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Porto Alegre, Brasil
Joined June 2020
Na reta final antes do primeiro turno das eleições, a CEITEC volta a ser alvo de propostas de descontinuidade. Já vimos esse filme. A empresa foi colocada em liquidação em 2021, perdeu mais de 100 profissionais e teve sua capacidade profundamente afetada. E o que o Brasil ganhou no lugar? Nenhuma fábrica melhor, nenhuma nova capacidade nacional equivalente e nenhum grande fabricante atraído para se instalar no país. Semicondutores não se constroem com lógica míope de curto prazo. Exigem continuidade, trabalhadores qualificados, política industrial e visão de desenvolvimento. A CEITEC produz efeito de transbordamento tecnológico: forma profissionais, gera conhecimento, desenvolve competências e ajuda a criar um ambiente que favorece a instalação e o crescimento de outras empresas de tecnologia no país. Esse impacto se espalha por toda a cadeia e não aparece quando se olha apenas para a contabilidade da empresa. Antes de novamente propor desmontar uma capacidade que o país levou anos para construir, é preciso responder: o que será colocado de melhor no lugar? A ACCEITEC apresenta sua posição à sociedade brasileira na carta “Os brasileiros também são capazes”. Leia. Conheça os fatos. E participe desse debate. acceitec.net.br/wp-content/u… #SOBERANIA #TECNOLOGIA #SEMICONDUTORES
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O brasileiro também é capaz. Sabemos fabricar chip Sabemos fabricar avião Sabemos explorar e refinar petróleo É só afastar o neoliberalismo que o Brasil dará certo! #soberania #semicondutores #tecnologia
Replying to @acceitec
🧶2/19 O Brasil já provou muitas vezes que sabe fazer Existe uma ideia persistente de que o Brasil não consegue desenvolver tecnologia sofisticada. Nossa própria história demonstra o contrário. O Brasil construiu uma das maiores empresas de tecnologia agrícola do mundo, e transformou áreas antes consideradas inadequadas para agricultura em algumas das regiões agrícolas mais produtivas do planeta. Construiu uma indústria que tornou-se capaz de desenvolver e fabricar aviões que disputam mercados internacionais. Criou capacidades próprias em exploração de petróleo em águas profundas quando esse desafio tecnológico parecia extraordinário. Nossas universidades públicas formam cientistas, engenheiros, médicos e pesquisadores que trabalham em empresas e centros de pesquisa do mundo inteiro. Um brasileiro é CEO global da Qualcomm que desenvolve tecnologias e processadores presentes em bilhões de dispositivos e está no centro das tecnologias de comunicação móvel, inteligência artificial e computação. Um brasileiro foi CEO global da Motorola até agosto de 2026. Um brasileiro é presidente mundial da EATON. Isso deveria nos ensinar alguma coisa. O brasileiro não possui menos capacidade intelectual que um americano, um coreano, um japonês, um alemão ou um taiwanês. Quando encontra educação, infraestrutura, financiamento, continuidade e oportunidade, o brasileiro compete em qualquer lugar do mundo. A dificuldade histórica do Brasil não tem sido apenas criar capacidade. Muitas vezes, tem sido preservá-la tempo suficiente para que amadureça. Economistas chamam atenção para essa diferença entre a trajetória brasileira e a dos países asiáticos. Coreia do Sul, Taiwan e posteriormente China não simplesmente “esperaram o mercado resolver”. Construíram capacidades produtivas durante décadas, combinaram investimento público e privado, financiamento, política industrial, absorção de conhecimento estrangeiro, metas de desempenho e cobrança de resultados. (Paulo Gala, 2025). Não se tratou de entregar dinheiro indefinidamente a empresas ineficientes. Houve apoio, mas também exigência de exportar, desenvolver tecnologia, ganhar produtividade e competir.
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CEITEC é desenvolvimento para o Brasil. #soberania #Tecnologia #Semicondutores
Take a look at what Edelweiss Ritt, CMO of CEITEC said about the MOU with Homerun. Yesterday, Homerun announced a strategic MOU with CEITEC which aims to develop, produce, qualify, and establish manufacturing capabilities for semiconductor-grade SiC substrates and wafers. Regarding this announcement, Ritt stated: “This collaboration with Homerun, leveraging its work on high-purity silica in Brazil, represents an important step toward developing a vertically integrated SiC value chain in the country and strengthening Brazil’s technological and industrial capabilities in a sector that is strategic for the energy transition”. View the release here: homerunresources.com/homerun… #Silica #HPQ #Solar #Energy #Stocks #StockMarket #Brazil #EnergyStorage
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A CEITEC PRECISA CONTINUAR EXISTINDO. As pessoas que querem destruí-la não querem a soberania tecnológica do país, querem servidão.
