🤔 Você já parou para pensar por que o ultraprocessado costuma custar menos que a comida de verdade? Não é por acaso. Os aditivos (corantes, conservantes, emulsificantes e aromatizantes) vão muito além do rótulo: são eles que permitem fabricar em larga escala, com padronização, validade longa e baixo custo por unidade. Já o alimento in natura depende de uma logística cara, com refrigeração, prazo curto e perdas na cadeia, e quase não recebe incentivo público. O ultraprocessado, ao contrário, é formulado, fracionado, reconstituído e estabilizado para durar meses na prateleira e viajar longas distâncias sem perder cor, sabor ou textura.
Isso é escolha, não destino. Essa padronização reduz o custo de produção, de transporte e o desperdício, e esse ganho de escala chega ao preço final. Só que o preço baixo esconde um custo que aparece depois, na saúde: o consumo de ultraprocessados está associado a doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes tipo 2, doenças cardiovasculares e obesidade.
Por isso, precisamos inverter a lógica e incentivar o que faz bem à saúde, não o que faz mal.
💡 Quer entender melhor como funciona essa questão dos aditivos químicos? Confira o cards no fio e estudo da ACT: tinyurl.com/cartilha-adi
Em breve, o documentário Comida de Mentira estará disponível no YouTube para todo mundo assistir. Mas, antes disso, teremos uma sessão especial de estreia no cinema!
E você pode ganhar um press kit exclusivo do filme para levar para casa. Quer participar? 🤩
👉 Corra no perfil da ACT no Instagram, confira o post do sorteio no feed fixado no topo e as regras na legenda. Um comentário será sorteado para ganhar o press kit exclusivo no dia 27/10.
Ah, e não se esqueça de garantir seu ingresso no Sympla. Link na bio!
Boa sorte!
O projeto de alimentação da ACT faz 10 anos! 🎉🥳🎈
Marília Albiero, gerente de Inovação e Estratégia da organização, relembra como o debate sobre ultraprocessados ganhou entrou em evidência no Brasil e o caminho até a conquista do Imposto Seletivo sobre refrigerantes na reforma tributária.
Entre as prioridades da área para a próxima década, estão a regulamentação da venda de ultraprocessados e o olhar sobre o sistema alimentar como um todo para aumentar o acesso à comida saudável.
📲 Saiba mais no #BlogDaACT: tinyurl.com/alimentacao-10an…
🗓 Salve a data!
No dia 6 de novembro, acontece a 3ª edição do nosso Ciclo de Diálogos em alusão ao Mês da Consciência Negra, em parceria com o INCA, para discutir equidade racial e prevenção das doenças crônicas não transmissíveis.
📍 @muhcab, Rio de Janeiro
Assista ao vídeo e já reserve a data na agenda! Em breve, traremos mais informações.
🎥 Tem sessão especial de Comida de Mentira chegando! Queremos muito que você participe desse momento com a gente.
Depois de passar por várias sessões em escolas, universidades, comunidades e movimentos sociais, Comida de Mentira vai ficar disponível no YouTube para todo mundo assistir.
Mas, antes disso, teremos uma sessão especial no Rio de Janeiro.
🎫 Garanta seu ingresso no Sympla: tinyurl.com/ingresso-comida-…
Existem uma série de medidas que podem mudar a realidade do Brasil. Alimento saudável mais barato e sobretaxa de produtos ultraprocessados é um caminho exitoso e urgente. Confira algumas das políticas possíveis:
🌾 Estoques reguladores e compras públicas de alimentos saudáveis
🏙️ Investimento em CEASAs e cinturões verdes ao redor das cidades
💳 Crédito e assistência técnica voltados a frutas, legumes e verduras — não só a commodities
⚖️ Regulação sanitária proporcional ao tamanho do produtor, para não travar o pequeno
💰 Tributação que favoreça o que é essencial e saudável
Nada disso resolve sozinho. Mas juntas, essas políticas mudam a realidade atual.
Política pública de alimentação é garantia que todo mundo tenha acesso a comida de verdade a um preço justo — e isso passa por decisões que a sociedade pode e deve cobrar.
Confira os cards no fio. 🧶
O Conselho Nacional dos Direitos Humanos (CNDH) aprovou recomendação para incorporar a perspectiva dos direitos humanos às políticas de controle do tabaco, com medidas de proteção a grupos vulneráveis, combate ao trabalho infantil e fortalecimento da saúde pública. A ACT apoiou a iniciativa por meio do InovACT 2026.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) lançou o primeiro guia de enfrentamento da obesidade em crianças e adolescentes. Segundo a entidade, a prevalência da obesidade nessa faixa etária quadruplicou desde 1990, passando de 2% para 8%.
Dados extraídos do guia mostram que, em 2024, 170 milhões de crianças e adolescentes de 5 a 19 anos viviam com obesidade, incluindo 70 milhões de 5 a 9 anos e 100 milhões de 10 a 19 anos.
E como enfrentar o problema? Para os menores, de 0 a 9 anos, a organização indica intervenções estruturadas que envolvam alimentação adequada e saudável, atividade física e mudanças comportamentais, como o incentivo a reduzir o tempo de tela (videogames, por exemplo) e a movimentar o corpo.
A ACT atua em várias frentes para enfrentar esse problema como, por exemplo, sobretaxar produtos nocivos à saúde, estimular a atividade física e proteger ambientes como as escolas. Essas medidas dificultam o acesso a esses produtos e promovem hábitos mais saudáveis. Afinal, ambientes saudáveis promovem escolhas saudáveis.
