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Se você ta aqui me seguindo por algum motivo entenda uma coisa:
Se vier argumentar comigo e eu achar que você tá errado, eu vou falar na sua cara que você ta errado, pq é o que eu acho.
(+)
Após reunidas todas as infos tenho absoluta certeza que o Não Importa foi uma exigência do rapaz pra exigir aparecer mais no canal.
Inclusive o nome deriva de uma discussão:
Greg: Mas o que vai fazer João?
João: Não Importa o que vou fazer
Greg: Isso! O nome vai ser Não Importa
O bom de ler essas replies aqui, escolhi o bar certo como favorito!
Vida longa ao Império Ximeninho!
Che Cevada
Dona jura do morro do pinto e suas variações
Marighella da Ambev
Trotsky do morro do pinto
Por favor não parem, isso ta bom demais!! 🤣🤣🤣
Eiiii @ eu me auto proclamo presidente do seu coração e meu primeiro ato como presidente será encurtar essa distância que há entre nós e pra isso eu vou mudar a constituição e o primeiro artigo é que você virá morar aqui na praia. 🫶🫶🫶
Eu sempre achei o Tabet o menos à esquerda do Porta dos Fundos, talvez até um pé no centro.
Isso aqui é total surpresa pra mim!
Já o admirava, agora o admiro mais ainda.
Do site que reproduzia memes à resposta que virou uma eleição.
Agora que a poeira baixou, vou contar um pouquinho dos bastidores do que rolou comigo nesta campanha e também fazer um desabafo aqui.
Este ano, aconselhado por amigos, colegas e outras pessoas do meu convívio, quase passei longe das eleições porque, como vocês sabem, posicionar-se politicamente, no Brasil, é uma armadilha profissional. Exercer o direito democrático e legítimo de declarar um voto ou defender uma causa, num país fomentado pelo ódio e com sérios problemas de educação, significa ganhar a simpatia de muitos e o asco de outros tantos. Falo isso com a autoridade de quem nunca teve a “imunidade comercial” da panelinha da esquerda festiva e foi vítima de um atentado com coquetel molotov.
No entanto, três fatores falaram mais alto para eu contrariar os apelos dos que prezavam pela minha carreira: o ímpeto cidadão; a sede por justiça; e meu filho, Pedro.
Quem é pai ou mãe de uma criança LGBTQIAPN+ sabe como é o medo de ter sua cria agredida na rua só por ela ser quem ela é. Esse medo se transforma em indignação. Que vira revolta. Que vira gana. E foi assim: mordi a faca com avidez e fiz o que achava que podia fazer: expressei-me. Até o dia quando o próprio Flávio Bolsonaro me mostrou que eu poderia fazer mais. Bem mais.
Quando soube que ele tinha me processado no TSE por causa do famigerado tweet criticando a “família miliciana”, acreditei ser uma pegadinha. Como poderia um senador, postulante à presidência da república, assessorado pelos “gênios” da influência, vestir uma carapuça daquelas? Pois vestiu. Aí, quando me dei conta, fui tragado para uma batalha solitária que não esperava travar.
Fui assediado judicialmente, acusado por jornalistas que confiava de ter feito algo que não fiz, agredido, ofendido, ameaçado e o mais grave: censurado. Dá desgosto, insegurança, receio… dá pânico. Mas dá raiva também. E quando a raiva está aliada à razão e ao senso de injustiça, sai de baixo. É a boiada que não perde briga.
Apesar de ter me sentido abandonado por gente que jurava que apareceria para ajudar, poucos e bons me estenderam as mãos: os que eu amo, meus advogados e alguns novos amigos. Por causa deles, segui em frente com coragem e vencemos aquela batalha. Custou tempo, dinheiro… mas ainda havia uma guerra pela frente.
