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“Os trabalhadores não precisam para nada dos capitalistas.” A frase tem cento e cinquenta anos e foi testada em grande escala, por isso não é preciso discutir teoria: basta olhar.
Testou-se na União Soviética, e deu a fome de 1932-33: entre três e meio e cinco milhões de mortos só na Ucrânia. Testou-se na China de Mao, e deu o Grande Salto em Frente, trinta a quarenta e cinco milhões de mortos à fome em três anos, a maior fome da história humana. Testou-se no Camboja, e deu dois milhões de mortos em quatro anos, um quarto da população. Testou-se na Alemanha de Leste, onde os trabalhadores precisavam tão pouco dos capitalistas que quase três milhões fugiram para o lado deles até o Partido construir um muro para os impedir, com ordem de disparar. Testou-se na Coreia, onde o Norte e o Sul partiram do mesmo sítio em 1953 e hoje um trabalhador do Sul ganha mais de vinte vezes o do Norte. E testou-se ao contrário na China de Deng: em 1978 deixou-se voltar a haver capitalistas, e nos quarenta anos seguintes oitocentos milhões de pessoas saíram da pobreza, segundo o Banco Mundial. Nunca, em lado nenhum, tantos trabalhadores precisaram tanto de tão poucos capitalistas.
A razão é simples e Mises escreveu-a em 1920: alguém tem de decidir onde pôr o capital, e quem o faz sem preços nem risco próprio decide mal. Em Portugal qualquer trabalhador pode hoje dispensar capitalistas: chama-se cooperativa, é legal, é apoiada, e são uma fração mínima da economia, porque o capital, o risco e a organização custam.
O extraordinário não é o João acreditar nisto. É que em 2026 um dirigente de um partido com assento parlamentar o escreva como se a experiência não tivesse acontecido, no mesmo partido que ainda se declara marxista-leninista e nunca encontrou uma palavra de condenação para nenhum dos regimes que aplicaram a frase.
E há uma pergunta que o João pode responder sem teoria. Se os trabalhadores não precisam para nada dos capitalistas, o PCP tem tudo para o demonstrar: é dos partidos com mais património do país, centenas de imóveis, a Quinta da Atalaia com trinta hectares à beira do Tejo, uma subvenção pública todos os anos e cem anos de quadros disciplinados. Podia fundar empresas sem capitalistas, geridas pelos trabalhadores, e mostrar-nos salários acima do mercado, lucros partilhados e nenhum patrão. Não precisa de tomar o poder; precisa de um registo comercial. Em cem anos fundou uma festa de três dias por ano e um jornal. A única empresa que o PCP alguma vez geriu foi o PCP, e essa vive de quotas e do Orçamento do Estado.
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‼️‼️‼️‼️
Wir werden VERARSCHT
Der Angeklagte , Nordstream Sprengung, hat die Genehmigung zur Aussage nicht erhalten‼️
Deswegen kann er nicht verteidigt werden und in Folge dessen
NICHT angeklagt‼️‼️‼️
IRRENHAUS‼️‼️‼️‼️
Fact-check da visão de @jmcest sobre Palestina/Israel.
Ele defende:
• “I stand against ‘Israel’”
• “From the river to the sea”
• #DismantleZionism
• Israel como genocida e ilegítimo
Vamos aos factos.
O que a visão dele omite
• Hamas é organização terrorista e rejeita Israel.
• Autoridade Palestiniana reconheceu Israel em Oslo (processo falhou dos dois lados).
• Existe violência de colonos e décadas de ataques a civis israelitas.
Responsabilidade não é só de um lado.
Resumo
A posição de @jmcest é anti-sionismo radical: Israel deve ser desmantelado.
Omite:
• reconhecimento internacional de Israel
• contexto das guerras de 1948/1967
• 7 milhões de judeus com direitos nacionais
• papel do Hamas
O conflito tem falhas dos dois lados.
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A Ucrânia atacou um data center russo e o resultado é incrível.
Menções a “genocide” e “Free Palestine” caíram consideravelmente.
Não só isso, caíram também monstruosamente as visualizações de youtubers antissemitas como Tucker Carlson.
Isso mostra duas coisas:
1- O que todo mundo já sabe: a Rússia impulsiona o antissionismo e antissemitismo.
2- O antissionismo é menor do que parece.
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Hola, soy palestino. 🇵🇸
Y como la honestidad es poco común en mi política, permítanme confesar algunas cosas.
1947. La ONU me ofreció un estado. Junto a Israel. Fronteras, independencia, reconocimiento. Dije que no. Mis líderes prometieron que la guerra "arrojaría a los judíos al mar". En cambio, lo perdí todo y lo llamaron catástrofe. No porque no me ofrecieran un estado, sino porque lo rechacé.
1948–2025. Los estados árabes podrían haberme integrado, dado derechos, pasaportes, dignidad. En cambio, me encerraron en campos de refugiados durante generaciones, para que siguiera siendo un arma contra Israel. Construyeron palacios para ellos y cárceles para mí. Me usaron como propaganda, no como personas.
