Joined November 2021
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A Europa será destruída por mulheres que projetam naqueles animais a maternidade que cabia aos filhos que elas abortaram.
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Para os que ainda culpam Bolsonaro pelo momento da COVID. Sinto pela sua dor. Eu também perdi amigos e familiares. A dor é real e não tem lado político. Mas não culpo o ex-presidente. O vírus teve início na China. Antes mesmo de chegar ao Brasil, Bolsonaro quis cancelar o Carnaval. A oposição foi contra. Quando se falou em esperar piorar para buscar ajuda, a oposição também se posicionou contra. A vacina foi comprada e aplicada no mesmo dia em que a Anvisa liberou dezessete de janeiro de dois mil e vinte e um, CoronaVac e AstraZeneca, primeira aplicação no Brasil no mesmo dia. E o Brasil foi um dos primeiros países do mundo a vacinar, à frente de nações como os Estados Unidos e o Reino Unido no início da campanha. O STF transferiu o poder de decisão sobre as medidas para os governadores. A culpa não foi do Bolsonaro. Respeitem quem perdeu alguém. Não usem a dor de famílias para sustentar uma narrativa que ignora fatos. Nesse dia 25 vote Flávio 22 🇧🇷
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DANE-SE AMAZÔNIA | O Silêncio dos Artistas
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Flávio tem de vencer. Lula tem de sair e o seu lugar é na prisão. Os países de língua portuguesa têm de se livrar definitivamente da corrupção!🇵🇹🇧🇷
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Pausa na eleição para um assunto importante 🚨🚨🚨 Eu sei que todo mundo segue acompanhando o caso do Filipe Martins e todos os desdobramentos que ja ocorreram e que ainda vão ocorrer. Sei que todos entendem a relevância e a importância desse caso, então é muito importante que ele continue... mas toda essa movimentação, que ja passa de 1 ano, tem custos. Filipe nao consegue custear os processos porque É UM PRESO POLÍTICO que é mantido em regime que o impede de qualquer comunicação. Assim sendo, ele precisa da nossa ajuda. Eu nao preciso explicar muito, todos conhecem a situação. Dito isso, conto com a ajuda de todos que possam contribuir com a familia, que segue incansável e imparável na busca por justiça. Seguem dados para ajudar o Filipe: Banco: Nubank Agência: 1 Conta: 3090304-4 Titular: Filipe Garcia Martins Pereira CPF: 374.234.568-02 Se nao puder contribuir, compartilhe. Força Filipe! Força presidente Bolsonaro. Força a todos os presos políticos! Ta quase acabando...
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Esta história da mulher do Lito já encheu o saco. E não adianta vir aqui me xingar, ofender ou dizer que sou rancoroso. Ai vai. Milhares (se não milhões) de brasileiros possuem parentes com situação irremediável ou grave. Idosos, mulheres e até crianças, dormem na porta de hospital público esperando amanhecer para visitar o ente internado. Não comem, não tomam água e passam frio. 35 mil crianças que precisam de remédios para continuar vivendo, não são atendidas pelo SUS que finge não saber do problema. Ai vem a mulher do Lito: Gravando video em um cenário digno de filme, reclamando do cansaço. Ele tem 2 enfermeiras por turno. Ela nunca trocou o cocô dele, como muitos têm de fazer. O vídeo em que ela diz que "perdeu o direito de morrer" é algo nojento. Morrer não é um direito. Tem crianças que são órfãs de pai e mãe, porque a morte não perdoou os pais. E nem por isso deixaram de viver. A família Lito não está jogada em um corredor de hospital público. Está no Albert Einstein, recebendo tratamendo diferenciado pois muitos estão com a doença e não terão a chance de testar o medicamento. Se você acha que os vídeos dela são importantes e que mostra sofrimento, tire a bunda da cadeira é vá visitar um hospital público, onde crianças usam respirador com fôrma de bolo improvisada. O problema é que o brasileiro é hipócrita, nojento e adora uma celebridade. Bando de FDP que ignoram a realidade do país e faz deste caso um exemplo de privilegio, como se uns fossem melhor do que outros. Esse país é uma merda, por gente que se emociona com isso. Não é a toa que recentemente o povo se mobilizou pelo cão orelha, que da mesma forma, existem milhões de outros jogados na rua e que ninguém se importa. Virtude não se mostra nas redes. O que se mostra nas redes são vagabundos emocionados que adoram ver celebridades receberem privilegios.
