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É louvável o Felca expor as próprias feridas no Dia Mundial de Combate ao Bullying e colocar o tema em discussão. O chato foi ele ter feito o anúncio induzindo todo mundo a achar que seria sobre outra coisa. Pareceu trolagem.
Caro Felca: os milhões de brasileiros que sofrem bullying e não podem ter fobia social, pois precisam pegar o metrô lotado para o trabalho, são motivos de chacota por conta da extrema-direita. Eles não ficam em casa na frente da câmera. Eles precisam de posicionamento de pessoas como você. Covardia e oportunismo.
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🚨 URGENTE!
Sem nenhum anúncio amplo ao público, o TSE alterou o local de 4.352 seções eleitorais faltando apenas UMA SEMANA pro 2° turno.
Com uma média de 300 eleitores por seção eleitoral no Brasil, isso pode prejudicar mais de 1 MILHÃO de eleitores.
Por isso, estou cobrando que tanto o TSE quanto o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo façam uma campanha informativa, com URGÊNCIA, na televisão, na internet e rádio, explicando às pessoas as razões da mudança, que elas podem ter sido afetadas e como conferir o novo local de votação.
O direito ao voto não pode ser prejudicado de última hora pela falha de comunicação do Tribunal responsável por proteger o direito ao voto.
Mas não podemos deixar que isso tire nosso ímpeto ou a capacidade de ir às urnas no dia 25.
Confira seu local de votação no aplicativo e-Título hoje e confira de novo, no máximo, na quinta-feira, pois, caso o aplicativo trave e pare de mostrar o local de votação, você precisa deletar seus dados do aplicativo, esperar 24 horas e fazer o login novamente.
Três coisas:
1- a entrevista foi uma piada.
2- o barulho da expectativa foi maior do que ela em si.
3- quem decide a pauta do meu perfil sou eu.
Ah, e pra mim o objetivo foi claro: Lula vence disparado entre mulheres. Tentaram pintar o presidente de machista. Não rolou.
ALERTA
Marçal promete "armamento pesado" na reta final. Diz que campanha do Flávio Bolsonaro fará, na última semana, "um rolê diferente de tudo o que já se viu", e afirma que Lula "já usou toda a munição".
Preparem-se para o bombardeio de fake news, canalhice e banditismo.
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A interferência da Meta (Insta, Face e Whats) nas eleições brasileiras é uma das coisas mais graves da história da nossa democracia.
Mas isso só ficará claro mais pra frente.
Ela é diretamente responsável pelos resultados de 2026. Foi de caso pensado e não faltou aviso.
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Tomaram o meu mandato. Não tomaram a minha coragem.
Perder uma eleição por falar a verdade não é derrota. É o preço de quem escolhe o lado certo da história antes que seja fácil escolher.
Estou ao lado do pobre, do preto, do quilombola, do indígena, da floresta, dos que Jesus escolheu para andar. Isso nunca vai mudar, tenha eu mandato ou não.
Vamos virar esse jogo. 🇧🇷🙏
O acordo tá feito. Eles não podem permitir Lula no poder por mais quatro anos. E para isso se vendem ao Bolsonarismo - que é o representante legítimo de todos eles.
Uma imprensa pilantra que precisa manter seus domínios. O lema deles é "precisamos vencer nem que seja honestamente".
Enquanto as ruas clamam pela vitória de Lula, a mídia golpista articula da única forma que sabe fazer. Plantam uma mentira que irá ao ar na véspera do segundo turno. A bola da vez é colocar Vorcaro no colo de Lula com delação criminosa - e capa na Veja. Nós já vimos esse filme. E agora Flávio se transformará em representante da democracia. Canalhas!
Augusto Cury é a versão gourmetizada do coach de autoajuda. É o "ex-ateu" de vitrine e autor de "literatura" infantojuvenil desde 2012. O detalhe: aquelas crianças cresceram e hoje votam.
Com a Escola da Inteligência, criada em 2010, conseguiu empurrar sua cartilha para dentro do material didático de escolas pelo país inteiro. Eu, quando fui diretor de escola, vivenciei diariamente.
Cultivou eleitores em escala industrial, direto do berço. Surfou com folga na onda do esoterismo de boutique deixada por Paulo Coelho e pelo misticismo rasteiro de O Segredo. Vende a ilusão da Lei da Atração e, como bom especialista em acalentar egos, entrega exatamente o anestésico que o brasileiro médio adora consumir.
Tem a mesma mecânica de manipulação de um Pablo Marçal, só que embalada sem a vulgaridade escancarada. Eu já tinha desenhado esse cenário no meu livro ANTICOACH: a gênese do caos, mas a complacência geral preferiu ignorar.
Enquanto os "especialistas" de bancada culpam os robôs da internet e os analistas de pesquisa se escondem atrás do clichê das fake news, ninguém tem coragem de olhar para o óbvio ululante.
Augusto Cury é o guru perfeito para quem precisa desesperadamente de uma coleira intelectual. É o mestre na arte de emitir ruído moral que parece profundo, mas não explica absolutamente nada.
