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O que vale é que para a malta socialista a habitação é uma preocupação constante...
Proprietária de duas vivendas em Alvor, mais um apartamento no centro de Portimão, mais dois apartamentos no Edifício do Príncipe Real, também em Portimão (que estão em nome do filho, mas que a senhora usa como sua morada oficial!) que no início do ano vendeu uma vivenda em Ferragudo, onde fez alojamento local ilegal durante algum tempo, já para não falar da piscina, só legalizada em finais de 2024, vive preocupada com a habitação. 🤔
Enquanto presidente da Câmara de Portimão vendeu tudo o que pôde aos grandes grupos económicos e aos amigos da hotelaria e dos alojamento turísticos. 🤑
"Olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço!"
Lembram-se do @psocialista dizer que não havia uma "bala de prata" para resolver os problemas da habitação?
Recordei-vos, sff!
Afinal o que é que não funciona? Ou o que é que eles ainda não perceberam?
A ladainha de que não há uma "bala de prata" para resolver os problemas da habitação é a mesma entre @PNSpedronuno e @Marina__Gnclvs
O que ainda não explicaram aos portugueses é que foram eles que andaram aos "tiros", situação que tentam apagar com o falhado diploma "Mais Habitação".
1) O Fundo Nacional de Reabilitação do Edificado era promessa eleitoral de 2015 do Partido Socialista. Em diversos discursos de 2018, 2019 e 2020, Pedro Nuno Santos referiu-se diversas vezes a este Fundo como a grande aposta do PS em novas políticas de habitação acessível e estudantis. Até hoje o FNRE nunca funcionou!;
2) O Estado, com José Sócrates como Primeiro Ministro, fez entre 2005- 2011 a maior operação de "Sales e Leaseback" de que há memória para combater o défice orçamental. Depois vendeu todo o património público que adquiriu a si próprio, deixando o erário público sem ativos capaz de ajudar a combater a crise da habitação. Enquanto presidente da Câmara de Lisboa e posteriormente como Primeiro Ministro, António Costa acabou com o que restava do património alienando-o. Só a partir de 2021, e apercebendo- se do grande e real problema que havia, é que as vendas do Estado foram travadas;
3) Deixámos de ter Orçamento do Estado para a habitação social porque a corrupção custa muito dinheiro, bem como a ineficácia do SNS, da educação e dos transportes onde cada ano que passa se enterra mais Orçamento de Estado nestas áreas, sem que nenhuma delas funcione;
4) Em 2016, a Geringonça, formada pelo PS, CDU e Bloco de Esquerda, travou a reforma do arrendamento iniciada com a "Lei Cristas". Motivo de orgulho para o Bloco de Esquerda, a revogação desta lei não impediu a falsa avó da Mariana de apanhar uns mentirosos sustos. Acontece que, más políticas e mentiras à parte, os senhorios perderam a confiança no mercado de arrendamento e preferiram ter as suas casas fechadas. Não é o arrendamento coersivo que vai acabar com a necessidade de se criarem leis eficazes que devolvam a confiança ao mercado.
5) O tempo médio de construção de qualquer bloco de apartamentos é de 2 anos. A partir daqui é com esse tempo que temos que contar para que qualquer construção nova a preços acessíveis possa entrar no mercado. Até lá vamos ter o IHRU a gastar verbas de forma descontrolada para comprar imóveis ou para adquirir direitos de superfície de imóveis da Defesa numa clara operação de desorçamentação.
Os fracos números que até agora o IHRU apresenta de disponibilização de habitação resultam de casas que já existiam e foram reabilitadas ou de imóveis que foram adquiridos no mercado.
O problema da habitação explicado por mim...
E muito bem, diga-se de passagem!
Sabem qual é o problema da @Marina__Gnclvs? É que mente tão bem ou melhor ainda que @antoniocostapm e o bloco dos canhotos cuja geringonça é também responsável por esta situação!!!! @catarina_mart
@MRMortagua @BlocoDeEsquerda @psocialista @govpt
Podem fazer manifestação a favor da habitação, podem dar entrevistas televisivas a jornalista impreparados e que mais não fazem que jornalixo mas, caríssimos, contra factos não há argumentos... ainda que os inventem!!!! 👇👇👇
Em 2015 prometia-se e afirmava-se que (...) A habitação foi sempre uma prioridade para nós (...).
Mas, afinal, o que se fez pela habitação em 8 anos (2015-2023)?