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Muitos falam do Nepal, após mais um show de horrores dos bandidos de toga. É porque a paciência, indignação e principalmente a sensação de que nada vai mudar toma conta de muitos ao mesmo tempo. Ver ministros de cueca apanhando e a queda de corruptos chama a atenção do povão.
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Para quem tem dúvida sobre o STF ouçam o velho Olavo!
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Deixa eu testar uma coisa aqui… Fora Moraes!
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Periodista progre intenta acusar de racismo y es VAPULEADA por esta madre de Ceuta. ASÍ HAY QUE HABLARLE A ÉSTOS TERRORISTAS INFORMATIVOS. Por cierto ¿Alguien sabe el nombre de la periodista, que quiero saludarla?
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Aqui vai uma dica. Discutir com pessoas favoráveis a vacina é perda de tempo. Os argumentos são fortes: Você não tem prova de que foi a vacina! Será? É fato que ninguém quer produzir provas disso. Mas temos estatísticas que mostram o aumento considerável de vários problemas depois da vacina, e também testemunhas que tiveram a vida destruida por causa delas. No Brasil ninguém vai admitir que a vacina causou qualquer dano. Ao mesmo tempo, uma promotora foi indenizada em mais de 3 milhões de reais pela sua morte ligada a vacina. Depende de quem é. Este post me refiro a vacina Covid. Poderia até falar das outras, mas cairemos no mesmo buraco. Ainda que nos EUA a verdade esteja surgindo, no Brasil, pouco importa. Uma pessoa com QI baixo, vai lutar para tomar algo que não funciona e pode prejudicar a própria saúde. Mas não só isso: Ela quer que você tome também, porque ela acha certo. Quando o secretário de saúde dos EUA divulgou que estudos estavam associando o uso de tylenol na gravidez ao autismo, mulheres gravavam vídeos tomando o medicamento enquanto grávidas e rindo do secretário. Se o Putin disser que Chernobyl tem radiação que faz mal a saúde, no dia seguinte milhares de pessoas estarão se mudando para lá, só porque foi o Putin que disse. Estamos num momento crítico. Uma mulher matou 3 filhos e recebeu de uma vaquinha mais de 1 milhão de dólares. Outra mulher salvou o filho de incêndio e uma vaquinha lhe rendeu pouco mail de 40 mil dólares. É só olhar em volta para ver o que está acontecendo.
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Ô Wagner, o que houve cara? Conta aqui pra mim, bicho. Cancelaram o seu passaporte? Congelaram suas contas bancárias? Bloquearam suas redes sociais? Tem processo contra você no STF? Ah não, esse sou eu. Você é aquele com o c* cheio de dinheiro da Rouanet que dá pitaco em tudo.
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Aquela brasileira que fez o barraco na Irlanda já voltou ao Brasil e se candidatou para deputada pelo PT ou ainda não? Tenho essa dúvida.
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Bobagem as pessoas comentarem sobre cartas e liberdades. O Brasil é uma ditadura e o judiciário é o algoz, censor, conivente e tirano. O executivo é composto pela mesma quadrilha e vagabundos de outros governos. O PT é uma gangue. Essa conversa por liberdade é conversa fiada.
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Há uma confusão proposital entre o Supremo, instituição e ministros. Juntam os dois, como se o ministro X fosse o Supremo e vice versa. Mas não é verdade, a instituição é importante para o país, os ministros, não. Principalmente se não estiver cumprindo a lei. É apenas um funça.
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Os canalhas, ainda mais os hipócritas, sem caráter, sem moral e sem escrúpulos.Os bandidos e vagabundos sempre trocam de lado, ideologia e religião. Não tem valores, somente conveniências. E esse verme é tudo isso e muito mais.
