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Advogado OAB/CE e da SDHDS Fui estagiário da Caixa Econômica Federal e do TRT7/ Aprovado Oficial de Justiça Federal TRT7. Artista Gestor Cantor Alvinegro.

Joined October 2022
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Durmo na cama, vou ao dentista, tomo banho toda semana, tenho rg cpf e sou Lula, sou dr audvogado
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que soco no estômago esse vídeo, a elite brasileira debochando da população que luta por seus direitos. é isso que está em jogo, eles não querem que o povo tenham as mesmas condições.
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🚨😱 Renan Santos critica ministério da Prosperidade proposto por Flávio, que poderia ser comandado por Pablo Marçal. “Cultura de coach, cara. Coach virando ministro. Parece um filme de terror muito louco.”
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🚨URGENTE! PRINCIPAIS RECADOS DO PRESIDENTE LULA AGORA! COMPARTILHE AO MÁXIMO! 1 - “Não briguem com o eleitor. Não falem mal porque o eleitor não votou na gente. Temos que ter humildade. São 30 milhões de pessoas que não foram votar. Não surgiu terceira via. O que aconteceu então com essas pessoas? Temos que tentar convencer essas pessoas. A responsabilidade do desinteresse deles é nossa. Não temos que procurar defeito entre nós agora, temos 20 dias pra que cada um avalie o que pode fazer.” 2 - “Flávio Bolsonaro é a cara do sistema. A única candidatura antissistema é a nossa. Temos que mostrar isso pras pessoas. Estamos carregando nas nossas costas uma coisa muito grave que é a promiscuidade que se revelou no STF. Temos que discutir com a sociedade qual o critério pra indicar candidato a ministro da Suprema Corte. A hora é da sociedade discutir isso. Ninguém está acima da lei. Nem os ministros do STF.” 3 - “Está claro para toda a sociedade hoje que os estados não dão conta mais da questão da segurança pública. O crime organizado está atuando quase como uma multinacional. Hoje a Polícia Federal só pode entrar nos casos se os crimes são federalizados e muitos governadores não aceitam. Esse é um assunto que vamos ter que discutir! O estado tem que proteger o trabalhador, o bandido ir pra cadeia e o povo recuperar seu território. Os governadores precisam ajudar a aprovar a PEC da Reforma da Segurança Pública o mais rápido possível. Isso tem que ser votado já!” 🚨 ESPALHEM!!!!
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O presidente Lula vencerá as eleições no segundo turno? Fazendo uma análise técnica, deixando a minha preferência política de lado, a resposta é que sim, desde que leve em consideração alguns pontos: 1) A Globo jamais citará isto quando estiver com o seu analista da Quest ao vivo, mas o que definiu a vantagem da direita foi o uso da máquina dos prefeitos. Os mesmos prefeitos, beneficiados pelo orçamento secreto, estavam em campanha para os seus deputados e senadores. Ao levar às urnas pessoas que estão sob a influência da máquina, surge um voto que não é ideológico e não é mostrado nas pesquisas. Só que no segundo turno, eles farão menos esforços, pois já elegeram os seus parlamentares e o ciclo vicioso de emendas já foi garantido. O PT terá que saber como combater o voto de cabresto. Inclusive, acionando a Polícia Federal, caso haja crimes. 2) A campanha precisa melhorar a comunicação. Esse é um velho problema, completamente negligenciado pelo partido. O Sidônio Palmeira deveria ter sido "demitido no vestiário" depois do primeiro turno. Pro segundo turno, precisamos compreender que não basta falar de entregas. Na era da pós-verdade, as Fake News espalhadas por eles anulam qualquer imagem positiva do governo. É preciso ter uma equipe jurídica ativa pra fazer um embate contra as Fake News e manipulações das big techs. Além disso, a comunicação precisa ser mais aguerrida e direta. Não é hora de amor e coraçãozinho, é hora de guerra e esse deve ser o tom. Tem que desconstruir o Flávio e "deixá-lo nú". 3) A abstenção foi muito grande. Teremos alguns dias pra convencer essas pessoas saírem de casa pra votar. Por mais que parte da população esteja desanimada com a política, é preciso que tenham medo da vitória do Flávio. A essa altura do campeonato, só o medo pode fazer uma pessoa com apatia política votar. E isso está diretamente ligado à comunicação e à capacidade da militância buscar votos. Precisamos desejar mais que eles essa vitória. Os próximos dias definirão as nossas próximas décadas e também definirão se estaremos em uma democracia ou em uma ditadura. Se seremos um país soberano ou uma colônia. Se seremos dominados pelo crime organizado ou se vamos combatê-lo. Se teremos comida ou voltaremos pra fila do osso.
