Se te dizes do Benfica,e ficas feliz por criares memes virais contra o clube,então talvez antes com muito más companhias.Quando eu digo que lampidragartos são o pior inimigo da nossa história, isso é cada vez mais claro. Aprenderam a validar tudo contra o SLB como se fosse normal
Isto não é de hoje, o VAR tem manipulado jogos atrás de jogos, juntamente com os operadores de câmara estratégicos que têm escondido lances e ângulos há vários anos já. Há lances cotnra o Porto principalmente que na área só têm um ângulo e longe, o que não faz qualquer sentido!
Utilizando a mesma tecnologia que a Premier League utiliza no fora de jogo semiautomático, concluí-se que são 33 cm em fora de jogo.
@ligaportugal @selecaoportugal é para quando a introdução desta tecnologia?
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Depois de ler o texto do Cristiano Ronaldo, que ele e quem escreveu aquilo para ele acreditam que é brilhante, só serviu para provar uma coisa. As pessoas que diziam que o Cristiano Ronaldo mandava na seleção tinham razão. E queria continuar a mandar, só que o Jesus é o Jesus!
A última coisa que devo escrever sobre o Cristiano Ronaldo pq vem aí o Benfica e isso é que me interessa. Sempre que querem defender o Ronaldo usam o passando e não o que ele dá ou pode dar à seleção no presente. Isso devia ser um bom sinal para todos, mas infelizmente não é.
Já não ia perdoar o Ronaldo por ele ter ajudado o mundo a tentar destruir o J.Neves por uma coisa normal que disse no mundial. Algo q,juntamente com o Martinez e o CR7 em campo, mataram as hipóteses de Portugal no Mundial. Mas o que ele está a fazer agora a Portugal roça o nojo.
O Messi provou no final da carreira que é o melhor jogador da sua geração e dos melhores da história. E quando se falava que o Cristiano Ronaldo era o focado e que se tratava melhor, o Messi chegou aos 39 em muito melhor forma física para o futebol do que o CR7 aos 39.
O FC Porto tem uma grande vantagem em ter adeptos fáceis de manipular e que vivem em dissociação da realidade. O FCP pode fazer qualquer tipo de batota e passa-lhes ao lado. E qualquer prova de realidade é lida como um ataque e saem todos para defender, como uma seita.
A imprensa n consegue dizer nada com o FCP. Os adeptos aparecem mesmo quando n há defesa lógica. Truncam, mentem,manipulam. No Benfica aconteceu o contrário durante a propaganda. Um grupo de adeptos do SLB ajudo-os a remontar o q vemos hoje, por incapacidade de o perceber.
Ficou claro neste jogo tudo o que o Benfica tem sofrido estes anos com critérios completamente absurdos todos os jogos e manipulações do VAR. E ter em atenção a isto que ajuda muito: a tentativa de normalização por aqueles ex-árbitros que no seu tempo faziam o mesmo.
FC Porto vs Benfica: «Fica patente que Miguel Nogueira não fez uma boa arbitragem» nowcanal.pt/ultimas/detalhe/…
Eu sempre apoiei o Cristiano Ronaldo, por isso isto não é ódio ao jogador. Mas sou o único que sente uma espécie de constrangimento em 95% das ações do Ronaldo?
O João Felix desperdiçou a carreira a jogar fora daquela posição. Ali é topo mundial, a extremo é só um bom jogador.
Há muitos anos q quem tem curiosidade por teorias de propaganda percebe que o FC Porto usa quase um manual para totós sobre o tema. Como qualquer propaganda,é bem mais eficiente quando encontra um público certo,menos preparado intelectualmente e/ou com muita vontade de acreditar.
Villas-Boas tece rasgados elogios ao comentador Tiago Silva
"Quero distinguir a coragem de Tiago Silva. Perante uma abordagem televisiva que procurou transformar a indignação pública e institucional do FC Porto sobre uma nomeação numa suspeita de interferência, defendeu o Clube sem se intimidar com o peso da redação ou com a autoridade que alguns julgam adquirir por ocuparem uma cadeira num estúdio. Questionou os rodapés, confrontou a narrativa e recusou aceitar que o FC Porto fosse apresentado como suspeito apenas por ter exercido o direito de discordar. Não pediu tratamento de favor; exigiu que não se confundisse a defesa da Instituição com aquilo que se pretendia insinuar contra ela. Essa frontalidade merece reconhecimento, sobretudo quando seria mais cómodo baixar a cabeça e deixar a emissão seguir.
No dia seguinte à reação do Clube, a suspeita mudou de roupa. A jornalista reconheceu que o FC Porto não estava sob suspeita, mas, já sem Tiago Silva no estúdio e perante uma plateia bem menos empenhada em contrariá-la, trocou “suspeitas” por “pressões”, como se uma mudança de vocabulário apagasse a mensagem que tinha sido transmitida. Uma investigação verdadeiramente prodigiosa: quando o suspeito não serve, muda-se o substantivo. O que não mudou foi a realidade de uma posição pública, assumida e conhecida desde janeiro, que não passou a ser clandestina por receber um rodapé vermelho em setembro. Quem reclama autoridade para escrutinar os outros tem de aceitar que também lhe sejam pedidas contas sobre o que afirma.
A mesma jornalista terminou recentemente uma crónica com a máxima “primeiro os factos, depois os comentários”. Um excelente princípio, cuja aplicação parece ter sido suspensa quando surgiu o nome do FC Porto. Neste caso, chegaram primeiro os rodapés, depois as insinuações e só mais tarde a necessidade de corrigir a história. O rigor não pode ser uma frase de assinatura que desaparece quando os factos estragam a narrativa; tem de existir precisamente nos momentos em que contraria preferências, audiências ou conveniências.
Pior, talvez, seja a facilidade com que esta confusão entre profissão e bancada passa para a narração e o comentário dos jogos. No Benfica–FC Porto de andebol, na RTP, ouvimos “temos quatro golos para recuperar”. No NOW, durante o clássico de futebol, surgiu outra manifestação de isenção: “espero que o Benfica marque e equilibre o jogo”. Ficámos esclarecidos sobre quem precisava de recuperar e sobre quem desejava o empate. Falta apenas perceber por que razão se insiste em apresentar como neutralidade aquilo que a primeira pessoa do plural e a expressão de um desejo tornam tão transparente. Cada um é livre de apoiar o clube que entende; o que não pode é exigir ao público que confunda esse apoio com informação imparcial"







