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🏡 Orgulhosamente Ribatejana a viver em 📌Lisboa… Sportinguista 💚

Lisboa, Portugal
Joined November 2022
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Replying to @speraltalisboa
Falta muito para o 25 de Novembro para por fim a este novo PREC?
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A democracia está em perigo quando as Assembleias Populares querem substituir a Assembleia da Republica, quando se defende que se quer acabar com a democracia "burguesa" (pelo marxismo camponês?), quando basta alguém gritar a acusar alguém de algo (mesmo falsamente) para iniciar uma perseguição e linchamento, quando se luta por uma causa justissima mas se percebe que não propõem soluções além de acabarem com "este sistema", quando se quer limitar o trabalho dos jornalistas (como se faz nos regimes totalitarios), quando a vontade dos que gritam mais e vociferam se sobrepõe aos representantes dos que votam em eleições nacionais
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Nos dias de hoje, ACTIVISTA é a pessoa que aprendeu a chamar os seus DESEJOS de DIREITOS e o DIREITO dos OUTROS de FASCISMO ! ✊✌️💪 ☮️
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☭💣🌈🚩 Na praça, 2 dúzias e meia de revolucionários, mais coisa menos coisa, munidos de tendas Queshua e telemóveis de última geração (não se pode dizer iPhones que eles ficam todos ofendidos) determinados a combater o capitalismo para termos todos mais casas, preparavam-se para uma noite histórica de resistência antifacho. A autorização para a manifestação tinha acabado às 00h30, mas o Martim, estudante de ciências políticas e profundo conhecedor dos mecanismos de opressão das democracias ocidentais, declarou unilateralmente a praça território autónomo, livre da especulação imobiliária, da propriedade privada e, naturalmente, do cumprimento de qualquer ordem vinda da PSP. Estava proclamada a República Popular da Acampada! 🚩 A primeira Assembleia Popular teve início pouco depois. O entusiasmo era enorme, até entre a piolhagem. Há muito que os jovens reclamavam o direito à habitação, preferencialmente no centro de Lisboa, junto aos bares da 24 de Julho, com varanda, vista desafogada, quiçá, um rooftop burguês, e claro, com transportes gratuitos à porta, leia-se, Ubers e Bolts, que o bus é só para os imigrantes coloridos. Sempre com eles, nunca no meio deles, é sabido, e é de resto lei. ➡️➡️Ora após 2 horas de intenso debate democrático, foram aprovadas, por unanimidade, as primeiras resoluções. Mais habitação pública, rendas acessíveis, melhores salários, mais médicos, saúde gratuita, fim da especulação imobiliária, nacionalização das casas vazias e cumprimento imediato da Constituição. A Carlota sugeriu ainda a gratuitidade dos festivais de verão, mas a proposta ficou para discussão na Assembleia seguinte, por manifesta falta de tempo. Nisto, o Pedrinho, de 38 anos, propôs que o Estado disponibilizasse um apartamento a cada manifestante, independentemente dos rendimentos do trabalho, até porque ele próprio não tinha nenhum acumulado desde que nasceu, nem A, nem B, C, ou outro, e desde que o beneficiário apresentasse um comprovativo de participação em pelo menos 3 manifs contra o fascismo. A proposta foi aprovada por aclamação. Unanimidade! Mas entretanto, começaram a ecoar vozes de discórdia. ⚠️O Martim e mais 2 companheiros consideravam a praça demasiado exposta às correntes de ar. A Carlota e as amigas queixavam-se da ausência de instalações sanitárias adequadas, porque uma revolucionária tem direito também à dignidade, sobretudo depois de beber 7 a 8 mines. No canto norte da acampada, entre 10 a 15 jovens conspiravam contra a organização por não lhes ter sido assegurado pequeno-almoço, almoço, jantar e serviço de limpeza das tendas. Indecente! O Pedrinho, esse, ligou à mãe para perguntar se lhe podia trazer umas almôndegas e o pijama engomado, pois já estava há quase 18 horas