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O New York Times teve a coragem de fazer algo que nenhum local teve:
Eles convidaram o Flávio para uma entrevista sem censuras, deixaram ele falar e, na reportagem completa, apontaram todos os absurdos logo depois de cada citação e, ainda, pintaram ele de fujão e a família de conspiracionista. E ainda expuseram todas as acusações que ele, o irmão e o pai enfrentam.
De cabo, aproveitaram pra lembrar aos leitores que o pai dele está preso por (com todas as letras) tentar dar um golpe de Estado após perder as eleições para Lula, e que ele alimentou teorias da conspiração sobre o sistema eleitoral.
Num truque de mestre, toda a reportagem foi iniciada e conduzida por um plano de fundo de crítica ao Trump e a forma como ele está lidando com a situação. Quase num lembrete ao leitor de que “esse é o tipo de coisa que o presidente permite que aconteça com a ajuda do governo dos EUA”.
Deram corda pro cara se enforcar e ele caiu igual um pato.
nytimes.com/2026/11/05/world…
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minha opinião impopular é que o matue lançou um dos trabalhos nacionais mais lindos de todos os tempos com 333, ai ele bateu a cabeça em alguma pedra e regrediu em pelo menos 10 anos de mentalidade e começou a ficar meio tonto ):
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comprou a camisa da Espanha, passou na Cacau Show pra comprar um chocolate pra namorada, voltou pra casa no seu Kwid ouvindo Coldplay, chegou em casa e pediu um hambúrguer no Madero
o brasileiro médio é muito previsível
Não sei, os grupos que eu tava vc e trap em 2020 os cara de matavam pra ter o arquivo MP3 das prévias do teto, bagulho louco
Replying to @heitoso_
É IMPOSSÍVEL vc estourar Só soltando previa sem ter Pai Rico ou Empresário.
Previa nenhuma vai entregar o suficiente pra bater 10 milhão fora do seu perfil sem ter pelo menos 2-5 K investido.
>Nepotismo também se encaixa em Industry Plant.
>Pai Rico.
Só usar o 🧠.
Aqui em Floripa a equipe do livinho tirou nós pra merda, parceiro tocando só pedrada e interromperam pra colocar o dj deles ☠️😴
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Replying to @endrickmilgrau_ @JuliaVitor12
Bola de disputar com o pé, o cara agachou todinho pra ir de cabeça, e o outro ainda foi expulso
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Foi daora fotografar esse clipe 😭 @thiagoveigh x nemzzz
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eu quero falar algo antes de sair do Twitter dnv, a gente tá cansado e já ficou até batido citar sociedade do espetáculo dentro de tudo que a gente vive.
Mas oq essa galera anda fazendo é o esvaziamento do vazio, é tipo, abrir uma porta que a gente sabe q já perdemos a chave +
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Eu tenho uma opinião sobre isso aqui e vou tentar ser o mais claro possivel pra que vocês possam me entender.
O time que o jogador tá atuando AFETA SIM no desempenho da seleção. Mas não dessa maneira rasa “se joga em time europeu médio, não serve”.
Vamos pegar a Espanha:
Todos sabemos o modelo de jogo da Espanha. Muito toque de bola, esperando o tempo certo de concluir, ultimamente tem tido até um pouco mais de verticalização de jogadas por conta de Nico e Yamal, mas via de regra a posse longa se mantém, sempre priorizando passes curtos.
E aí chegamos aonde eu quero: o meio de campo no início da Eurocopa era Rodri, Fabián Ruiz e Pedri.
Um do City do Guardiola, um do PSG do Luis Henrique, outro do Barcelona do Xavi.
O comum? Eles também atuam nesse modelo nos clubes deles. Passes curtos, reter posse de bola. Estão acostumados a jogar dessa determinada maneira, o que facilita o entendimento tático ao chegar na seleção. E vale lembrar, elenco de seleções passa muito pouco tempo junto. É difícil moldar um estilo assim.
Agora, pra mostrar o contrário disso, vou usar o Brasil do FERNANDO DINIZ, por exemplo.
O estilo de jogo do Diniz é muito voltado em passes curtos, saída de pressão, temporizar o jogo. O meio de campo que ele utilizou na maioria de suas partidas foi Bruno Guimarães e Casemiro, que atuam em clubes que NÃO JOGAM ASSIM.
O Newcastle não joga assim.
O United não joga assim.
O Wolverhampton do João Gomes não joga assim.
O Aston Villa do Douglas Luiz não joga assim.
E isso se aplica ao Dorival nessa Copa América também. O jogo durante vários momentos pedia a quebra de correria e um pouco mais de passe curto, controlar o jogo, mas o meio de campo da seleção simplesmente NÃO CONSEGUIA fazer isso.
No Newcastle, o Bruno Guimarães é instruído a pegar a bola e já buscar a virada de jogo, verticalizar ao máximo. O Douglas Luiz a mesma coisa.
O cérebro humano não funciona como uma máquina perfeita. Eles não vão pra seleção e vão virar uma chavinha pra se moldar ao esquema do treinador. Ainda continuam cheio de vícios, vícios e vícios dos clubes. Eles treinam aquilo todo dia, po. Normal que seja assim.
Então por mais que o Diniz ou Dorival peça pro Guimarães tocar curto, por INSTINTO, apesar dele tentar se adaptar, ele ainda vai buscar viradas de jogo várias vezes.
Entendem como o clube pode atrapalhar o desempenho na seleção?
Se o Newscastle não é full posse de bola, o Aston Villa também não, O West Ham e Wolverhampton muito menos, não vai ser a seleção, composta por meio-campistas desses times, que vai ser.
Nós campeão do JESC com “vai passar o trenzinho dos traficante” Sdds 😭


