A CEITEC sempre demonstrou a competência técnica de sua equipe, entregando todos os projetos dentro do prazo, com qualidade e a custos competitivos. O que falta é entender que os semicondutores são uma questão de Estado, e não de governos. O Brasil precisa parar de desperdiçar sua própria capacidade tecnológica! #Tecnologia #Soberania #Semicondutores
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O desenvolvimento e independência industrial e estratégica do Brasil passa por preservar e expandir a Ceitec
A CEITEC sempre demonstrou a competência técnica de sua equipe, entregando todos os projetos dentro do prazo, com qualidade e a custos competitivos. O que falta é entender que os semicondutores são uma questão de Estado, e não de governos. O Brasil precisa parar de desperdiçar sua própria capacidade tecnológica! #Tecnologia #Soberania #Semicondutores
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Imagine não ter a Petrobrás. Estaríamos nas mãos das empresas estrangeiras. Ninguém gostaria disso. Com chips é o mesmo. Imagine ficar dependente SOMENTE de empresas estrangeiras! Este RT não seria possível sem chips. Proteja a CEITEC. É nossa porta ABERTA pra o futuro.
A CEITEC sempre demonstrou a competência técnica de sua equipe, entregando todos os projetos dentro do prazo, com qualidade e a custos competitivos. O que falta é entender que os semicondutores são uma questão de Estado, e não de governos. O Brasil precisa parar de desperdiçar sua própria capacidade tecnológica! #Tecnologia #Soberania #Semicondutores
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A Ceitec precisa estar acima de questões partidárias.
A CEITEC sempre demonstrou a competência técnica de sua equipe, entregando todos os projetos dentro do prazo, com qualidade e a custos competitivos. O que falta é entender que os semicondutores são uma questão de Estado, e não de governos. O Brasil precisa parar de desperdiçar sua própria capacidade tecnológica! #Tecnologia #Soberania #Semicondutores
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A CEITEC sempre demonstrou a competência técnica de sua equipe, entregando todos os projetos dentro do prazo, com qualidade e a custos competitivos. O que falta é entender que os semicondutores são uma questão de Estado, e não de governos. O Brasil precisa parar de desperdiçar sua própria capacidade tecnológica! #Tecnologia #Soberania #Semicondutores
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O Brasil precisa produzir conhecimento, dominar tecnologias e transformar pesquisa em saúde, empregos e soluções para a crise climática. Neste Dia da Ciência e Tecnologia, vamos fortalecer essa causa: defender a ciência é defender nossa soberania e nosso futuro!
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Sensores para a saúde gov.br/mcti/pt-br/centrais-d…
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Lei de criação da CEITEC planalto.gov.br/ccivil_03/_a…
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A CEITEC não é apenas uma fábrica. Ela também produz ciência, conhecimento e tecnologia. Reconhecida como uma Instituição Científica, Tecnológica e de Inovação (ICT), a CEITEC possui uma missão que vai muito além da fabricação de chips. A própria Lei nº 11.759/2008, que autorizou sua criação, estabelece como objetivos o desenvolvimento de tecnologias, a formação de profissionais, a cooperação com universidades, o apoio à inovação e a atração de investimentos estratégicos para o Brasil. E a CEITEC já apresentou resultados concretos nessa missão. Formou profissionais por meio de programas de bolsas e estágios, ajudou universidades a transformar ideias em chips reais por meio do Programa Multiusuário Brasileiro (PMUB) e desenvolveu tecnologias patenteadas com aplicações em saúde, segurança, agricultura e transportes. Entre os exemplos estão pesquisas realizadas com a UFSC, com apoio do CNPq, para desenvolver sensores de detecção precoce do câncer. Também participou de iniciativas com instituições como CTI Renato Archer, Fiocruz e Instituto de Biologia Molecular do Paraná para desenvolver sensores destinados à detecção de doenças, incluindo a Covid-19. Apesar dessas contribuições, a CEITEC permaneceu cerca de três anos submetida a um controverso processo de liquidação, que interrompeu atividades e comprometeu sua capacidade de desenvolvimento tecnológico. Entre 17 empresas estatais dependentes da União naquele contexto, a CEITEC foi escolhida a dedo para liquidação. Hoje, a CEITEC vive uma nova etapa. Com investimentos de aproximadamente R$ 220 milhões, por meio de convênio com a Finep, a empresa passa por uma modernização tecnológica para desenvolver a