1967. Tras otra guerra perdida, podría haber construido un estado en Cisjordania y Gaza. En cambio, insistí en "ni paz, ni reconocimiento, ni negociaciones". Tres noes. Cincuenta años después, sigo sin Estado. Resulta que el rechazo no paga el alquiler.
Oslo, década de 1990. Israel dijo: «Intentémoslo». Me dio autonomía. Armas para la policía. Miles de millones en ayuda. ¿Qué hicieron mis líderes? Robaron el dinero, armaron milicias y lanzaron una intifada. Atentados suicidas en lugar de escuelas. Cohetes en lugar de fábricas.
Gaza, 2005. Israel se fue por completo. Sin colonos, sin soldados. Tuve la oportunidad de convertir Gaza en un Singapur mediterráneo. Voté por Hamás. La convirtieron en Mogadiscio junto al mar. ¿Miles de millones en ayuda? Túneles, cohetes y palacios para sus líderes, mientras mi gente come comida enlatada en la oscuridad.
¿Democracia? No he tenido elecciones en casi 20 años. Hamás mata a los disidentes en Gaza. Fatah los encarcela en Cisjordania. Mis líderes cancelan elecciones porque están demasiado ocupados luchando por el poder.
Religión. En lugar de construir un futuro, pongo a clérigos en televisión enseñando a los niños a odiar a los judíos. Glorifico a los "mártires" que hacen estallar autobuses. Crío a mis hijos con canciones de sangre y fuego en lugar de libros y ciencia. Cambio la esperanza por la guerra santa.
Mundo árabe. Los regímenes árabes me llaman "hermano". Pero pregúntenles cuántos palestinos pueden vivir libremente en Líbano, Siria, Egipto o Kuwait. Me excluyen, pero celebran mi muerte, porque mi muerte es su excusa.
Absurdo. Sigo diciendo que quiero "construir un estado". E irónicamente, justo al lado está Israel: el vecino que construyó una democracia próspera, una potencia tecnológica, granjas en el desierto, ciudades de polvo. Sin petróleo, sin riqueza infinita, solo coraje. Podría haber aprendido, copiado, colaborado. En cambio, elegí la envidia y la rabia.
Obsesión antijudía. Podría haber aceptado a los judíos como vecinos. Podría haber dicho: "Dos naciones, dos estados". En cambio, repito: "Del río al mar". En lugar de exhibir el honor, la hospitalidad y la rica cultura árabe, mostré solo la cultura de la espada: la ira, el extremismo y la sangre. En lugar de gritar salaam (paz) a los israelíes, grité muerte a los judíos. Y luego finjo sorprenderme cuando los israelíes no confían en mí, cuando están enojados, decepcionados y convencidos de que no quiero coexistencia en absoluto.
Responsabilidad. Culpo a Israel de todo. Siempre. ¿Mis líderes roban miles de millones? Culpa de Israel. ¿Hamás dispara cohetes desde hospitales? Culpa de Israel. ¿Glorifico la muerte más que la vida? Culpa de Israel. La responsabilidad no es mi fuerte.
Soy palestino.
Podría haber construido una nación, muchas veces. Elegí el rechazo, la corrupción y la guerra sin fin. Podría haber vivido en paz con Israel, pero elegí vivir a la sombra de su destrucción.
Así que sí, soy una víctima. Pero con demasiada frecuencia, soy víctima de mis propios líderes, de mis propias decisiones y de mi propia negativa a abandonar el odio.
Y esa, querido lector, es la tragedia que nadie quiere admitir.
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Zelensky en 2014:
«Los rusos y los ucranianos son realmente naciones hermanas. Si la gente del Este (Donbás) y en Crimea quiere hablar en ruso, déjenlos en paz, déjenlos tranquilos. Permítanles hablar en ruso en una base legal. El idioma nunca dividirá nuestras naciones»
Quienes llegaron para cambiar el discurso de Zelensky? Adivinen...
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O governo ucraniano disse que não foi informado sobre nenhum cessar-fogo energético como anunciou Trump, mas Kyiv disse que se Moscou não atacar o seu setor energético, eles não atacarão as refinarias russas.
NEW: Ukraine has no information as of now about Trump’s proclaimed energy ceasefire. “Just now our repair teams are restoring electricity and water supplies in Kyiv [after Russian strikes moments ago],” a senior Ukrianian official close to President Zelenskyy tells @FT. “Nobody has heard [of the ceasefire].”
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“Não nos ataque, não mate nossas crianças, e nós vamos parar de atacar seu diesel. Acho que esse é um acordo justo.” - Zelensky
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Replying to @ggjaime1 @CentralAncap
Não é reverso é bem o que era no passado mesmo, nazismo e comunismo é tipo um relacionamento tóxico os dois se amam, destroem um ao outro mas no fundo adoram a mesma coisa; matar gente pela ideologia que cada um inventa como desculpa para genocídios.
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Replying to @omilitargrandet
Os Covardes todos a bajular o Putin, mas o mundo não é dos covardes.




















