ana retweeted
Se após você ouvir esse vídeo não mudar o seu voto, então o seu problema não é a desinformação, mas o caráter!
JESUS!!! Votem nao
MAIS UMA CONSULTA PÚBLICA
E dessa vez, a tentativa é de ISENTAR MILITARES do IMPOSTO DE RENDA
O Brasil precisa de justiça fiscal, não faz sentido criar MAIS privilégios para uma MESMA categoria enquanto nós pagamos a conta.
VOTE NÃO 🚫!!! SERÁ DE VIRADA
www12.senado.leg.br/ecidadan…
ana retweeted
+ então pfvr, se manifestem mas COM RESPEITO, com CONSCIÊNCIA do posicionamento delas e das RESPONSABILIDADES delas enquanto educadoras e tb enquanto responsáveis por uma empresa! Vínculos trabalhistas não são brincadeira e elas, ao contrário de outras plataformas, NOS RESPEITAM!
Venho dizer que nunca colocaria uma pessoa na posição de sofrer HATE pq ja estive nesse lugar, além disso, sigo a mesma linha de raciocínio da Thais: respeitar o posicionamento politico de qualquer um, mesmo que seja diferente do meu.
+
Continuo defendendo o meu posicionamento, sendo ativa nessa luta e indo contra aquilo abomino.
E outra: não utilizei o nome da Thais na intenção de dizer que todos os alunos devem pensar igual a ela, só me chocou se isentar, mas isso também é um direito.
💜
Nos últimos dias, meu nome passou a ser associados a uma discussão envolvendo o posicionamento político-eleitoral.
Diante da proporção que essa discussão tomou, considero importante esclarecer alguns pontos.
Sou professora há muitos anos e acredito profundamente no poder transformador da educação. A educação transformou a minha vida e é justamente por acreditar nela que entendo meu papel como educadora: oferecer conhecimento, repertório, ferramentas de análise e condições para que cada estudante desenvolva pensamento crítico e seja capaz de construir suas próprias posições.
O resultado dos meus ensinamentos não significam que os alunos irão pensar como eu! Eu jamais teria controle sobre isso.
Eu não tenho o direito (e tampouco desejo ter) de determinar em quem um aluno deve votar, qual posicionamento político deve assumir publicamente ou de que maneira deve se manifestar durante um processo eleitoral. Minha responsabilidade como professora é contribuir para que meus alunos compreendam o mundo, façam perguntas, analisem informações e construam suas próprias convicções.
Da mesma forma, uma parceria profissional não pode ser utilizada como instrumento para exigir determinada manifestação político-eleitoral. Isso seria assédio eleitoral!
Discordância faz parte do debate democrático. Intimidação, constrangimento e ataques pessoais não deveriam fazer. Faço ainda uma distinção que considero essencial: eu, Thaís, enquanto cidadã, tenho minhas convicções, meus valores e meus posicionamentos políticos. Nunca fiz questão de escondê-los e continuarei me posicionando sobre aquilo em que acredito.
Mas existe uma responsabilidade adicional quando sou Thaís professora e quando represento uma empresa que mantém relações educacionais e profissionais com outras pessoas.
Defender aquilo em que acredito não significa exigir que meus alunos reproduzam minhas escolhas. Muito menos utilizar uma relação profissional ou contratual como mecanismo de pressão política.
Minha posição, portanto, não é de neutralidade diante do mundo. É de responsabilidade diante do papel que exerço.
Continuarei defendendo a educação, a universidade pública, o conhecimento científico, os direitos dos estudantes e os valores que sempre fizeram parte da minha trajetória. E continuarei igualmente defendendo que meus alunos tenham autonomia intelectual para construir suas próprias posições (inclusive quando elas não forem idênticas às minhas).























