Joined September 2009
« Barrez-vous ! Sales merdes ! » 🚨 ALERTE - ÉNORME FAKE NEWS DU MONDE : 100%Frontières s’est rendu devant les LOCAUX du JOURNAL pour faire réagir les employés. Résultat : DOIGT D’HONNEUR, INSULTES, propos ANTI-CNEWS et CAMÉRA FRAPPÉE par un individu.
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Já não há paciência !!!
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Cette militante qui explique à une victime qu’une menace de viol, ce n’est qu’un dommage collatéral de la révolution contre le système néolibéral. #17octobre
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“Israel calls on both sides in France to show restraint and stop the cycle of violence. Only a two-state solution with a divided Paris as its capital can bring peace to France.”
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Why am I not surprised France is on fire after how the Macron-Rothschild establishment disrespected Christianity at the Olympics? If you don't respect your own culture, nobody else will. If you laugh at the sacred, you end up on fire. This is really very obvious.
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Pour moi, c'est l'image la plus horrible de ce 17 octobre: Un couple d'octogénaire dépouillé de tout, en pleine rue, laissé à moitié nu. Comme si les Rolex, les Vuiton, les Hermès, les Dior, les Sephora pillés n'étaient pas suffisants pour la revente. L'image qui devrait être un signal d'alarme pour tout l'occident. L'image d'un pseudo président qui a perdu le contrôle. Qui a totalement échoué envers son peuple. L'image d'une gauche radicale qui a sacrifié votre propre identité pour faire de votre pays une zone de guerre, aux arrières-plans culturels qui n'ont rien à voir avec les vôtres. Cette image est effrayante!
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As France is burning, I keep thinking of what the UAE Foreign Minister said a few years ago 👇 He accurately predicted this.
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🔴🇫🇷 COMPILATION #17octobre Regardez jusqu'au bout. Likez, commentez, enregistrez la vidéo et partagez là.
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Pro business vs Socialisme.
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Elle a 100% raison, vos enfants ne sont pas HPI, ils n’ont pas de troubles psychologiques, ils sont juste mal élevés et vous vous déresponsabilisez.
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EST-CE QUE VOUS VOULEZ CE DINGO À LA TÊTE DE LA FRANCE !?🇫🇷
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Ça 👇👇👇
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Anda muita gente a jogar tênis...
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☢️ Reflexão da Cooperativa: María del Carmen Abascal Martín, Maricarmen para os amigos. Já todos sabemos quem é. Uma velha carcaça. Doravante, vamos chamar-lhe só velha, ou cota, já vemos. Eu olho para esta caso da velha e acho que o despejo é a parte menos preocupante disto tudo. É. A velha já soprou 87 velas. Não teve filhos, não adotou e chega ao fim da vida sem descendentes diretos. Aos 87 anos, o corpo já negoceia connosco coisas que aos 40 dávamos por garantidas e a cota está essencialmente sozinha e abandonada ao seu próprio destino. ⚠️E para mim é esta a história que a Espanha devia estar a discutir. Nos últimos dias milhares de pessoas preocupadas com a velha. Políticos e deputados indignados, jornalistas a gastarem a tinta toda da caneta, manifestantes ali, nas ruas, solidários com a velha. Agora é uma avó nacional de todos os espanhóis. A velha é útil, mas ninguém quer saber dela. Serve para colocar num cartaz. A vítima perfeita para uma discussão inquinada sobre habitação, fundos imobiliários, capitalismo, senhorios e rendas. Cada um podia pegar num pedaço da velha e levá-lo para casa para confirmar aquilo em que já acreditava. De repente já nem é bem um cota de 87, é um argumento. ⚠️Somos extraordinariamente bons a preocupar-nos com pessoas quando elas se transformam em causas e cada vez menos competentes a preocupar-nos com pessoas simplesmente porque são pessoas. É por isso que a pergunta que esta história me provoca não é apenas onde vai viver a velha. É quem vai estar com a velja quando tiver 90 anos. Quem lhe vai telefonar ao domingo à noite quando já não houver jornalistas à porta. Quem lhe vai perceber pela voz que alguma coisa não está bem. Quem vai reparar que não abriu as persianas. Quem vai insistir para que vá ao médico. Quem vai ouvir pela décima vez uma história que já conhece. Quem vai simplesmente entrar em casa e perguntar se quer companhia. Ninguém. Quando derem pela falta da velha, é porque o cheiro já não se aguenta. Nas últimas décadas fizemos uma transformação social gigantesca e achamos que era apenas isto do progresso. Libertámos o indivíduo de uma quantidade enorme de obrigações antigas e, em muitos casos, fizemos muito bem. Tornámo-nos mais livres para escolher onde viver, com quem viver, se queremos casar, se queremos ter filhos, se queremos sair da terra onde nascemos, se queremos dedicar a vida a uma carreira, viajar ou simplesmente não prestar contas a ninguém. Há uma extraordinária conquista humana nessa liberdade, é um facto, mas talvez tenhamos confundido liberdade com ausência de dependência. Não são a mesma coisa. O ser humano pode passar metade da vida a conquistar independência e a segunda metade a descobrir que nunca deixou verdadeiramente de precisar dos outros. Adiou o momento em que isso se torna evidente. ⚠️Aos 30 anos é fácil imaginar que não devemos nada a ninguém. Aos 40 ainda é bastante confortável. Aos 50 começamos a enterrar os pais. Aos 60 começam a desaparecer amigos. Aos 70 o mundo que conhecíamos