seja justamente essa: a diferença entre quem consegue viver a vida e quem passa a maior parte do tempo tentando administrá-la.
Vistas de perto, as desigualdades ganham muitas formas. Elas aparecem também na saúde e nas possibilidades abertas a cada trajetória. Neste livro, o foco recai sobretudo sobre a desigualdade de recursos, pois ela estrutura parte considerável dessas outras diferenças. É a partir dela que muitas das distâncias sociais se organizam e se reproduzem ao longo da vida."
Pré-venda: editorajandaira.com.br/human…
Nolan é o melhor diretor atual, o que significa que ele melhor encarna as qualidades e defeitos dos nossos tempos
Matt Damon é mais bonito que o barrigudo Armand Assante, mas é o segundo que é mostrado tendo mais interações sexuais
Hoje, somos lindos, mas assexuais
Nolan's Odyssey lacks any sexuality whatsoever. Very sterile interaction between Matt Damon and Samantha Morton's Circe. Still nothing tops The Odyssey 97 and my favorite depiction of Circe.
Bernadette Peters is wildly fun to watch as she raises the stakes with Odysseus, loving the fact that her spell didn't work on him. She's got other tricks up her sleeve (or maybe up her peplos).
I appreciate the fact that Armand Assante's Odysseus has like -2 hesitation when he has to sleep with her. "Don't have to ask me twice. Of course, I am doing this for my men."
The Odyssey (1997) | Andrei Konchalovsky
Se isso é bom ou ruim, não há resposta certa, mas é fato que as diferenças entre a odisseia de 2026 e a de 1997 representa muito bem as diferenças entre a sociedade atual e a de 30 anos atrás
Sobre o assunto, tem poucos ensaios melhores que esse:
share.google/FC3rBFhuTath9cb…