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Crypoeconomics, Biotech, Med Sci. Opinion biased towards degen plans. RT is endorsement. Non curis omnibus: vivere est cogitare!
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Sextius Niger sequens retweeted
A rejeição ao PT dentro de parte da classe trabalhadora está muito ligada a um fenômeno bem característico de países como o Brasil, marcados pela desigualdade e pela existência de estigmas sociais bem delimitados.
No Brasil, quem tem status social tem tudo. Nós somos um país onde os ricos podem tudo e os pobres não têm direito a nada. E uma parte da população tenta, como um mecanismo para tornar a vida mais fácil, emular o comportamento das classes abastadas.
Daí decorre o fenômeno da pessoa que se endivida durante uma década pra ostentar um carrão. De comprar um celular super caro de forma absolutamente desnecessária só pra tentar impressionar os outros. De comer naqueles restaurantes pseudo-sofisticados feitos sob medida para tirar dinheiro da classe média exibicionista.
Uma das formas de tentar emular o status social dos ricos é votar nos candidatos que os ricos votam, repetir as opiniões que os ricos emitem. É imitar o comportamento do patrão, do dono da empresa.
E esse processo é impulsionado pelos aparelhos ideológicos sob controle da burguesia, que fazem questão de reforçar os estigmas sociais depreciativos, associando a esquerda à pobreza.
É por isso que a gente passou tantos anos ouvindo colunistas da Veja, por exemplo, dizendo que petistas eram mortos de fome que iam pra protesto em troca de um pão com mortadela. Que votar no PT era coisa de pobre, de nordestino, de negro, de quem se vendia por "bolsa esmola". Quem era fino, sofisticado, "classe média" pra cima, votava nos candidatos limpinhos e cheirosos do PSDB.
E isso foi incorporado ao imaginário da classe trabalhadora. Votar contra a esquerda virou uma forma de tentar ostentar um status social superior. E a imprensa foi cada vez botando mais lenha na fogueira. Com a Lava Jato, além de ser de pobre, ser petista virou sinônimo de ser corrupto, de não ter princípios morais. Agora, com a ascensão da extrema-direita, além de pobre e corrupto, a narrativa é de que quem é petista também é woke, fala todes, usa cabelo pintado.
É sempre um lance de reforçar estigmas que tentam afastar a classe trabalhadora pelo medo da rejeição, pelo medo da reprovação social.
O desafio é fazer o trabalhador enxergar essa dinâmica, essa armadilha. É fazer o trabalhador entender que por trás desses estereótipos existe uma tentativa de afastar o trabalhador do único espectro político que defende seus interesses.
Sextius Niger sequens retweeted
Que sátira divertida e mordaz! Que exagero retórico animado! Que crítica pândega a um agente político que deve suportar o ônus de ser troçado publicamente!
Ainda bem que o humor e a liberdade de expressão são protegidos pela Constituição, pela ADPF 130 e pela ADI 4451!
Vi no Instagram do Gustavo Vilela: instagram.com/stories/gutsvi…
Ou seja, esta piada visual com paródia musical não quer dizer que a família Bolsonaro seja a família miliciana que por ventura tenha mencionado anteriormente.
(Escrito pelo meu Jurídico pra evitar nova censura.)
Sextius Niger sequens retweeted
Encore une fois, Elon Musk avait raison. Et les scientifiques vont se prendre une vraie blessure narcissique.
Il y a deux mois, j'ai dîné avec un professeur de physique quantique à Normale Sup, l'une des meilleures écoles de France.
Il se présente avec cette phrase :
"Je suis le seul prof pas gauchiste dans un marécage de profs gauchistes décroissantistes."
Ses collègues sont tous anti-IA. La raison ? Ça consomme de l'eau.
Le mec est passionnant. On part très loin : l'espace, le temps, la conscience. Des discussions complètement perchées.
Et à un moment, il me lâche :
"Tu sais, depuis les années 70, aucun sujet vraiment sérieux en physique n'est financé."