sem uma refeição caseira, e como esta rapaziada bem sabe, não há nada melhor do que a comidinha da mamã. A mãezinha, naturalmente preocupada, perguntou-lhe se não seria preferível regressar a casa. O Pedrinho recusou logo liminarmente. Estava em curso uma revolução e havia princípios dos quais não podia abdicar, pesembora os seus 33 anos. Entretanto, uma nova Assembleia Popular decidiu responsabilizar o Montenegro pela ausência de água quente nas tendas. A moção foi aprovada por 29 votos a favor e uma abstenção, de um jovem que está à vários meses em abstinência higiénica. Os 30 jovens exigiram ainda que o governo disponibilizasse eletricidade, aquecimento, colchões ortopédicos e uma ligação Wi-Fi de alta velocidade. A PSP apareceu para recordar que a autorização tinha terminado. ➡️➡️O Martim, num gesto de extraordinária coragem revolucionária, aproximou-se dos agentes e explicou-lhes que a Constituição consagra o direito à manifestação e à habitação, pelo que as tendas eram agora habitações e qualquer intervenção policial constituiria uma violação simultânea de dois direitos fundamentais. Um brilhante exercício de jurisprudência popular que deixou toda a acampada em êxtase! O agente explicou-lhe, com uma paciência verdadeiramente franciscana, que a Constituição não transformava uma tenda Quechua num imóvel urbano, nem uma praça pública num empreendimento habitacional. A Carlota começou imediatamente a gritar fascismo. A PSP manteve a ordem para desocuparem o espaço. ⚠️Perante tamanho atentado à democracia, os jovens decidiram resistir pacificamente, o que consistia em desobedecer às autoridades, insultar os agentes e oferecer resistência suficiente para assegurar umas fotografias de grande impacto nas redes sociais. O Martim, que conhecia bem o funcionamento da comunicação social, pediu aos companheiros que filmassem tudo na vertical, para facilitar a publicação no Instagram. O entusiasmo era enorme. Entretanto, aproximavam-se as 3 da manhã e começaram a surgir problemas de natureza logística. ⚠️A Carlota recebeu uma mensagem do pai a informar que no dia seguinte precisava do BMW para ir trabalhar. O Martim tinha uma consulta no dentista às 10h30. E o Pedrinho estava preocupado porque a mãe ainda não lhe tinha preparado a marmita para o dia seguinte. Pouco depois, 29 dos 30 revolucionários deliberaram suspender temporariamente a revolução e regressar às respetivas residências familiares para descansar, tomar um banho quente e recuperar energias para a continuação da luta. As tendas, naturalmente, permaneceriam na praça, como símbolo inabalável da resistência popular. Uma semana volvida, já tinham regressado todos às origens, todos exceto um. Entretanto, a PSP removeu as tendas. O Martim publicou uma fotografia da operação policial, tirada do conforto do sofá de casa dos pais, acompanhada da denúncia de mais uma brutal agressão aos direitos humanos. A Carlota partilhou a publicação no Insta, acrescentando três punhos erguidos e um coração vermelho. ❤️🚩✊ O Pedrinho não comentou porque estava a jantar, morto de fome. Bom, resta-me concluir que a revolução correu extraordinariamente bem. Os jovens conquistaram o direito a regressar a casa dos pais, o capitalismo sobreviveu por mais uma semana e o mundo continua cada vez mais à pinha de malucos. Tudo certo. o dono da cooperativa Nota: texto de ficção/ sátira
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A ideia de que grandes proprietários não devem participar no debate sobre habitação na Assembleia da República é profundamente antidemocrática. Apesar de todas as nossas diferenças, acho que o PCP tem todo o direito a apresentar as suas propostas.
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Li por aqui que a moção de censura não faz sentido, mas que Luís Neves deve sair imediatamente. Muito bem. Mas, se ele não se demite, se o primeiro-ministro não o demite e ainda lhe reforça a confiança, sai como? Pela força do pensamento?
