Iury Lima. PT Fóbico. Anticomuna. Imposto é roubo! retweeted

Rossine Lopes@LopesRossi971363h
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OLHA AÍ O OS LADRÕES DO PT ESTÃO FAZENDO. COMPRANDO VOTOS. VOCÊ JÁ PASSOU SE FORCE O POVO DO FLÁVIO BOLSONARO 22
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A cara (ou bunda) do PT. A cidade de Guaratinguetá foi palco ontem de uma manifestação do Partido dos Trabalhadores (PT).
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O Brasil te agradece Piá! Que Deus o cubra com Sua graça, o guarde em segurança e encha o seu coração de paz em cada passo do caminho. @nikolas_dm 2️⃣2️⃣🇧🇷
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Leandro Ruschel 🇧🇷🇺🇸🇮🇹🇩🇪@leandroruschel3h
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Pois é...
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O mesmo repertório, os mesmos planos obscuros. Ele não muda, o plano dele sempre foi de longo-prazo.
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Ha duas questões relevantes e igualmente importantes.
A primeira são as ideias que movem o socialismo: fim da propriedade privada, estado totalitário e a ausência de liberdades civis.
A segunda questão são as mentiras que os socialistas contam pra disfarçar essa essência.
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Segue aqui o DOSSIÊ LULA, um excelente registro de toda a imundície que orbita o ainda Descondenado-em-chefe - mas, brevemente, Descondenado-em-pijamas...
dossielula.com/
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Antonio Gramsci entendeu o cristianismo melhor do que muitos cristãos. É isso que o torna perigoso e não os slogans que lhe atribuem.
Ele foi preso em 1926 e condenado a vinte anos, quatro meses e cinco dias. Escreveu trinta e três cadernos numa cela, entre 1929 e 1935, sob censura, num vocabulário cifrado onde marxismo virava filosofia da práxis e Lênin virava Ilitch.
A pergunta que o consumia era por que a revolução não vinha onde deveria vir. Venceu na Rússia agrária. Fracassou na Alemanha, na Hungria, na Itália.
Depois da morte dele, venceu na China camponesa, no Vietnã, em Cuba e em nenhuma sociedade ocidental madura.
Havia algo no Ocidente que repelia o golpe. A resposta dele foi que, atrás do Estado, existia uma linha de fortificações:
Escolas, imprensa, associações, famílias e, sobretudo, igrejas.
Marx tratou a religião como ópio, um sintoma a ser dissolvido. Gramsci tratou-a como fortificação, uma posição a ser tomada. Chamou isso de hegemonia:
O consentimento que se fabrica antes de qualquer voto, no terreno daquilo que as pessoas simplesmente consideram óbvio.
O camponês italiano não se revoltava não porque estivesse satisfeito, mas porque possuía uma ordem de sentido que explicava o mundo, a dor e a morte melhor do que qualquer panfleto. Enquanto essa ordem se transmitisse de pais para filhos, não havia revolução possível.
Logo, escreveu, a guerra decisiva é anterior à política e é travada dentro das instituições que formam a consciência.
Estudou a Igreja Católica com uma atenção que nenhum inimigo dela dedicou. Considerava-a a mais duradoura máquina de formação de consenso já construída e o que o fascinava era exatamente aquilo que os cristãos costumam achar banal: a capacidade de manter o teólogo e o camponês dentro da mesma fé, por séculos, sem que a estrutura se partisse.
Estudou a disciplina dos jesuítas como caso organizacional e concluiu que o partido precisava fazer o que a Igreja fazia: ser o Príncipe moderno, um organismo coletivo que não apenas dispute o poder, mas forme homens.
Um partido contra-Igreja, com ideologia própria e ocupando o lugar de Deus. Não é força de expressão:
Gramsci escreveu que o Príncipe moderno toma o lugar, nas consciências, da divindade ou do imperativo categórico, e se torna a base de uma laicização completa da vida e dos costumes.
O erro de quem o combate é tratá-lo como problema econômico. Não é. A filosofia da práxis, no vocabulário dele, é historicismo absoluto e mundanização absoluta do pensamento. Ou seja:
Não há ordem transcendente, não há natureza humana estável, não há lei natural, não há verdade que não seja filha da sua época. Tudo o que existe foi construído historicamente e, portanto, pode ser desconstruído.
O ataque não é ao lucro, é ao ser. Se nada é dado por Deus, então família, matrimônio, sexo e pessoa são arranjos negociáveis, e a revolução não precisa expropriar fábrica nenhuma: basta reeducar.
Em 1985, Ernesto Laclau e Chantal Mouffe pegaram a hegemonia gramsciana e trocaram explicitamente o proletariado por uma cadeia de demandas identitárias. Foi assim que a revolução de classe virou revolução de identidade, com o mesmo método e outro sujeito.
Augusto Del Noce viu ainda mais fundo. Para ele, o marxismo terminou como o grande servo do niilismo (posição de que não existe fundamento último, nem para a verdade, nem para o valor, nem para o sentido da vida) e seu fruto real foi a sociedade esvaziada da pergunta pelo sentido.
