LFT 2027 - PT-BR, ES, EN
após alguns meses com a 7ven estou livre de contrato e busco um time BR/LATAM pra representar!
minha preferência é sentinela-2nd caller mas tenho xp como igl, iniciadora e controladora e me disponibilizo pra trabalhar em qualquer função
apesar de ter sido um ano muito difícil foquei muito no meu individual in e off game e acredito que evolui muito como player❤️
contato: DM ou freyavlr7@gmail.com
rt - so win na ranked⭐️
O cenário inclusivo de VALORANT nunca incluiu de verdade. O Game Changers foi criado com a proposta de dar mais oportunidades e visibilidade para mulheres e outros gêneros marginalizados dentro do esports, mas, na prática, muitas vezes ele ainda parece um espaço que precisa ser constantemente defendido pelas próprias pessoas que deveria proteger. A Riot diz que o programa existe para tornar o cenário mais inclusivo e representativo, mas representação sem segurança, fiscalização e acolhimento não passa de discurso.
O ódio aberto contra pessoas não-binárias, trans e outras pessoas LGBTQIA+ continua sendo expressado em camps, transmissões, chats e comunidades do VALORANT. E isso não é uma sensação isolada. Segundo a GLAAD, 52% dos jogadores LGBTQIA+ relataram já ter sofrido assédio enquanto jogavam online, 42% disseram que já evitaram jogar por medo de serem assediados e 27% chegaram a abandonar um jogo por causa disso. Mesmo assim, ainda tem gente que age como se reclamar de transfobia e homofobia fosse exagero ou tentativa de transformar o Game Changers em um espaço “menos competitivo”.
Vocês nunca vão entender o que é tentar competir enquanto fazem parte de um gênero marginalizado, principalmente quando a sua identidade é tratada como suspeita, fraude ou vantagem competitiva. No Game Changers, mulheres e pessoas de gêneros marginalizados precisam provar o tempo todo que pertencem àquele espaço. Pessoas não binárias e de gênero fluido muitas vezes nem sabem se serão aceitas, como devem se inscrever ou se sua identidade será respeitada pelos organizadores. Isso não é inclusão. É colocar a responsabilidade nas pessoas marginalizadas e obrigá-las a explicar a própria existência para poder jogar.
A própria regra oficial do Game Changers determina que todas as pessoas da equipe devem ser mulheres ou pertencer a gêneros marginalizados. O problema é que uma frase ampla não resolve a realidade de quem está dentro do cenário. Ela não responde de forma clara a todas as experiências de pessoas trans, não binárias e de gênero fluido, nem impede que cada campeonato, cada região e cada organização interprete a inclusão de um jeito diferente. Quando a regra existe, mas a comunidade não sabe como ela será aplicada, a insegurança continua.
A fiscalização também é falha. Em 2023, a Riot puniu jogadores por violação das regras de elegibilidade de gênero e por terem enganado os oficiais do torneio. O caso mostrou que existe preocupação em proteger a proposta do Game Changers, mas também revelou como a identidade de pessoas marginalizadas pode ser transformada em instrumento de investigação e desconfiança. A existência de pessoas mal-intencionadas não pode ser usada como justificativa para tratar toda pessoa trans ou não binária como suspeita.
Além disso, o cenário competitivo de VALORANT continua reproduzindo a ideia de que o Game Changers é uma competição de nível inferior. Pessoas entram sem levar o projeto a sério, organizações não oferecem estrutura suficiente e parte da comunidade trata as jogadoras e as pessoas de gêneros marginalizados como se estivessem ali apenas porque não conseguiram competir no VCT principal. Só que o Game Changers não deveria ser visto como uma versão menor do cenário. Ele deveria ser um espaço seguro e competitivo para pessoas que foram historicamente afastadas do esports.
A verdade é que o Game Changers reflete bastante o quanto a nossa sociedade ainda não está pronta para acolher pessoas diferentes do que considera “normal”. Tudo que foge do padrão é questionado, ridicularizado ou hostilizado. E no VALORANT isso aparece em cada transmissão com comentário transfóbico, em cada jogador que usa identidade de gênero como insulto, em cada pessoa que precisa esconder quem é para conseguir jogar e em cada organização que fala sobre inclusão, mas não sabe o que fazer quando uma pessoa trans ou não binária precisa de apoio de verdade.
Pessoas LGBTQIA+ não são uma minoria irrelevante dentro dos games. A GLAAD aponta que 17% dos jogadores ativos se identificam como LGBTQIA+, e esse número sobe para entre 23% e 28% entre jogadores com menos de 35 anos. Essas pessoas fazem parte da comunidade, acompanham campeonatos, jogam VALORANT, competem e sustentam o cenário. Mesmo assim, continuam sendo tratadas como exceção quando deveriam estar no centro das discussões sobre segurança e inclusão.
Me entristece ver, ano após ano, pessoas sofrendo discriminação por algo que ainda não é compreendido nem respeitado por quem organiza, transmite e acompanha o Game Changers. A identidade de alguém não deveria ser tratada como provocação, fraude ou problema administrativo. Inclusão não é apenas abrir inscrição para mulheres e gêneros marginalizados. Inclusão é criar regras claras, treinar a equipe, fiscalizar o comportamento, proteger quem denuncia e garantir que essas pessoas possam competir sem precisar provar o tempo todo que merecem estar ali.
Porque, do jeito que está, o Game Changers não é verdadeiramente inclusivo. Ele dá espaço, sim. Mas dar espaço sem garantir segurança, respeito e permanência não é incluir. É apenas permitir que pessoas marginalizadas entrem em um ambiente que ainda está tentando decidir se elas realmente pertencem a ele.
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O último romântico 🌹
O @davidvlr1 veio do Chile pra ver a namorada @1ponix vencer a Grande Final do #VCTGameChangers Championship!
F/A bels retweeted
On termine Vice-Champions du monde sur Valorant
Pour notre première saison en GC, nos joueuses auront disputé toutes les finales, merci pour tout 🩷
we lost today and so we finish 3rd in GCC and i am sorry and grateful to the people showing up and cheering for us every event.
i hope all my teammates know i appreciate all their effort regardless of harsh and “aggressively passionate” i am, i truly love you all.❤️
i ran out of steam and didn’t play to the individual standard i set myself to. to be extremely vulnerable my dad passed away on the last day of september from the complications and side effect of the sepsis shock he was fighting.
i put in every little bit of effort i had in me and i dont regret anything but in the end i would’ve wanted a better result and showing for him.
call your parents and tell them you love them
salve, guys!
acabei de adotar esse rapazinho aqui! ele ainda nem tem nomekkkk
como foi tudo meio do nada, não tava preparado, então vou deixar meu pix pra quem puder ajudar
qualquer valor ajuda!!
quem não puder ajudar com px, um RT já faz MUITA diferença!!🔁
PIX: (12) 98264-0274
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Today we announced publicly that Jerrwin and JonahP would be leaving. We notified both players on September 15 that they would be unrestricted free agents. They both gave great effort but did not achieve the level of success we are targeting. We have now identified replacements that we believe are S tier. We cannot announce new additions until on or after November 2. Stay tuned.
F/A bels retweeted
Opinião sincera é que o Luk xo ficou 2 anos na LOUD no pior ano da org no valorant e depois conquistou um champions, o Erde acabou de perder a pessoa mais importante do mundo pra ele e provavelmente que ficar perto da família e jogar com os amigos. Só gratidão pela passagem deles

