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À procura de provas 😐
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O milagre da multiplicação ✖️
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☢️Reflexão da Cooperativa: a liberdade começa à porta da nossa casa Habituámo-nos a reduzir a liberdade à possibilidade de dizer aquilo que pensamos. É importante, evidentemente. Mas é uma definição confortável, muito académica, muito conceptual. A liberdade mais elementar é outra. É poder ir onde quisermos, quando quisermos, a qualquer hora, sem que a rua seja uma espécie de roleta russa. É poder atravessar uma cidade, apanhar um transporte público, deixar o carro estacionado ou simplesmente caminhar até casa sem sentir que estamos a abusar da nossa sorte. ➡️➡️Esta liberdade é essencial. Já tivemos essa conversa, as sensações, perceções, a realidade. Está na base da pirâmide, ali junto com a alimentação, da casa e da segurança. Só depois de garantidas essas coisas é que uma sociedade tem disponibilidade para discutir as liberdades "mais sofisticadas". Um homem que tem medo de deixar a mulher ou a filha regressarem sozinhas a casa não está particularmente preocupado com os limites conceptuais da liberdade de expressão. Um velho que deixou de sair depois de anoitecer não se sente livre porque pode escrever uma opinião no twitter. Pode dizê-la. Só já não pode viver como dantes. Ah, mas Portugal ainda é um país muito seguro? Eu ainda sou do tempo em que as portas ficavam abertas, onde só lá entravam as pessoas de confiança para deixar qualquer coisa, não para levar à socapa. Essa realidade já não existe. Desapareceu. E tu sabes bem porquê.⬅️⬅️ O 25/4 não aconteceu apenas para que cada um pudesse dizer o que lhe der na veneta. Podem simplificá-lo dessa forma para caber num cartaz, mas a liberdade nunca foi apenas uma questão de palavras. Não vale a pena regressar agora a essa discussão. Basta perceber que uma liberdade que existe apenas no papel, mas desaparece quando abrimos a porta de casa, é uma liberdade..... amputada. E é aqui que a imigração se cruza inevitavelmente com a política. ⚠️Quando uma população começa a sentir, por perceção ou sensação, por experiência ou por uma mistura das duas, que perdeu o controlo do espaço onde vive, procura proteção. É natural. Não é fascismo, não é xenofobia, não é ignorância. É instinto. E esse instinto acentua-se com a idade. À medida que vamos ficando mais velhos, mais frágeis e menos capazes de reagir fisicamente, tornamo-nos mais sensíveis ao risco. A ameaça que aos vinte anos parece abstrata torna-se bastante concreta aos sessenta. Perante essa insegurança, o aparecimento de um porto político intransigente com o crime não é uma anomalia. É uma inevitabilidade. Quando os partidos moderados respondem ao medo com estatísticas mal explicadas, lições de moral ou acusações de preconceito, entregam os cidadãos a quem lhes promete lei e ordem. Não é a extrema-direita que cria essa procura. Muitas vezes, limita-se a encontrá-la ali, abandonada pelos outros, os puritanos da democracia, que, a troco de punh@tas ao seu ego nalguns casos, noutros, reféns do populismo do bem, assobiam para o lado. ➡️Há sociedades onde o respeito pela integridade física, pela propriedade privada e pelas regras comuns foi sendo interiorizado ao longo de décadas e transmitido entre gerações. Isso não significa que os nacionais sejam santos nem que os estrangeiros sejam criminosos. Significa apenas que uma sociedade vive também de hábitos, referências, vínculos, controlo social e expectativas partilhadas. Não é possível presumir automaticamente que todos os que chegam trazem consigo o mesmo entendimento das regras. Também não é possível presumir o contrário. É precisamente por isso que as fronteiras existem, para selecionar, identificar, avaliar e decidir quem entra. Uma fronteira sem controlo não é humanismo, muito pelo contrário.