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A Droga que Veio do Solo Japonês — e o Crime de Ter Proibido a Pergunta Em algum momento entre o fim dos anos 1960 e o início dos anos 1970, um microbiologista japonês chamado Satoshi Ōmura começou a coletar amostras de solo pelo Japão. Ele sabia que compostos naturais de origem microbiana tinham gerado alguns dos maiores avanços farmacológicos da história — a penicilina era o exemplo mais eloquente — e apostava que o solo japonês ainda guardava segredos. Sua equipe processou milhares de amostras, cultivou bactérias, triou cada cultura em busca de potencial medicinal. Uma dessas culturas, isolada em 1978, revelou-se extraordinária. O composto produzido pela bactéria Streptomyces avermitilis foi enviado para William C. Campbell, especialista em parasitologia nos Laboratórios de Pesquisa da Merck, nos Estados Unidos. Campbell purificou o agente ativo — a avermectina — e demonstrou que ele era "notavelmente eficaz" contra parasitas em animais domésticos e de criação. Modificado quimicamente, tornou-se a ivermectina. Testada em humanos, mostrou eficácia igual contra as larvas parasitárias que causavam duas das doenças mais devastadoras dos países tropicais: a oncocercose — a cegueira dos rios — e a filariose linfática, conhecida popularmente como elefantíase. Em 2015, o Comitê Nobel de Estocolmo concedeu a Ōmura e Campbell o Prêmio Nobel de Fisiologia ou Medicina. A ivermectina havia, segundo o próprio comitê, "radicalmente reduzido a incidência da cegueira dos rios e da filariose linfática", afetando centenas de milhões de pessoas nas regiões mais pobres do planeta. Desde que seu uso em larga escala começou, em 1989, mais de 250 milhões de pessoas passaram a recebê-la anualmente. O perfil de segurança acumulado ao longo de décadas era, segundo qualquer métrica farmacológica, excepcional. Esse é o medicamento que, em 2020 e 2021, foi transformado no Brasil e em boa parte do mundo ocidental em símbolo de ignorância, charlatanismo e "negacionismo científico." Pense bem nisso. O Momento em que a Pergunta se Tornou Crime Em 3 de abril de 2020, pesquisadores da Universidade Monash, na Austrália, publicaram no periódico científico Antiviral Research um estudo com uma descoberta perturbadora: a ivermectina, em condições de laboratório, inibia a replicação do SARS-CoV-2 em células infectadas, produzindo uma redução de aproximadamente 5.000 vezes na carga viral em 48 horas. Os próprios autores foram cuidadosos: o estudo era in vitro, as concentrações utilizadas eram superiores às clinicamente atingidas com doses padrão, e estudos clínicos em humanos seriam necessários antes de qualquer conclusão. A linguagem era a da ciência honesta: "a ivermectina portanto justifica investigação adicional sobre possíveis benefícios em humanos." O mundo científico notou. Em poucas semanas, dezenas de grupos de pesquisa em diferentes países iniciaram estudos. A lógica era impecável: um medicamento com décadas de uso seguro, bilhões de doses administradas, perfil toxicológico amplamente conhecido, listado pela OMS como medicamento essencial, que demonstrava atividade antiviral in vitro — contra o HIV, o dengue, o vírus influenza, o vírus Zika e agora o SARS-CoV-2 — merecia ser investigado com urgência em um contexto de pandemia global, sem tratamentos disponíveis e com mortes acelerando. Isso era, textualmente, o método científico funcionando. O que veio depois não foi. Ao invés de financiamento robusto para ensaios clínicos randomizados amplos e metodologicamente rigorosos — o único caminho para uma resposta confiável —, o que se viu foi a criminalização progressiva da hipótese. Médicos que prescreviam ivermectina a pacientes que a solicitavam foram denunciados a conselhos de medicina. Plataformas digitais removeram conteúdos sobre o tema. A narrativa dominante classificou como "desinformação" qualquer discussão favorável à possibilidade — antes mesmo de os estudos decisivos estarem concluídos. No Brasil, o assunto foi capturado pela polarização política, o que tornou qualquer avaliação serena praticamente impossível: ou você era "anticiência" por investigar a hipótese, ou era "bolsonarista" por mencioná-la em uma conversa. A pergunta científica legítima foi devorada pela guerra cultural. E o prejuízo foi científico, não político. O Que Sabemos, o Que Não Sabemos e Por Que Isso Importa O estado atual da evidência científica sobre