Instituição que educa sobre Israel ao redor do mundo. Nós acreditamos que a educação é o caminho para a paz.

Joined May 2021
A atriz israelense Noa Cohen denunciou a crescente pressão em Hollywood para boicotar artistas e instituições que apoiam Israel. Em uma entrevista no dia 7 para o The Hollywood Reporter sobre seu mais recente filme, Our Loves, que explora os eventos do massacre do grupo terrorista Hamas no sul de Israel três anos atrás, ela contou que existe uma campanha de alguns famosos nesse sentido. Em 2025, mais de mil estrelas de Hollywood, incluindo Emma Stone e Mark Ruffalo, assinaram um acordo de boicotar festivais, cinemas, emissoras e produtoras que estivessem “envolvidos em genocídio e apartheid contra o povo palestino". Noa lembra que silenciar artistas por causa de políticas governamentais fecha um debate que deveria justamente se manter aberto. “O público não precisa concordar com um governo para ouvir as histórias do seu povo.” A atriz mostra coragem ao usar sua plataforma para defender a liberdade artística e a importância da narração de histórias. A arte deve construir pontes, incentivar o diálogo e promover a compreensão, não a divisão. Via: Fox News
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A quarta temporada de A Diplomata, na Netflix, presta uma homenagem a Hersh Goldberg-Polin e Aner Shapira, vítimas do ataque do Hamas no sul de Israel de 7 de outubro de 2023. Na série, uma das personagem conta a história de um soldado fictício que salvou a vida do pai dela ao arremessar uma granada longe deles, tendo perdido um dos braços nessa ação. A trama faz referência direta à história de Hersh e Aner, que estavam no festival de música Nova quando terroristas do Hamas atacaram o território israelense. Durante o ataque, Aner arremessou de volta sete granadas lançadas em um abrigo, salvando outras pessoas, mas acabou assassinado. Hersh perdeu parte do braço esquerdo, foi sequestrado pelo Hamas e, após quase 11 meses em cativeiro, foi assassinado em agosto de 2024. A homenagem inclui ainda uma referência a Richmond, na Virgínia, cidade onde Hersh viveu na infância. Ao levar essas histórias para uma série de alcance internacional, a produção contribui para manter viva a memória deles. Ela não será esquecida!
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No Levante desta semana, que vai ao ar hoje, às 19h, Caio Blinder e Felipe Moura Brasil se juntam ao jornalista Henry Galsky, correspondente internacional no Oriente Médio e diretor de jornalismo do site Israel de Fato, para discutir temas relacionados à região e ao Brasil. Neste corte, o foco são as relações comerciais de Israel no setor de defesa e a contradição relacionada às críticas diplomáticas ao país e a continuidade dos negócios com sua indústria. O debate inclui a retomada do contrato entre o Exército Brasileiro e a empresa israelense Elbit Systems, em meio ao histórico de tensões diplomáticas entre os governos brasileiro e israelense. Intitulado “Apoio de Trump ajuda Netanyahu?”, a íntegra do episódio estará disponível nesta noite, no YouTube e no Spotify. E, para saber mais sobre as eleições no Brasil, em Israel e nos EUA, não perca o evento Levante ao Vivo, que acontecerá dia 4 de novembro, a partir das 20h, na Hebraica. Nele, o presidente-executivo da StandWithUs Brasil, André Lajst, diretamente de Tel Aviv, se juntará ao trio de âncoras do podcast para debater o pós-eleições nos três países. Ingressos à venda pelo link da Bilheteria Digital: bilheteriadigital.com/levant…
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Hoje (20), é celebrado o Dia Mundial de Combate ao Bullying. Sobre o tema, o youtuber Felipe Bressanim, conhecido como Felca, postou um vídeo em que cita como o psiquiatra austríaco judeu Viktor Frankl e suas ideias sobre a busca de sentido para a vida o ajudaram a enfrentar o bullying na infância e a fobia social. Frankl (1905-1997) ficou conhecido mundialmente pelo best-seller “Em busca de sentido”, em que relata sua experiência como prisioneiro de campo de concentração nazista. No livro, ele fala também de como a capacidade de encontrar um propósito pode ajudar as pessoas a enfrentar situações extremas de sofrimento, como a que viveu. Essa abordagem ficou conhecida na psiquiatria como logoterapia, e é utilizada mundialmente. O youtuber Felca relaciona essa reflexão à própria experiência de sofrimento com bullying e à decisão de enfrentar o medo de situações sociais. Assista ao vídeo e entenda.