⬅️ Na imigração ilegal, o problema agrava-se. Quem vive à margem do sistema, sem documentação regular, emprego estável ou horizonte de permanência, encontra-se mais exposto à exploração, à economia clandestina e ao recrutamento pelo crime. Não por causa do sangue, da raça ou da nacionalidade, mas porque a ausência de vínculos e de responsabilidade perante a comunidade aumenta o risco de marginalização. Fingir que isto não existe não protege os imigrantes. Entrega os mais vulneráveis a traficantes, redes criminosas e patrões sem escrúpulos. Por isso, o controlo rigoroso das fronteiras é tão básico como a porta de uma casa. Não é preciso odiar quem está do lado de fora para querer saber quem entra. Basta ter consciência de que a casa tem pessoas dentro. ⚠️Mas o rigor não pode acabar na fronteira. Depois de alguém entrar legalmente, trabalhar, cumprir as regras e decidir construir aqui a sua vida, interessa-nos que crie raízes. Interessa-nos que traga ou constitua família, que tenha filhos na escola, que conheça os vizinhos, que pague impostos e que veja o futuro deste país como parte do seu próprio futuro. Uma pessoa que sente que amanhã pode desaparecer sem deixar nada para trás terá necessariamente uma ligação diferente daquela que comprou casa, criou filhos e sabe que os seus netos poderão viver aqui. Além do risco criminal. Eu, sabendo que estou num país sem amarras, sabendo que amanhã posso evaporar-me do mapa, posso, em teoria, ter uma probabillidade maior de cometer um crime. Camaradas, é aqui que também temos de abandonar o infantil "Portugal para os portugueses", pelo menos quando ele significa fechar o país e esperar que a demografia se resolva por milagre. Quase impossível. Podemos ser seis milhões. Podemos ser quatro. Podemos até ser todos muito puros da Silva, seja lá o que isso queira dizer. O problema é que um país com quatro ou seis milhões de velhos não é um país preservado. Não se combate a utopia da esquerdalha com outra, igual, ou pior. É um lar de terceira idade com uma bandeira, hino e insustentável. Devíamos ter tido mais filhos. Devíamos ter criado condições para que os nossos jovens não partissem. Devíamos ter salários que lhes permitissem sair de casa, comprar ou arrendar uma habitação e formar família. Não fizemos nada disso a tempo. Agora podemos continuar a berrar contra a realidade ou podemos geria o melhor possível, ou o menos mal. Isto não obriga a oferecer/vender a nacionalidade por catálogo nem a tratar a cidadania como um brinde administrativo. Podemos ser exigentes. Devemos. Podemos criar modelos intermédios, autorizações de residência duradouras ou vitalícias, com critérios claros de integração. Podemos distinguir entre viver cá, pertencer juridicamente ao país e participar plenamente na comunidade, incluindo a política. Há soluções entre a porta escancarada e a muralha. Só não as encontramos enquanto continuarmos a fingir que qualquer compromisso é uma traição. O que importa é muito simples. Quem entra, em que condições, para fazer o quê, com que capacidade de integração e com que consequências para quem já cá vive. Quantas pessoas conseguimos receber sem degradar salários, habitação, escolas, hospitais e segurança? De que trabalhadores precisamos? Como impedimos a formação de comunidades fechadas que rejeitem as regras comuns? Como expulsamos rapidamente quem comete crimes graves? Como premiamos quem trabalha, respeita o país e cria aqui raízes? Isto é política de imigração. O resto é só conversa para nos enrabar, lamento. Uma perda de tempo. Enquanto passamos semanas inteiras a discutir Ceuta como se o destino da civilização ocidental dependesse de cada vídeo que aparece nas redes, há países que constroem linhas ferroviárias, centrais energéticas, fábricas, universidades e cidades. Nós debatemos durante sete dias a escolha das palavras. Na China, nesse intervalo, provavelmente construíram uma estação, levantaram três bairros e inventaram uma m@rda qualquer que daqui a 2 anos estaremos a comprar. ⚠️Precisamos de menos fé e mais pragmatismo. Menos slogans e mais fronteiras. Menos culpa e mais exigência. Menos pureza e mais futuro. A liberdade individual começa no momento em que uma pessoa abre a porta de casa e sabe que pode viver sem medo. Preservá-la exige segurança, autoridade, integração e controlo. Mas o futuro do país também exige gente, trabalho, crianças e continuidade. As duas coisas não são incompatíveis. Incompatível é continuar a fingir que podemos escolher entre uma fortaleza vazia e uma estação sem portas. O país precisa de fronteiras fortes e de pessoas que queiram viver dentro delas. Precisa de saber dizer não a quem não respeita as suas regras e de saber dizer esta casa também é tua a quem as cumpre e ajuda a mantê-la de pé. Não é sobre esquerda é direita. É pela sobrevivência. Para vossa eventual reflexão. o dono da cooperativa Nota: tenham sempre presente, importas o terceiro mundo, tornas-te o terceiro mundo. É mesmo assim. Não podes importar, o ser humano não é uma mercadoria e não vem com garantia.