ivermectina e Covid-19 é genuinamente inconclusivo — e essa inconclusividade é, em si mesma, uma informação importante. Há meta-análises de ensaios clínicos randomizados que não encontraram benefício estatisticamente significativo sobre hospitalização ou mortalidade em pacientes não hospitalizados. Há estudos observacionais que apontam potencial, especialmente em estágios iniciais da infecção e em populações com alta prevalência de parasitoses — o que pode confundir os dados. Há estudos com problemas metodológicos de ambos os lados. Há a limitação técnica documentada: a concentração de ivermectina necessária para inibição viral in vitro é superior à que se atinge por via oral com doses aprovadas — embora haja pesquisadores que apontam que a distribuição tecidual do medicamento, especialmente pulmonar, pode ser subestimada pelos modelos farmacocinéticos convencionais. O debate, em linguagem científica honesta, está aberto. Não resolvido. Em processo. E foi exatamente esse processo que foi interrompido antes do tempo, por motivos que não eram científicos. Quando a FDA americana emitiu seu aviso de "não use ivermectina para Covid" com a famosa campanha comparando a droga a um "medicamento para cavalos" — ignorando que a mesma droga é usada em humanos há décadas, que ganhou o Nobel de Medicina e que está na lista de medicamentos essenciais da OMS — não estava exercendo vigilância científica. Estava fazendo política comunicacional. E o preço foi pago pelos pacientes que tinham o direito a uma conversa honesta com seus médicos, e pelos médicos que tinham o dever de conduzir essa conversa sem medo de perseguição institucional. A Farmacologia É uma Longa História de "Off-Label" O absurdo da perseguição ao uso off-label durante a pandemia só se torna pleno quando colocado no contexto da história da farmacologia moderna — que é, em larguíssima medida, uma história de usos off-label que se tornaram padrão de cuidado. A aspirina foi aprovada como analgésico e antipirético em 1899. Décadas depois, médicos observaram que pacientes que a tomavam regularmente tinham menor incidência de infartos do miocárdio. O uso cardiovascular preventivo da aspirina — hoje prescrito a centenas de milhões de pessoas no mundo — começou como observação clínica off-label, depois virou hipótese, depois virou ensaio clínico, depois virou protocolo universal. O sildenafil — o Viagra — foi desenvolvido pela Pfizer como tratamento para angina e hipertensão. Nos ensaios clínicos, os pesquisadores notaram um efeito colateral inesperado nos pacientes do sexo masculino. Em vez de ignorar a observação ou puni-la como desvio do protocolo, foram atrás dela. O medicamento foi reposicionado, depois reposicionado uma segunda vez para hipertensão arterial pulmonar. Hoje trata três indicações que a molécula original nem sabia que tinha. O propranolol foi aprovado para arritmias cardíacas em 1968. Médicos que o prescreviam observaram que pacientes com histórico de enxaqueca paravam de ter crises. Dez anos depois, foi aprovado para prevenção de migrânea. Hoje é um dos beta-bloqueadores mais versáteis da clínica. A talidomida é o caso mais dramático da história farmacológica moderna: retirada do mercado nos anos 1960 por causar malformações fetais gravíssimas, foi ressuscitada como tratamento para hanseníase e, mais tarde, para o mieloma múltiplo — um câncer de plasma. O medicamento que causou uma tragédia global salvou, décadas depois, pacientes que não tinham outra opção. Isso só foi possível porque médicos observaram, questionaram, testaram — e não foram impedidos de fazê-lo. A lista continua: a gabapentina, aprovada para convulsões, usada para neuropatia, fibromialgia, síndrome das pernas inquietas. A metformina, aprovada para diabetes tipo 2, investigada com resultados promissores para longevidade e prevenção de câncer. O metotrexato, desenvolvido como quimioterápico, reposicionado como tratamento de primeira linha para artrite reumatoide. A dexametasona, um corticosteroide de uso amplo, que se tornou — essa sim, para o Covid-19 — um dos tratamentos que comprovadamente reduz mortalidade em pacientes graves intubados. A dexametasona era, tecnicamente, off-label para Covid quando os primeiros médicos a usaram. Ninguém foi preso por isso. O uso off-label, portanto, não é exceção na medicina. É o motor da inovação clínica. Representa, nos Estados Unidos, entre 10% e 20% de todas as prescrições. Em