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As Forças de Defesa de Israel (IDF) eliminaram hoje (20), em um ataque aéreo, o terrorista do Hamas Tamer Mohammad Ibrahim Al-Zabaq, que participou do sequestro da israelense Shani Louk durante o massacre de 7 de outubro de 2023. Al-Zabaq era o último terrorista do sequestro de Shani que ainda estava vivo. No dia 7 de Outubro, um vídeo que circulou pelo mundo mostrava a jovem inconsciente na carroceria de um caminhão, enquanto terroristas do Hamas a exibiam. Durante semanas, circularam informações de que ela estaria sendo tratada em um hospital na Faixa de Gaza. Mas, em 30 de outubro de 2023, seu assassinato foi confirmado. Além de participar do sequstro de Shani, Al-Zabaq recentemente promoveu também ataques contra civis israelenses e tropas das IDF e atuou para restaurar as capacidades militares do Hamas, violando sistematicamente o cessar-fogo acordado pelo grupo e Israel. Via: The Times of Israel
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Um relatório publicado no domingo (18) pelo Movimento de Combate ao Antissemitismo (CAM) encontrou mais de 1.300 postagens que culpam judeus, Israel e o Mossad pelos distúrbios ocorridos nas ruas de Paris no fim de semana. Segundo o estudo, as postagens incluíam teorias da conspiração, além de incitações à violência física, expulsão e extermínio contra judeus. Elas alegam, por exemplo, que “o Mossad está incendiando a França neste momento” e descrevem os distúrbios como “uma guerra civil orquestrada pelas elites judaicas”. O CAM afirmou que esta foi a quarta vez em menos de três meses que identificou um padrão semelhante de disseminação de teorias da conspiração antissemitas em resposta a grandes eventos noticiosos. E citou a crise migratória em Ceuta e o aniversário dos ataques de 11 de Setembro, entre outros. O CEO do CAM, Sacha Roytman, alertou para a ligação entre a incitação online e a violência em espaços públicos. “As plataformas de mídia social estão incentivando aqueles que espalham ódio, em vez de impedi-los.” Mais uma vez, vemos repetir o mesmo padrão distorcido em que o ódio aos judeus e aanIsrael se torna a explicação automática para todas as crises mundiais. Via: The Jerusalem Post
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Milhares de jovens israelenses reuniram-se no sábado (17), na 20ª edição do festival de música Indi-Negev, no sul de Israel, e cantaram juntos "Shir LaShalom" (Canção para a Paz), que se tornou símbolo do movimento israelense pela paz. O festival recebeu dezenas de artistas, que se apresentaram tendo como pano de fundo a paisagem do deserto israelense, perto da fronteira com a Faixa de Gaza. E terminou com a “Shir LaShalom” tocando repetidamente por quase uma hora, enquanto milhares de frequentadores, incluindo jovens soldados, cantaram junto. Originalmente interpretada pelo grupo Nahal, de militares israelenses, a canção ficou famosa por ter sido cantada no comício da paz de 1995, onde o primeiro-ministro Yitzhak Rabin foi assassinado. Quase três décadas depois, milhares de jovens israelenses continuam a cantar a mesma mensagem. Um lembrete poderoso de que, mesmo depois de tudo o que Israel passou, mantem vivo o desejo de paz. Via: Ynet Global
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Um vídeo que circula nas redes sociais mostra uma cidadã turco-israelense sendo atacada em um shopping de Istambul, Turquia, durante um confronto com manifestantes pró-palestinos, no domingo (18). Claudia Medina Halfon foi abordada e hostilizada por um grupo de cerca de 25 ativistas. Eles cercaram, filmaram e intimidaram a mulher. Agitando bandeiras da Turquia e da Palestina, os manifestantes gritavam: “Abaixo o sionismo!” e “Não queremos sionistas em nosso país”, além de chamá-la de “terrorista” e “assassina de crianças”. Os seguranças do shopping intervieram e escoltaram-na para fora do estabelecimento. Claudia possui cidadanias israelense e turca. Ela trabalha com turismo médico, organizando viagens e procedimentos médicos na Turquia para israelenses. O Ministério das Relações Exteriores de Israel condenou o incidente, classificando-o como "vergonhoso e inaceitável". O confronto de domingo ocorreu após outros incidentes envolvendo cidadãos israelenses na Turquia. Em fevereiro, por exemplo, uma mulher israelense foi presa sob acusação de profanar a bandeira da Turquia e insultar o governo. No mesmo mês, uma cidadã turco-israelense foi presa em Istambul por ter servido nas Forças de Defesa de Israel. Via: The Times of Israel
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Uma ameaça de bomba obrigou um voo da Austrian Airlines, com 57 pessoas a bordo, que ia de Tel Aviv a Viena, Áustria, a desviar para a capital búlgara, Sófia, no final da noite de domingo (18). Uma busca posterior na aeronave não encontrou nada. Segundo informações, a tripulação do voo relatou ter recebido uma ameaça de bomba quando a aeronave se aproximava da fronteira romena. A Força Aérea Búlgara enviou caças MiG-29 para escoltar o avião. A ameaça teria partido de um cidadão austríaco que não estava a bordo do voo. A aeronave transportava uma delegação de jovens que iriam discursar nas Nações Unidas. O incidente ocorreu menos de três semanas depois de um copiloto de um jato da flydubai com destino a Israel ter atacado o piloto, numa alegada tentativa de derrubar o avião. Via: The Times of Israel
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Durante uma viagem recente a Israel, o diretor de Conteúdo da StandWithUs Brasil, @igorhsabino, esteve em Jerusalém durante uma cerimônia que reuniu mais de mil cristãos de diferentes países em homenagem às vítimas dos ataques cometidos pelo Hamas em 7 de outubro de 2023. Naquele momento, um registro interessante foi captado: ao lado do lugar mais sagrado do judaísmo, o grupo presenciou o chamado muçulmano à oração. Essa cena ilustra a importância religiosa de Jerusalém para judeus, cristãos e muçulmanos. O local é conhecido pelos judeus como Monte do Templo e pelos muçulmanos como Esplanada das Mesquitas.