Je lui demande ce qui est financé, alors.
"Des cathédrales théoriques. Magnifiques. Qui ne servent quasiment à rien."
Je lui demande pourquoi.
"Après tout ce qui s'est passé avec le nucléaire, le monde académique s'est imposé un principe de précaution. Il a peur de trouver des choses réellement profondes."
Relisez cette phrase.
La science a peur de trouver.
C'est exactement ce que décrit François Chollet aujourd'hui : la théorie des cordes, c'est ce qui arrive quand une intelligence est coupée du réel. Elle hallucine. Elle construit des cathédrales. Elon a répondu avec un seul emoji : 🎯
Ce n'est pas un accident. C'est une capture.
Je parle souvent de Gramsci. Son idée centrale : on ne prend pas le pouvoir par la force, on prend les institutions. Universités, médias, culture. Et une fois qu'on les tient, on décide de ce qui est pensable.
La recherche n'y a pas échappé. On finance ce qui est publiable, consensuel, sans risque. On ne finance plus ce qui pourrait tout changer.
C'est pour ça que beaucoup de gens en France pleurent en ce moment. Ils sentent que leur monde factice est en train de mourir. Ce monde où un titre suffisait. Où un statut remplaçait un résultat. Où l'on pouvait passer trente ans à écrire des papiers lus par douze personnes sans jamais se confronter au réel.
Elon l'a dit sans filtre : une grande partie des PhD ne servent à rien. Et chez xAI, il a supprimé le titre de "chercheur". Il n'y a que des ingénieurs.
Le message est limpide. On ne te paie pas pour chercher. On te paie pour trouver.
La science va devoir retrouver son vrai but. Pas produire des papiers. Pas décrocher des grants. Pas briller en colloque. Comprendre le réel, et le plier.
Et l'IA va accélérer tout ça brutalement. Quand l'intelligence devient abondante, elle n'est plus le goulot d'étranglement. Ce qui compte, c'est le courage de la confronter au monde physique, encore et encore.
Alors physiciens, mathématiciens : il est temps de vous sortir les doigts du cul et de créer de la vraie valeur pour le monde.
On veut l'antimatière.
On veut l'antigravité.
On veut le warp drive.
On veut comprendre la conscience au niveau de l'infiniment petit.
Les vrais sujets. Ceux qu'on a eu peur de toucher pendant cinquante ans.
La science a été capturée. Elle va être libérée.
Et ça va faire très mal à certains egos.
Sextius Niger sequens retweeted
vamos discutir a industrialização do pais?
- mas os transgêneros?
Brasil precisa de um plano de desenvolvimento para os próximos 40 anos
- mas e os gays?
precisamos melhorar a qualidade da escolaridade
- vou poder dar o cu?
Sextius Niger sequens retweeted
Replying to @Hyperionlioio @domlancellotti
是的,朋友,这就民族罪人该有的待遇,永远成为被唾弃的对象。
Sábio e bom observador.
“Como que Flávio tem tanto voto?”
Senta aqui, criança. Deixa o titio te contar a verdadeira história da origem do Bolsonarismo.
O ano era 2013. E tudo começou por causa de 20 centavos. Fuckin' vinte centavos.
A presidente era Dilma Rousseff. A Lava Jato nem existia ainda e a Copa de 2014, aquela do “FIFA Go Home”, era logo ali. E nesse cenário o PT conseguiu a proeza histórica de unir o impossível: esquerda legítima, direita embrionária, Anonymous, Sul, Sudeste, Nordeste... o Brasil inteiro.
No mundo, pouco antes, um sentimento global de revolta anti-sistema. No Oriente Médio chamavam de "Primavera árabe", lá pra 2010 a 2012.... os ventos chegaram aqui.
Foi considerada a primeira insurreição nacional moderna do Brasil: protestos simultâneos em mais de 500 cidades, sem um único líder para ser crucificado pelo sistema. Uma hidra de mil cabeças.