📈 As doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs) são responsáveis pelo maior número de mortes, atingindo especialmente as populações mais vulneráveis, como as de média e baixa renda e escolaridade, devido à maior exposição aos fatores de risco ou ao acesso restrito às informações e aos serviços de saúde.
O consumo de álcool está associado com a mortalidade por doenças cardiovasculares, neoplasias, doenças hepáticas, dentre outras. Em 2019, quatro milhões de pessoas no mundo morreram devido a lesões externas e 7% dessas mortes foram atribuídas ao consumo de álcool.
A maioria dessas mortes foi de homens (90%) e de jovens de 15 a 39 anos (40%). O álcool está diretamente relacionado a um grande número de agravos por causas externas (principalmente acidentes de trânsito e agressões), mortes prematuras, quedas e afogamentos, que afetam desde indivíduos até famílias e a sociedade.
Confira o fio e os cards. 🧶
Acesse a Agenda Brasil Mais Saudável e saiba mais: tinyurl.com/agenda-brasil-ma…
De norte a sul do Brasil e até fora do país, Comida de Mentira chegou a diferentes públicos, provocando conversas sobre alimentação, saúde e o papel da indústria. Mais de 350 relatos de quem organizou sessões mostram como o documentário segue repercutindo.
Contamos um pouco dessa trajetória no blog. E tem novidade vindo por aí… Saiba mais no #BlogDaACT. tinyurl.com/comida-mentira-d…
⚽️ A Copa do Mundo é um dos maiores eventos esportivos do mundo Crianças, adolescentes, enfim, famílias inteiras se reúnem para acompanhar a programação. E, infelizmente, também se tornou uma enorme vitrine para produtos nocivos à saúde.
Durante os jogos, marcas de ultraprocessados, refrigerantes, álcool e apostas apareceram de forma constante, associando esses produtos ao esporte e ao entretenimento.
📌 Assim como aconteceu com o cigarro, é preciso avançar para que a publicidade de produtos nocivos à saúde deixe de ocupar esse espaço.
Confira o fio e os cards. 🧶
Fonte: Universidade de Bristol/Universidade de Oxford
🍛 Quem decide o preço do alimento que chega até você não é só "a oferta e a demanda" como a gente aprendeu na escola. Em boa parte da cadeia alimentar brasileira, poucas empresas concentram grande parte do mercado que passam pelo fornecimento dos insumos agrícolas, a etapa de processamento e de distribuição do varejo, momento em que chega na prateleira dos supermercados.
💰 E esse fenômeno de concentração atrás de concentração é o que os economistas chamam de cadeia com "donos do preço". Quanto mais concentrado o elo da cadeia, maior a capacidade de manter margens, mesmo quando o custo cai. E quem sofre com isso primeiro são as duas pontas da cadeia: de um lado, os pequenos produtores e, no fim da linha, quem compra a comida, ou seja, você!
📬 A Agenda Brasil Mais Saudável virou notícia.
Por que as doenças que mais fazem vítimas no Brasil e no mundo são justamente aquelas que poderíamos evitar? Para enfrentar essa contradição, a ACT lançou a Agenda Brasil Mais Saudável. Entregue a candidatos ao Executivo e ao Legislativo, o documento apresenta políticas públicas para deter o avanço de diversos tipos de câncer, do diabetes tipo 2, das doenças cardiovasculares e respiratórias e de outras doenças crônicas não transmissíveis (DCNT).
A Agenda despertou o interesse de veículos como @VejaSaude, @folha, @tvcultura, @colaboraprojeto, @outrasaude e @RadioCamara. Na Veja Saúde, a ACT participou da análise das propostas dos presidenciáveis para o SUS.
Confira os cards e o fio. 🧶
O consumo de álcool, o tabagismo, a alimentação inadequada, a inatividade física e a poluição do ar representam os principais fatores de risco para as DCNT. Precisamos de ações integradas para salvar vidas por meio da prevenção 360°.
📲 Acesse a Agenda Brasil Mais Saudável: brasilmaissaudavel.org.br
#AgendaBrasilMaisSaudável #SaúdePública #PolíticasPúblicas #DoençasCrônicas #PromoçãoDaSaúde
🤔 Quando termina o diálogo institucional e começa a interferência?
É legítimo que setores regulados apresentem informações ao poder público sobre temas que afetam suas atividades. O problema surge quando interações desnecessárias criam oportunidades para que interesses comerciais influenciem políticas públicas.
No caso da indústria do tabaco, essa preocupação é especialmente relevante. A Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco reconhece o conflito fundamental entre os interesses da indústria e os interesses da saúde pública. Por isso, o Artigo 5.3 deste tratado estabelece medidas para proteger as políticas de controle do tabaco dos interesses comerciais e outros interesses da indústria.
📌 Um exemplo: o governo pode receber representantes da indústria para ouvir suas posições sobre uma reforma tributária. O que não é aceitável é que essa interlocução resulte em influência indevida sobre decisões como as alíquotas do Imposto Seletivo, criado justamente para considerar os impactos negativos de determinados produtos.
Eventos, viagens e relações sociais com autoridades públicas são outros exemplos. O Índice de Interferência da Indústria do Tabaco registra alguns casos, confira: tinyurl.com/tabaco-index-202…
⚠️ Essas interações são problemáticas porque podem criar vínculos e oportunidades de influência entre a indústria e agentes públicos, comprometendo a transparência e a independência da formulação de políticas públicas. #PorTrásDosLucros
Confira o fio. 🧶














