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Uma sinagoga localizada no 19º arrondissement de Paris, na França, foi vandalizada durante as manifestações registradas no país neste final de semana. Imagens divulgadas nas redes sociais mostram livros sagrados e outros objetos religiosos espalhados pelo chão. Não houve registro de feridos e não há informações sobre a extensão dos danos. Os atos de vandalismo ocorreram em meio a protestos nacionais contra o governo, que foram marcados por confrontos, saques e incêndios em diferentes cidades. Atacar uma sinagoga no contexto de tais reinvidicações representa um sinal de alerta grave para a comunidade judaica francesa. Via: i24 News
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Um trecho de 300 metros de um antigo Aqueduto, de cerca de 2 mil anos, acaba de ser descoberto nas proximidades do kibutz Ramat Rachel, no sul de Jerusalém, durante escavação feita pela Autoridade de Antiguidades de Israel. Segundo o instituto, o aqueduto foi um projeto de engenharia grandioso e sofisticado que fazia parte de um antigo sistema de abastecimento de água, transportando água de nascentes da área de Gush Etzion e das Piscinas de Salomão até o Monte do Templo em Jerusalém. As escavações revelaram instalação de tubulações de cerâmica no interior do canal de abastecimento original e a aplicação, na parte externa, de um acabamento característico de reboco alisado com pedras. Originalmente, o aqueduto tinha 21 quilômetros, percorria as colinas da Judeia e transportava água usando apenas a força da gravidade. A obra funcionava tão bem que permaneceu em uso até cerca de 100 anos atrás. Essa nova descoberta arqueológica é mais uma prova das raízes profundas da civilização judaica nas terras de Israel. Via: Ynet Global
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A diva da disco music Gloria Gaynor vai retornar a Israel para uma apresentação única, no dia 13 de abril de 2027. A cantora do hino atemporal "I Will Survive" (Eu sobreviverei) levará toda a sua energia nostálgica de volta aos palcos israelenses. A artista se apresentará acompanhada por uma banda de 10 músicos, prometendo uma noite repleta de grandes sucessos. Há quase uma década, Gloria, de 83 anos, já havia se apresentado em Israel, e afirma ter visitado o país diversas vezes. Em abril, os israelenses voltarão a dançar, a celebrar a vida e a mostrar sua força ao som da diva norte-americana. Via: Ynet Global
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O soldado israelense Boris Shtonda ficou gravemente ferido durante os combates contra terroristas do Hamas na Faixa de Gaza. Combatente da unidade de elite Duvdevan, ele perdeu parte da perna, acima do joelho, e passou por 19 cirurgias. Durante sua recuperação, enfrentou uma jornada difícil, desafiando as expectativas daqueles que duvidavam que voltaria a andar. Ele não só voltou a andar, como escalou o Monte Kilimanjaro duas vezes e, mesmo com uma prótese, voltou a nadar em mar aberto e a correr. Agora, está treinando para uma prova de meio "Ironman" (prova de triatlo de longa distância), que acontecerá em Kona, no Havaí. A determinação de Boris prova que, mesmo diante das maiores adversidades, é possível superar limites e recomeçar. Sua trajetória é um exemplo de força, coragem e perseverança, mostrando que o espírito israelense é inquebrantável. Como o próprio rapaz afirma: “A vida é bela. Desafie-se novamente a cada dia”. Via: Ynet Global
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A Colômbia se tornou, na quarta-feira (14), o 10°país a abrir sua embaixada em Jerusalém. A cidade é considerada por Israel como sua capital, e abriga as principais instituições do país, como o Parlamento (Knesset), a residência oficial do presidente e a sede do governo israelense. A República Democrática do Congo indicou recentemente que também pretende abrir ali uma embaixada em breve. Outros países que já anunciaram planos ou intenções de realizar a transferência são Argentina, Malawi, Serra Leoa e Guiné Equatorial. Embora alguns países tenham transferido suas embaixadas para Jerusalém, a maioria dos que reconhecem o Estado de Israel mantém suas representações diplomáticas em Tel Aviv, por considerar que o status de Jerusalém deve ser resolvido em um acordo definitivo para o conflito israelo-palestino. Via: Uol