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CAMILO SANTANA
temos chances de virar esse cenário das eleições. Tudo pode acontecer e muitos votos podem ser virados ainda! aqui em Fortaleza aconteceu isso e, se formos positivos e pensar na ampla escala do cenário nacional parecida, podemos virar o jogo e ganhar as eleições
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temos chances de virar esse cenário das eleições. Tudo pode acontecer e muitos votos podem ser virados ainda! aqui em Fortaleza aconteceu isso e, se formos positivos e pensar na ampla escala do cenário nacional parecida, podemos virar o jogo e ganhar as eleições
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Justiça para Isabelle Caracristi
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LULA NA GLOBO GRANDÃO
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Tem gente que joga contra os interesses dos trabalhadores e trabalhadoras do Brasil, mas o nosso governo está mobilizado para a aprovação do fim da escala 6x1, sem redução do salário. O povo trabalhador que movimenta este país merece ter mais tempo para o lazer, para cuidar da saúde e para acompanhar o crescimento dos filhos. É sobre tempo para a família.
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Em 72 anos de mandato somados, família Bolsonaro produziu só 8 leis. OITO! Jair: 30 anos p/ aprovar 2 projs: redução do IPI p/ equip. de informática e liberação da fosfoetanolamina sintética, remédio p/ câncer sem eficácia comprovada. Eduardo: quase 10 anos, 3 projs: coautor da mesma fosfoetanolamina do pai, autor do Dia Nac. da Pessoa c/ Atrofia Muscular Espinhal e criador do Grupo Parlamentar Brasil-Bahrein. Carlos: 25 anos de vereador, legado é o Dia do Conservadorismo e o Dia do Heterossexual. Por último, o pré-candidato a presidente Flávio: 7 anos de Senado, 1 única lei, sobre microcrédito, sendo quem menos trabalhou de todos. Pra quem subiu no palanque hoje dizendo que é o ÚNICO CAPAZ de dialogar com as maiores potências do mundo, ele fez muito pouco pelo país que o elegeu. Essa família tem amor a teta do estado e ALERGIA a trabalho sério.
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Esse jogo é a prova que ninguém se importa com futebol masculino em Olimpíada. Em 2021 o 🇧🇷 Brasil foi bicampeão olímpico derrotando uma 🇪🇸 Espanha muito mais forte do que a 🇩🇪 Alemanha de 2016. Você não vê o Malcom sendo tratado como herói nacional por ter feito o gol do título na prorrogação. Isso mostra o peso real do futebol olímpico. Quem usa o ouro de 2016 para engrandecer a carreira do Neymar na Seleção faz isso porque precisa encontrar algum grande título para diminuir o fracasso da passagem dele pelo time principal.
Brasil x Espanha na final da olimpíadas em 2021 Olhem as escalações… o mais louco é pensar que o Brasil que venceu essa final. Kkk
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Foda
🚨ATENÇÃO - Veja a diferença da atitude dos jogadores da seleção ao serem eliminados da Copa do Mundo de 1998
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Um memorável sufoco de Cabo Verde pra cima da Argentina num mata-mata de Copa do Mundo. Chega ao fim um espetáculo de participação. Que competitividade. Quanto mérito em fazer o que fez diante de campeãs do mundo como Espanha, Uruguai e Argentina.