oncologia pediátrica, chega a 60% — porque os ensaios clínicos raramente incluem crianças, e os médicos precisam agir com o melhor julgamento clínico disponível enquanto a evidência formal não chega. Proibir o uso off-label como categoria, ou tratar o médico que o pratica como criminoso por padrão, não é proteger os pacientes. É paralisar a medicina. O Que Ōmura Nunca Imaginou Satoshi Ōmura não imaginou, quando coletava amostras de solo pelo Japão nos anos 1970, que o composto que encontraria seria um dia Prêmio Nobel. Não imaginou que salvaria centenas de milhões de pessoas da cegueira e da elefantíase. E certamente não imaginou que cinquenta anos depois, em plena pandemia global, o medicamento que ajudou a criar seria proibido de ser pesquisado livremente — e que médicos seriam perseguidos por tentar descobrir se ele poderia salvar mais vidas. A ciência avança porque há pessoas que fazem perguntas que o consenso atual não consegue responder. Porque há médicos que observam efeitos que os protocolos ainda não preveem. Porque há pesquisadores que coletam solo em lugares inusitados e enviam amostras para laboratórios em outros países sem saber o que vão encontrar. O que esses médicos e pesquisadores nunca precisaram até 2020 foi de permissão do Estado para formular uma hipótese. Quando Caiado diz que ninguém deve questionar autoridades sanitárias "por respeito à ciência", ele está dizendo, na prática, que Satoshi Ōmura deveria ter esperado a aprovação do Ministério da Saúde japonês antes de coletar suas amostras de solo. Que William Campbell deveria ter obtido autorização burocrática antes de purificar a avermectina. Que os clínicos que observaram o efeito cardiovascular da aspirina deveriam ter ficado quietos porque a indicação aprovada era outra. A história da farmacologia é a prova empírica, acumulada ao longo de séculos, de que a liberdade de observar, questionar e testar é a única força que faz a medicina avançar. Silenciá-la, em nome de qualquer autoridade, não é conservadorismo científico. É regressão.
O Complexo Industrial da Censura e os Médicos que Ousaram Discordar Quando Ronaldo Caiado declarou no IronTalks que ninguém tem o direito de questionar autoridades sanitárias, ele não estava defendendo a ciência. Estava defendendo um sistema. Um sistema que, nos últimos cinco anos, perseguiu, desacreditou, silenciou e destruiu carreiras de médicos e cientistas de formação impecável — pessoas que tiveram a ousadia de perguntar o que o poder preferia que ficasse sem resposta. Esse sistema tem nome. Chame como quiser: Estado Profundo sanitário, Complexo Industrial de Censura, coalizão entre governos, agências regulatórias e conglomerados de mídia. O que importa não é o rótulo — é o mecanismo. E o mecanismo está sendo exposto, julgado e, em alguns países, responsabilizado judicialmente. O Brasil, fiel à sua vocação de chegar atrasado ao debate, ainda tem um pré-candidato à Presidência celebrando publicamente o que o mundo começa a condenar. Stanford, Harvard e Oxford: "Epidemiologistas de Periferia" Em 4 de outubro de 2020, três dos mais respeitados epidemiologistas do mundo publicaram a Declaração de Great Barrington. Os signatários: o Dr. Jay Bhattacharya, professor de medicina de Stanford, médico e PhD em economia; o Dr. Martin Kulldorff, professor de medicina em Harvard, bioestatístico e epidemiologista especializado em surtos infecciosos; e a Dra. Sunetra Gupta, professora de epidemiologia em Oxford, especialista em imunologia e modelagem matemática de doenças infecciosas. O documento não negava o vírus. Não era antivacina. Propunha algo racionalmente defensável: que as políticas de lockdown universal causavam danos desproporcionais à população jovem e economicamente vulnerável, e que uma estratégia de "proteção focada" — concentrada nos grupos de risco reais — seria epidemiologicamente superior e socialmente menos destrutiva. Quatro dias depois da publicação, o então diretor do NIH americano, Francis Collins, enviou um email pessoal a Anthony Fauci. O conteúdo do email, obtido por solicitação de acesso a documentos públicos, revelou a estratégia do establishment: Collins chamou os três professores de "epidemiologistas de periferia" e pediu explicitamente um "takedown devastador e publicado" de suas premissas. Stanford. Harvard. Oxford. "Periferia." O Google rebaixou o ranqueamento do site da Declaração de Great Barrington em seus algoritmos de