A tal "inteligência emocional" virou fetiche de massa, e o cidadão emocionalmente falido virou a commodity mais lucrativa do mercado messiânico. Ele pode não parecer uma ameaça eleitoral imediata, mas é o candidato ideal onde a rejeição é baixa: aquele tipo de figura inofensiva que, se deixada solta, come pelas beiradas com seu discurso higienizado.
A pós-modernidade tem perecibilidade efêmera. Nesse cenário em que ninguém tem tempo para o rigor do método, os manipuladores reinam. Toda análise posterior dos sábios de plantão não passa de mera profecia do passado.
Marçal quase levou São Paulo. Tassos Lycurgo avança no vácuo da alienação. Elton Euler arrebata multidões de hipnotizados dia e noite. E Cury é sintoma da mesma patologia. São quatro falastrões comandando legiões de incapazes funcionais dispostos a qualquer insanidade. Eu cansei.
Prof. Viaro
E agora para quem?
Para quem irei perguntar se o acordo sai ou não sai? Para quem pedirei ajuda em questões vinculadas ao Oriente Médio? Para quem irei me direcionar quando a dúvida for hermética e difícil de explicar? Para quem pedirei socorro quando a falta de pauta beirar o tédio? Para quem? Para quem pedirei opiniões sobre as pesquisas eleitorais? Para quem direi "tu és o maior entre os dez maiores analistas"? - e depois sorrir com tua negativa... de quem quer agradecer. Para quem irei sorrir quando o tema for difícil por demais? Para quem farei perguntas sem noção - para rirmos juntos nos bastidores ou no ar? Para quem, mestre? Para quem direi boa noite já esperando uma história relevante? Para quem perguntarei sobre física, química ou astronomia - para sempre ouvir algo depreciativo à classe dominante? Para quem pedirei adjetivações sobre Milei, Bolsonaro ou Trump? Para quem, mestre? Para quem? Professor, foi um prazer. Mesmo ficando um hiato. Um buraco. Uma saudade. Uma admiração. Foi um imenso prazer lhe conhecer.
Lejeune Mirhan, presente!
Prof. Viaro
Podemos nos tornar uma Argentina?
Após uma miríade de discussões acerca do inegável racismo dos "hermanos" na Copa do Mundo, o que mais se leu, escreveu, assistiu e escutou foi: "o Brasil tem leis de combate ao racismo, a Argentina não. O racismo de lá é política de Estado".
Para além da estupidez de chamar o "mileiismo" de "comportamento argentino", precisamos lembrar que o bolsonarismo é essencialmente racista. É claro que aqui temos leis, mas elas não são agradáveis aos ouvidos dos partidários e simpatizantes da família Bolsonaro. Pois bem, parece que o modelo de Milei segue vivo nos corredores do Congresso brasileiro.
Projetos apresentados por Caroline de Toni, Clarissa Tércio e Marco Feliciano apontam para uma flexibilização perigosa das leis que estruturam a luta antirracista no país.
Caroline de Toni propõe um pacote de PLs - como o PL 2725/2025, apensado ao PL 2787/2023 - que busca reduzir punições por injúria racial, revogar artigos da Lei 7.716/1989 e até anistiar condenados. A justificativa é a “defesa da liberdade de expressão”. Na prática, esses projetos abrem brechas para discursos discriminatórios serem reinterpretados como “piadas” ou “opiniões”.
Clarissa Tércio, com o PL 1007/2025, tenta tornar opcional a participação dos alunos em atividades sobre história e cultura afro‑brasileira e indígena. Isso esvazia as Leis 10.639/03 e 11.645/08, que garantem o ensino dessas temáticas como política pública de memória, identidade e combate ao racismo. A DPU e o MEC classificam o projeto como retrocesso educacional, pois confunde cultura com religião e abre espaço para o apagamento histórico.
Marco Feliciano, como relator do substitutivo ao PL 1804/2015, aprovado na CCJ, apoia texto que afirma que não constitui crime manifestações religiosas - mesmo transmitidas online - mesmo quando discriminatórias. Isso cria uma espécie de imunidade religiosa para falas racistas ou homofóbicas em púlpitos, protegidas como “sermão” ou “pregação”. É uma brecha que pode normalizar discursos de ódio sob o argumento de fé.
Esses projetos, juntos, compõem um movimento que tenta flexibilizar a Lei do Racismo, reinterpretar injúria racial, reduzir punições, criar exceções para humor, arte e religião, e enfraquecer políticas educacionais que combatem o racismo estrutural.
O perigo é claro: menos proteção legal, mais brechas para discriminação, mais silêncio sobre grupos historicamente vulnerabilizados e mais espaço para discursos que reforçam desigualdades.
Flexibilizar a Lei do Racismo e desmontar as Leis 10.639/03 e 11.645/08 significa retroceder décadas na luta por memória, justiça e igualdade. A luta antirracista não pode ser enfraquecida por projetos que ampliam permissões para o preconceito ou reduzem o papel da educação na construção de uma sociedade mais justa.