A revolução não veio de foice na mão. Veio como indiferença, como uma sociedade que não persegue a fé porque simplesmente já não consegue formulá-la.
— No Front Militar
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Rodrigo Constantino@Rconstantino6h
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Vamos derrotar isso hoje!!! 💪
Leandro Ruschel 🇧🇷🇺🇸🇮🇹🇩🇪@leandroruschel7h🇺🇸
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Uma boa foto para lembrar na hora de votar.
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Não se esqueçam q, se for diferençazinha de 1 ou 2 pontos, ELES ROUBAM A ELEIÇÃO.
ENTÃO VAI VOTAR, CARALHO.
Leva seu avô, sua avó.
Só tem esse Flávio aí, não temos outra alternativa. Mete o dedo nesse 22 aí, foda-se.
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Leandro Ruschel 🇧🇷🇺🇸🇮🇹🇩🇪@leandroruschel19h
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Nikolas, um gigante nessas eleições.
Nikolas Ferreira@nikolas_dm21h🇧🇷
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69 dias. 80 cidades. "O vento que apaga a vela é o mesmo que alimenta o fogo".
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Nikolas Ferreira@nikolas_dm19h
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Fiz tudo que pude.
Agora está em suas mãos, Senhor.
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Estudo Segurança pública desde 2009. Já entrevistei policiais civis, militares, federais, promotores de justiça, procuradores, juízes, desembargadores e pesquisadores. Estudei a maior parte da literatura nacional e internacional sobre o assunto. Conversei com inúmeras vítimas de crimes e suas famílias. Já dei centenas de palestras e aulas sobre esse assunto.
A conclusão mais importante é essa: a crise de criminalidade do Brasil é um projeto político, que envolveu a destruição deliberada do sistema de justiça criminal por razões ideológicas.
A ideologia envolvida é o marxismo/socialismo.
O PT está no centro desse projeto.
O que descobri foi apresentado no documentário Entre Lobos (youtube.com/live/HEsjhg5qthM) e no meu livro a Construção da Maldade (link.amazon/B07tj0Ekv) que já vendeu mais de 100.000 exemplares.
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Escondendo o jogo… 🤡
Leandro Ruschel 🇧🇷🇺🇸🇮🇹🇩🇪@leandroruschelOct 24🇺🇸
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A Globo contratou a Quaest para acompanhar um grupo de 300 indecisos e registar avaliações sobre o debate, e não uso o resultado....
Na verdade, fica escondendo o óbvio.
Eu peguei o gráfico postado pela Quaest e pedi para IA avaliar.
Resultado: Flávio esteve melhor em 82,4% do tempo!
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Todo mundo sabe que ele perdeu o dedinho, mas agora o Brasil vai saber como!
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Rodrigo Constantino@RconstantinoOct 24
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Conversa com indecisos: rebatendo os 6 maiores medos com Flavio
youtube.com/watch?v=D_76Q6XE…
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Rodrigo Constantino@RconstantinoOct 24
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Vamos testar: Google, quais escândalos de Marcelo Adnet?
O comediante e roteirista brasileiro Marcelo Adnet acumula uma série de polêmicas de alta repercussão pública, a maioria ligada a flagras de infidelidade conjugal e a embates políticos ou profissionais. Abaixo estão detalhados os principais escândalos e as incoerências apontadas pelo público e pela crítica ao longo de sua carreira. [1, 2, 3]
1. Escândalos de Infidelidade e Contradições Amorosas
O maior desgaste na imagem pública de Adnet decorre da repetição de flagras públicos de traição, seguidos por discursos que frequentemente contradizem as reações de suas parceiras.
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•Traição a Dani Calabresa (2014): Adnet foi flagrado por fotógrafos beijando uma mulher em uma via pública no Leblon, Rio de Janeiro. O caso gerou grande repercussão porque ele e Dani Calabresa eram vistos como um "casal modelo" do humor. Na época, Adnet foi ao Twitter pedir desculpas públicas, admitindo o erro. O casamento resistiu até 2017. [1, 2, 3]
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•Primeira crise com Patrícia Cardoso (2020): Em uma entrevista, o próprio humorista admitiu ter tido um relacionamento extraconjugal com uma atriz durante uma crise em seu casamento com Patrícia Cardoso, com quem se casou em 2017. [1, 2]
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•Flagra no Carnaval e contradição sobre término (2024): No primeiro dia de desfiles do Carnaval do Rio de Janeiro, Adnet foi novamente flagrado e filmado beijando outra mulher na rua. Para conter os danos, ele declarou publicamente à imprensa que "já estava separado" antes do flagra. No entanto, a declaração gerou forte incoerência quando Patrícia foi às redes sociais ironizar e desabafar com frases como: "Tô ótima, galera. Só que não" e pediu ajuda para criar uma "rede de apoio", sinalizando que não estava ciente de nenhum término amigável prévio.
