busca. O Facebook removeu a página do grupo. As contas dos autores foram restringidas em múltiplas plataformas. Isso não foi espontâneo. Foi coordenado. E foi feito contra cientistas cujas credenciais institucionais eram irrepreensíveis — o que tornava o silenciamento ainda mais necessário para quem precisava do monopólio da narrativa. O Dr. Bhattacharya testemunhou perante o Congresso americano em 2023: "Por causa das minhas posições sobre as restrições ao Covid-19, fui especificamente alvo de censura por parte de funcionários do governo federal." Não por charlatanismo. Por discordância fundamentada. O Tribunal da Narrativa Única O caso de Great Barrington não foi isolado. Foi o mais visível de um padrão sistêmico que um estudo publicado em periódico científico revisado por pares documentou com precisão: médicos e cientistas altamente qualificados, em múltiplos países, foram alvo de supressão e censura após publicarem ou declararem posições que contrariavam as autoridades sanitárias oficiais. O mecanismo era sempre o mesmo: primeiro, o rótulo — "desinformação", "negacionismo", "antivacina". Segundo, a plataforma — remoção de conteúdo, rebaixamento algorítmico, banimento de contas. Terceiro, a institucionalização — notificações a conselhos de medicina, ameaças de suspensão de registro, demissões de postos acadêmicos e hospitalares. Quarto, o efeito desejado: o silêncio de todos os outros que poderiam discordar, mas que não queriam pagar o preço. O Dr. Robert Malone — um dos cientistas pioneiros no desenvolvimento da tecnologia de mRNA, a mesma utilizada nas vacinas que o mundo foi compelido a tomar — teve sua conta suspensa no Twitter em dezembro de 2021 e seus vídeos removidos do YouTube e Facebook por alertar sobre a necessidade de mais transparência e de consentimento informado adequado, especialmente para crianças. O homem que ajudou a criar a tecnologia foi censurado por pedir cautela no seu uso. O Dr. Peter Kory, intensivista, e o Dr. Paul Marik, um dos médicos de UTI mais publicados da história da medicina americana, perderam suas posições hospitalares por defenderem protocolos de tratamento precoce. Pode-se discutir a eficácia dos tratamentos que defenderam — e o debate científico sobre ivermectina genuinamente permanece aberto, com meta-análises conflitantes. O que não se pode discutir é que médicos com décadas de experiência clínica e currículos lattes que humilhariam a maioria dos seus críticos foram tratados como charlatões por ousarem divergir do protocolo oficial. Na Austrália, o Dr. William Bay teve seu registro médico suspenso em 2022 por declarações contrárias à narrativa vacinal. Em 2025, a Suprema Corte australiana considerou a suspensão completamente infundada e ordenou sua reintegração. No Brasil, médicos foram denunciados ao CRM por prescrever off-label. O senador Eduardo Girão denunciou em novembro de 2025 que o governo Lula perseguia médicos pesquisando os efeitos adversos das vacinas — a chamada "spikeopatia" — qualificando como "negacionistas" pesquisadores que simplesmente estavam fazendo o que médicos são treinados para fazer: investigar, observar e reportar. A AstraZeneca e a Confissão Que Chegou Tarde Em fevereiro de 2024, a AstraZeneca admitiu pela primeira vez em documentos judiciais submetidos à High Court britânica o que havia negado categoricamente em 2023: que sua vacina contra Covid-19 pode causar, em casos raros, a Síndrome de Trombose com Trombocitopenia — TTS —, caracterizada por coágulos sanguíneos e baixo nível de plaquetas, com taxa de letalidade entre 5% e 50% quando ocorre. Em 2023, a empresa havia declarado publicamente que "não aceitava que a TTS fosse causada pela vacina em nível genérico." Doze meses depois, admitiu o oposto em tribunal. A vacina foi retirada do mercado europeu em maio de 2024 e do mercado global na sequência, com a justificativa oficial de "razões comerciais" e "excesso de vacinas atualizadas disponíveis" — coincidência de timing que caberia à credulidade mais generosa aceitar como pura casualidade. O caso chegou à High Court porque dezenas de famílias britânicas ajuizaram ação coletiva buscando até £100 milhões em indenizações por mortes e lesões graves atribuídas à vacina. Jamie Scott ficou com lesão cerebral permanente após um coágulo. Sua esposa disse publicamente: "Precisamos de um pedido de desculpas, de compensação justa para nossa família e para outras famílias afetadas." Um