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Proibido em praias espanholas: Animais Fumar Consumir álcool Festas e música alta Jogos de bola ou raquetes Gel ou champô Urinar no mar Reservar lugar com toalhas ou guarda‑sol Tendas Dormir durante a noite Venda ambulante não autorizada Permitido: Invadir a partir de outro país
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☢️ Reflexão da Cooperativa: o verdadeiro escândalo da entrevista de Fernando Alexandre não foram os exames digitais. Foi perceber que havia 3 estruturas a tratar dos RH no Ministério da Educação e nenhuma conseguia dizer, com segurança, quantos professores existiam. 3 direções para não saber contar pessoas. Ph@da-se🥸 Isto não é uma anomalia exclusiva do Ministério da Educação. É o retrato da função pública portuguesa, um animal rechonchudo, lento e cheio de embrulho, mas que não podem ser removidos porque alguém grita alto, alguém faz greve, alguém liga para um jornalista, enfim, alguém.... ⚠️O Estado português é um vespeiro. Cada direção é uma quinta, cada instituto é um pequeno principado, cada chefia a sua corte e cada comissão existe para estudar o trabalho da outra comissão. Há gente a produzir papéis para justificar pessoas que produzem papéis para justificar a existência de quem manda produzir os papéis. E ai de quem pergunte para que serve aquela m@rda toda. Mal alguém tenta fundir serviços, cortar chefias, acabar com redundâncias ou mandar para o terreno quem passou anos escondido num gabinete a olhar para a parede começa o circo. Fala-se no desmantelamento do Estado, no ataque aos trabalhadores, na destruição da escola pública, no fãncismo administrativo e, faltando imaginação, no futuro das criancinhas, os estudantes, o último escudo humano, também eles reféns. Depois aparecem os sindicatos, os comentadores, os testemunhos emocionados e os órgãos de comunicação social, sempre muito disponíveis para filmar o drama e muito pouco interessados em perguntar como é possível haver três estruturas de recursos humanos e nenhuma saber quantos recursos humanos tem. Não é preciso imaginar uma conspiração. O sistema defende-se sozinho. Basta deixar correr, dificultar, atrasar, ampliar cada falha e esperar que o reformador fique com o cagalhão nas mãos. Ninguém sabotou coisa nenhuma, dirão. Apenas aconteceu. E, por uma extraordinária coincidência, aconteceu precisamente quando alguém começou a mexer nos lugares, nas chefias e nas tetas da vaca. É por isso que quase nenhum governante toca verdadeiramente no Estado. Todos sabem que precisa de ir à faca, mas também sabem que a gordura vota, protesta, aparece na televisão e tem amigos suficientes para transformar o cirurgião no assassino. Faltam 🍅🍅. Essa é a verdade. ➡️➡️ Manter Fernando Alexandre à frente do Ministério da Educação deixou de ser apenas uma questão de confiança política. É um dever. Um dever para deixar um recado simples a todos os inúteis que passaram décadas agarrados à teta do Estado; podem berrar, podem fazer barulho, podem chamar os jornalistas e podem pedir cabeças. Mas o tempo deles está a acabar. E desta vez, talvez pela 1x, convém que a cabeça que role não seja a do gajo que pegou na faca. Para vossa eventual reflexão. o dono da cooperativa Nota: a entrevista de ontem foi excelente, mesmo contra a vontade do Vítor Gonçalves
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Não é pelos alunos. Nunca foi. Eles não querem saber dos alunos. É por eles. Sempre foi por eles. Porque não servem para nada. São um peso morto que só atrapalha e nos custa dinheiro, a todos nós. É com isso que o Ministro da Educação está a acabar. Carrega, Fernando. 💪