capacidade nacional de fabricação de semicondutores de potência em carbeto de silício (SiC). Essa tecnologia é estratégica para veículos elétricos, energias renováveis e sistemas elétricos mais eficientes, permitindo reduzir perdas de energia e contribuindo para a transição energética. Além de fabricar componentes, esse investimento poderá gerar novos conhecimentos, qualificar profissionais, atrair novas empresas e fortalecer a indústria brasileira. Mas o risco de novas propostas de descontinuidade permanece, inclusive como bandeira política. O Brasil precisa decidir se pretende desenvolver suas próprias capacidades tecnológicas ou continuar dependendo de outros países em setores estratégicos. Defender a CEITEC é defender mais do que uma fábrica. É defender conhecimento, inovação e soberania tecnológica para o Brasil. 📎 As fontes oficiais, a legislação e os registros das patentes apresentadas nas imagens estarão disponíveis nos comentários. Acompanhe e siga as redes da ACCEITEC. Ajude a ampliar esse debate! #Soberania #Tecnologia #Semicondutores
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Alguns críticos da CEITEC não reconhecem seu valor porque ela não fabrica processadores e memórias de última geração. Mas a indústria de semicondutores vai muito além disso. Não se deve confundir More Moore (MM) com More than Moore (MtM). Ambos são estratégicos. #semicondutores #chips #soberania
Você sabia que a Lei de Moore não é uma lei da física? Ela nasceu de uma observação sobre a evolução da indústria: com o passar do tempo, tornou-se possível colocar cada vez mais transistores dentro de um chip, aumentando sua capacidade e reduzindo o custo por função. Foi daí que surgiu uma das grandes linhas de evolução dos semicondutores: o More Moore (MM). É a corrida pela miniaturização: 28 nm, 14 nm, 7 nm, 3 nm, 2 nm... É o mundo dos processadores de alto desempenho, GPUs e memórias avançadas. Mas existe outra parte enorme da indústria chamada More-than-Moore (MtM). Aqui, o objetivo não é simplesmente fazer o menor transistor possível. O importante é fazer o chip cumprir melhor determinada função: controlar potência, medir temperatura ou pressão, comunicar por rádio, acionar motores, detectar imagens, operar em altas tensões ou trabalhar em condições severas. Entram aí chips analógicos, RF, sensores, MEMS, dispositivos de potência e tecnologias como SiC e GaN. As duas imagens da Yole ajudam a enxergar isso. Em 2022, de um mercado mundial de US$ 573 bilhões, aproximadamente 67% estavam no universo More Moore e 33% no More-than-Moore. Ou seja: MtM não é um pequeno nicho. Era um mercado próximo de US$ 190 bilhões. E há um ponto ainda mais importante: um chip de última geração não trabalha sozinho. Um processador avançadíssimo precisa de chips de gerenciamento de energia, interfaces analógicas, sensores, comunicação, conversores e inúmeros outros componentes. Muitos deles são fabricados em tecnologias maduras e continuam absolutamente essenciais. Por isso, chamar um semicondutor de “atrasado” apenas porque ele não é fabricado em 2 nm é um erro. A McKinsey & Company projeta agora que o mercado mundial de semicondutores pode chegar a US$ 2,3 trilhões em 2030. E, embora a IA esteja impulsionando fortemente os chips de fronteira, a consultoria também projeta crescimento de volume para tecnologias avançadas e maduras, incluindo eletrônica de potência e fotônica. E onde entra a CEITEC? Historicamente, boa parte de sua atuação esteve justamente em tecnologias próximas ao universo More-than-Moore: RFID, RF, circuitos analógicos e de baixo consumo, sensores e aplicações específicas. Hoje isso fica ainda mais evidente com a entrada em semicondutores de potência em carbeto de silício (SiC), uma tecnologia típica de More-than-Moore. O Brasil não precisa escolher entre fabricar chips de 2 nm ou não fabricar nada. MM e MtM são partes complementares da mesma indústria. Ter capacidade nacional de fabricar semicondutores em áreas nas quais podemos desenvolver tecnologia, formar pessoas e atender mercados estratégicos também é soberania tecnológica. #Tecnologia #Soberania
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Lucro e geração de valor não são a mesma coisa. O lucro beneficia a empresa. A geração de valor pode beneficiar toda a sociedade, criando empregos, conhecimento, novas empresas e atraindo investimentos. É esse impacto que não pode ser ignorado ao avaliar a CEITEC. #semicondutores
Replying to @acceitec