O PT tentou retomar a narrativa na marra. O resultado? As ruas viraram campos de batalha lendários:
Black Blocs atropelando a UNE;
PCO rachando com a CUT;
Anarquistas moendo petistas na porrada.
A galera simplesmente rasgava bandeira de qualquer partido no meio da marcha. Na mesma calçada, você via um jovem de camisa do Che Guevara ao lado do protótipo do que hoje chamam de bolsonarista.
Tacaram fogo na ALERJ, arrombaram o Palácio dos Bandeirantes, e o Congresso Nacional foi ocupado pela multidão. Na internet, o Anonymous fez a festa: defaced, vazamentos e pautas ditadas pelo caos. A política tradicional assistia a tudo paralisada, sangrando.
Não foi só festa. As "lives"de internet que hoje tem em todo app, eram basicamente no youtube. E as páginas eram derrubadas apenas por anunciarem data e local dos protestos. Já bastava pra serem consideradas "organizadores". O que teve de prisão ilegal e armada, não tá no gibi. Lembro-me de um moleque, admin de página de facebook que a PM e a mídia anunciaram que ele foi preso com "armas em casa". Eram facas de cozinha.... Apreendidas dentro da cozinha da casa dele. Era esse o nível.
Mas a coisa avançou. A força avassaladora daquele fantasma foi o que alimentou o impeachment de Dilma e viabilizou a prisão de Lula, algo impensável para o PT intocável dos anos 2000.
O que hoje rotulam pejorativamente de "bolsonarismo" foi, na verdade, o efeito colateral do movimento político espontâneo mais avassalador, nacionalista e antisistema da história recente deste país. Ele alçou à fama quem soube ler o sentimento de que o Brasil vinha antes de qualquer sigla partidária. Quem tentava erguer estandarte de partido era expurgado ali mesmo.
Lembram do slogan "Meu partido é o Brasil" gravado na camisa ensanguentada da facada? A vibe era exatamente essa. Até a grande mídia e os historiadores admitiram na época: Bolsonaro não inventou isso. Ele apenas captou o recado das ruas melhor do que ninguém.
Bolsonaro não foi o único a crescer ali. MBL, Movimento Passe Livre, Mídia Ninja (Posteriormente foi vergonhosamente cooptado pelo PT), Anonymous Brasil tbm floresceram.
Portanto, ao PT, aos comentaristas de memória curta e aos "especialistas" de internet que em 2013 ainda usavam fralda... Lembrem-se: por trás do que vocês tentam diminuir, simplificar e demonizar como "Bolsonarismo", existe uma força adormecida muito maior.
Já se perguntaram por que o próprio PCO declarou apoio aberto a Flávio Bolsonaro e critica os abusos do STF desde muito antes de virar modinha na imprensa?
Ou pq a força do MBL é a narrativa antisistema, inclusive contra Bolsonaro, mas principalmente anti-PT?
A diferença é que o sentimento entranhado nessas engrenagens evoluiu e usa a estrutura do PL, NOVO, MBL e até o PCO para dominar a narrativa e aparelhar o Congresso pelas próprias regras do jogo democrático. Mas olhem para a "direita" das ruas: o povo continua sem erguer bandeira de partido. É impressionante o analfabetismo político de quem ainda não entendeu como todas essas peças se conectam.
Flávio Bolsonaro é o avatar de algo bem maior e que transcende o próprio bolsonarismo.
O monstro que acordaram em 2013 continua mais vivo do que nunca.
Sextius Niger sequens retweeted
Galera que bebe detergente tá puta com esse vídeo do Thiago Ventura.
Espero que ele poste mais 🗣️
Sextius Niger sequens retweeted
Se me falassem que nessa eleição eu assistiria essa cena, eu não ia acreditar.
Chocada estou.
É sobre isso! Sobre estar do lado certo da história.
Sextius Niger sequens retweeted
Depois do revertério na decisão transloucada de KN ao proibir o Canal do Lula, nada melhor que curtir esse show de humor de Fábio Porchat.


