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🚨Recebi uma mensagem que merece bem mais destaque do que alguma vez terá. Enquanto os telejornais enchiam minutos com manifestações do STOP com 30 gatos pingados, com reportagens dramáticas sobre a "crise" dos exames e com testemunhos emocionados de alunos ansiosos encostados às pautas, houve quem estivesse simplesmente a trabalhar. A Associação Nacional de Professores de Física e Química (ANPFQ disponibilizou-se voluntariamente para ajudar no processo de classificação das provas. Mais do que isso; foi identificando, de forma discreta e diretamente junto das entidades competentes, falhas que iam surgindo no sistema digital, incluindo erros de classificação automática, como destaca a notícia do Público, mas cujo propósito é o de enterrar o Ministro, não tanto destacar o espírito colaborativo. Sem conferências de imprensa. Sem comunicados inflamados. Sem necessidade de protagonismo. Os problemas foram comunicados, analisados e corrigidos. ➡️➡️É assim que um sistema melhora; não é aos gritos, mas com colaboração entre as diferentes entidades. Mas claro, isto só se aplica a quem quer resolver, não aos abutres que querem simplesmente destruir para capitalizar ganhos, políticos, sindicais, ou outros, ainda mais obscuros. Destas histórias quase ninguém ouviu falar. Não cabem na narrativa do caos total e permanente. É muito mais rentável mostrar 30 sindicalistas, ou fazer um direto com mais um puto em aparente colapso existencial, agrafado à frente de uma pauta, como se o país estivesse à beira de uma catástrofe nacional.⬅️⬅️ Só que a realidade tem este defeito, enquanto uns faziam teatro do bom para as câmaras, outros ajudavam a resolver os problemas. E talvez seja essa a maior prova de que a digitalização não falhou. Falhou, como qualquer processo novo, em alguns pontos, que foram sendo identificados e corrigidos precisamente porque o sistema permite detetar, auditar e melhorar. Isso chama-se evolução. Quantos portugueses ouviram falar desta colaboração voluntária? Quantos telejornais acharam que valia a pena mostrar quem ajudou a resolver, em vez de apenas quem ajudou a amplificar o problema? Quantos testemunhos a atestar da mais-valia deste novo processo, como me relataram a mim neste caso? A resposta diz muito menos sobre a educação do que sobre a forma como hoje se fabrica a informação. Por último, partilho o testemunho com a avaliação do novo processo: ⚠️"Concluo que este processo de classificação é muito melhor: mais seguro, mais rápido e mais honesto, além de ser facilmente auditável" Chupem, tenho dito. o dono da cooperativa
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☢️ Reflexão da Cooperativa: a geração mais bem preparada de sempre. Sabem explicar a fotossíntese, resolver integrais, citar meia dúzia de estudos sobre asaúde mental e, ao mesmo tempo, entram em colapso mental porque as notas demoraram mais uns dias a sair. Os testemunhos sucedem-se. Ansiedade. Férias adiadas. Incapacidade de desligar. Dias de sofrimento. Parece que estivemos mesmo à beira de uma catástrofe humanitária e, afinal, estamos a falar de jovens que tiveram de esperar mais 3 dias para saber uma nota, outros, vá, uns quantos, demais é certo, com nota suspensa. ➡️➡️É pois esta a geração que nos vendem como a mais bem preparada de sempre. E talvez seja. A mais bem preparada para responder a testes. A encornar matéria. A dominar os Tik Toks desta vida. A repetir conceitos. Mas a vida, essa, é uma disciplina sem manual, e chumbam em toda a linha, do que me é dado a ver. Porque a escola ensina, mas não ensina a esperar. Ensina conteúdos, mas não ensina resiliência. Ensina competências, mas não ensina a lidar com a frustração. Ensina direitos, mas quase nunca fala de deveres. Ensina a exigir, mas raramente a aguentar. E bem, porque a essa outra tarefa, que encaixa noutro segmento mais abrangente, a educação, cabe aos pais. Percebem, papás? Criou-se uma geração convencida de que qualquer desconforto merece uma declaração pública, qualquer contratempo justifica uma crise existencial e qualquer obstáculo exige que alguém peça desculpa. O problema nunca é a forma como reagimos; é sempre o mundo que insiste em não corresponder às nossas expectativas.