@bedselsi
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O conceito de evitar votar na erika hilton pq "ela vai ser eleita com certeza" efetivamente fazendo ela não ser eleita com certeza
Mulheres trans são do sexo feminino :)
Replying to @yannesofie
lésbicas precisam voltar a serem vistas como HOMOSSEXUAIS. mulheres atraídas pelo mesmo SEXO. n tem como separar o pênis do homem. quem gosta da genitalia masculino, tbm gosta de homens
One of the greatest wins the agricultural industry and fossil fuel industries got this decade is convincing zoomers that datacenters have anything to do with this and to forget about the formers.
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Araki tinha escolhido We Are Charlie Kirk pra ending mas o david production não teve coragem e deu nisso
Lula faça o que for necessário.
O FIM DO FUTEBOL BRASILEIRO
O futebol acompanha com atenção as discussões sobre o mercado de apostas no Brasil e reconhece os desafios que sua expansão traz. Os impactos sociais, especialmente sobre as pessoas mais vulneráveis, exigem atenção permanente do Poder Público, das empresas e de todos os setores envolvidos.
Por isso, é fundamental aprimorar as medidas de proteção, fiscalização, educação e prevenção, para reduzir riscos e garantir um mercado responsável.
O Brasil escolheu enfrentar esse desafio pela regulamentação. A regulamentação estabeleceu regras rígidas para as empresas autorizadas a atuar no país, com regras claras que permitem ao Estado fiscalizar o mercado, responsabilizar quem descumpre a lei e combater a atuação de plataformas clandestinas.
Importante ressaltar que, nos últimos anos, o investimento das empresas de apostas autorizadas tornou-se uma das principais fontes de receita do esporte. Este investimento impulsionou o futebol brasileiro de tal forma a dominar o cenário sul-americano em competições como a CONMEBOL Libertadores e a CONMEBOL Sul Americana e a colocar clubes brasileiros em posição de protagonismo.
Essa presença não se limita aos maiores clubes. Os recursos também alcançam equipes de menor expressão, divisões de acesso e competições com menor exposição comercial. Para muitos destas agremiações, especialmente aquelas localizadas no interior do país, não existe hoje outro segmento econômico capaz de substituir imediatamente esse investimento.
Essas receitas são fundamentais para manter estruturas administrativas, centros de treinamento, profissionais, projetos sociais e departamentos que não gerem recursos suficientes para se sustentar de maneira independente, como parte do futebol feminino e a formação de futuros talentos, os primeiros investimentos ameaçados quando a receita cai de forma abrupta.
Assim, os rumores sobre mudanças abruptas na regulamentação do mercado de apostas têm gerado enorme preocupação em todos os clubes, federações e entidades de administração do esporte. Uma mudança abrupta nas regras reduziria a capacidade de investimento dos clubes e criaria desequilíbrios dentro e fora do país. Contratos regularmente firmados, planejamentos plurianuais e compromissos financeiros foram estabelecidos sob um marco regulatório construído pelo próprio Estado.
Para responder a um mercado que já existia e movimentava ilegalmente bilhões de reais, o país instituiu um ambiente regulado. Empresas foram autorizadas, passaram a recolher impostos e assumiram obrigações relacionadas à proteção do consumidor, ao bloqueio de menores, à prevenção de práticas abusivas e ao combate à lavagem de dinheiro e à manipulação de competições. Foi justamente a regulamentação do mercado que retirou o Brasil da liderança do ranking mundial de casos de manipulação.
Inviabilizar esse modelo não fará com que as apostas deixem de existir. Apenas abrirá o caminho para que os consumidores migrem integralmente para plataformas clandestinas, que não pagam impostos, não respeitam limites, não oferecem instrumentos de proteção e não colaboram com as autoridades.
Vou falar uma coisa que parece exagero até você entender o que a Rockstar está fazendo:
GTA VI não é o jogo da década.
GTA VI é a MÍDIA da década.
E o marketing deles está deixando isso cada vez mais óbvio.
A Rockstar já ganhou o gamer.
Acabou.
Ela não precisa convencer quem acompanha videogame de que GTA VI é importante.
Esse cara já vai assistir trailer.
Já vai ver gameplay.
Já sabe quem são Jason e Lucia.
Já discute mapa, carro, física, rádio, NPC e provavelmente sabe até quantos coqueiros apareceram no trailer.
Continuar gastando toda a campanha falando apenas com gamer seria dinheiro jogado fora.
Então olha a sequência.
Antes da Netflix, eles foram pra Dazed.
Não IGN.
Não GameSpot.
Não um veículo tradicional de games.
Dazed.
Moda.
Arte.
Música.
Cultura.
Jason e Lucia tratados como “New Idols”, praticamente como editorial de moda.
Isso não é aleatório.
É posicionamento.
A Rockstar basicamente falou:
“não queremos que GTA VI ocupe apenas games. Queremos ocupar cultura.”
No dia seguinte?
Netflix.
Um Extended Look de GTA VI estreando primeiro dentro da maior plataforma de streaming do planeta, antes de ir para o YouTube da própria Rockstar.
Percebe a escalada?
Primeiro moda/cultura.
Depois entretenimento mainstream.