Graças a Deus (e a Nossa Senhora…literalmente), passei a ser mais lido, mais ouvido, encorajado e consequentemente a escrever, falar e enfrentar mais. Fiquei tão inquieto que cancelei peça, adiei trabalhos e passei a última semana falando mais com o @AndreJanonesMG que com meus filhos. Acordei o publicitário adormecido aqui pra virar marketeiro voluntário. E ainda levo jeito.
Achei a Mariana para perguntarmos quem ela era (“Quem é Mariana?”) e me vi varando a noite escrevendo respostas para que fossem usadas no debate sobre aposentadoria, escala 6 por 1 e até nove dedos (aquela). Quando Lula falou, eu e meu filho – que sabia de tudo – comemoramos como um gol. Janones ligou na hora e brincou. Disse que, se eu fosse candidato, não gostaria de me enfrentar num debate. Empatamos. Também não gostaria de enfrentar o general do “exército” do qual fiz parte.
Enfim… fiz o que pude. E o que não pude.
Hoje, sinto alívio, alegria e sentimento de justiça. No Brasil, isso é luxo. Mas confesso: quero enfrentar inimigos melhores em 2030. Não só mais qualificados. Menos escroques e escrotos mesmo. Quem sabe não me filio a algum partido para a próxima? De repente, com gente que gosto ao lado.
Agora, é voltar a viver nas condições normais de temperatura e pressão. Porque, como diria o apóstolo Paulo, “combati o bom combate, terminei a corrida, guardei a fé.”
Vamos juntos! E obrigado a todos vocês.
Não vi ninguém comentar mas a fuga do Flávio é exatamente a cena do Marco Aurélio em vale tudo de 1988 e com o dinheiro lavado do Vorcaro.
youtu.be/1s8UMGFGpoM?is=6mzs…
Eu participei dos atos do movimento passe livre lá em 2003/04, isso aqui é bonito demais!
Com isso encerro os assuntos sobre política neste perfil, ou não!
Lula deu o microfone pro Alckmin para o primeiro discurso da reeleição, vocês sabem o que isso significa né?
Jorginho, Paquetá e Bruno Henrique
E eu fiquei puto com Nonato, eu tava errado tem gente com mais problema que eu por aí.
🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣
O niteroiense retweeted
O Deniz tem uma mutação que nunca foi vista no mundo. Literalmente.
Meu filho Deniz, 15 anos, nasceu com Transposição das Grandes Artérias (TGA) e fez a cirurgia de Jatene com 28 dias de vida. Ele venceu.
Depois veio o atraso, o intestino, o sono, a dificuldade na escola. Depois veio a regressão: ele que nadava, que amava matemática, que tinha mil interesses, começou a perder tudo isso.
Depois de 15 anos procurando, o Sequenciamento Genômico Completo (WGS) no InCor/HC-USP encontrou:
CHD8 - c.2639C>T - http://p.Thr880Ile
É um VUS. Frequência no gnomAD: ZERO. ClinVar: ZERO casos. Pesquisamos no mundo todo. Ele é o primeiro.
O gene CHD8 controla como o nosso cérebro, coração e intestino se formam. Ele é o maestro da cromatina. Quando falha, causa uma síndrome chamada IDDAM - com autismo, macrocefalia, problemas intestinais e de sono.
Mas o Deniz tem mais: além do coração, ele tem uma malformação venosa grave na perna direita (veia ilíaca hipoplásica) que descobrimos agora. E tem regressão motora e cognitiva.
Nossa hipótese, apoiada na literatura, é que tudo faz parte do mesmo quadro: um fenótipo cardíaco/vascular expandido do CHD8 que nunca foi descrito porque a variante dele é única.
Já entramos para o estudo internacional Simons Searchlight. Estamos aguardando.
Por que estou postando?
Porque doença ultra-rara não se resolve sozinha. Precisamos de um geneticista que já viu CHD8, de um laboratório que faça teste funcional (EpiSign, Wnt), de uma família que tenha passado por isso.
Se você é pesquisador, médico, família CHD8 ou conhece alguém: compartilha. Marca. O algoritmo pode fazer o que o exame não fez: nos conectar.
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