✔ Em 2016 foram prometidas 7.500 casas de renda acessível. Até 15/02/2023 tinham sido entregues 0️⃣0️⃣0️⃣0️⃣ casas;
✔ Em 2018 tinham sido identificadas cerca de 26.000 famílias a viver em condições de habitação indignas. Houve a promessa que este problema ficaria resolvido até Abril de 2024. Esta meta já foi adiada para 2026;
✔ À data do início da discussão pública do programa Mais Habitação, estimava-se que o número de famílias a viver em condições indignas era de 77.000;
🚨 Hoje esse número é de 86.000 famílias 🚨;
✔️ 2900 habitações até ao final do ano é muito menos que as necessidades de habitação social que foram detectadas e acrescidas entre Fevereiro de 2023 e Outubro de 2023 ( + 9.000 habitações necessárias);
✔ Conclui-se, portanto, que para além de se ter prometido resolver o problema da habitação, não só não se cumpriu o que se prometeu como também se agravou o problema, dado que não se construiu, nem se estimulou a construção de habitação acessível, nem por iniciativa publica, nem por iniciativa privada.
✔ Segundo os dados dos Censos de 2021, apenas 3,1% dos edifícios existentes em 2021 foram realizados na década entre 2011 e 2021.
👉 8 anos de inércia completa - pouco ou nada se construiu, muito menos a custos acessíveis. 👈
👉 Atendendo ao prazo médio necessário para construir um edifício habitacional, se se iniciar de imediato a construção ou a recuperação massiva de edifícios degradados iremos necessitar, no mínimo, de mais dois anos para vermos alguns ténues resultados.👈
👉Outro problema enfrentado poderá ser um problema de fundos. O Estado prevê gastar 900 milhões de €, sendo que existem mais 2.700 milhões de € do PRR. No total são 3.600 milhões de €.👈
As contas são fáceis de fazer e como podem ver os problemas são muitos e o dinheiro é pouco. Vai ser preciso "tirar um coelho da cartola", ou então o programa Mais Habitação é um "FAIT DIVER”👇👇👇👇👇👇👇
Malta, encontrei esta minha publicação de Fevereiro de 2024.
Fala de habitação e residencias estudantis...
Acho que deviam voltar a ler!
Sabiam que, o FNRE que prometia casas e residências de estudantes, nada fez mas, gastou 3,387 Milhões € em salários???
Em 2015, em plena campanha eleitoral, o Partido Socialista prometia uma “Nova Geração de Políticas de Habitação”.
Em 2016, como Governo, ficámos a saber que esta “Nova geração de políticas de habitação” iria na realidade chamar-se Fundo Nacional de Recuperação do Edificado (FNRE) e sua criação foi decidida pela Resolução do Conselho de Ministros nº 48/2016, publicada a 1 de setembro de 2016.
Em 22 de Abril de 2019, Pedro Nuno Santos, na apresentação do Plano Nacional para o Alojamento no Ensino Superior, proferia estas palavras: “…foi o Estado que falhou às famílias…”, “…A mesma “falha do Estado” repetiu-se no alojamento dos estudantes do ensino superior...”
Mas na mesma data, três anos depois da sua apresentação, Pedro Nuno Santos explicava como iria funcionar o FNRE.
“Este Fundo, co-tutelado pelo Ministério das Infraestruturas e da Habitação e pelo Ministério das Finanças, tem a nobre missão de reabilitar imóveis públicos para aumentar a oferta de arrendamento acessível nos centros urbanos.”
O Fundo resulta de um importante esforço transversal ao Governo e ao setor público.
Envolve diretamente o Ministério do Trabalho e da Solidariedade e da Segurança Social, cujo Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social financiará uma parte do esforço de reabilitação.
Mas conta também com toda a Administração Pública, que está a fazer um esforço para identificar património do Estado que possa integrar o Fundo.”
Igualmente, Pedro Nuno Santos explicava no seu discurso as grandes vantagens do FNRE.
Também ficámos a saber que o FNRE tinha uma missão: reduzir o esforço financeiro das famílias, travar a escalada dos preços no mercado, qualificar a gestão do património público e mostrar que o Estado ao garantir a provisão de serviços essenciais de qualidade, podia ser visto como um instrumento de liberdade.
Portanto, três anos depois da sua apresentação pública o FNRE continuava a ser algo muito bonito para fazer referência nos discursos mas, na prática nada acontecia.
E à data de hoje, continua o Estado a falhar com as famílias?
A resposta é mais do que óbvia e é o próprio FNRE que vai responder a esta pergunta.
Como?
Em 2019, através do Decreto-Lei n.º 30/2019 de 26 de fevereiro foram identificados edifícios que tinham aptidão para residências estudantis. Também no mesmo ano, e pelo Decreto-Lei n.º 94/2019 de 16 de julho, foram identificados 50 imóveis habitacionais para integrar o FNRE ou, eventualmente, os seus sub fundos, entretanto, publicamente anunciados.
