(defendo a autonomia do banco central)
n há soberania nacional.
o capitalismo é a maxima da governança internacional. a partir do instante em que as dividas impagáveis são pagáveis para poucos por questões e são impagáveis para os demais por questão estrutural. n há soberania
a dívida brasileira é “alta”, mas “talvez” seja condicionada a uma indexação dos títulos ao juros.
essas aspas explicam a ausência de relevância do povo no debate público e a completa anuência do capital
é nesse contexto que o nacionalismo perde-se, pois a margem de negociação
Jovem Pan demite 20 profissionais e corta custos após eleições por falta de publicidade
f5.folha.uol.com.br/colunist…
This far-right Brazilian immigrant hiding in Florida is defaming you. @AbdulElSayed
Elegeram ESSE sujeito!
Abdul El-Sayed (médico de saúde pública, ex-diretor de saúde de Detroit e candidato progressista) é o nomeado democrata ao Senado pelo Michigan em 2026. Suas posições mais radicais ou controversas — especialmente para o eleitorado mainstream — concentram-se em política externa (Israel), segurança pública, saúde e armas.
Chama as ações de Israel em Gaza de “genocídio” e descreve a política israelense como apartheid.
Defende o fim de toda ajuda militar dos EUA a Israel (ofensiva e defensiva), redirecionando o dinheiro para prioridades domésticas (saúde, educação etc.). Afirma que o governo israelense é “tão mau quanto o Hamas”.
Em entrevista recente (60 Minutes), respondeu “sim” sem hesitação se a Palestina tem direito de existir, mas colocou condições para Israel (“sim, se houver entendimento compartilhado”). Questiona a ideia de Israel como “ethnostate” e prefere deixar que israelenses e palestinos decidam entre dois estados ou um estado.
Participou do movimento “Uncommitted” na primária democrata de 2024 contra Biden por causa do apoio a Israel após 7 de outubro.
Critica fortemente a AIPAC e Netanyahu, e associa gastos com Israel a problemas de custo de vida nos EUA.
Essas posições o colocam na ala mais anti-sionista do Partido Democrata e geraram acusações de antissemitismo (que ele rejeita).
Em 2020, disse repetidamente: “We do need to defund the police” e defendeu desinvestir em policiamento/encarceramento para investir em serviços sociais, escolas e saúde pública. Apagou vários tweets e entrevistas da época. Durante a campanha de 2026, afirmou que “nunca” pediu para desfinanciar a polícia e que suas visões se tornaram mais nuançadas (apoia recrutamento, retenção e aposentadoria de policiais locais + George Floyd Justice in Policing Act). A CNN e outros veículos documentaram o contraste entre as declarações antigas e as atuais.Também falou em “decarceration” (redução da população carcerária) como prioridade.
Em vídeos de 2022-2023 (depois tornados privados), propôs substituir a Segunda Emenda pelo direito à saúde: “What if we tweaked the Constitution… instead of the right to bear arms, we change it to the right to have health care?”. Também argumentou que a emenda se referia apenas a milícias bem reguladas e a mosquetes da época da fundação (“everyone should have equal rights to a musket”). A campanha diz que ele “respeita” a Segunda Emenda, mas apoia controle de armas (proibição de armas de assalto, red flag laws etc.).
Apoia Medicare for All (sistema single-payer). Em declarações anteriores, afirmou que isso eliminaria o mercado de seguros privados (“the only insurer in town is Medicare” / “does away with the private insurance market”).
Apoia abolir o ICE e substituí-lo por um sistema que “respeite a dignidade e o devido processo”. Como candidato a governador em 2018, prometeu que o Michigan não usaria recursos estaduais para fazer cumprir a política federal de imigração.
Fez comícios com Hasan Piker (streamer que disse que “America deserved 9/11”, elogiou Hamas/Hezbollah etc.). El-Sayed condenou o comentário sobre 11 de setembro, mas a associação gerou polêmica.
Em 2012, assinou carta aberta apoiando Mohamed Morsi (Irmandade Muçulmana) e pedindo “purge” da mídia e da polícia no Egito. Há alegações de laços familiares com a Irmandade (meia-irmã e mãe); ele desautorizou a organização e rejeita acusações de simpatia por terrorismo ou sharia.
Tem vínculos com figuras do DSA e progressistas radicais (embora diga que não é socialista e apoia capitalismo regulado). Recebeu apoio de Bernie Sanders e AOC.
lula, me perdoa por passar o ultimo mes falando q ia votar em vc por falta de opção
🗣️ “A Cármen é uma falsa humilde, Chastalo. Conhece esse tipo de gente? Em uma conversa comigo, para que eu a indicasse ao STF [em 2006], começou dizendo que seu primeiro brinquedo foi uma boneca de sabugo, que seu pai tinha as mãos calejadas de tanto trabalhar e que aprendeu com ele que uma coisa muito importante na vida é a gratidão. E eu caí nessa!”, teria dito Lula na prisão, segundo relato de seu carcereiro, o policial federal Jorge Chastalo Filho, no livro Banho de Sol.
