Agora música.
Travis Scott.
Future.
Metro Boomin.
Yung Lean.
Morgan Wallen.
Rauw Alejandro.
Keith Richards.
PinkPantheress.
Vários públicos COMPLETAMENTE diferentes recebendo peças da mesma campanha através dos próprios artistas.
Isso é muito mais inteligente do que postar:
“CONFIRA A TRILHA SONORA DE GTA VI.”
Porque agora a Rockstar não tem UMA audiência.
Ela tem várias.
O fã de Travis encontra GTA.
O fã de country encontra GTA.
O fã de música latina encontra GTA.
O fã de rock encontra GTA.
O cara que acompanha moda encontra GTA.
Quem assina Netflix encontra GTA.
E no centro de tudo está a mesma marca.
Eles não estão comprando alcance.
Estão invadindo ecossistemas culturais.
Isso é o que muita gente não entende sobre marketing.
Depois de certo tamanho, você não cresce falando cada vez mais com quem já gosta de você.
Você cresce ocupando audiências adjacentes.
A Rockstar conquistou games há décadas.
Agora está usando GTA VI para conquistar todo o resto.
E tem uma sacada ainda mais filha da puta:
eles não explicam tudo.
Cada artista solta uma imagem.
Um carro.
Uma piscina.
Um salto.
Uma placa de Leonida.
Uma estética que você reconhece em meio segundo.
E a internet faz o resto.
“É rádio?”
“É música inédita?”
“Vai aparecer no jogo?”
“Quem mais está participando?”
Twitter investiga.
Reddit junta as imagens.
TikTok teoriza.
YouTube faz vídeo.
Site de música publica matéria.
Site de games republica.
A Rockstar lança algumas peças e transforma milhões de pessoas em departamento de mídia gratuito.
Isso é earned media no nível absurdo.
E você consegue aplicar EXATAMENTE a mesma lógica num canal pequeno.
Não na escala da Rockstar, obviamente, porque infelizmente você não tem Travis Scott esperando sua DM.
Mas o princípio é idêntico.
Se você tem um canal de futebol:
pare de distribuir conteúdo APENAS para público de futebol.
Faça futebol + negócios.
Futebol + moda.
Futebol + história.
Futebol + geopolítica.
Futebol + arquitetura.
Futebol + games.
Agora cada vídeo consegue entrar por uma audiência diferente.
Canal de tecnologia?
Tecnologia + crime.
Tecnologia + empresas.
Tecnologia + guerra.
Tecnologia + dinheiro.
Tecnologia + cultura.
Canal de música?
Música + negócios.
Música + moda.
Música + psicologia.
Música + história.
Música + internet.
Seu nicho é o seu centro.
Mas seu crescimento muitas vezes está nas BORDAS dele.
E tem mais.
Pare de pensar que um vídeo precisa existir uma única vez.
Transforme cada vídeo em um pequeno evento.
Publique o vídeo.
Crie cortes.
Crie uma discussão no Twitter.
Leve um dado pro Reddit.
Faça colaboração com alguém de um nicho adjacente.
Pegue uma parte do assunto e transforme em Short.
Faça outro vídeo continuando uma pergunta que surgiu.
Use outras comunidades para distribuir ÂNGULOS diferentes do mesmo conteúdo.
Não saia desesperadamente jogando link.
Dê para cada comunidade um motivo próprio para se importar.
É exatamente isso que a Rockstar está fazendo.
Ela não chega na Dazed falando:
“somos um videogame.”
Ela chega falando cultura e moda.
Não chega na Netflix como:
“olha nosso trailer no YouTube.”
Transforma aquilo em estreia de entretenimento.
Não coloca todos os artistas numa imagem.
Deixa cada artista funcionar como mídia.
Essa é a aula.
Não adapte a audiência ao seu conteúdo.
Adapte a PORTA DE ENTRADA do conteúdo para cada audiência.
E é por isso que eu falo tanto sobre distribuição.
Você pode fazer um vídeo excelente e deixar ele morrer dentro do próprio nicho.
Ou pode construir várias maneiras diferentes das pessoas descobrirem aquilo.
A Rockstar já ganhou o gamer.
Agora quer ganhar a pessoa que nem se considera gamer.
E é exatamente assim que GTA VI deixa de ser simplesmente um videogame.
Vira música.
Vira moda.
Vira streaming.
Vira meme.
Vira notícia.
Vira assunto.
Vira cultura.
Vira mídia.
No meu grupo privado do Discord eu ensino bastante essa parte também:
como encontrar audiências adjacentes, criar ângulos, transformar um vídeo em vários ativos, distribuir conteúdo e fazer um canal parar de depender exclusivamente do algoritmo decidir ser bonzinho naquele dia.
Quem quiser entrar, chama na DM.
emi ⚢ retweeted
Today marks 1 year since trans rights activist Charlie Kirk tragically passed away at the age of 31.
Charlie (he/xe/zir) was an autistic transmasc puppyboy. He advocated for making pride events kink-friendly.
His blood turned to sludge after he took DIY HRT.
RIP Charlie 💔🕊️🕯️
This is youtube video essayists fault there was a time when no one cared about any of this