🧶5/19 “Mas ela dá lucro?” — a pergunta é legítima, mas não pode ser a única Toda empresa pública deve prestar contas. A CEITEC deve ter metas claras, produtividade, boa governança, responsabilidade no uso do dinheiro público e cobrança por resultados. Isso é indiscutível. O problema começa quando sua avaliação termina no resultado contábil de um único exercício, como se faturamento e lucro fossem suficientes para medir o valor de uma infraestrutura tecnológica. Pesquisa, desenvolvimento, formação de profissionais, manutenção de capacidade industrial e criação de um novo setor econômico geram resultados que nem sempre aparecem diretamente na linha de “receita de vendas”. Foi justamente esse ponto que o Tribunal de Contas da União considerou ao analisar a liquidação da CEITEC. O TCU registrou que a empresa não deveria ser avaliada apenas por aspectos contábeis e financeiros, mas também por sua capacidade de formar recursos humanos, aumentar a densidade tecnológica do setor e gerar sinergias entre empresas, universidades e centros de pesquisa. Nesse contexto, o próprio acórdão menciona empresas como Chipus e HT Micron como exemplos de um ecossistema que começou a se consolidar ao redor da microeletrônica no Rio Grande do Sul. Esse ecossistema não surgiu de uma hora para outra. Ele foi sendo construído ao longo dos anos com a presença da CEITEC, de universidades, programas de formação, centros de pesquisa e políticas de incentivo. Com isso, o Estado passou a reunir algo que poucas regiões brasileiras possuem: profissionais especializados, conhecimento acumulado e uma base industrial voltada para semicondutores. Depois de Chipus e HT Micron, outras empresas passaram a atuar nesse ambiente, entre elas EnSilica, Impinj, Silvaco, Real Intent/Saggi, InPlace e SMDH, em áreas como projeto, engenharia, software e desenvolvimento de circuitos integrados. Esse movimento continua até hoje. Em 2025, a Tellescom anunciou a instalação, em Cachoeirinha - RS, de uma fábrica de montagem, encapsulamento e testes de semicondutores, com investimento previsto da ordem de R$ 1 bilhão e geração estimada de cerca de 1,2 mil empregos diretos e indiretos. Ao explicar a escolha pelo Rio Grande do Sul, representantes da empresa destacaram justamente a qualidade da mão de obra local em microeletrônica, o conhecimento disponível e a existência de um ambiente favorável ao setor. Esse ponto é importante porque mostra como funciona o chamado efeito de transbordamento tecnológico. Uma empresa como a CEITEC não gera valor apenas dentro de seus próprios muros. Ela também ajuda a formar engenheiros e técnicos que depois trabalham em outras empresas, fortalece universidades, estimula fornecedores, cria demanda por serviços especializados e torna a região mais atraente para novos investimentos. Um exemplo particularmente revelador ocorreu durante o processo de desestatização e liquidação da CEITEC. À medida que a empresa perdeu profissionais especializados, parte desse conhecimento foi absorvida por outras companhias que se instalaram ou ampliaram suas operações no Rio Grande do Sul. Empresas como EnSilica e Impinj encontraram justamente nesses profissionais uma base qualificada para desenvolver atividades no Brasil. Ou seja: mesmo quando a CEITEC foi enfraquecida, o conhecimento que ela ajudou a formar continuou produzindo valor econômico e tecnológico fora dela. Hoje, o próprio Governo do Rio Grande do Sul descreve esse ambiente como uma cadeia que reúne diferentes etapas da indústria de semicondutores: a CEITEC no front-end, empresas como HT Micron e Tellescom no back-end, além de empresas de design, centros de pesquisa e universidades. Isso é importante porque nenhuma indústria de semicondutores se sustenta apenas com uma empresa isolada. O que dá força ao setor é justamente a existência de uma cadeia completa, com empresas que se complementam. Por isso, quando se pergunta qual é o retorno da CEITEC para o Brasil, a resposta não pode ser encontrada apenas em seu balanço anual. Parte desse retorno está dentro da empresa, nos produtos que ela desenvolve e vende. Outra parte está fora dela: nos profissionais formados, nas empresas que chegaram depois, nos investimentos atraídos, nas universidades fortalecidas e no conhecimento que permanece no país. É justamente esse valor mais amplo que desaparece quando a discussão sobre a CEITEC é reduzida apenas à pergunta: “ela dá lucro?”
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A CEITEC não é uma bandeira ideológica. É uma ferramenta estratégica do Estado brasileiro, com potencial para atuar em diversas áreas. Mas é pequena e não pode atender a todas as demandas. O primeiro passo é decidir se o Brasil quer ter essa capacidade. Leia a matéria abaixo de @blogforte #Tecnologia #Soberania #Desenvolvimento #Semicondutores
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