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Há dois anos, em 16 de outubro de 2024, as Forças de Defesa de Israel (FDI) eliminaram Yahya Sinwar, um dos principais responsáveis pelo massacre de 7 de outubro de 2023. Sinwar foi um dos arquitetos do maior massacre de judeus desde o Holocausto, que deixou cerca de 1.200 mortos e resultou no sequestro de 251 pessoas. Sua liderança também foi responsável por levar a Faixa de Gaza a uma guerra devastadora, com consequências trágicas para israelenses e palestinos. A eliminação de Sinwar representou um golpe significativo contra a liderança do Hamas e um passo importante no combate à organização terrorista. Dois anos depois, é fundamental lembrar: o Hamas não trouxe liberdade aos palestinos. Trouxe morte, destruição e sofrimento.
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A escritora irlandesa Sally Rooney, autora do livro "Pessoas Normais", deixará de ter suas obras distribuídas no Reino Unido após anunciar que pretende destinar parte de seus rendimentos ao Palestine Action, grupo classificado como terrorista pelo governo britânico em 2025 em decorrência de uma série de ataques contra instalações ligadas à indústria de defesa, incluindo uma invasão a uma base da Força Aérea britânica. Desde então, apoiar ou financiar o grupo pode constituir crime no país. Assista e entenda.
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“Quero pegar uma Kalashnikov e atirar em judeus.” A frase foi escrita por uma criança de apenas 10 anos. Seu nome é Ibrahim Sinwar, filho de Yahya Sinwar, um dos principais responsáveis pelo massacre de 7 de Outubro de 2023. A declaração aparece em uma carta escrita durante a guerra entre Israel e o Hamas, iniciada em outubro de 2023, e endereçada ao próprio pai. O documento foi encontrado por soldados israelenses na Faixa de Gaza em 2024 e divulgado nesta quinta-feira (15), conforme noticiado pelo jornal britânico The Telegraph. Na correspondência, Ibrahim também relata que costuma fabricar armas de brinquedo com papel e papelão, incluindo pistolas, tanques e fuzis Kalashnikov. Ao mesmo tempo, expressa saudade do pai e o desejo de reencontrá-lo. O conteúdo da carta chama atenção para uma das consequências da radicalização promovida pelo Hamas: a exposição de crianças ao antissemitismo e à glorificação da violência contra judeus. Yahya Sinwar, que liderou o Hamas na Faixa de Gaza e foi um dos principais arquitetos dos ataques de 7 de Outubro, morreu em outubro de 2024, durante uma operação militar israelense. O episódio também levanta uma questão importante: crianças palestinas expostas a discursos de ódio e à doutrinação extremista são, elas próprias, vítimas desse processo. A responsabilidade pela transmissão dessas ideias recai sobre os adultos e as organizações que as promovem. A construção de uma paz duradoura entre israelenses e palestinos exige, além de soluções políticas e de segurança, o enfrentamento da radicalização e a promoção de uma educação que não ensine as próximas gerações a odiar judeus. Via: The Telegraph
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Em entrevista, no sábado (10), ao canal israelense 12 News, o cantor Boy George reafirmou seu apoio a Israel e aos judeus após o 7 de Outubro. O cantor foi um dos poucos artistas que se posicionaram do lado de Israel depois do massacre dos israelenses pelo grupo terrorista Hamas. O cantor contou que, por conta disso, sofreu ameaças, isolamento profissional e acusações de fascismo. E disse que, apesar da reação negativa, se apresentará em Israel no próximo mês. Recentemente, Boy George escreveu "We Will Dance Again" (Nós Dançaremos Novamente), em homenagem às vítimas do massacre no festival Nova, depois de visitar a exposição sobre elas. “A experiência foi muito traumática para mim. Depois, fiquei horrorizado com a reação das pessoas dizendo que aquilo não tinha acontecido”, afirmou. "Não sei como vou me sentir quando chegar a Israel. Acho que será uma experiência muito impactante." Via: Ynet Global
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