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🧪 MOMENTO PILL APRESENTA: o multiverso do Bolsonaro hipotético em Matéria Escura (Dark Matter)
Quando o resultado da eleição sai e a Luna decide que o único jeito de sobreviver é viajar para outra realidade, mas ela não contava com as infinitas possibilidades do Bolsonaro hipotético. 😅
Cada porta, um mundo pior que o outro, pelo menos na cabeça dela e dos esquerdistas lunáticos. 😂
👉 Qual mundo você acha que ela encontrou? Comenta aqui embaixo e segue para a parte 2.
Em uma época onde as mulheres trabalham e tudo mais, o normal nesse caso não é nem o cara e nem a mulher pagar o Uber, era os dois racharem o Uber.
Não tem essa porra do otário pagar o programa num tradicionalismo que não existe, o cara pagar sozinho seria como pagar um programa, coisa de puta.
Também não faz sentido a muié gastar sozinha o valor do Uber, o cara tinha que dividir a conta, visto que eles não iriam os dois se deslocar como num encontro onde cada um sai da sua casa para o cinema, ela iria até ele e não iam foder no motel.
Ontem no debate da Bandeirantes, Lula passou o tempo cobrando de Flávio explicações sobre os R$ 134 milhões pedidos ao Vorcaro pro filme Dark Horse e ainda propôs o “desafio” dos dois abrirem sigilos bancários e telefônicos das famílias inteiras e entregarem pro STF e TSE pra “o povo saber quem é ladrão”.
Aí surge o comentário típico:
“Se o Flávio não tem nada a dever, por que não mostra tudo tranquilo? Ótima oportunidade pra provar a inocência dele.”
Isso não é pergunta inocente. É a versão popular da inversão do ônus da prova.
O que o Direito diz (e o que a maioria ignora)
No sistema acusatório brasileiro:
- A presunção de inocência está no art. 5º, LVII da Constituição: ninguém é culpado até trânsito em julgado de sentença condenatória.
- O ônus da prova é da acusação. Não do acusado.
- O réu (ou investigado) não tem obrigação de provar a própria inocência. Pode até permanecer em silêncio. Silêncio não é confissão.
Exigir que alguém “abra tudo”, “mostre a vida inteira” ou “prove que é inocente” pra ser considerado honesto é lógica inquisitorial. Em processo penal isso é ilegal. No debate público virou padrão.
Por que isso virou normal (a parte sociológica que a redpill explica)
A sociedade atual opera cada vez mais com lógica de reputação e status, não de prova e processo, característica de sociedade ginocêntrica.
- Acusação pública já funciona como condenação social.
- O homem acusado é pressionado a se desnudar publicamente pra “provar o negativo”.
- Quem acusa paga pouco custo. Quem é acusado paga o preço da reputação, da campanha e da vida.
No caso do debate, Lula (que tem histórico de condenação, anulação e processos) cobra transparência total do adversário enquanto o debate público trata a cobrança como razoável, é o poste mijando no cachorro. A plateia e as redes absorvem a ideia de que “se não mostra, é porque tem algo”.
Isso não é acidente. É o resultado de um ambiente cultural que priorizou estratégias de dano reputacional, coalizão moral e “acredite na acusação primeiro” em detrimento do devido processo legal. Na redpill isso se chama sociedade feminizada: a lógica de status, fofoca institucionalizada e punição por ostracismo supera a lógica masculina clássica de evidência, ônus da acusação e proporcionalidade.
Consequência prática
Quando a cultura aceita que o acusado tem que “mostrar tudo pra provar que é honesto”, ela cria incentivo permanente pra acusações. Qualquer um pode cobrar abertura total de vida privada sob o pretexto de transparência. O homem que se recusa é imediatamente tratado como culpado. O que não tem nada a esconder ainda assim não consegue provar o negativo de forma absoluta.
No debate, Flávio respondeu que não tem nada a esconder e rebateu com dinheiro “por fora”. Vale lembrar que Lula é um boomer analfabeto tecnológico que na época da lava jato descobririam conversas dele porque o ladrão usava o celular do segurança, que, por sua vez, estava em nome de um laranja. Mas a cobrança social continua em cima do Flávio: “então mostra”.