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Amei a história da mulher que viveu 13 anos cega, daí certo dia foi beijar o cão guia e caiu.. a batida da cabeça no chão fez ela voltar a enxergar kk
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➡️ Michelle diz que Flávio Bolsonaro a desrespeitou e humilhou em ligação
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Por que filhos de imigrantes nascidos na Bélgica escolhem outras seleções Por que tantos jogadores nascidos, criados ou formados na Bélgica chegam ao momento decisivo e escolhem defender outra seleção? O dado chama atenção e gera um debate no país europeu. A Bélgica tem cidadãos seus jogando por seleções como RD Congo, Argélia, Catar e Austrália. No próprio elenco belga, porém, há apenas um jogador nascido fora do país: Amadou Onana, que nasceu no Senegal. Esse contraste ganha peso quando comparado a seleções como França, Inglaterra e Espanha. Nesses países, descendentes de imigrantes costumam aparecer como parte central do projeto esportivo nacional. Na Bélgica, uma parte dos talentos formados localmente tem seguido outro caminho. Óbvio que existem exceções: Doku (Gana), Lukebákio e Ngoy (RD Congo) são exemplos mais recentes. O caso de Rayane Bounida (na capa) expôs essa tensão de vez. Ele nasceu e cresceu na Bélgica, passou por todas as categorias de base belgas, foi formado no Anderlecht, seguiu para o Ajax e decidiu defender Marrocos quando chegou ao profissional. Bounida não é um caso isolado. Bilal El Khannouss, Chemsdine Talbi, Noah Sadiki, Kos Karetsas e Saif Eddien Lazar também entraram nesse debate recente sobre jogadores binacionais que passaram pela formação belga e eram desejados pela federação nacional, mas escolheram outra camisa. A pergunta que fica é: esses jovens não se sentem belgas o suficiente ou a Bélgica ainda tem dificuldade de reconhecê-los plenamente belgas? A resposta não cabe em uma explicação única. Muitos desses jogadores são belgas no cotidiano. Nasceram e cresceram no país, estudaram e jogaram em clubes de lá e foram moldados por treinadores belgas. Ao mesmo tempo, carregam outra camada de pertencimento: a da família, da língua falada em casa, da religião, das viagens, da memória dos pais e avós e da relação afetiva com países que eles sequer viveram. No caso dos belgo-marroquinos, essa história tem raízes antigas. A imigração marroquina para a Bélgica ganhou força depois do acordo bilateral de trabalho de 1964, quando milhares de trabalhadores foram atraídos para minas, fábricas e setores industriais. Décadas depois, os filhos e netos dessa imigração já não são recém-chegados. São belgas de segunda, terceira ou quarta geração. Ainda assim, em muitos contextos, continuam sendo identificados primeiro pela origem familiar. Quando um jogador nascido na Bélgica escolhe Marrocos, parte do debate público interpreta a decisão como rejeição ao país onde ele nasceu. Claro que parte disso é carregado por uma dose de eurocentrismo, que também ignora que em alguns casos, em especial de Marrocos, a escolha pode ser também esportiva, pois federações de menor tradição vêm construindo projetos robustos para atrair seus “filhos” das diásporas. Durante o auge da geração de Hazard, De Bruyne, Lukaku, Fellaini e Courtois, defender a Bélgica era um caminho muito atraente. A seleção belga vivia um grande momento e aparecia como uma potência europeia. O cenário mudou quando o país entrou em um período de renovação e perda de força. Por isso essa discussão não olha pra história, mas pro momento mais recente. O passado colonial belga também ajuda a entender parte desse cenário. A relação do país com o Congo foi menor em extensão territorial do que a de outros impérios europeus, mas deixou marcas profundas. O Congo, hoje RD Congo, foi primeiro controlado como propriedade pessoal do rei Leopoldo II. Depois, passou a ser administrado oficialmente pelo Estado belga. A exploração econômica, a violência extrema, o trabalho forçado e o racismo atravessaram essa relação. Essa história não explica sozinha as decisões atuais dos jogadores. Mas ajuda a mostrar que a presença de descendentes congoleses e africanos no futebol belga faz parte de processos históricos mais longos, ligados à migração, colonialismo e desigualdade. A Bélgica agora tenta reagir. A federação passou a discutir regras mais claras para jogadores binacionais, contato mais próximo com famílias e acompanhamento mais cedo de talentos entre 12, 14 e 16 anos. Também há uma lista de nomes que ainda interessam aos belgas: Jorthy Mokio, Stanis Idumbo, Madi Monamay, e outros jovens aparecem como parte de uma nova disputa por pertencimento esportivo. Essas escolhas não significam necessariamente rejeição à Bélgica. Elas mostram que identidade pode ser múltipla. O futebol apenas tornou essa contradição mais visível. A Bélgica formou muitos desses talentos, mas nem sempre conseguiu transformar a formação em pertencimento. #Belgica #Ira #Mundia #EstadosUnidos
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Tst derrubou o que sobre estimativa de cálculo?
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O próprio TST entende que nos casos da empregada doméstica se aplica a questão da obrigatoriedade da reclamada registrar a jornada, ainda que não tenha mais de 20 funcionários. Como é que o reclamante vai colocar se ele não controla o ponto? Ele coloca uma média.
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