“Nunca se mente tanto como após uma caçada, durante uma guerra e antes das eleições.”
—Otto von Bismarck
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Alvíssaras! Estou abrindo a primeira turma da Oficina de Escrita Criativa de Conto e Romance.
Vão ser 8 encontros ao vivo de 2 horas, aos sábados, das 10h às 12h, começando em 14 de novembro.
O formato da oficina:
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Instead of hiding his daughter with Down syndrome, Charles de Gaulle raised her proudly, and she became the heart of his life.
When Charles de Gaulle died in 1970, he made a quiet request that surprised many. He did not want a grand state funeral in Paris. He asked to be buried in the small village of Colombey les Deux Églises, beside his daughter Anne. For him, that resting place mattered more than any monument.
Anne was born on New Year’s Day in 1928, the youngest of three children. She had Down syndrome, a condition surrounded by fear and misinformation at the time. Doctors and society often blamed parents and urged families to hide children like her from public view. For families of power and status, sending such children away was considered normal.
Charles and his wife Yvonne refused. They raised Anne at home with her brother Philippe and sister Élisabeth. There was no secrecy, no shame, no separation. She was simply their daughter.
To the world, de Gaulle was distant and unyielding. A leader shaped by war, discipline, and command. But inside his home, Anne revealed a side few ever saw. With her, he laughed freely. He sang songs, told stories, and played games. Friends noticed that the man who rarely showed emotion softened completely in her presence.
He called her my joy. Anne asked nothing of him except love, and in that simplicity, he found peace. She was never treated as fragile or inferior. She was respected fully, included always, and loved without condition.
That love did not end within the family. After the war, Charles and Yvonne founded the Fondation Anne de Gaulle. They turned a château into a home for young women with intellectual disabilities, many of whom had been abandoned. At a time when support barely existed, they chose action over silence.
Anne’s life was short. She died of pneumonia in 1948, just after turning twenty, in her father’s arms. In his grief, de Gaulle whispered that now she was like the others, finally free from the limits the world had placed on her.
After her death, he carried her photograph everywhere. He believed her presence protected him, even during an assassination attempt years later. Whether faith or fate, he never doubted her importance in his life.
Charles de Gaulle found his deepest calm not in leadership or victory, but in loving a child the world did not understand. His family showed that dignity is not about ability. It is about how fiercely we choose to care.
We should never be ashamed of the people we love.
“Quando o comunismo fracassou, não foi uma boa ideia que deu errado, mas uma má ideia que havia sido sustentada com extraordinária determinação, a despeito de todos os argumentos do bom senso e ao custo de pelo menos 20 milhões de vidas, isso somente na Rússia.”
—Martin Amis
“Quando a pilhagem se torna um meio de vida para um grupo de homens, eles acabam criando, ao longo do tempo, um sistema jurídico que a autoriza e um código moral que a glorifica.”
—Frédéric Bastiat
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“O Governo não possui riquezas. Portanto quando um político promete dar-lhe algo de graça, primeiro deve confiscar-lhe essa riqueza—seja mediante um imposto direto, seja mediante o cruel imposto indireto da inflação.”
—John Wayne
“Os Demônios”, de Dostoiévski, não surgiu de uma aversão abstrata à esquerda. O jovem Dostoiévski havia sido preso por participar do círculo Petrashevski, de orientação socialista utópica. Condenado à morte e levado diante do pelotão de fuzilamento, no último instante
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as aventuras de tom sawyer aos 40 anos é levantar-se de repente e ter tonturas, conseguir atar os cordões com dores na hérnia, é beber um copo de vinho e ficar de ressaca, e é acordar para mijar.
“No pequeno universo em que vivem as crianças, nada é percebido com tanta agudeza, nem sentido com tanta intensidade, quanto uma injustiça.”
—Charles Dickens
Jorge Luis Borges nunca ganhou o Nobel, mas isto não lhe tirava o bom humor:
—Não me dar o Prêmio Nobel já se tornou uma antiga tradição entre os escandinavos. Anualmente eles me indicam ao Prêmio, mas o entregam a outra pessoa. Isso já virou uma espécie de ritual entre eles.
Quando menino, Jonathan Swift fisgou um peixe grande. Foi trazendo-o para cada vez mais perto da margem, mas no último instante a linha se rompeu.
—A decepção ainda me atormenta—confessaria Swift décadas mais tarde.—Aquele peixe foi o modelo de todas as minhas futuras decepções.
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“Meus caros irmãos, toda vez que ouvirem elogiar o progresso do Século das Luzes, nunca se esqueçam de que o melhor truque do Diabo é persuadi-los de que ele não existe!”
—Charles Baudelaire, 𝘓𝘦 𝘚𝘱𝘭𝘦𝘦𝘯 𝘥𝘦 𝘗𝘢𝘳𝘪𝘴
