⬅️⬅️ E depois perguntamo-nos porque é que tantos continuam dependentes dos papás até bem depois da idade adulta. Porque é que tantos precisam que alguém lhes resolva cada problema, cada papelinho, cada decisão. Porque nunca saem de casa a pretexto de que a habitação está cara, e está, mas não é preciso começar pelo rooftop no Chiado. Façamos em conjunto, camaradas, um exercício de imaginação. Se amanhã Portugal tivesse de mobilizar cidadãos para defender o país perante uma ameaça real, como aconteceu e continua a acontecer em tantas partes do mundo, que sociedade apresentaríamos? Uma que sabe distinguir um pronome relativo de um complemento oblíquo, mas entra em ansiedade porque um calendário administrativo escorregou uns diazitos. Uma sociedade que teima em confundir desconforto com trauma. Não é uma crítica aos jovens por serem jovens. É uma crítica aos adultos que lhes venderam a ilusão de que crescer podia ser feito sem dor, sem espera, sem responsabilidade e sem fracassos. Pais que lhes limaram todos os obstáculos. Escolas que trocaram exigência por conforto. Uma cultura que transformou a vulnerabilidade numa identidade permanente e protegida, quando devia ser só uma condição passageira que se ultrapassa com querer e luta. ⚠️Talvez o verdadeiro exame não fosse bem o de matemática nem o de português. Talvez fosse mesmo este. O esperar. Aceitar que nem tudo depende da nossa vontade. Perceber que um atraso não é o fim do mundo. Chumbaram em toda a linha, pelo menos aqueles que os OCS insistem em nos mostrar pela conveniência da narrativa. Quem não consegue lidar com alguns dias de incerteza dificilmente estará preparado para enfrentar as décadas de incerteza que a vida inevitavelmente traz. Há mais conhecimento nesta geração. Disso ninguém duvida. O problema é que conhecimento não é sinónimo de maturidade. E um país que produz CV's bonzinhos de malta que encornou matéria, mas adultos frágeis, está, na verdade, a confundir educação com instrução. Isto para mim é muito mais preocupante do que qualquer nota de um exame nacional. Para vossa eventual reflexão. o dono da cooperativa
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Replying to @celiaisp
Só mais uma vez...😅 Enquanto os nossos políticos encararem a politica como uma carreira profissional e não como uma missão, será sempre o mesmo destino para Portugal😟
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“Está em marcha a corrupção da função do professor. Os profs não são corretores. Os exames condicionam toda a prática docente.” Afinal o problema é haver exames. Bem me parecia.
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Parte do problema dos políticos portugueses (pelo menos), penso que passa pelas palavras escolhidas quando falam. "poder", ao invés de "liderança" é um exemplo bom. Querem apenas ter poder, não querem liderar.
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Quem estiver preocupado com o aumento da população, com o falhanço dos serviços públicos ou a disrupção da paz social é contra a imigração e um racista de m@!%#
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Quem estava preocupado com a suposta ausência da reforma laboral do programa de governo pode explicar-me em que documento estava escrito que iam aumentar a população residente em 10%?
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Célia retweeted
Agora já sabemos a miséria que foram os anos de gestão PS e a fraude dos números que nos apresentaram. Em breve vamos saber que a gestão PSD pouco alterou.
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