À data de hoje, apenas são conhecidos quatro sub fundos do FNRE em funcionamento (o ImoMadalena, o ImoAveiro, o ImoResidências e o Cabeço da Bola) e, curiosamente, apenas dois deles integram dois imóveis identificados nos Decretos-Lei atrás referidos, sendo que um dos sub fundos, encontra-se neste momento em liquidação – o ImoResidências.
O sub fundo ImoMadalena é constituído pelo imóvel da Rua da Madalena, 198 – Lisboa - e este imóvel nem sequer fazia parte da lista inicial publicada em 2019, talvez porque o edifício é propriedade da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.
Sobre o sub fundo ImoAveiro sabemos que é constituído pelo imóvel da Rua Combatentes da Grande Guerra, 68 – Aveiro - e que é propriedade da Direção Geral do Tesouro e Finanças. Também este imóvel não constava nas listas publicadas no Decreto-Lei nº 94/2019 de 16 de julho.
Sabemos, também, que neste momento o sub fundo Imoresidências está em liquidação porque o edifício que o integra - o famoso imóvel da Av. 5 de Outubro onde em tempos funcionou o Ministério da Educação - é propriedade da Estamo (Imobiliária do Estado) e não precisa de integrar o FNRE porque vai ser requalificado (ou não!) através das verbas do PRR.
Por fim, o sub fundo do Cabeço da Bola, apenas constituído em novembro de 2022, com o imóvel do quartel com o mesmo nome (propriedade da imobiliária do Estado – Estamo), que estava previsto integrar o FNRE desde 2019.
E a resposta está dada!!!
Maior prova do falhanço do Estado com as famílias não poderia haver.
Volvidos 8 anos os imóveis identificados em Decreto-Lei continuam ao abandono e permanecem em ruínas.
Volvidos 8 anos, o FNRE reabilitou 0 casas, 0 residências de estudantes e realizou 0 inventários de imóveis.
Volvido 8 anos, nada foi feito, o FNRE nunca funcionou e nunca cumpriu a sua missão.
Volvidos 4 anos, desde a criação dos primeiros sub fundos em 2019, obra nenhuma aconteceu nos imóveis que os integravam.
Volvidos 4 anos, o FNRE não integra qualquer imóvel público do inventário do património imobiliário do Estado, prometido em setembro de 2020.
Na realidade, volvidos 4 anos o FNRE, que prometia casas e residências para estudantes, acabou a desperdiçar recursos financeiros em salários milionários com os gestores e colaboradores da Fundiestamo - 3,387 Milhões € entre 2019-2022.
Ainda não são conhecidas as contas do FNRE para 2023, mas neste momento já não resta muito dos 7,1 milhões € que o Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social (FEFSS) investiu no FNRE.
@psocialista @PNSpedronuno @Marina__Gnclvs @habitacao_pt
Pois já eu dormi na minha caminha porque às 6h30m da matina tenho que me levantar para ir TRABALHAR...
Centenas de pessoas passaram a noite no Rossio, em Lisboa, e na praça D. João I, no Porto sicnoticias.pt/pais/2026-10-…
O povo brasileiro é mesmo palerma....
Caminhada pela virada no Brasil quando estão em Portugal...
Se o Brasil virar voltam todos para lá?
Se for assim, até ponho uma velinha ao Santo Padroeiro da Deportação.
COMEÇOU!
LISBOA GIGANTE na Caminhada da Virada neste domingo (18).
Brasileiros tomaram as ruas da capital portuguesa a uma semana do segundo turno. E o dia de mobilizações tá só começando.
Vídeo: @thiagosilvatr / Instagram
Repitam comigo...
"O Expresso não entende a lingua francesa!"
"O Expresso não entende a lingua francesa!"
"O Expresso não entende a lingua francesa!"
"O Expresso não entende a lingua francesa!"
Onde se lê "extream-direita" leia-se "extrema-esquerda"
This quoted post is unavailable.
Nem como vizinhos, nem como arrendatários!
Só se safam se for o @pcp_pt a arrandar-lhes um imóvel do seu extenso património imobiliário.
Comigo não contam!
Não me digam que vão lá ficar mais 10 anos...
Se se resolver tão rápido como foi com o @psocialista, @BlocoDeEsquerda e @pcp_pt esse será o tempo mínimo que vão ficar lá acampados!
Acampada no Rossio continua até haver resposta do Governo sobre a habitação sicnoticias.pt/economia/habi…




