começa lentamente a ficar mais pequeno. E aos 87 já não há filosofia individualista que consiga mudar uma lâmpada quando não conseguimos subir a um escadote. Há uma parte profundamente incómoda nisto porque obriga a recuperar uma palavra que a modernidade quase transformou numa obscenidade moral. Responsabilidade. Não responsabilidade coletiva, essa é facílima. Responsabilidade pessoal. A velha também fez as suas escolhas. Eu fiz as minhas. Tu fizeste as tuas. Continuamos todos a fazê-las. Isso não significa que uma pessoa sem filhos mereça a solidão. Eu sei que há pais abandonados pelos próprios filhos e há pessoas que nunca tiveram descendentes e chegam aos 90 rodeadas de amigos, sobrinhos, afilhados e gente que construíram pelo caminho. Uma criança também não deve nascer com a missão de se transformar no enfermeiro dos pais 50 anos depois. Mas também seria infantil fingirmos que as escolhas que fazemos sobre família, vínculos e comunidade não têm consequências. Têm. ➡️➡️Ter filhos é uma dessas escolhas. Não os ter também. Casar é uma escolha. Não casar também. Dedicar vinte anos a construir uma família tem custos. Dedicar esses vinte anos exclusivamente a nós próprios também terá os seus. Algumas consequências são maravilhosas. Outras descobrimo-las demasiado tarde. A liberdade sem consequência não é liberdade. É fantasia. Talvez seja precisamente aqui que esteja uma das grandes contradições das sociedades ocidentais. Construímos uma cultura que glorifica a autonomia individual ao mesmo tempo que construímos um Estado a quem exigimos que apareça no final para preencher todos os vazios que essa autonomia deixou.⬅️⬅️ Quando desaparece a família aparece o serviço social. Quando desaparece o filho aparece o cuidador. Quando desaparece o vizinho aparece a linha de emergência. Uma sociedade civilizada não deixa uma velha morrer sozinha porque não teve filhos. O Estado deve proteger quem é vulnerável, deve garantir cuidados, dignidade e uma rede mínima quando tudo o resto falha. Mas há uma coisa que nenhum Estado consegue aplicar por decreto. Alguém que goste de nós. Pode contratar alguém para nos dar banho. Não pode contratar alguém para sentir a nossa falta. Pode pagar uma residência. Não pode obrigar alguém a aparecer num domingo porque teve saudades. ⚠️Esta é a tragédia silenciosa de uma sociedade que envelhece enquanto as famílias encolhem. Vamos construindo mecanismos cada vez mais sofisticados para administrar a solidão ao mesmo tempo que perdemos as estruturas humanas que durante séculos a impediam. Não estou a defender um regresso ao patriarcado que tantos demonizam. Estou apenas a dizer que demolimos algumas paredes sem perceber que essas paredes também seguravam o telhado. E depois aparece a velha. E durante alguns dias a Espanha deu-he um abraço. Virtual. É esta a nossa época no seu estado mais puro. Uma multidão emocionada com a solidão de uma mulher que provavelmente voltará a estar sozinha assim que a multidão passar à próxima indignação. É possível que daqui a um mês já ninguém se lembre do nome dela. Mas vamos à política. Um despejo produz imagens terrivelmente fantásticas. Uma casa que nunca chegou ao mercado não produz imagem nenhuma. ➡️➡️Não há câmaras a filmar o senhorio que decidiu não arrendar. Não há manifestações à porta do apartamento que passou para alojamento local. Não há uma senhora numa maca para ilustrar a consequência futura de uma política pública. Há apenas menos uma casa disponível e, uns meses depois, mais alguém a perguntar porque é que é impossível encontrar uma renda que consiga pagar. É a diferença entre governar para a fotografia de hoje e governar para o mercado que existirá amanhã. E há poucas tentações políticas maiores do que escolher a fotografia.⬅️⬅️ Ainda por cima com eleições no horizonte.... A velha permite fazer umas flores durante alguns meses. Permite discursos sobre humanidade, medidas de emergência, proibições, prorrogações e a reconfortante sensação de que o poder fez alguma coisa. Talvez algumas dessas medidas protejam genuinamente pessoas que precisam de proteção. Talvez outras tenham custos que só perceberemos quando desaparecerem mais casas do mercado. É precisamente esse equilíbrio que deveria ser discutido com seriedade. Mas entretanto continuamos a falar da casa. Mas eu continuo a olhar para a velha. No fim do dia, podem devolver à velha aquelas 4 paredes. Podem congelar a renda, prorrogar o contrato e garantir que nunca mais ninguém a tira dali. Mas eu faço a mesma pergunta. Quando chegar a noite e a porta fechar, quem fica lá com a velha?? Pessoalmente esse é para mim o verdadeiro despejo da nossa geração. Para vossa eventual reflexão. o dono da cooperativa Nota: acho que a partir do dia 3/10 fico sem sem o blue check que me permite fazer textos mais longos. Não resisti a escrever isto. É difícil resistir. Obrigado pela vossa paciência.
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Goosebumps. For all its faults, Western Christian culture is still worth defending.
Goosebumps. For all its faults, Western Christian culture is still worth defending.
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"Women and children storm the border"
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La convergence des luttes en Allemagne :
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European Commission: “Here is an instrument that empowers European citizens to shape policy on the issues that matter most.” European patriots: “Ok, here’s the @SaveEuropeAct. Now close the borders and send them back.” European Commission: “No, you racists. Wanting a safe, prosperous and European Europe goes against European values.”
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