acordo firmado entre a AstraZeneca e o governo britânico durante a pandemia garantia que o contribuinte inglês — não a empresa — pagaria eventuais indenizações. A empresa faturou, o Estado indenizou, as famílias esperaram. Nos Estados Unidos, o Procurador-Geral do Texas, Ken Paxton, processou a Pfizer em novembro de 2023 por deturpar dolosamente a eficácia e a segurança de sua vacina, e por conspirar com plataformas de redes sociais para censurar críticas e rotular informações verdadeiras sobre a vacina como "desinformação." O Kansas ajuizou ação civil separada sob a Lei de Proteção ao Consumidor, acusando a Pfizer de ocultar riscos de segurança, eficácia real contra variantes e a incapacidade da vacina de prevenir transmissão. Pelo menos outros quatro estados americanos seguiram na mesma direção. Nos EUA, 14.147 pedidos de indenização por lesões causadas pelas vacinas de Covid foram registrados no sistema federal competente até abril de 2026. Apenas 51 foram indenizados. O sistema foi descrito por especialistas jurídicos como um "buraco negro legal" — sem transparência, sem tribunal, sem juiz, sem direito de apelação. O Que a Confiança Destruída Custou Há um custo que os defensores do autoritarismo sanitário raramente contabilizam: o custo do que suas políticas fizeram à confiança pública na medicina. A confiança dos americanos em saúde pública caiu de 72% para 40% entre 2020 e 2024 — uma queda de 32 pontos percentuais em quatro anos. A adesão à vacina de Covid-19 infantil não passou de 10% em 2023, mesmo com a vacina no calendário oficial e com campanha institucional plena. E o mais perturbador: durante o mesmo período, a adesão a outras vacinas do calendário infantil — vacinas com décadas de evidência acumulada e eficácia demonstrada — também caiu. O autoritarismo sanitário não protegeu a saúde pública. Ele corroeu a fundação de confiança sem a qual nenhuma política de saúde pública funciona no longo prazo. Quando você trata perguntas legítimas como heresia e persegue quem as faz, não elimina as dúvidas — as radicaliza. A censura não convence. Ela deslegitima quem censura. Liberdade É o Método, Não o Obstáculo A liberdade de debate científico não é uma concessão liberal que democracias fazem quando estão se sentindo generosas. É o pressuposto metodológico da ciência. Sem ela, o que existe não é saúde pública — é saúde estatal. E saúde estatal, como a história do século XX demonstrou com farta evidência empírica, mata. Os médicos perseguidos durante a pandemia não eram, em sua maioria, charlatões. Eram profissionais que fizeram exatamente o que sua formação os treinou para fazer: observar, questionar, propor hipóteses alternativas, exigir transparência sobre dados. Foram punidos não pelo que fizeram de errado, mas pelo que fizeram de certo — no momento mais inconveniente para quem detinha o monopólio da narrativa. Alguns estavam certos. Alguns estavam errados. Alguns estavam parcialmente certos em pontos que o consenso oficial só reconheceu meses ou anos depois. Mas todos tinham o direito — e o dever profissional — de levantar a voz. E o sistema que os silenciou não estava defendendo a ciência. Estava defendendo o poder. Ronaldo Caiado é médico. Sabe disso tudo — ou deveria saber. Quando vai a um podcast e defende que ninguém deve questionar autoridades sanitárias, não está cometendo um erro de médico. Está cometendo um erro de político que decidiu que o palanque de 2026 vale mais do que a coerência intelectual de uma vida. O problema é que, desta vez, o mundo está olhando. As ações judiciais estão tramitando. Os documentos de FOIA estão sendo lidos. As Supremas Cortes estão anulando suspensões de registro. Os parlamentos estão convocando inquéritos. A história da pandemia ainda não terminou de ser escrita. E quem a escreverá não serão os que silenciaram — serão os que foram silenciados.
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Vendo com tristeza como muitos se vendem por orgulho, dinheiro, ego e ganância. A esquerda é podre e a direita também tem os seus vermes, mas que sempre caem do lado vermelho quando convém. O Flávio pode não ser o melhor, mas por enquanto é o único viável. O resto é narrativa PT.
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“Portugal precisa de pessoas fortes!”
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¿Podemos alcanzar los 1,000 FCK PALESTINE?
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