Resumo direto pra bolha:
Quem acusa prova.
Quem exige que o outro prove inocência está fora do Direito e dentro da lógica feminizada de reputação.
Essa lógica está normalizada porque a sociedade atual opera cada vez mais no modo feminizado de disputa de status.
Replying to @PillMoment
Se o Flávio não tem nada a dever, pq ele simplesmente não mostra tudo tranquilo? Eai mostra que pelo menos ele foi honesto.
Não concorda? Uma ótima oportunidade para provar a inocência dele.
Olavo ensinava que desmentir não era a melhor estratégia, era atacar mais ainda o adversário numa proporção maior do que estava sendo atacado, ou seja, a melhor estratégia é o ataque, não a defesa, é esmagar o adversário. 💪🏻
O ladrão falou que o Flávio Bolsonaro nunca trabalhou, se eu fosse o Flávio falava que de não gostar de trabalhar o Lula entende bem, pois ele arrancou até o próprio dedo para não trabalhar mais🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣
Flávio bolsonaro tinha que indagar o ladrão perguntando por que foi para os Estados Unidos fazer lobby para o PCC e CV, pedindo pelo amor de Deus para Trump não colocar PCC e CV como organização terrorista.
Flávio Bolsonaro é muito fraco de debate, o público quer emoção: tiro, porrada e bomba com muita metralhadora de verdades sem dar espaço para o ladrão falar, mas o cara é muito fraco.
Mermão, o cara está perdendo muita oportunidade de cortes.
Replying to @PillMoment @DuNNoTheDemon
A descrição do homem novo prioriza austeridade, desprendimento material e sacrifício coletivo contra o egoísmo capitalista. Che e o regime viam a homossexualidade como desvio burguês e fraqueza incompatível com a virilidade revolucionária. Associações com consumismo de divas pop são estereótipos atuais, não do ensaio de 1965.
Favelado based demais só cuspindo verdades, a viadada, as putas e esquerdistas em geral, piram com o favelado que saiu da escravidão mental da ideologia esquerdopata💪🏻😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂
Aos esquerdistas negacionistas, Che Guevara perseguia e matava viado sim. Ele achava que gay não era compatível com o “homem novo” da revolução.
O registro mais direto e pessoal está nos Diários de Motocicleta (1951–52). Num episódio, ele descreve um homem com quem teve uma briga assim:
> “espíritu aniñado e introvertido que probablemente fuera invertido también. [...] el pobre hombre, fuera de ser un pervertido sexual y un latero de primera...”
“Invertido” e “pervertido sexual” eram termos pejorativos comuns na época para se referir a homem gay. Não era só um comentário isolado de preconceito social: encaixava no modelo de masculinidade que ele depois formalizou.
No ensaio O socialismo e o homem em Cuba (1965), ele descreve o revolucionário ideal como trabalhador, austero, solidário, viril e disposto a sacrificar o indivíduo pelo coletivo. Esse “homem novo” não incluía o homem gay. Homossexualidade era vista, tanto por ele quanto por Fidel, como desvio burguês, fraqueza ou comportamento incompatível com o militante comunista. Fidel chegou a dizer em 1965 que um homossexual não podia ser considerado um verdadeiro revolucionário.
Na prática, isso se traduziu na política do regime:
- Campos de trabalho forçado (primeiro Guanahacabibes, depois as UMAP) para “reeducar” gays, religiosos e “asociais”.
- A placa “O trabalho os fará homens” nas UMAP era dirigida especialmente a eles.
- Expurgos em educação e cultura.
Che não comandou as UMAP (saiu de Cuba em abril de 1965), mas ajudou a construir a estrutura repressiva inicial e a ideologia que justificava tratar a homossexualidade como problema a ser corrigido ou eliminado do projeto revolucionário.
Resumo sem romantização: ele tinha preconceito explícito, via o homem gay como incompatível com o ideal revolucionário e fez parte de um regime que perseguiu e internou homossexuais em campos de trabalho forçado. Não há documento dele ordenando execução só por orientação sexual, mas a visão dele sobre o assunto está clara nos escritos e na política que ele apoiou.
