A pergunta que fica é: vamos nos tornar uma "Argentina", ou será que está na hora de entender que trata-se de Milei e Bolsonaro, e não de Brasil e Argentina? E mais: ficaremos bestializados diante das manobras, ou seremos tão antirracistas como somos em relação aos "hermanos".
Prof. Viaro
Minha amada. O aniversário ao teu lado é o sentido máximo da data.
Hoje é o aniversário do meu amor @Prof_Viaro ! Quem diria que o início de tudo seria por aqui. Feliz dia meu Poeta amado!
Ordem de embarque
Clientes diamante
Clientes master Gold plus
Clientes master Gold
Clientes Premium
Grupo 1
Grupo 2
Grupo 3
Grupo 4
Grupo 5
Grupo 5 que pagou em 12x no cartão
Grupo 5 que pagou em 12x no boleto
Grupo 5 que pagou com vale alimentação
Grupo 5 que pagou com vale refeição
Grupo 5 que pagou com vale refeição ou alimentação e está no SERASA
Grupo 5 que pagou com o dinheiro da aposta de ontem
Não tem mais ninguém?
Então o senhor pode embarcar, prof.
Solicito ampla divulgação. Por favor. – at Niterói, Brasil
🇦🇷x🇧🇷
SOBRE A RECENTE ESCALADA DE ÓDIO ENTRE ARGENTINA E BRASIL
1. O único - absolutamente ÚNICO - setor da sociedade que ganha com o ódio correndo solto de lado a lado é a extrema direita de Bolsonaro e Milei.
2. A Argentina acumula reiterados casos graves de racismo em estádios de futebol e outros espaços públicos, envolvendo não apenas o Brasil (México, França, Portugal, Espanha...) e outros países.
3. Pôr inúmeros fatores, históricos, culturais e conjunturais, A sociedade argentina se recusa a reconhecer o tema e também se recusa a fazer um debate sério sobre isso. E o governo Milei estimula e promove o racismo e a xenofobia e usa o ódio como política de governo. O objetivo é dividir, fragmentar e balcanizar a sociedade argentina, que já vive uma polarização intensa há mais de 10 anos.
3. Por outro lado, muitas gente no Brasil e outros países (estimulados por gasolina jogada pelas milícias de Milei, Vox, Trump & caterva da ultradireita global), diante dessa inação e da falta de sanções aos racistas, passou a tratar o país como uma sociedade majoritária ou totalmente racista (por disposição ou por omissão), o que é uma xenofobia escancarada. ENFATIZO: esse movimento foi estimulado pelas milícias digitais de Milei e seus aliados.
4. Agora temos argentinos linchados na Espanha, espancados pela policía no Brasil, apedrejados em Búzios e outras cidades, bem como temos argentinos se envolvendo ou provocando brigas e agressões a brasileiros em vários locais do país.
5. E hoje, justamente no Dia do Amigo, temos estudantes e profissionais brasileiros que vivem na Argentina recebendo ameaças de morte e sendo expostos e LINCHADOS digitalmente, além de terem a deportação pedida até em meios importantes - como a irresponsável @CronicaTV - de grande audiência.
6. Do governo Milei não esperem QUALQUER gesto para desescalar essa situação. Ao contrário, podem esperar que ele vai jogar mais gasolina na fogueira a qualquer momento. Isso lhe interessa porque ele sabe que os peronistas talvez tentem apaziguar essa situação e ele vai aproveitar para chamá-los de traidores da pátria.
7. No Brasil, que encara eleição presidencial daqui a 10 semanas, a situação é inversa: Lula é quem poderia tentar conter os ânimos, pela postura dialoguista que ele sempre teve. Mas, nesse momento, se ele der algum sinal nessa direção, poderá ser apontado pela extrema direita de traidor e amigo dos nossos “inimigos”.
8. Aos meus amigos da Argentina, repito o que venho dizendo há tempos: assumam que o debate sobre o racismo precisa avançar muito no país, inclusive e sobretudo com relação aos povos originários e com a necessidade urgente de estabelecer punições para gestos/atos racistas em espaços públicos, inclusive e especialmente para esses tipos de atos que se enquadram no racismo recreativo.
9. Às pessoas queridas no Brasil: parem de julgar um país de 47 milhões de habitantes pelas atitudes de torcedores de futebol e turistas, por mais sórdidas que elas sejam. O racismo na Argentina não é maior ou pior do que o do Brasil (ou do Chile, ou da Bolívia, ou da Colômbia etc). A diferença é que eles não possuem um arcabouço jurídico efetivo para garantir punição ao racismo e eles também não possuem um letramento racial suficiente para levar o problema a sério - exatamente a situação que o Brasil vivia até o final dos ano 1990. Lembre que até hoje tem torcedor do Fluminense (meu time, aliás) que chama flamenguistas de mulambada e a torcida tricolor cantava até outro dia "silêncio na favela” para atacar os rubro-negros.
É PRECISO DAR UM JEITO, MEU AMIGO.
Gostem ou não, somos povos irmãos!
Rogério Tomaz Jr.
Brasileiro que viveu e estudou na Argentina.










